Ao afirmar que “viver no limite não é coragem nem intensidade”, o autor sugere que esse modo de vida corresponde a
- A uma estratégia consciente de enfrentamento das exigências sociais.
- B uma forma disfarçada de evitar reflexão, escolha e autocrítica.
- C um ideal moderno associado à produtividade e ao sucesso pessoal.
- D uma condição inevitável imposta pela dinâmica da vida urbana.