Resolver o Simulado Enfermeiro - AOCP - Nível Superior

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Enfermagem

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Sobre os atributos da Atenção Primária à Saúde, assinale a alternativa INCORRETA.
  • A O primeiro contato implica a acessibilidade e o uso de serviços para cada novo problema ou novo episódio de um problema para o qual se procura atenção à saúde.
  • B A Longitudinalidade constitui a existência do aporte regular de cuidados pela equipe de saúde, e seu uso consistente, ao longo do tempo, em um ambiente de relação mútua de confiança e humanizada entre equipe de saúde, indivíduos e famílias.
  • C A integralidade significa a prestação, pela equipe de saúde, de um conjunto de serviços que atendam às necessidades da população adscrita nos campos da promoção, da prevenção, da cura, do cuidado, da reabilitação e da paliação; a responsabilização pela oferta de serviços em outros pontos de atenção à saúde e o reconhecimento adequado dos problemas biológicos, psicológicos e sociais que causam as doenças.
  • D A coordenação conota a capacidade de garantir a pontualidade da atenção, por meio da equipe de saúde, com o reconhecimento dos problemas que requerem atenção pontual, e se articula com a função de núcleo final de atenção das Redes de Atenção à Saúde.
  • E A focalização na família impõe considerar a família como o sujeito da atenção, o que exige interação da equipe de saúde com essa unidade social e o conhecimento integral de seus problemas de saúde e das formas singulares de abordagem familiar.
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A concepção de linhas de cuidado pressupõe um conjunto de ações orientadas pelas necessidades de saúde voltadas para determinados grupos e situações e colabora com a organização da atenção em saúde. Sobre as linhas de cuidado, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.


1. Seguimentos populacionais.

2. Ciclos de vida.

3. Gênero.

4. Agravos.

5. Eventos.


( ) Saúde da mulher e do homem.

( ) Indígenas, quilombolas e povos tradicionais.

( ) Gestação.

( ) Tuberculose, hanseníase, hipertensão e diabetes.

( ) Criança, adolescente e idoso.

  • A 2 – 1 – 4 – 3 – 5.
  • B 5 – 4 – 2 – 3 – 1.
  • C 3 – 1 – 5 – 4 – 2.
  • D 4 – 2 – 5 – 3 – 1.
  • E 1 – 5 – 2 – 4 – 3.
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De acordo com o plano municipal de saúde do Recife (2018-2021), a Rede Materno-Infantil (Rede Cegonha) é desenvolvida nos diversos níveis de atenção, cabendo, à atenção primária em saúde, EXCETO
  • A planejamento reprodutivo.
  • B pré-natal de alto risco.
  • C consultas puerperais.
  • D captação precoce das gestantes para o prénatal.
  • E acompanhamento das crianças na puericultura.
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Sobre a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) Foi instituída pela Portaria nº 996 de 13 de março de 2019.

( ) Exclui os temas racismo e Saúde da População Negra nos processos de formação e educação permanente dos trabalhadores da saúde.

( ) Ao gestor municipal, cabe o apoio aos processos de educação popular em saúde pertinentes às ações de promoção da saúde integral da população negra.

( ) Determina a quantidade de recursos financeiros provenientes de estados e municípios destinados a subsidiar a educação e a saúde de populações quilombolas.

