Resolver o Simulado Coordenador Pedagógico - IDIB - Nível Superior

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Pedagogia

1

Em relação à formação do vínculo e à construção da autonomia na educação infantil, assinale a afirmativa correta.

  • A A autonomia deve ser estimulada apenas após os 6 anos, quando a criança já possui maior maturidade.
  • B Crianças que recebem ajuda constante de adultos nas tarefas diárias tendem a desenvolver autoestima elevada e senso de competência.
  • C Os momentos de cuidado direto, como a troca de fraldas ou a alimentação, são fundamentais para criar vínculos afetivos e desenvolver a autonomia infantil.
  • D O fortalecimento da autoestima e da segurança da criança ocorre principalmente durante as atividades de grupo, sem a necessidade de atenção individualizada.
2

Qual é um dos principais benefícios do uso do portfólio na avaliação da criança na educação infantil?

  • A Oferecer um instrumento objetivo de comparação entre o desempenho de diferentes crianças, por meio de critérios padronizados.
  • B Substituir totalmente os demais instrumentos avaliativos, como registros narrativos e entrevistas, padronizando o processo de avaliação.
  • C Servir como ferramenta de controle disciplinar, possibilitando ao professor registrar comportamentos inadequados e aplicar intervenções corretivas.
  • D Permitir à criança selecionar produções que evidenciam sua trajetória de aprendizagem, promovendo sua autoestima e engajamento no processo avaliativo.
3

Em uma turma de educação infantil, a professora propõe uma brincadeira de faz de conta na qual as crianças simulam uma ida ao supermercado. Essa prática contribui para o desenvolvimento infantil por que:

  • A Concentra-se em treinar habilidades manuais, desconsiderando os aspectos cognitivos e sociais.
  • B Estimula a criança a repetir comportamentos rotineiros, evitando a criação de novos significados.
  • C Permite que a criança memorize o vocabulário de forma automática, sem necessidade de associação.
  • D Possibilita à criança atribuir novos significados às experiências do cotidiano, estimulando a imaginação.
4

Em uma turma de crianças pequenas, a professora observa que, durante as brincadeiras, surgem constantemente conflitos relacionados à divisão de brinquedos. Segundo as orientações do Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI), qual deverá ser a postura adequada da professora frente a tais situações?

  • A Fornecer elementos afetivos e de linguagem, para que as crianças aprendam a conviver e buscar soluções adequadas.
  • B Retirar imediatamente os brinquedos que causam disputa, reorganizando o espaço de modo a eliminar a possibilidade de conflitos e manter a ordem.
  • C Adotar uma postura de não intervenção direta, permitindo que as crianças lidem sozinhas com os conflitos como parte natural do processo de socialização.
  • D Reduzir as oportunidades de interação coletiva, promovendo preferencialmente atividades individuais ou paralelas para evitar embates recorrentes entre os pares.
5

Considere as características de rotinas e hábitos no contexto da educação infantil. Qual alternativa expressa corretamente essa diferença?

  • A O hábito é construído exclusivamente no ambiente familiar; a rotina é um elemento da organização escolar e não possui relação com a autonomia da criança.
  • B A rotina é uma prática estabelecida por conveniência, que tende a desaparecer; o hábito é estável, cria habilidades transferíveis e pode ser aplicado em diferentes situações da vida cotidiana.
  • C A rotina constitui um processo de internalização profunda e consciente, baseado na reflexão das ações; o hábito está relacionado a repetições automáticas e descontextualizadas de tarefas escolares.
  • D A rotina se desenvolve a partir da repetição de comportamentos espontâneos das crianças, sendo flexível e adaptável às mudanças de contexto; o hábito resulta da imposição de regras fixas que inibem a criatividade.
6

Durante uma roda de conversa, a professora propõe que as crianças escolham em conjunto as brincadeiras do dia, além de decidirem os materiais e os espaços que serão utilizados. De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), essa prática está fundamentada em qual direito da criança na educação infantil?

  • A Brincar livremente nos espaços escolares sem considerar o planejamento pedagógico.
  • B Participar ativamente do planejamento e das decisões da vida escolar, com outras crianças e adultos.
  • C Desenvolver-se por meio da repetição sistemática de atividades previamente definidas pelo educador.
  • D Explorar os objetos do ambiente escolar de forma autônoma, com o mínimo de interferência dos adultos.
7

Sobre a importância das atividades como desenhos, rabiscos e brincadeiras simbólicas na educação infantil, assinale a afirmativa correta.

  • A Constituem processos de representação semiótica que preparam a criança para a compreensão da escrita.
  • B São ações que, apesar de favorecerem o desenvolvimento socioemocional, não influenciam de forma significativa a compreensão do sistema alfabético de escrita.
  • C Devem ser vistas como recursos auxiliares que podem eventualmente apoiar o processo de alfabetização, embora não integrem diretamente as etapas do desenvolvimento da linguagem escrita.
  • D Representam manifestações espontâneas das crianças, que, embora criativas, não possuem relação direta com o processo de aquisição da linguagem escrita e devem ser consideradas apenas como atividades paralelas.
8

Durante uma reunião pedagógica, um grupo de professores discute a importância do brincar na educação infantil. Para justificar o uso das atividades lúdicas como parte do planejamento pedagógico, assinale a afirmativa correta.

