Questões comentadas de Concursos para Técnico de Referência

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O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos – SCFV trata-se de um serviço da Proteção Social Básica do SUAS, regulamentado pela Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais através da Resolução:
  • A Resolução CNAS Nº087/2003
  • B Resolução CNAS Nº109/2009
  • C Resolução CNAS Nº025/1992
  • D Resolução CNAS Nº099/2018
Em relação as diretrizes da Assistência Social, baseadas na Constituição Federal de 1988 e na LOAS:
I - Descentralização político-administrativa, cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal, bem como a entidades beneficentes e de assistência social, garantindo o comando único das ações em cada esfera de governo, respeitando-se as diferenças e as características socioterritoriais locais; II – Participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis; III – Primazia da responsabilidade do Estado na condução da Política de Assistência Social em cada esfera de governo; IV – Centralidade na família para concepção e implementação dos benefícios, serviços, programas e projetos. 
  • A Somente I e IV estão corretas.
  • B Todas estão corretas.
  • C Somente II e II estão corretas.
  • D Todas estão incorretas.
O SUAS define e organiza os elementos essenciais e imprescindíveis à execução da política de assistência social possibilitando a normatização dos padrões nos serviços, qualidade no atendimento, indicadores de avaliação e resultado, nomenclatura dos serviços e da rede socioassistencial e, ainda, os eixos estruturantes e de subsistemas, conforme a Política Nacional de Assistência Social. Qual opção abaixo não se refere a um eixo estruturante?
  • A Matricialidade Sociofamiliar.
  • B Novas bases para a relação entre Estado e Sociedade Civil.
  • C A Informação, o Monitoramento e a Avaliação.
  • D Centralização político-administrativa e Territorialização.
Os encontros do SCFV são situações de convivência para diálogos e fazeres. Nessa direção, esses encontros são um espaço para promover:
I- processos de valorização/reconhecimento: estratégia que considera as questões e os problemas do outro como procedentes e legítimos; II- escuta: estratégia que cria ambiência – segurança, interesse, etc. – para que os usuários relatem ou partilhem suas experiências; III- produção coletiva: estratégia que estimula a construção de relações horizontais – de igualdade, a realização compartilhada, a colaboração; IV- exercício de escolhas: estratégia que fomenta a responsabilidade e a reflexão sobre as motivações e interesses envolvidos no ato de escolher; V- tomada de decisão sobre a própria vida e de seu grupo: estratégia que desenvolve a capacidade de responsabilizar-se, de negociar, de compor, de rever e de assumir uma escolha; VI- diálogo para a resolução de conflitos e divergências: estratégia que favorece o aprendizado e o exercício de um conjunto de habilidades e capacidades de compartilhamento e engajamento nos processos resolutivos ou restaurativos; VII- reconhecimento de limites e possibilidades das situações vividas: estratégia que objetiva analisar as situações vividas e explorar variações de escolha, de interesse, de conduta, de atitude, de entendimento do outro. 
  • A Somente I, III e V estão corretas.
  • B Todas estão incorretas.
  • C Somente II, IV, VI e VII estão corretas.
  • D Todas estão corretas.
Dentre as atribuições do técnico de referência, não está:
  • A garantir que as informações sobre a oferta do SCFV não estejam sempre atualizadas no SISC e utilizá-las como subsídios para a organização e planejamento do serviço.
  • B conhecer as situações de vulnerabilidade social e de risco das famílias beneficiárias de transferência de renda (BPC, PBF e outras) e as potencialidades do território de abrangência do CRAS;
  • C acompanhar o desenvolvimento dos grupos existentes nas unidades ofertantes do serviço,  acessando relatórios, participando em reuniões de planejamento, avaliação, etc.;
  • D participar da definição dos critérios de inserção dos usuários no serviço;