Resolver o Simulado FGV

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Geografia

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Analise o mapa a seguir e responda:

Os pontos destacados de A até E estão dispostos no mapa-múndi, tendo relação de orientação entre estes. Assinale a alternativa que contém a relação de orientação correta.

  • A O ponto A está no ponto setentrional de D.
  • B O ponto B está nordeste de E.
  • C O ponto E está a sudoeste de D.
  • D O ponto E está no ponto oriental de A.
  • E O ponto A está a noroeste de C.
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Este bioma “engloba os estados Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e o norte de Minas Gerais. Rico em biodiversidade, o bioma abriga 178 espécies de mamíferos, 591 de aves, 177 de répteis, 79 espécies de anfíbios, 241 de peixes e 221 abelhas. Cerca de 27 milhões de pessoas vivem na região, a maioria carente e dependente dos recursos do bioma para sobreviver” (FONTE: https://www.mma.gov.br/biomas/caatinga. Acesso em 18 de março de 2020 às 20:00 horas.).
Este bioma é afetado por secas extremas e períodos de estiagem, característicos do clima semiárido. Trata-se da (o) (s):

  • A Cerrado.
  • B Pantanal.
  • C Caatinga.
  • D Mata Atlântica.
  • E Pampas.
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Em 1998, o Brasil foi um dos países pioneiros ao adaptar e calcular um IDH subnacional para todos os municípios brasileiros, com dados do Censo Demográfico, criando o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).

(http://atlasbrasil.org.br/2013/data/rawData/publicacao_atlas_rm_pt.pdf)


Um dos pontos positivos do IDHM é o fato de ele

  • A ter se tornado uma medida nacional para estabelecer as condições de vida dos brasileiros, embora seja obtido após a divulgação dos dados do IDH mundial fornecido pela ONU.
  • B popularizar o conceito de desenvolvimento centrado nas pessoas, e não na visão de que o desenvolvimento se limita a crescimento econômico e ao PIB.
  • C refletir os avanços socioeconômicos da população, fato que indica a persistente redução das diferenças regionais observadas no país há décadas.
  • D levar em conta duas das principais dimensões da vida humana: a saúde e a educação, embora estes dois elementos não sejam comparáveis entre as regiões brasileiras.
  • E destacar com nitidez as diferenças de condições socioeconômicas e culturais entre a população urbana daquelas encontradas na população rural.
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Região semiárida onde os totais anuais de precipitação, em diversos pontos, não ultrapassam os 400 mm anuais, marcada em sua paisagem por solos pedregosos com formas agressivas, como os campos de inselbergs, assim como por um regime intermitente da rede de drenagem.

(Jurandyr Luciano Sanches Ross (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 2001. Adaptado)


Essa região apresenta uma vegetação típica denominada

  • A Mata Atlântica.
  • B Mata de Cocais.
  • C Caatinga
  • D Cerrado.
  • E Campos Sulinos.
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Observe o gráfico.


(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades

e dinâmicas do território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)


Considerando as transformações recentes na pirâmide etária brasileira, uma das suas consequências é

  • A o aumento da população absoluta do país.
  • B a adoção de políticas restritivas à natalidade.
  • C a recomposição da população economicamente ativa.
  • D a pressão sobre o sistema de proteção social.
  • E o estímulo à produtividade da mão de obra formal.
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Região semiárida onde os totais anuais de precipitação, em diversos pontos, não ultrapassam os 400 mm anuais, marcada em sua paisagem por solos pedregosos com formas agressivas, como os campos de inselbergs, assim como por um regime intermitente da rede de drenagem.
(Jurandyr Luciano Sanches Ross (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 2001. Adaptado)
Essa região apresenta uma vegetação típica denominada

  • A Mata Atlântica.
  • B Campos Sulinos.
  • C Mata de Cocais.
  • D Caatinga.
  • E Cerrado.
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A respeito das massas de ar que têm atuação em grandes extensões continentais, é correto afirmar que a massa de ar

  • A tropical é formada em médias latitudes e, diferente das outras massas de ar, adquire as características de calor e umidade nas baixas latitudes.
  • B tropical continental é quente e úmida, normalmente formada em regiões de abundante vegetação, responsável pela evapotranspiração.
  • C polar continental, formada sobre áreas como o norte do Canadá, atua restrita ao hemisfério Norte e se caracteriza como massa fria e seca.
  • D equatorial é formada nas áreas continentais na altura do Equador; as baixas pressões equatoriais impedem a formação de massas oceânicas.
  • E polar antártica é fria e seca; atua nos dois hemisférios com características atmosféricas semelhantes de instabilidade e formação de chuvas convectivas.
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Região semiárida onde os totais anuais de precipitação, em diversos pontos, não ultrapassam os 400 mm anuais, marcada em sua paisagem por solos pedregosos com formas agressivas, como os campos de inselbergs, assim como por um regime intermitente da rede de drenagem.