  • A O brincar permite à criança construir vínculos, desenvolver o raciocínio, exercitar sua capacidade de argumentar e negociar, sendo parte essencial do processo de humanização.
  • B As práticas lúdicas só adquirem valor pedagógico quando integradas a um planejamento com metas avaliativas objetivas, como o desenvolvimento de competências específicas e mensuráveis.
  • C O brincar deve ser considerado uma prática complementar à aprendizagem formal, sendo aplicado prioritariamente em momentos de transição entre as atividades pedagógicas estruturadas.
  • D A utilização de brincadeiras na rotina pedagógica deve estar restrita a faixas etárias específicas, visto que o desenvolvimento cognitivo ocorre de forma mais efetiva por meio de atividades dirigidas.
9

A formação de professores da educação infantil passou a ocupar posição central nas políticas educacionais, principalmente por:

  • A Demanda crescente por especialistas em gestão escolar para a educação infantil.
  • B Movimento internacional de padronização do currículo infantil promovido pela ONU.
  • C Avanços tecnológicos que exigem uma reformulação nos métodos de ensino da infância.
  • D Mudanças legais e reconhecimentos científicos que destacam o papel formativo dos profissionais da área.
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Sobre a interação entre sujeitos em sala de aula, quais são os elementos fundamentais para a construção de relações pedagógicas eficazes?

  • A Neutralidade completa do professor e ausência de disciplina.
  • B Afetividade; respeito; admiração; e mediação entre professor e aluno.
  • C Autoridade impositiva; controle rigoroso; e cumprimento estrito de regras.
  • D Foco exclusivo no conteúdo conceitual, sem considerar o contexto social dos alunos.
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Em relação à construção do pensamento e da linguagem, assinale a afirmativa correta.

  • A Para Piaget, Wallon e Vygotsky, a linguagem é um instrumento secundário que acompanha o desenvolvimento do pensamento, mas não interfere nas operações cognitivas ou no estabelecimento das funções psicológicas superiores.
  • B Para Piaget, Wallon e Vygotsky, o pensamento se forma essencialmente por repetição de ações motoras e memorização de informações, sendo a linguagem uma consequência mecânica dessas práticas, sem papel regulador interno ou social.
  • C Wallon entende que a linguagem se desenvolve isoladamente da afetividade, funcionando apenas como ferramenta de comunicação; Piaget valoriza apenas a maturação biológica para o surgimento da fala; Vygotsky considera que a linguagem se torna funcional apenas após o domínio completo de conceitos científicos.
  • D Piaget considera a linguagem como parte do desenvolvimento cognitivo, emergindo a partir do pensamento egocêntrico; Wallon enfatiza a expressão emocional e social como base do desenvolvimento; Vygotsky defende que a linguagem social se internaliza e se transforma em pensamento verbal, mediando o desenvolvimento das funções psicológicas superiores.
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Qual medida sobre o tempo escolar contribui para a melhoria da qualidade do trabalho pedagógico dentro do Projeto Político-Pedagógico (PPP)?

  • A Organização do tempo para estudo coletivo e reflexão, possibilitando acompanhamento do PPP e do aprendizado dos alunos.
  • B Ajuste do calendário escolar apenas para cumprir cargas horárias e feriados, sem permitir momentos de planejamento ou avaliação coletiva das práticas pedagógicas.
  • C Manutenção de períodos curtos e sequenciais para cada disciplina, priorizando a organização formal do tempo em detrimento da integração entre áreas e da reflexão pedagógica.
  • D Estruturação do horário escolar com base na equivalência de horas entre disciplinas, tratando cada conteúdo isoladamente e sem consideração pela qualidade da aprendizagem ou pelo engajamento dos estudantes.
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Sobre as manifestações de bullying em meninos e meninas, assinale a afirmativa correta.

  • A Meninos apenas recebem agressões, enquanto meninas somente praticam agressões psicológicas, sem reciprocidade.
  • B O bullying feminino ocorre apenas fora do ambiente escolar, não afetando o desempenho ou as relações sociais das vítimas.
  • C Meninos e meninas apresentam o mesmo tipo de comportamento agressivo, sendo ambos igualmente violentos de forma direta e física.
  • D Meninos tendem a apresentar bullying mais físico e direto, enquanto meninas utilizam formas indiretas e psicológicas, como fofocas e exclusão social.
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Um professor da rede municipal está revisando seu planejamento anual e percebe que parte do conteúdo não está alinhada à proposta pedagógica da escola. Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), qual deverá ser a sua conduta?

  • A Ajustar o plano de trabalho de acordo com a proposta pedagógica do estabelecimento.
  • B Antes de qualquer alteração, submeter todo o planejamento ao Conselho Nacional de Educação (CNE) para validação.
  • C Solicitar autorização ao Ministério da Educação para alterar os conteúdos, mesmo que já previstos na proposta pedagógica da escola.
  • D Continuar com o conteúdo planejado, pois possui autonomia plena na escolha de temáticas, podendo desconsiderar eventuais diretrizes do estabelecimento.
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Em uma prova tradicional, o professor substitui questões puramente de memorização por problemas contextualizados, relacionando-os à realidade dos alunos, a fim de promover maior significado e reflexão. Essa prática se fundamenta em qual abordagem?

  • A Função creditativa.
  • B Avaliação classificatória.
  • C Perspectiva construtivista.
  • D Técnica de memorização repetitiva.
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Na perspectiva de Skinner, qual elemento é considerado mais determinante para a eficácia do processo educativo?

