O cronista faz uso da figura de linguagem conhecida como hipérbole no seguinte trecho:
- A Havia conversas na mesa ao lado, ruídos vários lá dentro (4º parágrafo).
- B um outro rádio com o samba que mal se podia ouvir e só era reconhecível pelos fragmentos de música que nos chegavam (4º parágrafo).
- C Hoje estou com pendor para confissões; vontade de abrir meu peito em praça pública (1ª parágrafo).
- D uma vez estávamos nós dois num bar (2o parágrafo).
- E Ele então pediu silêncio, e que ouvisse (4º parágrafo).