Leia a situação hipotética abaixo.
Ana, uma idosa de 72 anos, foi diagnosticada com osteoartrite avançada nos membros inferiores, apresentando dor crônica e mobilidade reduzida. Durante a avaliação ocupacional, o terapeuta identifica que Maria sente insegurança para realizar atividades de vida diária (AVDs) e tem evitado sair de casa, o que impacta negativamente sua participação social. Além disso, ela relata que costumava frequentar grupos de dança na comunidade, atividade que lhe proporcionava prazer e bem-estar.
Com base nas diretrizes da Terapia Ocupacional voltadas à promoção da autonomia e da qualidade de vida, a abordagem terapêutica mais apropriada é:
- A Indicar o acompanhamento psicológico para tratar a insegurança relatada, deixando as atividades de lazer em segundo plano até que o quadro emocional melhore.
- B Propor uma intervenção interdisciplinar envolvendo fisioterapeutas e educadores físicos, com foco em exercícios físicos supervisionados
- C Priorizar intervenções voltadas para a adaptação do ambiente domiciliar, reduzindo barreiras arquitetônicas que dificultem o desempenho das AVDs.
- D Desenvolver um plano de intervenção centrado na adaptação das atividades de dança, promovendo alternativas para as suas limitações físicas e explorando novas formas de lazer.