  • A Estruturar experiências de aprendizagem que priorizem a repetição mecânica e a fixação literal de conceitos transmitidos.
  • B Estabelecer sequências de atividades desafiadoras que ampliem o interesse do aluno e favoreçam o envolvimento cognitivo ao longo do processo.
  • C Promover intervenções contínuas que assegurem o desenvolvimento das habilidades cognitivas, com base em suporte constante e planejamento direcionado.
  • D Direcionar a prática pedagógica para a aplicação de reforços que fortaleçam comportamentos e respostas desejadas, garantindo a consolidação da aprendizagem.
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Ao longo da história da educação brasileira, diferentes períodos imprimiram funções distintas ao ato de educar. Com base nessa afirmação, expressa adequadamente uma função primordial da educação:

  • A Focar exclusivamente na capacitação técnica para o mercado de trabalho, subordinando o processo formativo às demandas conjunturais da economia.
  • B Reduzir-se ao ensino instrumental das competências básicas de leitura, escrita e cálculo, sem articulação com o desenvolvimento moral, ético e político do sujeito.
  • C Limitar-se à repetição de conteúdos previamente estabelecidos por autoridades educacionais, desconsiderando o contexto sociocultural do educando e a formação integral do indivíduo.
  • D Preparar o indivíduo para atuar criticamente na sociedade, dotando-o de ferramentas intelectuais, morais e espirituais, de modo a construir sua própria história e participar da transformação social.
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Compreender a infância vem se tornando algo cada vez mais necessário em nossos dias, uma vez que uma série de dilemas, impasses e desafios tem sido colocada à sociedade no que concerne ao seu processo de desenvolvimento.
(POTT, Eveline Tonelotto Barbosa. Perspectivas sobre a infância em debate: contribuições de Piaget, Vygotsky e Wallon. Perspectivas em Psicologia, Uberlândia, vol. 23, n. 1, p. 75 - 93, Jan/Jun, 2019.)

Considerando as contribuições da psicologia à educação e, principalmente à infância, analise os combos a seguir.

Combo 1
- A teoria desenvolvida por Jean Piaget é conhecida como uma epistemologia genética.
- Para conhecer um objeto, segundo Piaget, é necessário agir sobre ele, transformando-o de forma que se possa compreender o modo como ele é construído e qual é sua funcionalidade.
- Piaget estruturou sua concepção de infância a partir de quatro estágios evolutivos de desenvolvimento: Estágio SensórioMotor; Estágio Pré-operatório; Operatório-Concreto; e Operatório-Formal.

Combo 2
- Um dos principais temas de investigação de Vygotsky utilizado para compreender o desenvolvimento infantil é o de funções psicológicas superiores.
- Para Vygotsky, é na relação com as práticas sociais que o sujeito se constitui, o que só acontece por meio da fala humana.
Assim, o pensamento e a fala estão sempre em movimento, transformando-se na medida em que o sujeito interage com o social.

Combo 3
- Wallon, em seus estudos, visa investigar e explicar todas as dimensões que constituem a pessoa, contemplando a questão do corpo, cognição e afeto.
- O conceito de afetividade em Wallon se refere à capacidade do ser humano de ser afetado pelo mundo interno e externo, por sensações ligadas a tonalidades agradáveis e/ou desagradáveis.



Está correto o que se afirma nos combos

  • A 1, 2 e 3.
  • B 1 e 2, apenas.
  • C 1 e 3, apenas.
  • D 2 e 3, apenas.
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Arroyo afirma que há uma rica articulação entre trabalho, cultura, pensamento, valores e identidades, e que isso é central quando nos aproximamos dos processos educativos e repensamos a teoria pedagógica. Essa visão nos indica como a articulação entre currículo e cultura pode contribuir com as ações pedagógicas que visam à formação de um sujeito capaz de se compreender como sujeito social que carrega particularidades ao mesmo tempo que faz parte de um contexto universal, ou seja, a escola possui uma função social e cultural importantes.
(SOUZA, A. da S. B.; MIRANDA, J. I.; MEDEIROS, L. T. C.; ESTUMANO, E. M. Currículo e cultura como práticas de significação: que formação? Que sujeito? VI CONDEU - CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO.)


Considerando que o trabalho pedagógico somente se efetua na coletividade do agregar elementos culturais, sociais, ambientais, entre outros, ao aplicar a prática pedagógica, é correto afirmar que:

  • A O trabalho cultural na escola é feito somente pela relação família x escola; a escola tem a função de ensinar os conteúdos.
  • B Ler, escrever e contar são as atribuições da escola; as questões sociais e culturais são tratadas pela família e a comunidade ao entorno.
  • C Deve-se valorizar os saberes que os alunos trazem e, a partir deles, promover conhecimentos mais amplos e que tenham significado e sentido para a turma.
  • D Entende-se a escola como local do saber estritamente escolarizado; o Projeto Político-Pedagógico (PPP) precisa focar nisso, pois não há tempo para outros saberes.
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Brincadeiras são as atividades mais frequentes durante a infância e são reconhecidas como um direito social das crianças (Lei nº 8.069/1990). Por estarem presentes em diferentes locais, tempos e sociedades, tornam-se um recorrente objeto de estudo no campo das ciências humanas, sendo muitas vezes descritas em diferentes contextos e tendo sua contribuição para o desenvolvimento infantil.
(RANYERE, J.; MATIAS, N. C. F. Relação com o Saber nas Atividades Lúdicas Escolares. Psicologia: Ciência e Profissão. 2023. v. 43.)

Sobre as brincadeiras na escola, assinale a afirmativa INCORRETA.

