Resolver o Simulado Prefeitura Municipal de Umuarama - - Professor de Educação Infantil e Séries Iniciais - UNIOESTE - Nível Superior

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Português

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A leitura não é uma habilidade inata, não nascemos lendo e não desenvolvemos essa habilidade sem instrução explícita. A escrita foi um código criado pelo homem para registrar o conhecimento produzido ao longo da história. A leitura é uma decorrência dessa invenção cultural, sendo basicamente a atividade de desvendar esse código, de decodificar. Considerando a recenticidade da escrita e da leitura, Dehaene (2012) conclui que nosso cérebro não está pronto para ler. Para isto, é preciso haver uma tarefa de reciclagem neuronal, em que neurônios até então responsáveis pelo reconhecimento de faces são recrutados para o reconhecimento de símbolos especiais, as letras.

Fonte: SOUZA, Lucilene Bender de; MILESKI, Ivanete. A emergência da especialização cerebral para leitura de palavras. In: GABRIEL, Rosângela et al. Tecendo conexões entre cognição, linguagem e leitura. Curitiba: Multideia, 2014. p. 33-46.

Assinale a alternativa que apresenta uma análise integralmente CORRETA.

  • A O pronome demonstrativo “isto” (5º período) retoma o conteúdo da seguinte oração: “Considerando a recenticidade da escrita e da leitura”.
  • B A conjunção “e”, no 1º período, tem valor adversativo, podendo ser substituída, sem alteração de sentido do texto, por “mas”.
  • C No último período, o elemento conectivo “então” tem valor conclusivo, podendo ser substituído, sem alteração de sentido do texto, por “portanto”.
  • D A expressão “símbolos especiais”, no último período, é especificada com o aposto apresentado após as vírgulas: “as letras”.
  • E No 2º período, a preposição “para”, em “para registrar o conhecimento produzido ao longo da história”, introduz uma oração com valor temporal.
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A leitura não é uma habilidade inata, não nascemos lendo e não desenvolvemos essa habilidade sem instrução explícita. A escrita foi um código criado pelo homem para registrar o conhecimento produzido ao longo da história. A leitura é uma decorrência dessa invenção cultural, sendo basicamente a atividade de desvendar esse código, de decodificar. Considerando a recenticidade da escrita e da leitura, Dehaene (2012) conclui que nosso cérebro não está pronto para ler. Para isto, é preciso haver uma tarefa de reciclagem neuronal, em que neurônios até então responsáveis pelo reconhecimento de faces são recrutados para o reconhecimento de símbolos especiais, as letras.

Fonte: SOUZA, Lucilene Bender de; MILESKI, Ivanete. A emergência da especialização cerebral para leitura de palavras. In: GABRIEL, Rosângela et al. Tecendo conexões entre cognição, linguagem e leitura. Curitiba: Multideia, 2014. p. 33-46.

Assinale a alternativa que apresenta um resumo semanticamente adequado do texto-base.

  • A Embora a leitura não seja uma habilidade inata, a escrita o é, o que implica na necessidade de produzir uma reciclagem neuronal para que seja aprendida.
  • B A leitura não é uma habilidade inata, mas decorre de uma evolução cultural, demandando aprendizagem que envolve reciclagem neuronal.
  • C Tanto a leitura quanto a escrita retratam uma evolução cultural, mas apenas a leitura exige instrução, por meio de ativação de neurônios para reconhecimento das letras.
  • D A leitura é uma habilidade inata, uma vez que decorre de uma evolução cultural, demandando aprendizagem que envolve reciclagem neuronal para o reconhecimento das letras.
  • E O homem nasce com uma predisposição para a habilidade de ler e escrever, mas precisa preparar o cérebro para tal tarefa, uma vez que o conhecimento é produzido ao longo da história recente.
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A leitura não é uma habilidade inata, não nascemos lendo e não desenvolvemos essa habilidade sem instrução explícita. A escrita foi um código criado pelo homem para registrar o conhecimento produzido ao longo da história. A leitura é uma decorrência dessa invenção cultural, sendo basicamente a atividade de desvendar esse código, de decodificar. Considerando a recenticidade da escrita e da leitura, Dehaene (2012) conclui que nosso cérebro não está pronto para ler. Para isto, é preciso haver uma tarefa de reciclagem neuronal, em que neurônios até então responsáveis pelo reconhecimento de faces são recrutados para o reconhecimento de símbolos especiais, as letras.