  • A F – F – V – F.
  • B V – V – V – V.
  • C F – V – F – V.
  • D F – F – V – V.
  • E V – V – F – F.
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A estrutura operacional das Redes de Atenção à Saúde compõe-se de elementos. Desse modo, assinale a alternativa que apresenta corretamente alguns desses elementos.
  • A Área de abrangência, transporte sanitário, conselhos locais.
  • B Comissão intergestores, modelo de atenção e sistemas logísticos.
  • C Assistência farmacêutica, conselhos de saúde, unidades básicas.
  • D Acesso regulado, núcleos de apoio à saúde da família, equipes de saúde da família.
  • E Governança, sistemas logísticos, centro de comunicação (Atenção Primária em Saúde).
6
Um dos elementos fundamentais das Redes de Atenção à Saúde (RASs) é o Modelo de Atenção à Saúde. O enfrentamento da organização do sistema de atenção à saúde, para responder às necessidades colocadas pelas condições agudas e pelos eventos agudos das condições crônicas, implica, na perspectiva das RASs, a construção de uma linguagem que permeie todo o sistema, estabelecendo o melhor local para a resposta a uma determinada situação. Para isso, um modelo que tem sido amplamente utilizado é o sistema
  • A Dahlgren.
  • B Whitehead.
  • C Mafra.
  • D Manchester.
  • E Denver.
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As Redes de Atenção à Saúde “são arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado” (BRASIL, 2010). Assim, um dos elementos fundamentais das RASs é
  • A o sistema de acesso regulado.
  • B a população.
  • C a estrutura de intervenção.
  • D a intervenção focada.
  • E o modelo intervencionista.
8
Existem algumas características diferenciais descritas dos sistemas fragmentados e das Redes de Atenção à Saúde (RAS). No que diz respeito à forma de organização/forma de ação do sistema, são características da RAS:
  • A poliarquia/proativa e contínua.
  • B hierarquia/reativa e episódica.
  • C hierarquia/promocional e preventiva.
  • D polissemia/reativa e episódica.
  • E transversalidade/curativa e reabilitadora.
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No que se refere à prevenção e ao controle de infecções hospitalares, são medidas essenciais diante de doenças transmitidas por aerossóis, como no caso da Tuberculose, as seguintes, EXCETO
  • A quarto privativo com pressão negativa.
  • B uso de máscara cirúrgica no paciente em caso de necessidade de transporte.
  • C uso de máscara específica (PFF2 ou N95) pelo profissional de saúde ao entrar no quarto.
  • D restringir e orientar visitas.
  • E a utilização de luvas e aventais (estéreis) pelos profissionais para realizar procedimentos no paciente.
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O Programa do Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), regido por legislação específica, inclui as vacinas aos trabalhadores de laboratório de análises clínicas como parte da prevenção aos acidentes de trabalho. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.

  • A A todo trabalhador dos serviços de saúde, deve ser oferecido, a preço de custo, programa de imunização ativa contra tétano, difteria e hepatite B.
  • B As vacinas devem ser registradas no prontuário clínico individual do trabalhador, sendo uma forma de proteção de exposição aos riscos químicos do laboratório.
  • C O trabalhador que recusar ser vacinado deve ser isolado e, em caso de posterior recusa, demitido.
  • D É proibido ao empregador fornecer comprovante aos empregados das vacinas fornecidas.
  • E O empregador deve fazer o controle da eficácia da vacinação sempre que recomendado pelo Ministério da Saúde e seus órgãos e providenciar, se necessário, o seu reforço.

Português

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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

Christophe Dejours

Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/christophe-dejours-reencantar-o-trabalho/.
Acesso em: 14.dez.2021
A partir da leitura do título do texto, é INCORRETO afirmar que 
  • A o trabalho, de modo geral, já foi motivo de encantamento dos trabalhadores em algum momento anterior.
  • B “desespero” e “esperança” estão colocados como sentimentos opostos.
  • C atualmente o trabalho não gera satisfação aos trabalhadores.
  • D é impossível que o ser humano volte a ter prazer com seu trabalho.
  • E há uma expectativa de que o texto apresentará maneiras de se reencantar o trabalho.
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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

Christophe Dejours

Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/christophe-dejours-reencantar-o-trabalho/.
Acesso em: 14.dez.2021
Sobre os excertos “Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado [...]” e “O estatuto do conhecimento [...] deve ser revisto [...]”, assinale a alternativa correta. 
  • A É possível substituir, em ambos os excertos, o termo “deve” por “pode”, sem que isso modifique semanticamente as frases.
  • B O termo “revisto” apresenta significado equivalente ao verbo “rever” em “Voltei para rever os amigos”.
  • C A expressão “Esclareço que” poderia ser omitida, sem que isso prejudicasse sintaticamente a frase.
  • D O termo “aqui” indica um espaço físico próximo ao autor do texto, diferentemente de “ali” e “lá”.
  • E Ambos os excertos estão na voz ativa.
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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

