A responsabilidade primária pela prevenção e detecção de fraudes e erros recai sobre a administração e os responsáveis pela governança da entidade. Contudo, o auditor (interno ou externo) deve planejar e executar a auditoria com ceticismo profissional, reconhecendo a possibilidade de distorções relevantes causadas por esses fatores. A distinção entre fraude e erro é crucial, pois a fraude envolve intencionalidade, tornando sua detecção mais complexa. O auditor do controle interno deve estar atento aos 'triângulos da fraude' (pressão, oportunidade e racionalização). Acerca da responsabilidade do auditor e da distinção entre fraude e erro, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)Erro refere-se a um ato intencional praticado por um ou mais indivíduos, envolvendo o uso de falsidade para obter vantagem injusta ou ilegal, como a manipulação de resultados ou a apropriação indébita de ativos.
(__)A fraude geralmente é mais difícil de detectar do que o erro, especialmente se envolver conluio entre funcionários ou falsificação de documentos que aparentam ser autênticos.
(__)Se o auditor identificar indícios de fraude, mesmo que o efeito monetário seja considerado imaterial para as demonstrações contábeis, ele deve comunicar o fato à administração e aos responsáveis pela governança.
(__)O auditor é responsável por obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, seja ela causada por fraude ou erro, mas ele não é um investigador de fraudes e sua auditoria não garante a detecção de todas as fraudes.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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A F, V, F, V.
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B F, V, V, V.
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C V, V, V, F.
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D V, F, F, F.