Fonte: SOUZA, Lucilene Bender de; MILESKI, Ivanete. A emergência da especialização cerebral para leitura de palavras. In: GABRIEL, Rosângela et al. Tecendo conexões entre cognição, linguagem e leitura. Curitiba: Multideia, 2014. p. 33-46.

Assinale a análise CORRETA em relação ao significado do substantivo ‘recenticidade’ nesse texto.

  • A A escrita e a leitura são habilidades cognitivas complexas.
  • B A escrita e a leitura são habilidades culturalmente construídas na história da humanidade.
  • C A escrita e a leitura são habilidades recentes na história da humanidade.
  • D A escrita e a leitura são habilidades de difícil aprendizagem para os humanos.
  • E A escrita e a leitura não são habilidades inatas, necessitando ser aprendidas.
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A leitura não é uma habilidade inata, não nascemos lendo e não desenvolvemos essa habilidade sem instrução explícita. A escrita foi um código criado pelo homem para registrar o conhecimento produzido ao longo da história. A leitura é uma decorrência dessa invenção cultural, sendo basicamente a atividade de desvendar esse código, de decodificar. Considerando a recenticidade da escrita e da leitura, Dehaene (2012) conclui que nosso cérebro não está pronto para ler. Para isto, é preciso haver uma tarefa de reciclagem neuronal, em que neurônios até então responsáveis pelo reconhecimento de faces são recrutados para o reconhecimento de símbolos especiais, as letras.

Fonte: SOUZA, Lucilene Bender de; MILESKI, Ivanete. A emergência da especialização cerebral para leitura de palavras. In: GABRIEL, Rosângela et al. Tecendo conexões entre cognição, linguagem e leitura. Curitiba: Multideia, 2014. p. 33-46.

Considerando o conteúdo do fragmento de texto acima, assinale a alternativa INCORRETA.

  • A No segundo período, ao usar o verbo ‘ser’ no tempo passado (“foi”), as autoras explicitam que hoje não se pode mais entender a escrita como um código criado pelo homem.
  • B No primeiro período, as orações que vêm após a vírgula têm valor explicativo, podendo ser introduzidas pela conjunção “pois”, sem alteração do sentido original do texto.
  • C Uma reescrita semanticamente adequada do 3º período é: “A leitura, atividade de desvendar o código escrito, decorre dessa invenção cultural”.
  • D No 3º período, a expressão “de desvendar esse código”, dada no texto como sinônimo de “de decodificar”, define o tipo de “atividade”.
  • E No último período, a expressão “uma tarefa de reciclagem neuronal” é explicada após a vírgula, inserção que deixa o conteúdo do texto mais claro para o leitor.
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A leitura não é uma habilidade inata, não nascemos lendo e não desenvolvemos essa habilidade sem instrução explícita. A escrita foi um código criado pelo homem para registrar o conhecimento produzido ao longo da história. A leitura é uma decorrência dessa invenção cultural, sendo basicamente a atividade de desvendar esse código, de decodificar. Considerando a recenticidade da escrita e da leitura, Dehaene (2012) conclui que nosso cérebro não está pronto para ler. Para isto, é preciso haver uma tarefa de reciclagem neuronal, em que neurônios até então responsáveis pelo reconhecimento de faces são recrutados para o reconhecimento de símbolos especiais, as letras.

Fonte: SOUZA, Lucilene Bender de; MILESKI, Ivanete. A emergência da especialização cerebral para leitura de palavras. In: GABRIEL, Rosângela et al. Tecendo conexões entre cognição, linguagem e leitura. Curitiba: Multideia, 2014. p. 33-46.

Considerando o conteúdo do fragmento de texto acima, assinale a alternativa INCORRETA.