(Jurandyr Luciano Sanches Ross (org.). Geografia do Brasil. São Paulo: Edusp, 2001. Adaptado)


Essa região apresenta uma vegetação típica denominada

  • A Mata Atlântica.
  • B Campos Sulinos.
  • C Mata de Cocais.
  • D Caatinga.
  • E Cerrado.
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Observe o gráfico.



Considerando as transformações recentes na pirâmide etária brasileira, uma das suas consequências é

  • A o aumento da população absoluta do país.
  • B o estímulo à produtividade da mão de obra formal.
  • C a recomposição da população economicamente ativa.
  • D a pressão sobre o sistema de proteção social.
  • E a adoção de políticas restritivas à natalidade.
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Para promover a industrialização, a partir dos anos de 1960, o Estado adotou várias ações importantes, dentre as quais:

  • A o incentivo aos movimentos sindicais para a implementação de políticas salariais.
  • B a abertura do mercado brasileiro a produtos estrangeiros para incentivar a produtividade nacional.
  • C a implementação de tecnopolos para a pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias.
  • D a criação de políticas de privatização de ramos industriais ligados aos bens de consumo.
  • E a criação e a ampliação das infraestruturas em distritos industriais em várias regiões do Brasil.

História

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Assim, na manhã quente de 8 de novembro de 1799, segundo o frei, as tropas de linha ocuparam desde cedo a Praça da Liberdade, amplo quadrilátero localizado no centro de Salvador. O povo curioso não parava de chegar [...]. Logo após, os condenados a degredo caminhavam de mãos atadas às costas, precedidos do porteiro do Conselho, com as insígnias do seu cargo, seguido dos quatro réus condenados à pena capital pelo crime de lesa-majestade de primeira cabeça (VALIM, 2009). A respeito da Conjuração Baiana, assinale a alternativa incorreta.
  • A Condenados por conspirarem contra a Coroa de Portugal, dois alfaiates e dois soldados foram considerados os réus do movimento qualificado pelas autoridades do Tribunal da Relação da Bahia, em 1799, de “Sedição dos Mulatos”
  • B Parte dos historiadores que versaram sobre a Conjuração Baiana de 1798, perceberam certo grau de coerência entre a tentativa de participação política dos setores populares e a ideia de república
  • C Conjuração Baiana foi uma revolta social de caráter burguês, que ocorreu na Bahia em 1798. Recebeu uma importante influência dos ideais do Renascimento Cultural e Revolução Industria
  • D A Conjuração Baiana de 1798 deixa de ser um evento de identificação regional, para tornar-se o representante das mais profundas aspirações de amplos setores da sociedade brasileira
  • E Esse movimento defendia a emancipação política do Brasil, ou seja, o fim do pacto colonial com Portugal e a instauração e implantação da República
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Leia o excerto e, em seguida, responda ao que se pede:
“Alimento vegetal básico dos índios e que foi adotado pelos colonos, consumido por homens e animais domésticos. Exigia cuidados especiais em seu preparo pois só podia ser consumido depois de descascada, ralada e espremida, operações que retiravam o perigoso veneno de seu sumo.” (FONTE: o Brasil nos primeiros séculos. Laima Mesgravis. São Paulo. Contexto. 1998. p 13).
O alimento em que a autora se refere é:

  • A Fumo.
  • B Pimenta.
  • C Amendoim.
  • D Mandioca.
  • E Cana-de-açúcar.
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Com o objetivo de promover pouco a pouco a substituição do braço escravo na lavoura de café, recorreu-se, nos meados do século XIX, à colonização estrangeira, sob sistema de parceria. Pretendia-se, dessa maneira, conciliar fórmulas usadas nos núcleos coloniais de povoamento com as necessidades do latifúndio cafeeiro. Contava-se com a experiência dos núcleos coloniais de povoamento cuja criação desde a vinda da Corte de D. João VI para o Brasil tinha sido estimulada. A partir de então, havia se rompido definitivamente com as tradicionais restrições à fixação de estrangeiros na colônia. Estimulava-se a vinda de imigrantes.
(Emília Viotti da Costa. Da monarquia à república: momentos decisivos. 6. ed. São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1999)

