À luz dos processos de independência do jugo colonial posteriores à Segunda Guerra Mundial, a maioria dos governos dos recém-nascidos Estados africanos incluiu em suas agendas a implementação da política de industrialização por substituição de importações.
(Kauê Lopes dos Santos. Africano: uma introdução ao continente, 2022. Adaptado.)
Pode-se entender a chamada política de substituição de importações como
- A a recusa de financiamento econômico estrangeiro das economias nacionais dos países africanos.
- B a valorização das produções locais de mercadorias industrializadas voltadas ao consumo de massa.
- C o planejamento racional dos processos de crescimento dos centros urbanos nas capitais africanas.
- D a subordinação dos países livres do continente africano aos interesses financeiros do mundo socialista.
- E a suspensão das relações comerciais com as economias dos países industrializados do Ocidente europeu.