  • A O ser humano não nasce com a habilidade de leitura e escrita.
  • B A habilidade de leitura e escrita só é desenvolvida por meio do ensino.
  • C A invenção cultural do registro por meio da escrita levou à leitura.
  • D A escrita é uma atividade básica de decodificação.
  • E O cérebro de um bebê não está pronto para a leitura.
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

Um outro aspecto, talvez ainda mais importante, da transformação na concepção do objeto a ser ensinado envolve um paulatino processo de desnaturalização (desideologização) da leitura e da escrita, em consequência da renovação contínua da prática pedagógica e dos novos papéis assumidos pelo professor, particularmente, o de aprendiz potencial de uma nova prática social. Isso introduz o estranhamento/distanciamento necessário para perceber a dificuldade da atividade e para evitar solicitações que podem não fazer sentido para o aluno. Por exemplo, nos últimos anos, a receita, o bilhete, o rótulo passaram a frequentar o livro didático e a sala de aula, sendo frequentemente utilizados para alfabetizar. Entretanto, ensinar a um grupo de crianças a ler ou escrever uma receita ou um rótulo sem ter construído um contexto que justifique sua leitura ou escrita, em atividades que poderiam perfeitamente ser feitas com outros textos (não precisamos de um rótulo para procurar o N de Neston, por exemplo) produz o efeito de uma tarefa desnecessária, sem sentido e, portanto, muito mais difícil do que aprender a letra N na cartilha, no contexto de muitas sílabas e palavras com essa letra. Efeito semelhante pode ser produzido quando se solicita ler ou escrever uma receita ou uma instrução quando poderíamos perfeitamente mostrar como fazer o prato ou como montar um brinquedo. A escritura de textos como receitas e instruções pode parecer natural para os grupos altamente letrados, mas não são ações que pertencem à ordem natural das coisas: trata-se de convenções não universais para se registrar uma ação.

[...] 

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

A partir do que é dado no fragmento de texto, assinale a alternativa INCORRETA.

  • A A expressão que inicia o parágrafo, “Um outro aspecto”, somada ao conteúdo que a segue, permite deduzir que, no cotexto anterior ao fragmento dado, a autora apresentou outros aspectos acerca de mudanças necessárias em relação às formas tradicionais de se pensar o processo de alfabetização.
  • B A autora argumenta que a prática pedagógica deve estar ambientada conforme as práticas sociais dos alunos, o que implica dizer que os gêneros trazidos para a sala de aula precisam fazer sentido para o aprendiz, inclusive com ações práticas de letramento.
  • C A autora entende que não se deve solicitar à criança a leitura ou escrita de receita, texto instrutivo, bilhete ou rótulo, pois não são gêneros que fazem parte de sua vivência, o que resulta em um ensino sem sentido para o aprendiz.
  • D Há elementos/construções com teor mais asseverativo, como o uso predominante de presente do indicativo, e outros com teor menos asseverativo, como o advérbio “talvez” e o verbo modal em “pode parecer natural”, sendo ambas as estratégias produtivas na construção da argumentação do texto.
  • E Nenhuma das alternativas acima.
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

Um outro aspecto, talvez ainda mais importante, da transformação na concepção do objeto a ser ensinado envolve um paulatino processo de desnaturalização (desideologização) da leitura e da escrita, em consequência da renovação contínua da prática pedagógica e dos novos papéis assumidos pelo professor, particularmente, o de aprendiz potencial de uma nova prática social. Isso introduz o estranhamento/distanciamento necessário para perceber a dificuldade da atividade e para evitar solicitações que podem não fazer sentido para o aluno. Por exemplo, nos últimos anos, a receita, o bilhete, o rótulo passaram a frequentar o livro didático e a sala de aula, sendo frequentemente utilizados para alfabetizar. Entretanto, ensinar a um grupo de crianças a ler ou escrever uma receita ou um rótulo sem ter construído um contexto que justifique sua leitura ou escrita, em atividades que poderiam perfeitamente ser feitas com outros textos (não precisamos de um rótulo para procurar o N de Neston, por exemplo) produz o efeito de uma tarefa desnecessária, sem sentido e, portanto, muito mais difícil do que aprender a letra N na cartilha, no contexto de muitas sílabas e palavras com essa letra. Efeito semelhante pode ser produzido quando se solicita ler ou escrever uma receita ou uma instrução quando poderíamos perfeitamente mostrar como fazer o prato ou como montar um brinquedo. A escritura de textos como receitas e instruções pode parecer natural para os grupos altamente letrados, mas não são ações que pertencem à ordem natural das coisas: trata-se de convenções não universais para se registrar uma ação.

[...] 

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

Considerando o conteúdo do fragmento de texto dado, assinale a alternativa CORRETA.

