Durante a investigação de um surto de diarreia em uma creche na cidade de São Paulo, pesquisadores identificaram, em amostras fecais, a presença de cepas de Escherichia coli enteropatogênicas (EPEC) portadoras do gene eae, por meio de reação em cadeia da polimerase (PCR). Esse gene codifica a proteína Intimina, um fator de virulência essencial para a adesão da bactéria às células intestinais do hospedeiro.
Com base na situação apresentada e considerando a classificação de biomarcadores proposta pelo Food and Drug Administration (FDA) e pelo National Institutes of Health (NIH), é correto afirmar que o gene eae, quando detectado diretamente em amostras clínicas, é corretamente classificado como biomarcador
- A diagnóstico, pois indica a presença do patógeno e permite a confirmação da infecção.
- B diagnóstico, pois é utilizado para prever a gravidade dos sintomas em infecções causadas por E. coli.
- C de suscetibilidade/risco, pois indica a predisposição dos indivíduos à infecção por E. coli, independentemente de apresentarem sintomas.
- D de predição, pois avalia a resposta do organismo à infecção por E. coli.
- E de monitoramento, pois é utilizado para acompanhar a progressão da infecção intestinal ao longo do tratamento.