Questões de Orações Coordenadas e Subordinadas (Português)

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O verso “e cai como uma lágrima de amor” é uma oração:
  • A Coordenada sindética aditiva.
  • B Coordenada assindética.
  • C Subordinada adverbial.
  • D Subordinada substantiva.

Acerca dos processos de coordenação e subordinação, analise as proposições a seguir.

1. No trecho: “É evidente que o discurso não é sempre correto.”, uma oração subordinada desempenha a função de sujeito da expressão “é evidente”, introdutora do enunciado.

2. No trecho: “antes de Galileu Galilei, a opinião pública acreditava que a Terra era plana;”, o complemento da forma verbal destacada está organizado na forma de uma oração subordinada.

3. A oração coordenada colocada no final do trecho: “Há que se reconhecer o benefício histórico do movimento, sobretudo quando, em tempos sombrios, o Estado se excedia em face do indivíduo. Mas é preciso ponderação.” realça a oposição que o autor pretende estabelecer entre as ideias apresentadas.

4. No trecho: “Se a educação não resolveu, o desvio precisa ser coibido.”, o autor emprega a coordenação para interligar as duas orações que compõem o enunciado.

Estão CORRETAS:

  • A 1, 2 e 3, apenas.
  • B 1, 2 e 4, apenas.
  • C 1, 3 e 4, apenas.
  • D 2, 3 e 4, apenas.
  • E 1, 2, 3 e 4.

No texto abaixo, as orações se ligam umas às outros por meio dos processos de subordinação e também de coordenação. Feita a leitura do texto, relacione as colunas, estabelecendo a correspondência entre a oração e a sua classificação.

Suas Excelências

Quando se discutem os “riscos da judicialização da política”, muitos brasileiros, com razão, suspeitam estar ouvindo grego. Mas se souberem que o Supremo Tribunal Federal decidiu contratar 56 motoristas executivos, ao custo de R$ 5 milhões, entenderão a língua. Ela é falada por todo o Estado brasileiro, viciado em sangrar majestosamente o bolso do contribuinte. Os choferes, aliás, terão que usar paletós com “três botões e seis bolsos”, como exige o edital. Ah, sim, suas calças “não poderão ter pregas”.

(Isto É, 27/09/2017)


1 - “Quando se discutem os “riscos da judicialização da política, .... ”.

2 - “ .... Mas entenderão a língua”.

3 - “ ... se souberem que o Supremo Tribunal Federal decidiu contratar 56 motoristas executivos, ao custo de R$ 5 milhões...”.

4 - “... como exige o edital”.


( ) Oração coordenada adversativa.

( ) Oração subordinada adverbial de conformidade.

( ) Oração subordinada adverbial condicional.

( ) Oração subordinada adverbial temporal.


A sequência numérica que preenche os parênteses CORRETAMENTE é:

  • A 3 – 4 – 1 – 2.
  • B 3 – 4 – 2 – 1.
  • C 2 – 1 – 3 – 4.
  • D 2 – 4 – 3 – 1.
  • E 2 – 4 – 1 – 3.

Após a leitura da charge abaixo exposta, avalie como verdadeiro (V) ou falso (F) as proposições que se apresentam na sequência.



( ) O texto busca provocar a reflexão sobre a importância da educação para o país, a partir da valorização daquilo que constitui a sua memória.

( ) Já que o chargista empregou o verbo no passado “achava”, quando caracterizou o “homo ignorantus”, ele deixa claro que essa é uma atitude que não se repete nos dias atuais.

( ) Em “Aqui temos um fóssil do home ignorantus, que achava que...”, a oração usada para caracterizar o “home ignorantus” é adjetiva restritiva.

( ) Em “Aqui temos um fóssil”, o verbo TER é empregado não no sentido de POSSUIR, mas no de HAVER/EXISTIR.


A sequência que preenche CORRETAMENTE os parênteses é:

  • A F – F – V– V.
  • B V– V– F – F.
  • C F – F – F – V.
  • D V– V– V– F.
  • E V– F – F – V.

Identifique, dentre as estruturas oracionais abaixo listadas, a única que apresenta oração subordinada adjetiva EXPLICATIVA.

  • A “o primeiro, um executivo extressado que vive para o trabalho e, entre casa, carro e escritório, pouco anda na rua [...]”.
  • B “Com o tempo, concentra-se num único homem, Mário, a quem assombra com zelo de especialista”
  • C “ o segundo, um adolescente que circula a pé e de ônibus entre a Gávea, e [...]”.
  • D “[...] Adversário que, um dia, flagra na porta de casa”.
  • E “Prendia o choro, humilhado, até perceber que o jogo nem sempre estava jogado.”