O trecho acima aponta um primeiro motivo para o incentivo à imigração: a substituição do trabalho escravo. Outros motivos pertinentes para se estimular a migração foram:

  • A a questão demográfica, reconhecendo-se a necessidade de povoamento do país, e o branqueamento da população que, à época, era composta majoritariamente por negros e indígenas.
  • B a chegada da família real com sua corte, o que trouxe a necessidade de mão de obra excedente, e a dificuldade de se controlar a população escrava.
  • C a crise do modelo agrário brasileiro, com a expulsão dos proprietários de suas terras tradicionais, e a falta de trabalhadores no vasto território do Império.
  • D a pluralização de povos, que estava nos planos imperiais de miscigenação da população, e a alta mortalidade da escravaria do campo.
  • E os problemas econômicos do Império, que já não possuía mais recursos para a compra de escravos africanos, cada vez mais caros, e o aumento da população de escravos e indígenas, que ameaçava os domínios de Pedro II.
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Assim, a explicação de que é a “ideia” da Independência que constitui a força propulsora da renovação que se operava no seio da colônia parece pelo menos arriscada.

(Caio Prado Jr. A formação do Brasil contemporâneo. 23. edição. São Paulo: Brasiliense, 1994)


Considerando a obra e o fragmento do texto, podemos afirmar que a Independência

  • A consolidou um longo período de acordos entre as elites vinculadas aos portugueses e a nova burguesia industrial vinculada às cidades e às ideias progressistas que permitiram incluir os diferentes grupos neste projeto nacional.
  • B foi um processo no qual várias concepções de separação coexistiram, uma vez que não existia um projeto de unidade em torno da Independência do país, diante de interesses e disputas conflitantes no período.
  • C foi um processo de construção em massa que unificou os diversos setores da sociedade nacional, sobretudo, a partir da aliança entre os defensores do modelo escravista e os movimentos abolicionistas do período.
  • D conteve a organização revolucionária de povos e trabalhadores, que, unidos em confederações e grupos sindicais, conseguiram participar ativamente das negociações em torno da transição para o modelo Imperial do século XIX.
  • E foi a continuidade de um projeto de inclusão e transformação da sociedade brasileira, com especial destaque à incorporação de direitos e à cidadania estendida a mulheres, negros e indígenas, entre outros grupos, neste processo.
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As ideias separatistas nasciam do profundo desequilíbrio entre o poder político e o poder econômico que se observava nos fins do Império, oriundo do empobrecimento das áreas de onde provinham tradicionalmente os elementos que manipulavam o poder e concomitantemente do desenvolvimento de outras áreas que não possuíam a devida representação no governo. As transformações econômicas e sociais que se processam durante a segunda metade do século XIX acarretam o aparecimento de uma série de aspirações novas provocando numerosos conflitos. [...]
(Emília Viotti da Costa. Da Monarquia à República: momentos decisivos. Fund. Ed. Unesp, 1999)
Para Emília Viotti da Costa, o tal “desequilíbrio entre o poder político e o poder econômico” refere-se

  • A à província de Minas Gerais, produtora agropastoril com a mão de obra cativa e forte opositora às políticas do Império, condição diversa de São Paulo que, com o avanço da produção cafeeira, usou a sua grande bancada de parlamentares para defender a transformação do escravo em trabalhador livre.
  • B ao novo patamar econômico atingido pelas províncias de São Paulo e de Minas Gerais que, desde 1870, produziam café essencialmente com a mão de obra livre do imigrante europeu, em contraposição às províncias do Norte, que reforçavam a escravidão com a compra de escravos do Sul.
  • C à bancada do Partido Liberal das províncias decadentes economicamente desde 1850, caso de Minas Gerais e Bahia, que defendiam a manutenção da escravatura, em contraponto ao vigoroso apoio do Partido Conservador aos projetos que encaminhassem o fim da escravidão.
  • D à perda da importância política das províncias do Centro-Sul em virtude da Reforma Eleitoral de 1883 e, ao mesmo tempo, a uma reorganização econômica das províncias do Norte, a partir da produção de açúcar e algodão, e com o uso da mão de obra oriunda da imigração subsidiada.
  • E à fragilização econômica dos barões do café do Vale do Paraíba, que, ainda assim, detinham um forte poder político, e ao Oeste Paulista, que se tornou, a partir de 1880, a região mais dinâmica do país, embora com uma participação política relativamente pequena.
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O projeto empreendido pelos portugueses de colonização do território que viria a se chamar Brasil se deu, primeiramente, pela implementação das conhecidas capitanias hereditárias, a partir de 1532. Segundo Boris Fausto:


“O Brasil foi dividido em quinze quinhões, por uma série de linhas paralelas ao Equador que iam do litoral até o meridiano de Tordesilhas, sendo os quinhões entregues aos chamados capitães donatários. Eles constituíam um grupo diversificado onde havia gente da pequena nobreza, burocratas e comerciantes, tendo em comum suas ligações com a coroa portuguesa”.

(Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo/Fundação para o Desenvolvimento da Educação, 2000)


É consenso na historiografia brasileira que o fracasso das capitanias hereditárias se deveu a diversos fatores conjugados, tendo destaque

  • A a falta de recursos dos donatários para investir na colonização do território, a inexperiência no processo de colonização das regiões situadas na América, além dos ataques constantes dos nativos indígenas aos aldeamentos coloniais.
  • B o clima e o solo pouco propícios para a produção de artigos e produtos agrícolas que eram valorizados no mercado europeu e a dificuldade de adaptação dos portugueses às novas terras, haja vista que esta era a primeira experiência de colonização de territórios distantes de Portugal.
  • C a monopolização da coroa sobre as terras recém-descobertas, a intervenção da administração real no modo como os colonos empreenderam a colonização e a falta de apoio da igreja católica na catequização dos indígenas, considerados indignos da catequese.
  • D a miscigenação dos colonos portugueses com as populações ameríndias, que os tornara, em pouco tempo, lascivos e ociosos do trabalho da empreitada colonial, e a intervenção constante dos jesuítas nos negócios dos colonos, arregimentando populações nativas aos trabalhos de cunho religioso, em detrimento do trabalho braçal.
  • E a ausência de mão de obra disponível no litoral para os trabalhos referentes à colonização, a dificuldade de escoamento dos produtos coloniais no mercado de consumo europeu e o desinteresse dos portugueses nas terras recém-conquistadas.
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O projeto empreendido pelos portugueses de colonização do território que viria a se chamar Brasil se deu, primeiramente, pela implementação das conhecidas capitanias hereditárias, a partir de 1532. Segundo Boris Fausto:
“O Brasil foi dividido em quinze quinhões, por uma série de linhas paralelas ao Equador que iam do litoral até o meridiano de Tordesilhas, sendo os quinhões entregues aos chamados capitães donatários. Eles constituíam um grupo diversificado onde havia gente da pequena nobreza, burocratas e comerciantes, tendo em comum suas ligações com a coroa portuguesa”.
(Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo/Fundação para o D
esenvolvimento da Educação, 2000)
É consenso na historiografia brasileira que o fracasso das capitanias hereditárias se deveu a diversos fatores conjugados, tendo destaque

  • A a ausência de mão de obra disponível no litoral para os trabalhos referentes à colonização, a dificuldade de escoamento dos produtos coloniais no mercado de consumo europeu e o desinteresse dos portugueses nas terras recém-conquistadas.
  • B a monopolização da coroa sobre as terras recém- -descobertas, a intervenção da administração real no modo como os colonos empreenderam a colonização e a falta de apoio da igreja católica na catequização dos indígenas, considerados indignos da catequese.
  • C a falta de recursos dos donatários para investir na colonização do território, a inexperiência no processo de colonização das regiões situadas na América, além dos ataques constantes dos nativos indígenas aos aldeamentos coloniais.
  • D a miscigenação dos colonos portugueses com as populações ameríndias, que os tornara, em pouco tempo, lascivos e ociosos do trabalho da empreitada colonial, e a intervenção constante dos jesuítas nos negócios dos colonos, arregimentando populações nativas aos trabalhos de cunho religioso, em detrimento do trabalho braçal.
  • E o clima e o solo pouco propícios para a produção de artigos e produtos agrícolas que eram valorizados no mercado europeu e a dificuldade de adaptação dos portugueses às novas terras, haja vista que esta era a primeira experiência de colonização de territórios distantes de Portugal.
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Em 1983, lideranças partidárias demandavam mudança nas regras da sucessão da presidência da República, mediante a aprovação de emenda constitucional. Só um fato extraordinário poderia romper com as regras que impunham a vitória de um candidato eleito pelo voto indireto para a sucessão presidencial, e as oposições se encarregaram de criá-lo. A campanha com lema “Diretas Já” começou timidamente, em junho de 1983, com um comício em Goiânia, que reuniu 5 mil pessoas e demonstrou a viabilidade de um movimento de massas orientado para exigir do Congresso Nacional a aprovação da Emenda Dante de Oliveira. A oposição contava com algumas vantagens.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)
Para Lilia Schwarcz e Heloisa Starling, uma dessas vantagens foi