Christophe Dejours

Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/christophe-dejours-reencantar-o-trabalho/.
Acesso em: 14.dez.2021
Em relação ao excerto “[...] para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.”, assinale a alternativa correta. 
  • A A expressão “as condições” é um sujeito simples que pratica a ação de “deixar”.
  • B A expressão “em um” não poderia ser substituída por “num”, pois isso causaria um prejuízo sintático ao excerto.
  • C O termo “comuns” apresenta um sentido pejorativo.
  • D A preposição “a” poderia ser substituída por “para” ou “por”, sem que isso modificasse o sentido do excerto.
  • E No excerto, “desencantado” tem significado equivalente a “que se desencantou”.
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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

Christophe Dejours

Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
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Acesso em: 14.dez.2021
Quanto aos mecanismos de coesão empregados no texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
  • A Os itens destacados em “E, de fato, é preciso reconhecer [...]”, “E, no entanto, no mesmo momento em que [...]” e “Há, portanto, situações [...]” contribuem para a coesão sequencial do texto.
  • B No excerto “[...] ele também pode ser usado como instrumento [...]”, contido no segundo parágrafo do texto, o pronome retoma o sintagma “trabalho contemporâneo”.
  • C Em “Essa tese se desdobra [...]”, a expressão em destaque retoma a tese da “centralidade do trabalho”.
  • D Na apresentação, em forma de tópicos, dos domínios abarcados pela tese da “centralidade do trabalho”, não há elementos atuando na coesão sequencial ou referencial do texto.
  • E Em “Há, portanto, situações de contraste.”, a conjunção sinaliza uma relação de conclusão.
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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

Christophe Dejours

Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
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Acesso em: 14.dez.2021
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita semântica e gramaticalmente correta para o excerto “Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade.”. 
  • A Agora, no momento em que falo do trabalho, considero-o, em primeiro lugar, uma fatalidade.
  • B Atualmente, quando discutem sobre o trabalho, devem considerá-lo, em alto e bom tom, como um desastre.
  • C Quando é falado do trabalho, nos dias que correm, é visto com bons olhos o ato de tê-lo sempre como se fosse algo ruim.
  • D Hoje em dia, quando as pessoas falam sobre o trabalho, é socialmente adequado considerá-lo, sem sombra de dúvidas, como algo fatal.
  • E Hodiernamente, quando falam do trabalho, é educado que o julguem, a princípio, como inevitável.
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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

Christophe Dejours

Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/christophe-dejours-reencantar-o-trabalho/.
Acesso em: 14.dez.2021
Qual(is) dos domínios da tese “da centralidade do trabalho” está(ão) relacionado(s) às informações contidas no primeiro período do segundo parágrafo do texto?
  • A Individual.
  • B Político.
  • C Da teoria do conhecimento.
  • D Das relações entre homens e mulheres.
  • E Das relações entre homens e mulheres e Político.
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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

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Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
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Acesso em: 14.dez.2021
Qual é a relação sintático-semântica mantida entre “[...] não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado [...]” e “[...] mas também como trabalho doméstico [...]”? 
  • A Comparação.
  • B Contraste.
  • C Adição.
  • D Negação.
  • E Explicação.
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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

Christophe Dejours

Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
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Acesso em: 14.dez.2021
Sobre o excerto “No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego [...]”, assinale a alternativa correta.
  • A Se as palavras “visão” e “àqueles” fossem substituídas por “ponto de vista” e “sobre aqueles”, respectivamente, não haveria ocorrência de acento indicativo de crase no excerto.
  • B As palavras “impõe” e “têm” são acentuadas pelo mesmo motivo, isto é, por serem oxítonas.
  • C A palavra “impõe” apresenta o mesmo som e a mesma grafia tanto no singular quanto no plural.
  • D O termo “àqueles” recebe acento indicativo de crase por se tratar de uma palavra masculina.
  • E O verbo “impõe”, exposto no excerto, apresenta o mesmo significado e a mesma regência que sua ocorrência na seguinte oração “Ele impõe a coroa na cabeça da rainha”.
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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

Christophe Dejours

Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/christophe-dejours-reencantar-o-trabalho/.
Acesso em: 14.dez.2021
Assinale a alternativa em que o termo em destaque é uma conjunção integrante.
  • A “[...] apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos [...]”.
  • B “Isso só é possível se defendermos a tese [...]”.
  • C “[...] não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado [...]”.
  • D “[...] a questão de saber se é possível compreender [...]”.
  • E “[...] ou que se encontram privados de qualquer possibilidade [...]”.
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ENTRE O DESESPERO E A ESPERANÇA: COMO REENCANTAR O TRABALHO?