  • A A brincadeira proporciona ganhos que estão relacionados ao desenvolvimento de processos básicos, como habilidades motoras, percepção, força e equilíbrio.
  • B Ao considerar o caráter sócio-histórico do brincar, Vygostky acredita na contribuição desse processo para o desenvolvimento cultural da criança, mas não cognitivo.
  • C Observa-se melhora no desenvolvimento emocional, já que na situação brincante as crianças exteriorizam emoções, como prazer, medos e angústias, bem como exprimem agressividade.
  • D O brincar é um ato cultural, já que, quando brinca, a criança deve se apropriar de significações existentes em seu meio e, ao fazê-lo, são capazes de transmiti-las para o seu ambiente social.

Português

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Texto CG1A1


O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)

Acerca da pontuação no segundo período do segundo parágrafo do texto CG1A1, é correto afirmar que

  • A ambos os travessões poderiam ser substituídos por reticências, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência textual.
  • B a substituição do primeiro travessão por vírgula e do segundo por ponto e vírgula não comprometeria a coesão e a coerência textuais.
  • C os travessões poderiam ser substituídos por parênteses, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido expresso.
  • D os travessões poderiam ser eliminados, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência textual.
  • E o primeiro travessão poderia ser substituído por uma vírgula, e o segundo, eliminado, sem prejuízo da coesão textual e do sentido original.
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Texto CG1A1


O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


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Assinale a opção em que a reescrita proposta para o último período do texto CG1A1 preserva a correção gramatical e a coesão e coerência textuais.

  • A Quando entende-se essa “caixa de ferramentas”, se ganha mais do que o entendimento de jargões econômicos: se ganha a capacidade de decifrar a economia e as finanças do Brasil.
  • B Quando essa “caixa de ferramentas” é compreendida, ganhamos mais que o entendimento de jargões econômicos: se ganha a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
  • C Quando se compreende essa “caixa de ferramentas”, ganha-se mais que o entendimento de jargões econômicos: ganha-se a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
  • D Ao aprender essa “caixa de ferramentas”, se ganha mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia e as finanças do Brasil.
  • E Ao apreendermos essa “caixa de ferramentas”, se ganha mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganham-se a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.
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Texto CG1A1


O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


Paulo Gaia. Por que os economistas falam economês? Ferramentas para entender o mundo. Internet: (com adaptações)

Julgue os itens a seguir, em relação ao valor semântico de certos termos no texto CG1A1.

I A preposição “com” indica modo nos trechos “com precisão e eficiência” (final do segundo parágrafo) e “com mais clareza” (final do quarto parágrafo).
II O advérbio “ainda” indica inclusão em “ainda parece inacessível” (primeiro período do quinto parágrafo).
III A preposição “entre”, no trecho “entre eles e o público geral” (terceiro período do quinto parágrafo), indica proximidade.

Assinale a opção correta.

  • A Apenas o item I está certo.
  • B Apenas o item II está certo.
  • C Apenas os itens I e III estão certos.
  • D Apenas os itens II e III estão certos.
  • E Todos os itens estão certos.
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Texto CG1A1


O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


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A coesão textual e os sentidos do texto CG1A1 seriam preservados caso se substituísse

  • A a expressão “uma vez que” (último período do quarto parágrafo) por à medida que.
  • B o vocábulo “mas” (primeiro período do segundo parágrafo) por embora.
  • C a expressão “em vez de” (último período do segundo parágrafo) por ao invés de.
  • D o termo “Embora” (início do terceiro parágrafo) por Desde que.
  • E a expressão “mas também” (segundo período do quarto parágrafo) por como.
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Texto CG1A1


O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


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De acordo com o texto CG1A1, é correto afirmar que o economês

  • A deve ser substituído por uma linguagem mais inclusiva, que todos possam compreender.
  • B deve ser acompanhado de uma explicação sintética, para que todos possam compreender como funciona o mundo econômico.
  • C poderia ser abolido das comunicações, já que cria uma barreira entre os economistas e o público.
  • D deveria ser aprendido e compreendido por todos, uma vez que os fenômenos econômicos afetam a sociedade em geral.
  • E deve ser usado de forma moderada pelos economistas, uma vez que nem todos compreendem essa variedade linguística.
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Texto CG1A1


O “economês” é uma linguagem própria dos economistas, repleta de termos técnicos, siglas e conceitos que, à primeira vista, podem parecer inacessíveis para quem não é da área. O uso dessa linguagem deve-se à função do economês: ele é a caixa de ferramentas do economista, os óculos conceituais que ajudam a enxergar, analisar e interpretar os complexos mecanismos que regem a produção, o consumo e a distribuição de riqueza na sociedade.

O economês não é uma linguagem criada para excluir, mas para sintetizar. Ele encapsula décadas — às vezes séculos — de conhecimento em palavras ou expressões compactas. Essa linguagem é como um atalho: em vez de longas explicações, utiliza conceitos consolidados para comunicar ideias com precisão e eficiência.

Embora seja útil para economistas, o economês pode parecer um código fechado para quem não faz parte desse mundo. Mas isso não deveria ser assim! Afinal, os fenômenos econômicos também afetam a vida dessas pessoas.

Entender o economês vale muito a pena. Ele nos oferece ferramentas poderosas para compreendermos não apenas os debates sobre a economia global e as finanças, mas também as decisões políticas que moldam o futuro de um país. É como aprender uma nova língua: no início, os termos podem parecer estranhos, mas, uma vez que você compreende o básico, torna-se possível enxergar o mundo com mais clareza.