  • A A autora defende o retorno das cartilhas como instrumento de ensino, pois entende serem estas mais adequadas para o ensino da escrita do que a utilização de gêneros que podem não fazer sentido para os alunos, como receitas, bilhetes e rótulos.
  • B A autora assevera que o processo de desideologização da leitura e da escrita é o aspecto mais relevante no processo de transformação no que tange à concepção do objeto de ensino a ser considerado, uma vez que entende a escrita como prática social, a qual não pode estar atravessada por ideologias.
  • C A autora entende que as convenções relacionadas à construção de alguns gêneros, como os rótulos e as receitas, não são universais, o que significa dizer que não são acessíveis às crianças em fase de alfabetização.
  • D A autora argumenta que é necessário um realinhamento da prática pedagógica em relação às formas tradicionais de ensino – as quais não estão fundamentadas na prática social dos sujeitos envolvidos –, o que implica, inclusive, a mudança dos papéis assumidos pelo professor e pelo aluno.
  • E Nenhuma das alternativas acima.
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

O letramento tem como objeto de reflexão, de ensino ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita. Assumir como objetivo o letramento no contexto do ciclo escolar implica adotar na alfabetização uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção tradicional, que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de habilidades individuais. Essa escolha implica, ainda, que a pergunta estruturadora/estruturante do planejamento das aulas seja: “quais os textos significativos para o aluno e para sua comunidade”, em vez de: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e das palavras para formarem frases)”. [...]

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

No que tange aos elementos linguísticos do fragmento de texto dado, assinale a alternativa INCORRETA.

  • A As expressões “em contraste” e “em vez de” explicitam uma relação contrastiva que introduzem argumentos que são refutados como prática pedagógica adequada à perspectiva defendida.
  • B Os adjetivos “estruturadora/estruturante” apresentam sentido aproximado, nesse contexto linguístico, de ‘norteadora’, ‘essencial’.
  • C O conteúdo apresentado entre parênteses diz respeito a uma orientação pedagógica fundamental para viabilizar o letramento defendido no texto, o qual considera aspectos sociais da língua escrita.
  • D As expressões “de reflexão”, “de ensino” e “de aprendizagem” estão subordinadas ao substantivo “objeto”, definindo-o.
  • E Nenhuma das alternativas acima.
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

O letramento tem como objeto de reflexão, de ensino ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita. Assumir como objetivo o letramento no contexto do ciclo escolar implica adotar na alfabetização uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção tradicional, que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de habilidades individuais. Essa escolha implica, ainda, que a pergunta estruturadora/estruturante do planejamento das aulas seja: “quais os textos significativos para o aluno e para sua comunidade”, em vez de: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e das palavras para formarem frases)”. [...]

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

Segundo o conteúdo do fragmento do texto dado, depreende-se que, nessa perspectiva,

  • A os “conteúdos” correspondem, basicamente, ao conjunto de saberes e conhecimentos requeridos em práticas sociais letradas, tais como aqueles necessários para a participação em práticas discursivas de leitura e produção de textos de diversos gêneros.
  • B se o letramento do aluno for o objetivo da ação pedagógica, o movimento será do conteúdo para a prática social, e não o contrário, uma vez que é necessário garantir a ele a aquisição dos conhecimentos necessários para cada etapa de ensino, os quais são pré-determinados no currículo.
  • C é natural que as representações ou os modelos que viabilizam a comunicação na prática social – os gêneros – sejam unidades importantes no planejamento, o que significa que a atividade da aula deve ser organizada em função de qual gênero ensinar, pois é imprescindível que sejam abordados os gêneros que são definidos de antemão como parte integrante do currículo.
  • D é a progressão do mais fácil ao mais difícil o que facilita ou dificulta a aprendizagem, até porque é possível dizer o que torna algo fácil ou difícil a um indivíduo, considerando que as turmas são homogêneas no que tange ao desenvolvimento cognitivo e às práticas sociais de que participam.
  • E Nenhuma das alternativas acima.
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Considere o fragmento de texto a seguir para a questão:


Fragmento do texto “O conceito de letramento e suas implicações para a alfabetização”, de autoria de Angela B. Kleiman, publicado em 2007

[...]

