Resolver o Simulado Prefeitura Municipal de Umuarama - - Professor de Educação Infantil e Séries Iniciais - UNIOESTE - Nível Superior

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Português

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A leitura é uma atividade realizada por sujeitos sociais inseridos em um tempo histórico, em uma dada cultura. Entender a leitura como processo de construção de sentidos significa dizer que:

I. O leitor busca no texto um ponto de partida, um conjunto de instruções, relacionando-o com as informações que já fazem parte de seu conhecimento, com o que já aprendeu em outras situações, construindo coerência para o texto.
II. Quando alguém lê um texto, este alguém está realizando uma tradução literal daquilo que o autor do texto quer significar, apropriando-se de fatos, a partir do material escrito que o autor fornece.
III. O sentido é uma propriedade do texto, encontra-se pronto em sua superfície e não depende da ação de quem o processa.

Está CORRETO o que se afirma:

  • A Apenas no item I.
  • B Apenas no item II.
  • C Apenas nos itens I e II.
  • D Apenas nos itens I e III.
  • E Apenas nos itens II e III.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.

Considerando a sintaxe do período composto, analisar os itens.

I. Em: “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama” (2º parágrafo), a oração sublinhada é subordinada substantiva subjetiva. A mesma classificação pode ser atribuída em: “É preciso que o poder público [...] ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil” (3º parágrafo).
II. Em: “Conforme dados do Residômetro Têxtil”, caso seja acrescentado o verbo “indicam” logo após a palavra sublinhada, tem-se uma oração subordinada adverbial conformativa.
III. Em: “O Brasil é [...] o último país que ainda contém a cadeia completa”, a oração sublinhada é subordinada adverbial consecutiva.

Está CORRETO o que se afirma:

  • A Apenas no item I.
  • B Apenas no item II.
  • C Apenas nos itens I e II.
  • D Apenas nos itens I e III.
  • E Apenas nos itens II e III.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.

A respeito da relação entre letras e fonemas, dos dígrafos e dos encontros consonantais, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) As palavras “chapéu”, “guerra” e “guaraná” apresentam número maior de letras que de fonemas.
( ) Os vocábulos “barro”, “piscina” e “venda” apresentam dígrafo.
( ) As palavras “corrupção”, “represa” e “advento” apresentam encontro consonantal. Com exceção da segunda palavra, as duas outras também contêm dígrafo.

  • A C - C - E.
  • B E - E - C.
  • C C - E - E.
  • D E - C - C.
  • E E - C - E.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.

Em relação aos recursos coesivos do texto, considerar as passagens a seguir:

• “Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.” (2º parágrafo)
• “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil.” (3º parágrafo)
• “Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira [...].” (5º parágrafo)
• “Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta.” (8º parágrafo)

Nos fragmentos, os elementos linguísticos sublinhados indicam, CORRETA e respectivamente, as ideias de:

  • A conformidade | concessão | tempo | condição.
  • B causa | causa| finalidade |condição.
  • C tempo | concessão | tempo | consequência.
  • D causa | concessão | tempo| finalidade.
  • E conformidade | tempo | tempo | condição.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.

Em: “É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil [...]”, o termo destacado:

  • A Se transposto para a voz passiva analítica, resulta em “sejam oferecidos”.
  • B É uma forma verbal na terceira pessoa do singular no presente do modo indicativo.
  • C Configura-se, em termos sintáticos, como um verbo transitivo indireto.
  • D Concorda em número e pessoa com o sujeito a que se refere.
  • E Caso sofra flexão de número, mantendo o mesmo tempo e modo verbal, resulta em “ofereciam”.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.

Considerando o uso do acento indicativo de crase, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “eliminação”, o “o” que a antecede deveria ser substituído por “à”, resultando em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa à eliminação”.
( ) Em: “É preciso, também, se atentar às emissões geradas em torno das produções” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “difusões”, o acento indicativo da crase no “às” que a antecede deveria ser mantido.
( ) Em: “Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo” (subtítulo), caso houvesse o acréscimo do vocábulo “atingir” antes da expressão sublinhada, o “a” deveria receber o acento indicativo da crase.
( ) Em: “retoma Marina de Luca” (5º parágrafo), caso a expressão sublinhada fosse substituída pelo vocábulo “especialista”, haveria a necessidade de acréscimo de “à” antes dele, resultando em: “retoma à especialista”.