Se o economês é tão útil, por que ele ainda parece inacessível para tanta gente? Parte do problema parece estar na comunicação. Muitos economistas se acostumaram a usar termos técnicos sem explicar o que eles significam, o que cria uma barreira entre eles e o público geral. Para tornar o economês mais acessível, é fundamental traduzir esses conceitos de maneira clara e didática.

O economês é uma linguagem poderosa e prática. Quando bem explicado, torna-se simples, acessível e incrivelmente útil. Ao compreendermos essa “caixa de ferramentas”, ganhamos mais do que o entendimento de jargões econômicos: ganhamos a capacidade de decifrar a economia, as finanças e o Brasil.


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No texto CG1A1, o vocábulo “economês”

  • A evidencia a intenção crítica do autor de denunciar o estilo complicado e obscuro da linguagem dos economistas.
  • B é empregado com sentido pejorativo, para evidenciar a intenção dos economistas de não serem compreendidos pelo público em geral.
  • C é um termo da linguagem formal empregado para se referir às regras de uso da linguagem dos economistas.
  • D caracteriza-se como um termo técnico utilizado por economistas.
  • E é um termo da linguagem informal utilizado em referência ao jargão dos economistas.
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Países da Otan concordam em investir 5% do PIB em defesa


Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia

Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) os gastos em defesa.

A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

“Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev” (11º parágrafo). Essa frase faz referência a um documento produzido pela Otan. Uma reescrita adequada dessa frase, à luz da norma-padrão, seria:

  • A “Além disso, não tem referências a compromissos financeiros para Kiev”
  • B “Além disso, não têm referências a compromissos financeiros para Kiev”
  • C “Além disso, não existe referências a compromissos financeiros para Kiev”
  • D “Além disso, não existem referências a compromissos financeiros para Kiev”
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Países da Otan concordam em investir 5% do PIB em defesa


Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia

Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) os gastos em defesa.

A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

“Os países ‘concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo’, acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029” (6º parágrafo). A palavra em destaque cumpre o papel sintático de:

  • A aposto
  • B vocativo
  • C adjunto adnominal
  • D agente da passiva
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Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia

Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) os gastos em defesa.

A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

“Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros” (5º parágrafo). O trecho em destaque poderia ser substituído, à luz da norma-padrão, sem alteração de sentido, por:

  • A usa-as
  • B usá-las
  • C usa-las
  • D usar-las
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Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia

Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) os gastos em defesa.

A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

“[...] o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência” (4º parágrafo). A forma verbal em destaque está flexionada no:

  • A futuro do subjuntivo
  • B presente do indicativo
  • C presente do subjuntivo
  • D futuro do presente do indicativo
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Medida ocorre diante de ameaça representada pela Rússia

Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) os gastos em defesa.

A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

“A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa” (4º parágrafo). No texto, os elementos em destaque podem ser classificados como:

  • A advérbio “ainda” + conjunção “que”
  • B conjunção coordenativa adversativa
  • C advérbio “ainda” + pronome relativo “que”
  • D conjunção subordinativa adverbial concessiva
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A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

“Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas” (3º parágrafo). O termo em destaque poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por:

  • A devido a
  • B ao lado de
  • C em face de
  • D com o intuito de
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Os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) concordaram em aumentar para 5% do Produto Interno Bruto (PIB) os gastos em defesa.

A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

“A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia” (2º parágrafo). As palavras em destaque podem ser classificadas respectivamente como:

  • A substantivo e preposição
  • B substantivo e conjunção
  • C adjetivo e preposição
  • D adjetivo e conjunção
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A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

O texto anterior é jornalístico. Seu objetivo é informar o público de acontecimentos recentes, relevantes e de interesse coletivo. Levando essas características em consideração, conclui-se que esse texto é um exemplo de:

  • A notícia
  • B editorial
  • C reportagem
  • D artigo de opinião
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A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

Considerando as informações do texto, é possível inferir uma implicação estratégica do investimento em infraestrutura civil (estradas, portos, aeroportos) para a defesa dos países-membros da Otan. Essa inferência é a de que:

  • A a infraestrutura civil será utilizada exclusivamente para fins humanitários, não havendo menção a aspectos militares, uma vez que a Organização do Tratado do Atlântico Norte não lida com essas questões
  • B ao destinar parte dos recursos para infraestrutura civil, a Otan busca garantir maior agilidade e eficiência na mobilização de tropas e equipamentos em situações de conflito
  • C o investimento em infraestrutura civil visa apenas ao desenvolvimento econômico dos países-membros, sem relação direta com a mobilização militar
  • D o financiamento de infraestrutura civil não está previsto no acordo divulgado pela Otan, sendo responsabilidade exclusiva de cada país
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A decisão foi divulgada nesta quarta-feira (25) na declaração final da cúpula da aliança militar ocidental em Haia, diante da ameaça representada pela Rússia após a invasão da Ucrânia.

"Os aliados se comprometem a investir 5% do PIB anual em necessidades básicas de defesa e despesas relacionadas à defesa e segurança até 2035, a fim de garantir obrigações individuais e coletivas, de acordo com o Artigo 3 do Tratado de Washington", diz o texto.

A aliança militar explica ainda que seus membros alocarão pelo menos 3,5% do PIB anual, com base na definição acordada, para financiar os requisitos básicos de defesa, enquanto que o outro 1,5% será destinado ao setor de segurança mais geral, incluindo melhorias em estradas, pontes, portos e aeroportos, o que permitirá que as forças armadas sejam mobilizadas com mais eficiência.

Além disso, será permitido usar verbas para implementar ações que tenham o objetivo de combater ataques cibernéticos e híbridos, na tentativa de preparar as sociedades para conflitos futuros.

