Desabafo
(Ramires Linhares)
Essa não está sendo uma semana fácil. Definitivamente.
Imaginem que ontem recebi uma ligação do Banco do Brasil, dizendo que haviam entrado criminosamente na minha conta e retirado sem minha autorização a quantia de 8 mil reais. Minha tranquilidade acabou. Havia algo errado, com certeza. Fiquei chocado.
Mesmo que os bancos vivam dizendo que é seguro fazer transações pela internet e que só o verdadeiro dono da conta pode entrar nela e realizar os serviços, o risco de hackers invadirem sistemas e mesmo contas particulares sempre existe.
Mesmo que o crime cometido tenha sido cibernético e somente dinheiro foi levado, há o prejuízo e aquela sensação de vazio e raiva nos invade. Qualquer valor que a pessoa guarda em uma conta é fruto do seu trabalho e está ali para uma emergência qualquer. Quando ocorre um roubo passa um filme na cabeça, pois o valor poderia ter sido usado para fazer ou comprar algo legal e, de repente, ficamos só na vontade.
Quando recebi a notícia da invasão da conta fiquei assustado e pensativo, com a certeza de que havia algo ruim acontecendo. Ainda com as pernas trêmulas, coloquei os pensamentos em ordem e raciocinei direito. Aí lembrei que não tenho conta no Banco do Brasil e muito menos 8 mil depositado em qualquer lugar.
Mas vejam bem: e se eu não fosse pobre?
Por isso é bom tomar cuidado com a tecnologia quando envolve o seu dinheiro.
Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/desabafo-35970#
Dado o excerto:
“Aí lembrei que não tenho conta no Banco do Brasil (...).”
A oração subordinada presente no fragmento pode ser classificada como:
- A Oração subordinada adjetiva explicativa.
- B Oração subordinada substantiva objetiva indireta.
- C Oração subordinada substantiva subjetiva.
- D Oração subordinada substantiva objetiva direta.
- E Nenhuma das alternativas anteriores.