  • A a interpretação do Supremo Tribunal Federal de que qualquer partido político legalizado, criado a partir de 1979, tinha o direito de disputar as eleições indiretas por meio do Colégio Eleitoral.
  • B a maioria parlamentar da oposição na Câmara dos Deputados conquistada com as eleições de 1982, condição que permitia um forte equilíbrio no Colégio Eleitoral e nos acordos com o Executivo.
  • C a maioria obtida no Senado pelo PMDB em virtude da extinção do mandato dos senadores indiretos eleitos em 1974, o que fez o PDS perder a maioria absoluta no Congresso Nacional.
  • D o saldo positivo das eleições diretas para governador de estado realizadas em 1982, nas quais o PMDB elegeu nove governadores, incluídos os mais ricos, e o PDT conquistou o governo do Rio de Janeiro.
  • E a vitória eleitoral das oposições ao governo federal nas eleições municipais de 1980, que garantiu o controle da maioria das capitais de estado e das cidades com mais de 100 mil habitantes.
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Em 1983, lideranças partidárias demandavam mudança nas regras da sucessão da presidência da República, mediante a aprovação de emenda constitucional.

Só um fato extraordinário poderia romper com as regras que impunham a vitória de um candidato eleito pelo voto indireto para a sucessão presidencial, e as oposições se encarregaram de criá-lo. A campanha com lema “Diretas Já” começou timidamente, em junho de 1983, com um comício em Goiânia, que reuniu 5 mil pessoas e demonstrou a viabilidade de um movimento de massas orientado para exigir do Congresso Nacional a aprovação da Emenda Dante de Oliveira.

A oposição contava com algumas vantagens.

(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. Adaptado)


Para Lilia Schwarcz e Heloisa Starling, uma dessas vantagens foi

  • A o saldo positivo das eleições diretas para governador de estado realizadas em 1982, nas quais o PMDB elegeu nove governadores, incluídos os mais ricos, e o PDT conquistou o governo do Rio de Janeiro.
  • B a interpretação do Supremo Tribunal Federal de que qualquer partido político legalizado, criado a partir de 1979, tinha o direito de disputar as eleições indiretas por meio do Colégio Eleitoral.
  • C a vitória eleitoral das oposições ao governo federal nas eleições municipais de 1980, que garantiu o controle da maioria das capitais de estado e das cidades com mais de 100 mil habitantes.
  • D a maioria parlamentar da oposição na Câmara dos Deputados conquistada com as eleições de 1982, condição que permitia um forte equilíbrio no Colégio Eleitoral e nos acordos com o Executivo.
  • E a maioria obtida no Senado pelo PMDB em virtude da extinção do mandato dos senadores indiretos eleitos em 1974, o que fez o PDS perder a maioria absoluta no Congresso Nacional.
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Assim, a explicação de que é a “ideia” da Independência que constitui a força propulsora da renovação que se operava no seio da colônia parece pelo menos arriscada.
(Caio Prado Jr. A formação do Brasil contemporâneo. 23. edição. São Paulo: Brasiliense, 1994)

Considerando a obra e o fragmento do texto, podemos afirmar que a Independência

  • A conteve a organização revolucionária de povos e trabalhadores, que, unidos em confederações e grupos sindicais, conseguiram participar ativamente das negociações em torno da transição para o modelo Imperial do século XIX.
  • B consolidou um longo período de acordos entre as elites vinculadas aos portugueses e a nova burguesia industrial vinculada às cidades e às ideias progressistas que permitiram incluir os diferentes grupos neste projeto nacional.
  • C foi um processo no qual várias concepções de separação coexistiram, uma vez que não existia um projeto de unidade em torno da Independência do país, diante de interesses e disputas conflitantes no período.
  • D foi um processo de construção em massa que unificou os diversos setores da sociedade nacional, sobretudo, a partir da aliança entre os defensores do modelo escravista e os movimentos abolicionistas do período.
  • E foi a continuidade de um projeto de inclusão e transformação da sociedade brasileira, com especial destaque à incorporação de direitos e à cidadania estendida a mulheres, negros e indígenas, entre outros grupos, neste processo.