Os países "concordaram em apresentar planos anuais que mostrem um caminho confiável e gradual para atingir esse objetivo", acrescenta o comunicado, prevendo uma revisão em 2029.

Ainda de acordo com a Otan, os membros se declaram "unidos diante de profundas ameaças e desafios à segurança, em particular a ameaça de longo prazo representada pela Rússia à segurança euro-atlântica e a persistente ameaça do terrorismo".

Como previsto devido à oposição dos Estados Unidos, a nota não fornece uma definição clara da invasão russa no território ucraniano como uma "guerra de agressão".

Por fim, os países-membros reiteraram seu "compromisso soberano de fornecer apoio à Ucrânia".

No entanto o documento, como amplamente esperado, exclui qualquer menção a uma futura entrada de Kiev na aliança, ao contrário do que ocorreu em Washington no ano passado, onde havia sido estabelecido o princípio do "caminho irreversível".

Além disso, não há referências a compromissos financeiros para Kiev - no ano passado, eram 40 bilhões de euros por ano.

Após o fim da reunião, a TV estatal turca TRT informou que a próxima cúpula da Otan, agendada para 2026, será realizada na Turquia.

O presidente Recep Tayyip Erdogan anunciou ontem sua intenção de sediar a reunião do próximo ano, destacando a contribuição militar de Ancara para a aliança, onde o Exército turco é o segundo maior, depois dos Estados Unidos.


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2025/06/1055977-paises-da-otan-concordamem-investir-5-do-pib-em-defesa.html. Acesso em 11/07/2025. Excerto

De acordo com o texto, a Otan considera a Rússia:

  • A um país inofensivo, ou seja, uma nação que não apresenta ameaça significativa
  • B apenas uma ameaça temporária e de baixa relevância para a segurança euro-atlântica
  • C como a vítima de uma “guerra de agressão”, muito alinhada ao posicionamento dos Estados Unidos
  • D como uma ameaça de longo prazo à segurança euroatlântica, mas evita classificações categóricas devido à oposição dos EUA
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Durante uma aula sobre as regras do uso do hífen no português, a professora propôs aos alunos que analisassem algumas palavras compostas, formadas por prefixos e adjetivos, para verificar se o emprego do hífen estava correto ou não.

Com base nas regras da Língua Portuguesa, julgue as afirmativas a seguir:

I.A palavra arco-íris deve ser grafada com hífen, por se tratar de um composto cujos elementos mantêm sua autonomia fonética.
II.A forma correta é super-humano, já que o segundo elemento inicia com "h".
III.A palavra bem-estar leva hífen por ser formada pelo prefixo "bem" seguido de palavra autônoma.
IV.O termo microondas é a grafia correta, pois o hífen não é utilizado quando o prefixo termina com a mesma vogal que inicia a palavra seguinte.

Assinale a alternativa que indica quais afirmativas são verdadeiras:

  • A I, II e III.
  • B I, III e IV.
  • C II e IV.
  • D II e III.
  • E I e IV.
38

Durante uma atividade de fonética, a professora pediu que os alunos identificassem corretamente os encontros vocálicos presentes em determinadas palavras da Língua Portuguesa. Para isso, apresentou uma lista de palavras e pediu a associação com o tipo de encontro vocálico correspondente.

Associe a Coluna I (tipos de encontros vocálicos) à Coluna II (palavras):

Coluna I
I.Hiato.
II.Ditongo.
III.Tritongo.

Coluna II
(__)Papai.
(__)Navio.
(__)Paraguai.

Agora, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:

  • A I > II > III.
  • B III > II > I.
  • C II > III > I.
  • D II > I > III.
  • E III > I > II.
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Vícios de linguagem são desvios ou inadequações em expressões e construções linguísticas que contrariam as normas da gramática normativa. Sua ocorrência geralmente decorre da desatenção do enunciador ou do desconhecimento das convenções da norma culta.
Entre os vícios de linguagem, destaca-se o barbarismo, que pode ser identificado no enunciado da seguinte alternativa:

  • A Fazem nove meses que vivo com ela.
  • B A brisa matinal da manhã soprou calma como nunca.
  • C Esteja pronto para quando eu vim aqui.
  • D Preciso que você confirme se ele pode ir com a sua mãe.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Um couro exótico e sustentável

O couro do pirarucu cumpre um papel considerado importante no mercado da moda, por passar essa mensagem de proteção ao meio ambiente.

Couros, em geral, são celebrados por sua durabilidade e também por uma questão cultural ligada à ancestralidade, diz Lilyan Berlim, especialista em sustentabilidade na moda e professora de gestão de luxo na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

"Foi uma das primeiras formas de roupa que tivemos. Há uma associação com qualidade e eficiência."

Mas a ligação com danos ao meio ambiente tem feito com que a indústria virasse alvo constante de críticas.

O pirarucu entrou como uma exceção. "Tem toda uma questão cultural. Ele é alimento das comunidades ribeirinhas da Amazônia. Quando você usa o couro do pirarucu, de certa forma está gerando renda para as comunidades", diz a professora.

Novas marcas surgem neste mercado a cada ano, sempre incorporando a ideia de sustentabilidade ao discurso.

"Pensamos em um modelo de negócio que não fosse só sobre o couro, mas sobre sustentabilidade e impacto ambiental", diz Bruna Freitas, fundadora de uma dessas novas marcas no mercado nacional, a Yara Couro, baseada em Macapá (AP).

