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Texto 3
Rael abriu os olhos lentamente, o sol que entrava pelas frestas das tábuas irritava seus olhos. Levantou e foi até a cozinha, onde a mãe estava preparando o café. Ela lhe perguntou algo, mas ele não ouviu direito e foi para o banheiro lavar o rosto.
[...]
– Fio, estão chamando lá fora, acho que é o Will – disse sua mãe.
Rael se dirigiu ao portão e avistou Will e Dida, dois amigos que havia muito não encontrava.
– E aí, manos! Que saudade, por onde vocês tavam, hein?
– Rael, meu truta! Nós tava em Paraisópolis. Eu e o Dida tivemos que ir pra lá por causa do nosso pai, arrumou uma treta aqui.
– É, isso eu fiquei sabendo, mas vocês podiam avisar, pô! Todo mundo ficou preocupado, não sabiam nem o que tinha acontecido com vocês.
– Só! Mas o importante é que nós voltamos e vamos visitar todos os manos, tá ligado?
FERRÉZ. Capão pecado. São Paulo: Planeta, 2016.
Mantém-se a correção gramatical, com relação aos princípios de concordância verbal e nominal, no trecho reescrito:
- A Rael abriu os olhos lentamente, o sol que entrava pelas frestas das tábuas irritavam seus olhos.
- B Rael abriu os olhos lentamente, o sol que entrava pelas fresta das tábuas irritava seus olhos.
- C Rael e sua mãe se dirigiram ao portão e avistaram Will e Dida, dois amigos que havia muito não encontrava.
- D Rael e sua mãe se dirigiram ao portão e avistaram Will e Dida, dois amigos que havia muito não encontravam.