Uma cultura de comunicação ética deriva, portanto, de determinada "filosofia' ou de um específico paradigma, de relativa estabilidade, e nada é mais eficaz que os sistemas de 'autocontrole' que ela põe em ação em situações críticas ou instáveis promovendo, ampla e democraticamente, a interação de todos os membros em seus processos comunicativos.
Com base na citação acima, podemos inferir que uma cultura de comunicação ética:
- A é imposta pela alta gerência da empresa, que define as regras de conduta a serem seguidas pelos funcionários.
- B é construída de forma espontânea pelos funcionários, sem a necessidade de intervenção da liderança.
- C se baseia em princípios éticos sólidos e em mecanismos de autorregulação, promovendo a participação de todos os membros da organização.
- D se concentra na comunicação externa, visando à construção de uma imagem positiva da empresa perante a sociedade.
- E prioriza a comunicação formal, por meio de documentos escritos e normas rígidas de conduta.