A ideia surgiu depois de ter tomado conhecimento da grande quantidade de resíduos da pesca em sua região. "Não há um aproveitamento tão grande da cadeia do pescado como já há na bovina", diz.

No caso do pirarucu, o peixe é consumido como alimento. Até pouco tempo atrás, sua pele era descartada. Com o crescimento desse mercado, essa parte do animal passou a ser reaproveitada.

Freitas diz que o pirarucu se destaca por possuir uma pele com um padrão difícil de ser imitado, além de ser um símbolo da Amazônia. "É um peixe que sobreviveu a muitas questões ambientais."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy40vwy4v13o fragmento

"Couros, em geral, são celebrados por sua durabilidade e também por uma questão cultural ligada à ancestralidade, diz Lilyan Berlim."
Com base no emprego da crase no trecho acima, analise a afirmativa CORRETA.

  • A A crase ocorre devido ao vocábulo 'ancestralidade', expressão adverbial, que exige preposição e artigo simultaneamente.
  • B A crase ocorre em razão do vocábulo 'cultural', que está diretamente ligada à expressão 'cultura dos ancestrais, a qual exige a preposição 'a'.
  • C A crase ocorre em razão do verbo 'dizer', que, por ser bitransitivo, exige um complemento direto sem preposição, e um complemento indireto com preposição.
  • D A crase ocorre devido ao verbo 'ligar', que exige preposição. Porém, se a palavra 'ancestralidade' fosse substituída por 'passado', não ocorreria crase.

Direito Constitucional

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Suponha que o Ministério Público tenha proposto ação civil pública fundamentada na defesa de direitos difusos e com pedido principal de declaração de inconstitucionalidade de lei federal, sem apresentar fatos concretos e individualizados. Nesse caso, de acordo com o entendimento do STF, trata-se de hipótese de controle de constitucionalidade

  • A difuso, podendo o pedido ser formulado por meio de ação civil pública, que deverá ser julgada por juízo de primeiro grau.
  • B concentrado, podendo o pedido ser formulado por meio de ação civil pública, que deverá ser julgada por juízo de primeiro grau.
  • C difuso, devendo o pedido ser formulado por meio de ação direta de inconstitucionalidade, que deverá ser julgada pelo STF.
  • D concentrado, devendo o pedido ser formulado por meio de ação direta de inconstitucionalidade, que deverá ser julgada pelo STF.
  • E concentrado, devendo o pedido ser formulado por meio de ação direta de inconstitucionalidade, que deverá ser julgada por tribunal de justiça estadual.
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De acordo com a Lei do Mandado de Segurança (Lei n.º 12.016/2009) e o entendimento do STF, assinale a opção correta acerca do cabimento de liminar no mandado de segurança.

  • A Deferida a liminar, os efeitos da medida, salvo se revogada ou cassada, persistirão até a prolação da sentença e, no caso, com o deferimento da medida liminar, não haverá necessidade de prioridade de julgamento do feito, visto que o objeto da ação mandamental estará resguardado.
  • B É inconstitucional o dispositivo legal que veda a concessão de liminar no mandado de segurança cujo objeto seja a entrega de mercadorias e bens provenientes do exterior.
  • C A Lei do Mandado de Segurança não prevê a concessão de liminar no mandado de segurança coletivo.
  • D É constitucional o dispositivo legal que determina que, no mandado de segurança coletivo, a liminar só pode ser concedida após a audiência do representante judicial da pessoa jurídica de direito público.
  • E É constitucional o dispositivo legal que veda a concessão de liminar em mandado de segurança cujo objeto seja a compensação de créditos tributários.
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Com base nas previsões constitucionais acerca do Poder Judiciário, assinale a opção correta.

  • A É vedada a criação de órgão jurisdicional de segundo grau em município que não seja sede de tribunal, ainda que para fins de descentralização administrativa.
  • B Os atos administrativos praticados por órgãos do Poder Judiciário podem ser revistos, quanto à sua legalidade, pelo CNJ, que exerce controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário, respeitada a autonomia funcional do Tribunal de Contas da União.
  • C A autonomia administrativa e financeira dos tribunais compreende a possibilidade de eles elaborarem sua proposta orçamentária independentemente da observância aos limites da LDO.
  • D Os órgãos do Poder Judiciário não podem, em nenhuma hipótese, propor ao Poder Legislativo a criação de cargos e serviços auxiliares, por ser tal atribuição conferida exclusivamente ao presidente da República.
  • E O CNJ exerce controle jurisdicional sobre decisões judiciais e administrativas, podendo reformá-las diretamente quando verificar ilegalidade ou afronta a direitos fundamentais.
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Acerca das garantias, vedações e organização do Poder Judiciário conforme a Constituição Federal de 1988, assinale a opção correta.

  • A Os tribunais podem decretar sigilo de julgamentos e dispensar fundamentação de decisões quando houver risco à intimidade das partes.
  • B Admite-se a decretação de férias coletivas nos juízos e tribunais de segundo grau, desde que mantido plantão permanente.
  • C A remoção ou a disponibilidade de magistrado por interesse público exige decisão por maioria simples do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), assegurada a ampla defesa.
  • D Aos juízes é vedado exercer, ainda que em disponibilidade, outro cargo ou função, salvo uma de magistério.
  • E A garantia de irredutibilidade de subsídio dos magistrados afasta a incidência do teto constitucional.
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Com base no regime constitucional das finanças públicas, assinale a opção correta.