Christophe Dejours

Nos dias de hoje, quando se fala do trabalho, é de bom-tom considerá-lo a priori como uma fatalidade. Uma fatalidade socialmente gerada. E, de fato, é preciso reconhecer que a evolução do mundo do trabalho é bastante preocupante para os médicos, para os trabalhadores, para as pessoas comuns apreensivas com as condições que serão deixadas a seus filhos em um mundo de trabalho desencantado.
E, no entanto, no mesmo momento em que devemos denunciar os desgastes psíquicos causados pelo trabalho contemporâneo, devemos dizer que ele também pode ser usado como instrumento terapêutico essencial para pessoas que sofrem de problemas psicopatológicos crônicos. No que concerne à visão negativa, é preciso distinguir o sofrimento que o trabalho impõe àqueles que têm um emprego do sofrimento daqueles homens e mulheres que foram demitidos ou que se encontram privados de qualquer possibilidade de um dia ter um emprego.
Há, portanto, situações de contraste. Surge inevitavelmente a questão de saber se é possível compreender as diversas contradições que se observam na psicodinâmica e na psicopatologia do trabalho. Isso só é possível se defendermos a tese da “centralidade do trabalho”. Essa tese se desdobra em quatro domínios:
• no domínio individual, o trabalho é central para a formação da identidade e para a saúde mental,
• no domínio das relações entre homens e mulheres, o trabalho permite superar a desigualdade nas relações de “gênero”. Esclareço que aqui não se deve entender trabalho apenas como trabalho assalariado, mas também como trabalho doméstico, o que repercute na economia do amor, inclusive na economia erótica,
• no domínio político, é possível mostrar que o trabalho desempenha um papel central no que concerne à totalidade da evolução política de uma sociedade,
• no domínio da teoria do conhecimento, o trabalho, afinal, possibilita a produção de novos conhecimentos. Isso não é óbvio. O estatuto do conhecimento, supostamente elevado acima das contingências do mundo dos mortais, deve ser revisto profundamente quando se considera o processo de produção do conhecimento e não apenas o conhecimento. É o que se chama de “centralidade epistemológica” do trabalho. [...]

Disponível em:
https://revistacult.uol.com.br/home/christophe-dejours-reencantar-o-trabalho/.
Acesso em: 14.dez.2021
Assinale a alternativa em que o pronome átono pode ser movido para a posição enclítica ao verbo.
  • A “[...] quando se fala do trabalho [...]’.
  • B “Essa tese se desdobra em quatro domínios [...]”.
  • C “[...] diversas contradições que se observam [...]”.
  • D “[...] quando se considera o processo de produção do conhecimento [...]”.
  • E “[...] o que se chama de ‘centralidade epistemológica’ do trabalho.”.

Matemática

21

Resolvendo-se a expressão numérica Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas , obtém-se como resultado

  • A 0,32.
  • B 0,48.
  • C 0,24.
  • D 0,40.
22
Uma geladeira está sendo vendida por R$ 1.500,00. Um comprador percebeu que havia alguns arranhões na parte traseira dela e, após uma breve negociação com o vendedor, conseguiu comprar essa geladeira com um desconto de 12%. Dessa forma, o valor pago por esse comprador é igual a
  • A R$ 980,00.
  • B R$ 1.250,00.
  • C R$ 1.020,00.
  • D R$ 1.320,00.
23

Em um posto de combustível, na segunda-feira, o litro de gasolina estava sendo vendido a R$ 4,00. Na terça-feira, houve um aumento de 10%. Na quarta-feira, um novo aumento de 10% em relação ao dia anterior. Já na quinta-feira, houve uma redução de 20% do preço cobrado na quarta. Se no dia seguinte foi mantido o preço de quinta-feira, por quanto foi vendido, aproximadamente, o litro de gasolina na sexta? Obs.: Use apenas duas casas decimais.