O letramento tem como objeto de reflexão, de ensino ou de aprendizagem os aspectos sociais da língua escrita. Assumir como objetivo o letramento no contexto do ciclo escolar implica adotar na alfabetização uma concepção social da escrita, em contraste com uma concepção tradicional, que considera a aprendizagem de leitura e produção textual como a aprendizagem de habilidades individuais. Essa escolha implica, ainda, que a pergunta estruturadora/estruturante do planejamento das aulas seja: “quais os textos significativos para o aluno e para sua comunidade”, em vez de: “qual a sequência mais adequada de apresentação dos conteúdos (geralmente, as letras para formarem sílabas, as sílabas para formarem palavras e das palavras para formarem frases)”. [...]

Disponível em: https://view.officeapps.live.com/op/view.aspx?src=http%3A%2F%2Fwww.conhecer.org.br%2Fdownload% 2FALFABETIZACAO%2FAnexo3.doc&wdOrigin=BROWSELINK

O texto de onde foi retirado o fragmento acima argumenta a favor de se considerarem aspectos sociais da língua escrita no processo de alfabetização. Assinale a alternativa que NÃO considera tal perspectiva teórica.

  • A Os estudos do letramento partem de uma concepção de leitura e de escrita como práticas discursivas, com múltiplas funções e inseparáveis dos contextos em que se desenvolvem, o que implica, inclusive, sua consideração no currículo para além da disciplina de Língua Portuguesa.
  • B A concepção da escrita defendida por estudos sobre o letramento pressupõe que as pessoas e os grupos sociais são heterogêneos e que as diversas atividades entre as pessoas – indivíduos sócio, cultural e historicamente situados – acontecem de modos muito variados.
  • C Uma atividade que envolve o uso da língua escrita (um evento de letramento) não se diferencia de outras atividades da vida social, já que, na dimensão social, letramento é um fenômeno cultural referente a um conjunto de atividades sociais que demandam o uso da escrita.
  • D A noção de uso social da escrita está relacionada à concepção da leitura e da escrita como competências, e o princípio estruturante do currículo deve ser o conteúdo estabelecido nas diretrizes voltadas ao Ensino Básico, que guia a escolha das práticas que serão consideradas na escola.
  • E Nenhuma das alternativas acima.

Matemática

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Assinale a alternativa que é equivalente à radiciação Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas

  • A Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas
  • B Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas
  • C 24
  • D Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas
  • E Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas
12

Ao lançar 2 dados (6 lados) simultaneamente, qual a probabilidade de cair 2 números idênticos?

  • A 1 / 6
  • B 1 / 12
  • C 1 / 24
  • D 1 / 36
  • E 1 / 66
13

Encontre as raízes da equação a seguir: (2x)2 − 10x − 14 = 0

  • A x = −1 x = 3,5
  • B x = −2 x = 7
  • C x = 2 x = −7
  • D x = 0 x = −5
  • E x = 2 x = 3
14

Qual a área de um quadrado de lado = 2,3cm?

  • A 4 cm2
  • B 4,63 cm2
  • C 4,9 cm2
  • D 5,29 cm2
  • E 5,9 cm2
15

Uma pizza cortada em 8 pedaços iguais, cada pedaço possui 5cm de borda. Se a mesma pizza tivesse sido cortada em 12 pedaços iguais, qual seria a medida da borda de cada pedaço?

  • A 10 / 2cm
  • B 4cm
  • C 10 / 3cm
  • D 5 / 2cm
  • E 1cm
16

Sr. Américo está de olho em uma TV de 55 polegadas. Em março de 2022 a TV na loja “Riso Fácil” custava cerca de R$2.849,05 podendo esse valor ser parcelado em até 5 vezes no cartão de crédito, no entanto se o valor fosse pago no dinheiro a loja concedia um desconto de 5%. Já no mês de abril de 2022 o preço da TV de 55 polegadas sofreu um aumento de 7%. Com isso as vendas caíram muito e o dono da loja resolveu fazer uma promoção. No mês de maio foi oferecido ao cliente um desconto de 7% no preço da TV e ainda a possibilidade de se pagar em 5 vezes no cartão. No entanto, se o cliente resolvesse pagar no dinheiro a loja concedia o desconto de 2,5%. Sr. Américo resolveu comprar a TV em maio e pagou no dinheiro. Sabendo disso, podemos afirmar que o preço pago na TV de 55 polegadas na loja “Riso Fácil” foi de aproximadamente:

  • A R$ 2.835,09.
  • B R$ 2.764,21.
  • C R$ 3.048,48.
  • D R$ 2.589,78.
  • E R$ 2.898,79.
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Geovana usou notas de R$ 50,00 e R$ 20,00 para fazer um pagamento de R$ 600,00. Quantas notas de cada tipo ela usou, se sabemos que no total foram utilizadas 15 notas?