Sociologia

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O fenômeno histórico conhecido como "tráfico de coolies" esteve associado diretamente ao período que vai do final da década de 1840 até o ano de 1874, quando milhares de chineses foram encaminhados principalmente para Cuba e Peru e muitos abusos no recrutamento de mão de obra foram identificados. O tráfico de coolies ou, em outros termos, o transporte por meios coativos de mão de obra de um lugar para outro, foi comparado ao tráfico africano de escravos por muitos periodistas e analistas do século XIX.
SANTOS. M. A. Migrações e trabalho sob contrato no século XIX, História, n, 12. 2017
A comparação mencionada no texto foi possível em razão da seguinte característica:

  • A Oferta de contrato formal.
  • B Origem étnica dos grupos de trabalhadores.
  • C Conhecimento das tarefas desenvolvidas.
  • D Controle opressivo das vidas dos indivíduos.
  • E Investimento requerido dos empregadores.
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O toyotismo, a partir dos anos 1970, teve grande impacto no mundo ocidental, quando se mostrou para os países avançados como uma opção possível para a superação de uma crise de acumulação.
ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo, Botempo. 2009 (adaptado)
A característica organizacional do modelo em questão, requerida no contexto de crise, foi o(a)

  • A expansão dos grandes estoques.
  • B incremento da fabricação em massa.
  • C adequação da produção à demanda.
  • D aumento da mecanização do trabalho.
  • E centralização das etapas de planejamento.
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Desde o mundo antigo e sua filosofia, que o trabalho tem sido compreendido como expressão de vida e degradação, criação e infelicidade, atividade vital e escravidão, felicidade social e servidão. Trabalho e fadiga. Na Modernidade, sob o comando do mundo da mercadoria e do dinheiro, a prevalência do negócio (negar o ócio) veio sepultar o império do repouso, da folga e da preguiça, criando uma ética positiva do trabalho.
ANTUNES. R. O século XX e a era da degradação do trabalho, ln: SILVA. J. P (Org.). Por uma sociologia do século XX. São Paulo Annablume, 2007 (adaptado).
O processo de ressignificação do trabalho nas sociedades modernas teve inicio a partir do surgimento de uma nova mentalidade, influenciada pela

  • A reforma higienista, que combateu o caráter excessivo e insalubre do trabalho fabril.
  • B Reforma Protestante, que expressou a importância das atividades laborais no mundo secularizado.
  • C força do sindicalismo, que emergiu no esteio do anarquismo reivindicando direitos trabalhistas.
  • D participação das mulheres em movimentos sociais, defendendo o direito ao trabalho.
  • E visão do catolicismo, que, desde a Idade Média, defendia a dignidade do trabalho e do lucro.
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Um dos resquícios franceses na dança são os comandos proferidos pelo marcador da quadrilha. Seu papel é anunciar os próximos passos da coreografia. O abrasileiramento de termos franceses deu origem, por exemplo, ao saruê (soirée - reunião social noturna, ordem para todos se juntarem no centro do salão), anarriê (en arrière - para trás) e anavã (en avant — para frente). Disponível em www.ebc.com.br Acesso em: 6 jul. 2015

A característica apresentada dessa manifestação popular resulta do seguinte processo socio-histórico:

  • A Massificação da arte erudita.
  • B Rejeição de hábitos elitistas.
  • C Laicização dos rituais religiosos.
  • D Restauração dos costumes antigos.
  • E Apropriação de práticas estrangeiras.
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Considere os seguintes conceitos da avaliação, especialmente sobre sua inserção no ciclo de políticas públicas. Assinale o item que está INCORRETO:

  • A impacto é o resultado do programa que pode ser atribuído exclusivamente às suas ações, isolados os efeitos externos.
  • B impacto é o resultado concreto do programa, podendo ser tanto bens, quanto serviços.
  • C eficiência é a relação entre custos e benefícios, com a minimização do custo total para uma quantidade de produto ou a maximização do produto para um gasto total fixo.
  • D efetividade é a medida do impacto ou do grau de alcance dos objetivos.
  • E eficácia é a relação entre alcance de metas e tempo, sem considerar os custos implicados.
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A participação da população nas decisões governamentais, traduzidas nas política públicas, é fundamental para a devida consolidação da democracia. Entre as afirmações abaixo, assinale a única que NÃO é correta sobre o assunto:

  • A A partir da Constituição de 1988, foram instituídos mecanismos que previam a participação popular. Isso se relaciona com o fato de a Carta Magna ter sido elaborada na redemocratização do país, com amplo envolvimento dos cidadãos na vida política.
  • B A participação cidadã envolve responsabilidade compartilhada sobre as políticas públicas, apontando para sua viabilidade e sustentabilidade.
  • C Entre as instâncias estabelecidas pelo Decreto que criou a Política Nacional de Participação Social estão: Conselho de Políticas Públicas; Fórum Interconselhos; Fórum Virtual de Discussão e Participação Social e Audiência Pública.
  • D Os diversos conselhos são instrumentos de controle social sobre a ação estatal, estabelecendo relação com o processo de descentralização administrativa, a partir de fins da década de 1980
  • E Quando a sociedade civil não é organizada para a participação, não se articula ou está muito dividida para encontrar uma agenda mínima de ação, pode acontecer de os conselhos se esvaziarem como espaços de força cidadã.
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A política e seu exercício é o meio pelo qual os indivíduos transformam a sua realidade social. Sobre o tema de participação política, assinale a alternativa correta.
  • A A participação política, quando contaminada por determinada perspectiva ideológica, invalidaria reivindicações sociais, pois a ideologia seria movida por sentimentalismo, o que diminui a racionalidade política.
  • B O voto é, sociologicamente, a participação política com maior legitimidade e importância social devido à sua capacidade decisória e universalidade.
  • C Uma das maiores críticas à democracia contemporânea se refere à ineficiência de colocar os cidadãos, especialmente grupos minoritários, no centro das decisões políticas. Uma saída para esse dilema, apresentada pela teoria republicana clássica, é o aumento do número de partidos que atendam às demandas específicas de cada grupo.
  • D Segundo Alexis de Tocqueville, em A democracia na América, o acesso eficaz dos cidadãos ao poder político depende da centralização administrativa e política do Estado. Essa perspectiva se faz válida quanto ao Brasil, pois nossa estrutura federativa é condizente com o modelo centralizado burocrático e político de democracia, o que permite mais ações conjuntas entre estados e União.
  • E Atualmente, apenas a presença mais igualitária de diferentes grupos nos espaços de decisão política não é suficiente para garantir a justiça social, pois as hierarquias das instituições representativas detêm os interesses que direcionam o jogo político.
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Diversos estudos sociológicos buscam analisar a formação da cultura brasileira e da identidade nacional. Com base nesse tema, assinale a alternativa correta.
  • A Florestan Fernandes é resposável por desconstruir a visão de um convívio harmonioso entre as raças no Brasil. Para o autor, em A integração do negro na sociedade de classes, a democracia racial seria um mito, uma imagem idealizada que serve para a perpetuação das desvantages sociais dos negros na sociedade brasileira.
  • B Nina Rodrigues e Euclides da Cunha são autores que valorizavam a mestiçagem brasileira. Eles defendem a ideia de que a mistura das matrizes indígena, branca e negra seria fundamental para a contrução de um povo tolerante e avesso ao preconceito e à discriminação.
  • C Segundo Gilberto Freyre, a mistura racial no Brasil favorecia a ruína da nação. De acordo com esse autor, seria necessário que o Estado adotasse políticas de branqueamento racial.
  • D A Constituição brasileira de 1988 assegura os direitos sociais e individuais sem preconceito e discriminação. Sendo assim, casos como os sálarios mais baixos para as mulheres, mesmo ocupando a mesma atividade que os homens, não fazem parte do cenário social brasileiro atual.
  • E As teorias raciais e eugênicas não tiveram sucesso no Brasil do século XIX. A ideia da superioridade dos brancos europeus foi totalmente repudiada pelos intelectuais brasileiros da época que buscavam valorizar as práticas culturais advindas da mestiçagem.
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A respeito de pesquisas sociológicas e valores culturais, assinale a alternativa correta.
  • A Os fatos históricos ocorridos após a Segunda Guerra levaram a democracia a ser uma forma de governo inevitável em escala mundial devido ao surgimento de elementos culturais que colaboram para os processos de implantação, consolidação e aprofundamento dessa forma de governo.
  • B Robert Putnam afirma que a confiança entre os indivíduos é uma variável fundamental para uma sociedade mais cívica e democrática, pois ela freia oportunismos individuais e fomenta associações de cooperação entre os cidadãos.
  • C Orientações cognitivas, afetivas e avaliativas expressadas pelos indivíduos não são utilizadas pelas análises sociológicas a fim de compreender valores políticos e sociais.
  • D A atividade político-partidária é reconhecida pela sociologia como a forma mais virtuosa de ativismo e engajamento para o aprimoramento dos valores democráticos.
  • E As pesquisas e metodologias sociológicas ainda não se desenvolveram por completo, principalmente quando comparadas às outras ciências sociais. Ainda são necessárias a expansão de técnicas estatísticas e a disposição de índices e escalas em dimensões homogêneas para que as teorias sociológicas sejam colocadas em análise.
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Atualmente, a relação entre indivíduo e sociedade é tema central nas discussões sociológicas. Sobre esse tema, assim como sobre as teorias sociológicas clássicas, assinale a alternativa correta.
  • A A coerção social pode ser definida como uma força exercida sobre os indivíduos pelas normas e regras sociais. Segundo a teoria sociológica proposta por George Simmel, essa também é uma das características do fato social.
  • B De acordo com a teoria clássica de Émile Durkheim, a sociedade moderna pode reduzir ou não exercer regulação sobre a conduta dos indivíduos. Nesse caso, encontra-se uma ocorrência de anomia social, caracterizando uma disfunção social.
  • C As teorias sociológicas contemporâneas, influenciadas pelos estudos de Émile Durkheim, descartam a ideia de determinismo social, ou seja, a ideia de que os indivíduos podem ser determinados pelas organizações sociais.
  • D Os fatos sociais, segundo Émile Durkheim, são caracterizados por serem exteriores aos indivíduos, coercitivos e particulares do conjunto de dada sociedade.
  • E Para Max Weber, um importante instrumento de análise sociológica é a ação social. O autor identificou quatro tipos fundamentais de ação social que ajudam a compreender os fenômenos sociais: 1) a ação tradicional; 2) a ação afetiva; 3) a ação irracional; e 4) a ação racional referente a fins.