  • A Créditos extraordinários somente podem ser abertos por lei ordinária, sendo vedada sua instituição por medida provisória, ainda que para atender despesas decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública.
  • B Compete privativamente à Câmara dos Deputados dispor sobre limites e condições para concessão de garantia da União em operações de crédito externo e interno.
  • C É possível a realização de operações de crédito entre órgãos e entidades da administração pública direta e indireta do mesmo ente federativo, desde que o valor seja devolvido até o término do exercício financeiro em que ocorrer a operação.
  • D Compete à União estabelecer, em lei complementar, normas gerais sobre finanças públicas, dívida pública e concessão de garantias, aplicáveis a todos os entes federativos, preservada a autonomia destes para disciplinar aspectos específicos de sua gestão financeira.
  • E É permitida a vinculação de receita de impostos a qualquer órgão, fundo ou despesa, desde que aprovada por maioria absoluta do Congresso Nacional.
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O procurador-geral de justiça de determinado estado encaminhou ao Poder Executivo estadual proposta orçamentária acima dos limites previstos na lei de diretrizes orçamentárias (LDO). O governador, ao consolidar a proposta orçamentária anual, reduziu os valores para adequá-los ao teto estabelecido na LDO. Inconformado, o procurador-geral ajuizou ação direta de inconstitucionalidade (ADI) sob o argumento de que tal alteração violava a autonomia administrativa e funcional do Ministério Público (MP), além da iniciativa orçamentária do órgão.
Em referência à situação hipotética apresentada, assinale a opção correta, conforme as disposições constitucionais a respeito do MP.

  • A A iniciativa orçamentária do MP não está vinculada à LDO.
  • B No conflito entre autonomia financeira do MP e os limites orçamentários fixados na LDO, caberá ao órgão colegiado do MP decidir a questão.
  • C O governador não pode alterar a proposta orçamentária do MP, mas pode encaminhar projeto de lei complementar à assembleia legislativa para fixar novos limites orçamentários durante o exercício financeiro.
  • D A proposta orçamentária do MP deve obedecer aos limites previstos na LDO; caso contrário, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.
  • E A autonomia funcional do MP impede qualquer alteração do orçamento proposto.
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O tribunal de justiça de determinado estado da Federação, em decisão colegiada ainda não transitada em julgado, contrariou o enunciado de súmula vinculante do STF, o que pode gerar prejuízos imediatos à parte.
Considerando a situação hipotética apresentada e as disposições legais acerca da reclamação constitucional, assinale a opção correta.

  • A A reclamação somente pode ser utilizada para preservar a competência originária do STF, não alcançando hipóteses de descumprimento ou aplicação indevida de súmula vinculante.
  • B Não é cabível reclamação ao STF da decisão judicial, pois ainda não se esgotaram todos os meios admissíveis de impugnação.
  • C Eventual reclamação da decisão judicial deverá ser ajuizada primeiramente no tribunal prolator da decisão e, somente na hipótese de negativa, caberá reclamação ao STF.
  • D É cabível reclamação ao STF para que seja anulada ou cassada a decisão impugnada e proferida outra decisão, com ou sem aplicação da súmula.
  • E O processamento de eventual reclamação da decisão judicial competirá ao STJ, ficando o STF restrito às hipóteses em que o ato provenha de tribunal superior.
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Em relação aos direitos e às garantias fundamentais previstos na Constituição do Estado de Sergipe, assinale a opção correta.

  • A É permitida a coleta de dados referentes a convicção filosófica ou religiosa, desde que para uso estatístico e com possibilidade de identificação individual.
  • B É vedada a divulgação da identidade da pessoa suspeita da prática de crime enquanto não houver seu indiciamento formal pela autoridade policial.
  • C Qualquer cidadão pode apresentar queixa contra agentes do poder público, sendo a apuração dos fatos discricionária da autoridade competente.
  • D O direito de certidão não abrange a reprodução integral dos documentos solicitados.
  • E É facultado ao Estado restringir a reunião pacífica em locais abertos ao público quando houver interesse da autoridade policial, ainda que ausente ameaça concreta à ordem pública.
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Nos termos da Constituição Federal de 1988, é competência exclusiva do Congresso Nacional

  • A resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional.
  • B processar e julgar o presidente da República nos crimes de responsabilidade.
  • C conceder indulto e comutar penas, com audiência, se necessário, dos órgãos instituídos em lei.
  • D aprovar previamente, por voto secreto, após arguição pública, a escolha dos presidentes e diretores do Banco Central do Brasil.
  • E fixar limites globais para o montante da dívida consolidada da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, por proposta do presidente da República.
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João, jornalista, no exercício de sua função, obteve de fonte não identificada informações sobre irregularidades em contrato público e as publicou em matéria jornalística. Posteriormente, foi intimado em processo criminal para revelar a origem das informações, mas, em juízo, se recusou a fazê-lo.
A partir da situação hipotética precedente, assinale a opção correta, à luz da disciplina constitucional dos direitos e das garantias fundamentais.

  • A João é obrigado a revelar em juízo a fonte das referidas informações, pois o interesse público prevalece automaticamente sobre o direito de sigilo da fonte.
  • B No âmbito judicial, o sigilo da fonte é restrito aos advogados particulares e aos defensores públicos.
  • C João está protegido pelo direito ao sigilo da fonte, garantido quando necessário ao exercício profissional.
  • D O direito ao sigilo da fonte é absoluto, não podendo ser relativizado em nenhuma hipótese.
  • E O sigilo da fonte não se aplica a informações relacionadas ao uso de recursos públicos.