  • A 11 notas de R$ 50,00 e 3 notas de R$ 20,00.
  • B 6 notas de R$ 50,00 e 15 notas de R$ 20,00.
  • C 10 notas de R$ 50,00 e 5 notas de R$ 20,00.
  • D 3 notas de R$ 50,00 e 23 notas de R$ 20,00.
  • E 8 notas de R$ 50,00 e 10 notas de R$ 20,00.
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O funcionário da empresa “Mega Estação”, geralmente no dia 10 de dezembro, de todos os anos, recebe o seu salário normal e o décimo terceiro juntos. Se um funcionário trabalhou todos os meses do ano, ambos os salários deverão ser iguais, no entanto se ele trabalhou apenas uma parte do ano, o seu décimo terceiro corresponderá a essa fração do salário normal. Supondo que o salário normal de um funcionário é de R$4.509,36 e que no ano de 2021 ele trabalhou 9 meses, quanto ele recebeu de décimo terceiro salário, em dezembro de 2021, sem considerar os descontos legais?

  • A R$ 3.382,02.
  • B R$ 1.375,78
  • C R$ 3.182,75.
  • D R$ 2.187,13.
  • E R$ 3.527,59.
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Na festa de São Cosme e Damião é tradição na Bahia distribuir doces para as crianças. Tia Nástacia como é conhecida a senhora que faz isso há trinta anos em frente à Igreja do Senhor do Bonfim comprou 140 balas de banana, 120 paçoquinha, 100 chicletes de morango e 80 cocadas. Agora ela precisa da nossa ajuda, pois deve fazer pacotinhos, sendo que cada um deles deve conter apenas um tipo de doce, porém todos com o mesmo número de itens e na maior quantidade possível. Sabendo que todos os doces devem ser utilizados, o número total de pacotinhos será de:

  • A 20.
  • B 19.
  • C 42.
  • D 51.
  • E 22.
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Em um conjunto de 30 crianças, 5 tem o cabelo loiro e são meninas, 11 tem o cabelo preto e 13 são meninas. O número de crianças desse grupo que simultaneamente tem o cabelo loiro e são meninos são:

  • A 11
  • B 08
  • C 13
  • D 14
  • E 19

Conhecimentos Gerais

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A chamada Malacoculturase refere-se à criação de:

  • A Ostras.
  • B Camarões e lagostas.
  • C Vieiras.
  • D Moluscos (caramujos, chocos, lulas e polvos).
  • E Mexilhões.
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Dentre os países listados a seguir, qual é considerado o maior exportador de riquezas naturais?

  • A Argentina.
  • B Brasil.
  • C China.
  • D Índia.
  • E Estados Unidos da América.
23

Quando nos referimos a “garantia de direitos relativos á liberdade”; a “garantia de direitos à participação política” e a “garantia de direitos relativos à dignidade da vida humana” estamos nos referindo respectivamente a quais conceitos?

  • A Cidadania política; Cidadania social e Cidadania civil.
  • B Cidadania civil; Cidadania política e Cidadania social.
  • C Cidadania civil; Cidadania social e Cidadania política.
  • D Cidadania social; Cidadania política e Cidadania civil.
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No Brasil a energia elétrica fica mais cara em que horário?

  • A No horário intermediário.
  • B No horário da noite.
  • C No horário da manhã.
  • D No horário de pico.
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Segundo a professora Luana Polon ...”O conceito de Desenvolvimento Sustentável foi desenvolvido com base em uma ideia de possibilitar que o crescimento econômico continue ocorrendo. No entanto, de forma mais sustentável, visando a qualidade de vida da atual geração e das gerações futuras, num modelo que permita o desenvolvimento como um todo”. Portanto, quando se analisa a diferenças entre crescimento econômico e desenvolvimento, pode-se dizer que o desenvolvimento leva em consideração.....

  • A A riqueza do país.
  • B O Produto Interno Bruto.
  • C As necessidades das pessoas.
  • D A baixa inflação