O texto “A covardia do cotidiano” utiliza metáforas recorrentes (cachoeira, sol, trilha, amor) para representar posturas humanas diante da vida. Essas imagens, além do valor poético, funcionam como uma crítica à paralisia emocional contemporânea. Nesse sentido, o autor atribui sentido simbólico ao medo da água fria, comparando-o a:
- A uma recusa simbólica à liberdade e ao risco necessários para viver intensamente.
- B uma limitação física que impede o ser humano de se relacionar com a natureza.
- C um simples desconforto passageiro, natural às experiências corporais.
- D um sinal de prudência e cuidado diante dos perigos do mundo moderno.