Questões de Mudanças na indústria: Fordismo e Taylorismo (Sociologia)

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A crise do modelo de produção caracterizado pelo binômio produtivo taylorismo/fordismo gerou uma série de mudanças no padrão de rentabilidade capitalista, assim como novas relações sociais de produção, dentre elas a

  • A introdução do just-in-time e a flexibilização da produção, permitindo uma adaptação mais rápida às demandas do mercado.
  • B intensificação da produção em massa, focada na padronização e no aumento da produtividade com base em métodos científicos.
  • C eliminação da separação entre concepção e execução do trabalho, com ênfase no controle rígido dos processos pelos gerentes.
  • D implementação de um sistema de controle científico do trabalho, em que o saber-fazer do trabalhador é subordinado à gerência.

Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas


O trabalhador na linha de montagem ilustra uma crítica ao processo produtivo padronizado e repetitivo, típico de certos modelos de organização do trabalho. A fala remete à alienação do trabalhador em relação à tarefa que realiza, uma vez que ele não tem uma visão clara do processo produtivo como um todo.


A alienação do trabalhador na linha de montagem está associada:

  • A à centralização da autoridade e ao controle rígido sobre as tarefas dos trabalhadores, como tipicamente observado no Toyotismo.
  • B à criação de um processo de trabalho baseado na polivalência do trabalhador, que realiza diversas tarefas ao longo da linha de produção, característica do Fordismo.
  • C à separação entre o planejamento e a execução das tarefas, à especialização extrema e à divisão do trabalho em tarefas específicas, conforme preconizado pelo Taylorismo.
  • D à valorização da criatividade e flexibilidade do trabalhador, permitindo sua intervenção em diferentes etapas do processo produtivo, características presentes no Taylorismo.
  • E à substituição da linha de montagem por células de trabalho flexíveis, onde o trabalhador tem maior autonomia e participa de diversas etapas da produção, como no Fordismo. 

O toyotismo, a partir dos anos 1970, teve grande impacto no mundo ocidental, quando se mostrou para os países avançados como uma opção possível para a superação de uma crise de acumulação.
ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo, Botempo. 2009 (adaptado)
A característica organizacional do modelo em questão, requerida no contexto de crise, foi o(a)

  • A expansão dos grandes estoques.
  • B incremento da fabricação em massa.
  • C adequação da produção à demanda.
  • D aumento da mecanização do trabalho.
  • E centralização das etapas de planejamento.

Assinale a alternativa correta que responda a seguinte pergunta: A que “nova organização da produção e do trabalho” o autor se refere?

  • A Fordismo-taylorismo.
  • B A segunda revolução industrial.
  • C A revolução comunicacional e informática.
  • D Terceirização.
  • E Toyotismo.

A maioria das necessidades comuns de descansar, distrair-se, comportar-se, amar e odiar o que os outros amam e odeiam pertence a essa categoria de falsas necessidades. Tais necessidades têm um conteúdo e uma função determinada por forças externas, sobre as quais o indivíduo não tem controle algum.

MARCUSE, H. A ideologia da sociedade industrial: o homem unidimensional. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.


Segundo Marcuse, um dos pesquisadores da chamada Escola de Frankfurt, tais forças externas são resultantes de

  • A aspirações de cunho espiritual.
  • B propósitos solidários de classes.
  • C exposição cibernética crescente.
  • D interesses de ordem socioeconômica.
  • E hegemonia do discurso médico-científico.