Prova da Prefeitura de Novo Horizonte-2 - Agente Administrativo - Prova Instituto Fênix (2026) - Questões Comentadas

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Ao comparar o amor a uma orquídea, o autor constrói uma metáfora que sustenta todo o texto. Nesse contexto, é correto afirmar que a orquídea simboliza:

  • A a instabilidade emocional inerente a qualquer relação afetiva.
  • B a necessidade de manutenção constante da aparência nas relações.
  • C a fragilidade dos vínculos afetivos diante das adversidades cotidianas.
  • D o caráter cíclico e profundo das relações humanas ao longo do tempo.

Quando o autor afirma que “as pessoas têm suas estações”, ele sugere que, nas relações humanas:

  • A os sentimentos autênticos dependem da repetição de momentos intensos.
  • B a alegria é sempre substituída por indiferença com o passar do tempo.
  • C as manifestações afetivas variam, sem que isso signifique perda de valor.
  • D a convivência prolongada tende a enfraquecer os vínculos emocionais.

A crítica central do texto dirige-se àqueles que:

  • A idealizam excessivamente o início das relações afetivas.
  • B abandonam vínculos ao cessarem as demonstrações visíveis de encanto.
  • C têm dificuldade de expressar sentimentos em relações duradouras.
  • D associam o amor apenas a experiências de sofrimento e sacrifício.

Ao longo do texto, o autor busca principalmente:

  • A defender uma visão romântica idealizada do amor constante.
  • B alertar sobre os riscos emocionais das relações amorosas duradouras.
  • C valorizar a permanência, o cuidado e a profundidade dos vínculos afetivos.
  • D questionar a validade do amor quando não há reciprocidade imediata.

No trecho “Não se prender à existência das flores para amar”, a palavra “prender” assume, no contexto, o sentido de:

  • A limitar-se exclusivamente à aparência inicial da relação.
  • B comprometer-se afetivamente de modo permanente.
  • C restringir a liberdade emocional do parceiro.
  • D apegar-se fisicamente à presença do outro.