Mulher, de 35 anos, casada e com dores difusas pelo corpo, chega ao psicólogo do Serviço Público, encaminhada pelo clínico geral que afirmou que os exames estão normais e que a queixa dela é emocional. A paciente apresenta-se ao psicólogo revoltada, dizendo que não está inventando, “suas dores são reais”.
A princípio, nesse caso, o psicólogo deve
- A encaminhar a paciente para o psiquiatra, pois a revolta dela indica necessidade de medicação.
- B informar à paciente sobre a relação entre as dores, conflitos pessoais, familiares e profissionais.
- C avaliar se devido ao estresse há um ganho secundário da dor para afastar-se do trabalho
- D investigar por meio de escuta ativa se existe relação entre as dores e tendências hipocondríacas.
- E escutar a história da paciente validando suas dores e a relação com aspectos depressivos.