O geoprocessamento utiliza um conjunto de técnicas de processamento eletrônico de dados relativos a uma base de dados referenciada territorialmente. Esta base pode ser entendida como um sistema geográfico de informação (SIG). (Xavier da Silva, J. e Zaidan, R. T. Geoprocessamento e meio ambiente. 4ª ed. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2022) Uma estrutura de dados utilizada em SIG é a:
- A vetorial, que se constitui em produtos do tipo raster, sendo a estrutura de dados relativamente simples: uma grade com um único código em cada célula;
- B matricial, também denominada raster, cujos arquivos são constituídos por pixels. É o caso das imagens digitais que podem ser originadas de fotos aéreas e imagens de satélites;
- C vetorial, cujas estruturas são relativamente simples, permitindo que a plataforma computacional seja low-tech, ainda que a falta de acurácia seja comum em dados vetoriais;
- D matricial, cujas representações são mais realísticas do que as de modelo vetorial e cujos elementos representados são convertidos em pontos, linhas ou polígonos;
- E vetorial, cujas representações são mais realísticas do que as de modelo matricial, pois a superfície terrestre é concebida como contínua e cada pixel no modelo vetorial representa uma área no terreno.