  • A R$ 4,00
  • B R$ 3,88
  • C R$ 4,36
  • D R$ 4,04
  • E R$ 3,96
24

Um homem estava viajando, quando percebeu que o marcador do combustível do seu carro indicava 1/8 de tanque cheio. Então, ele decidiu parar em um posto e abastecer, colocando 25 litros de gasolina. Ao ligar o carro, percebeu que, agora, o marcador indicava 3/4 de tanque cheio, então fez algumas contas e verificou que o tanque de seu carro tem capacidade total de

  • A 50 litros.
  • B 45 litros.
  • C 44 litros.
  • D 42 litros.
  • E 40 litros.
25

Considerando a sequência de números Naturais (3, 13, 30, 31, ...) e utilizando os conhecimentos sobre lógica, qual é o próximo número da sequência?

  • A 32
  • B 33
  • C 42
  • D 43
  • E 300
26

Ao estudar para um concurso, uma candidata comprou uma apostila com várias disciplinas que seriam abordadas nele. Verificou que teria apenas 3 meses para se preparar e que veria apenas uma vez cada página daquela apostila. Fez um planejamento mensal, para dividir e controlar seu tempo. No 1º mês, estudou 3/8 de toda a apostila. Querendo ganhar tempo, no 2º mês, estudou 1/3 de toda a apostila. Assinale a alternativa que representa a quantidade da apostila que restou para essa candidata estudar no 3º mês?

  • A 4/11
  • B 7/11
  • C 17/24
  • D 7/24
  • E 3/12
27
Em uma sala de aula, foram formadas três equipes para desenvolver um trabalho de Geometria Espacial, na qual cada equipe irá construir um sólido geométrico utilizando placas de madeira, de espessura desprezível. A primeira equipe deverá confeccionar um cubo, cujas arestas medem 1 metro: a segunda equipe deverá construir um paralelepípedo com 2 metros de comprimento, 50 cm de altura e 1 metro de largura; a terceira equipe deverá construir um cilindro com raio da base medindo 1 metro e altura de 2 metros. Todos os sólidos serão construídos na marcenaria do Colégio e o custo de produção é de R$ 10,00 por cada metro quadrado, sendo os custos por responsabilidade do próprio Colégio. Considerando, ainda, o valor de π = 3 é correto afirmar que
  • A o cubo será o sólido com maior custo de produção, sendo esse custo igual a R$ 60,00.
  • B o paralelepípedo será o sólido com menor custo de produção, sendo esse custo igual a R$ 70,00.
  • C o cubo será o sólido com menor custo de produção, sendo esse custo igual a R$ 60,00.
  • D o cilindro será o sólido com maior custo de produção, sendo esse custo igual a R$ 70,00.
  • E o paralelepípedo será o sólido com maior custo de produção, sendo esse custo igual a R$ 180,00.
28
No plano cartesiano, a equação geral de uma circunferência que possui centro com coordenadas (3, 4) e diâmetro igual a distância entre os pontos A(0, 4) e B(6, 4), será dada por
  • A x2 + y2 + 6x – 8y – 21 = 0.
  • B x2 + y2 – 6x + 8y + 18 = 0.
  • C x2 + y2 – 6x – 8y – 23 = 0.
  • D x2 + y2 – 6x – 8y + 16 = 0.
  • E x2 + y2 + 6x + 8y – 21 = 0
29
Em uma urna, estão depositados 10 cartões, sendo que três desses cartões são azuis, três são amarelos e quatro são verdes. Uma pessoa irá retirar um cartão dessa urna e, se o cartão possuir a cor verde, então a pessoa ganha um prêmio. Dessa forma, a probabilidade de uma pessoa retirar um cartão da urna e não ser premiada será igual a
  • A 2/5
  • B 7/10
  • C 4/5
  • D 3/10
  • E 3/5
30

Considere as duas matrizes quadradas

Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas

Sabendo que x > 0 e que det B = det A, em que det W significa determinante da matriz W, então o valor de x é igual a

  • A 8.
  • B 10.
  • C 12.
  • D 24.
  • E 6.