  • A E - E - C - C.
  • B C - C - E - E.
  • C E - C - C - E.
  • D C - E - E - C.
  • E E - C - E - E.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.

Em “falamos de economia brasileira”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na alternativa:

  • A “O descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave”.
  • B “Não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil”.
  • C “Tudo acaba virando resíduo têxtil”.
  • D “O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte”.
  • E “Tratar-se de resíduo têxtil”.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.

Sobre os aspectos linguísticos do texto, analisar os itens.

I. A substituição da locução conjuntiva “para que” (último período do 3º parágrafo) por “a fim de que” manteria a relação de sentido estabelecida no trecho.
II. A inserção de uma vírgula após “peças” (2º período do 1º parágrafo) preservaria a correção gramatical e o sentido do excerto.
III. A substituição da palavra “na” (último período do 7º parágrafo) pela preposição “pela” manteria o sentido estabelecido no trecho.

Está CORRETO o que se afirma:

  • A Apenas no item I.
  • B Apenas no item II.
  • C Apenas no item III.
  • D Apenas nos itens I e II.
  • E Apenas nos itens II e III.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.

O enunciado “Em uma pesquisa rápida na internet, podese encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos” continuará gramaticalmente CORRETO, mesmo havendo mudança de sentido, caso se substitua o elemento sublinhado por:

  • A Das quais nem sempre damos crédito.
  • B Cujo trabalho é reconhecido internacionalmente.
  • C Por cujo trabalho não percebemos.
  • D Pelas quais podemos contar.
  • E As quais confiamos.
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Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
“Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
“Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
“O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
“Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.

Em relação à estrutura do texto, analisar os itens.

I. O parágrafo inicial começa com duas perguntas. O primeiro questionamento é dirigido ao leitor, e o segundo, respondido na continuidade do próprio parágrafo.
II. O segundo e o quarto parágrafo trazem dados relativos, respectivamente, ao descarte de tecidos fora do Brasil e à coleta diária de roupas não mais utilizadas e de resíduos de corte em uma cidade brasileira.
III. Pode-se afirmar que os parágrafos seis e sete se completam. O sexto introduz a questão do impacto ambiental além do descarte, e o sétimo detalha os danos da indústria da moda para a natureza.
IV. Os parágrafos três e oito trazem iniciativas a serem realizadas no âmbito individual, ou seja, o que cada pessoa pode fazer a fim de descartar adequadamente resíduos têxteis.

Está CORRETO o que se afirma:

  • A Apenas nos itens I e II.
  • B Apenas nos itens I e III.
  • C Apenas nos itens I, II e III.
  • D Apenas nos itens I, III e IV.
  • E Apenas nos itens II, III e IV.

Noções de Informática

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Considerando as funcionalidades do programa Word 2016, para aplicar rapidamente a mesma formatação, como cor, estilo de fonte e tamanho ou estilo de borda, a várias partes de texto ou gráficos, utiliza-se o botão:

  • A Layout.
  • B Pincel de formatação.
  • C Controle de alteração.
  • D Painel de revisão.
  • E Correspondências.
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Conceitos fundamentais de Tecnologia da Informação (TI) envolvem o entendimento de hardware e software, suas funcionalidades e características. Hardware são os componentes físicos do computador, enquanto software são os programas que permitem que o usuário execute tarefas específicas ou gerencie os recursos do sistema. Sobre hardware e software, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a alternativa correspondente.

( ) O teclado é um dispositivo de entrada que serve para inserir texto, números e comandos no computador.
( ) Windows, Linux e macOS são exemplos de softwares que servem para criar automaticamente conteúdo multimídia, como vídeos e músicas, sem a intervenção do usuário.
( ) O projetor é um exemplo de hardware que serve para exibir imagens ou apresentações em telas grandes ou paredes.
( ) São exemplos de softwares Aplicativos: Word, Excel e navegadores. Esses softwares gerenciam diretamente os recursos de hardware do computador.

  • A C - E - C - E.
  • B E - C - E - C.
  • C C - C - E - E.
  • D E - E - C - C.
  • E C - E - E - C.
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No Microsoft Word, considerando-se os efeitos e os estilos da fonte utilizados para personalizar o texto, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Tachado.
(2) Itálico.
(3) Negrito.

( ) Aplica uma linha horizontal que atravessa o meio da letra, indicando que ela foi riscada.
( ) Aumenta a espessura e a intensidade das letras para destacar uma palavra.
( ) Inclina levemente as letras para a direita.

  • A 1 - 2 - 3.
  • B 3 - 2 - 1.
  • C 1 - 3 - 2.
  • D 2 - 1 - 3.
  • E 3 - 1 - 2.
14

Há maneiras diferentes de filtrar as pesquisas no Google para que elas sejam mais precisas. Por exemplo, é possível filtrar os resultados para localizar exatamente uma frase, sem que o mecanismo traga páginas com apenas partes das palavras da frase pesquisada. Para realizar essa busca de correspondência exata, a frase deve ser digitada:

  • A Em caixa alta, como: PRÉDIO MAIS ALTO DO MUNDO.
  • B Sem espaços, como: prédiomaisaltodomundo.
  • C Entre colchetes, como: [prédio mais alto do mundo].
  • D Entre aspas, como: “prédio mais alto do mundo”.
  • E Entre parênteses, como: (prédio mais alto do mundo).
15

Ao acessar a internet, um usuário percebe que o endereço do site aberto começa com “https://”. Ao ver esse prefixo, o usuário deve saber que:

  • A O site está hackeado.
  • B O site não é atualizado há mais de dois anos.
  • C A conexão usa criptografia.
  • D O conteúdo do site é apenas para maiores de idade.
  • E O usuário precisa aceitar cookies.
16

No Windows 11, diversos atalhos de teclado permitem agilizar a edição de textos e a navegação em documentos. Alguns atalhos combinam teclas de modificação como Shift e Ctrl com setas direcionais para selecionar palavras, linhas ou parágrafos. Qual é o atalho de teclado que permite selecionar parágrafos para trás a partir da posição atual do cursor?

  • A Shift + Ctrl + Up
  • B Shift + Ctrl + Right
  • C Shift + Ctrl + Left
  • D Shift + Ctrl + Home
  • E Shift + Ctrl + End
17

O Microsoft Word 365 organiza suas funcionalidades por meio de guias, e cada guia é dividida em grupos que reúnem comandos relacionados para facilitar o uso da ferramenta. Entre essas guias, é possível encontrar recursos voltados para edição de texto, formatação, inserção de elementos e revisão do conteúdo. Considerando essa estrutura, em qual guia estão localizados os grupos “Área de Transferência” e “Parágrafo”?

  • A Inserir.
  • B Layout da Página.
  • C Design.
  • D Exibir.
  • E Página Inicial.
18

No Google Meet, durante uma reunião, o usuário pode apresentar uma guia, uma janela específica ou a tela inteira, permitindo que os demais participantes visualizem documentos, slides ou planilhas em tempo real. Essa apresentação é possível por meio da funcionalidade:

  • A Compartilhar tela.
  • B Levantar a mão.
  • C Dividir janela.
  • D Quebra de página.
  • E Área de transferência.
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Considerar os dados abaixo inseridos em uma planilha do Excel 2016.

Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas

A fórmula inserida na célula G1 “=SOMA(A1:B3)” retornará como resultado a soma dos seguintes valores:

  • A 1 e 5.
  • B 1 e 3.
  • C 1, 2, 4 e 5.
  • D 1, 3 e 6.
  • E 1, 2, 3, 4, 5 e 6.
20

A computação em nuvem permite que usuários acessem arquivos e aplicativos pela Internet, sem depender do armazenamento local. Um exemplo de serviço que oferece essa funcionalidade é o(a)

  • A Paint.
  • B Bloco de Notas.
  • C Google Drive.
  • D Calculadora do Windows.
  • E Gerenciador de Dispositivos.