Química

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Considere a tabela a seguir, que mostra a variação da constante de equilíbrio para uma reação que ocorre na atmosfera, precursora da chuva ácida, representada a seguir:
2 SO2 (g) + O2 (g) ⇌ 2 SO3 (g) Temperatura, K Constante, Kc 300 4 x 1024 500 2,5 x 1010 700 3,0 x 104
As melhores condições para que a formação do produto seja favorecida são:

  • A no pico da Neblina, em dias quentes.
  • B no pico da Neblina, a qualquer temperatura.
  • C ao nível do mar, em dias frios.
  • D ao nível do mar, em dias quentes.
  • E no pico da Neblina, em dias frios.
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A primeira evidência experimental da estrutura interna dos átomos foi obtida em 1897 a partir do experimento conduzido pelo físico britânico J. J. Thomson.
Esse experimento refere-se___________ e à emissão de______________ .
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

  • A aos raios catódicos … partículas alfa
  • B aos raios catódicos … elétrons
  • C ao efeito fotoelétrico … fótons
  • D ao efeito fotoelétrico … elétrons
  • E aos raios catódicos … fótons
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Considere a tabela dos valores de Kw a diferentes temperaturas.


T (ºC) Kw

10 0,29 × 10–14

15 0,45 × 10–14

20 0,68 × 10–14

25 1,01 × 10–14

30 1,47 × 10–14

50 5,48 × 10–14



Os valores de Kw mostram que, a 50 ºC, o pH da água pura é

  • A igual a 7 e [H3 O+] = [OH].
  • B maior que 7 e [H3 O+] < [OH].
  • C menor que 7 e [H3 O+] > [OH].
  • D menor que 7 e [H3 O+] = [OH].
  • E maior que 7 e [H3 O+] = [OH].
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Assinale a alternativa correta referente ao tema classificação periódica dos elementos.

  • A O químico inglês J. Newland listou os elementos em uma linha espiralada ao redor de um cilindro; o parafuso telúrico.
  • B O químico alemão J. W. Döberreiner observou que certos grupos de oito elementos possuíam propriedades semelhantes.
  • C A lei periódica e organização da tabela periódica são consequências da configuração eletrônica dos elementos.
  • D Em suas tabelas periódicas, Meyer e Mendeleev listaram os elementos em ordem crescente de número atômico.
  • E As propriedades físicas dos elementos como densidade, ponto de fusão e caráter ácido-base ilustram periodicidade perfeitamente regular.
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A razão entre as quantidades em mol de ácido acético (Ka = 1,8 x 10–5 ) e íons acetato para obter uma solução-tampão de pH = 5,0, a 25 ºC, é

  • A 0,56.
  • B 1,8.
  • C 7,8.
  • D 5,6.
  • E 0,78.
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Considere os seguintes pares de compostos iônicos:


I. MgO e MgS.

II. KBr e CaBr2 .

III. MgF2 e CaF2.


Os compostos que apresentam maior energia reticular em I, II e III, são, correta e respectivamente,

  • A MgS, CaBr2 e CaF2 .
  • B MgS, KBr e MgF2 .
  • C MgO, KBr e CaF2 .
  • D MgO, CaBr2 e CaF2 .
  • E MgO, CaBr2 e MgF2 .
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A fluoretação da água garante a concentração de flúor, na forma de fluoreto, de 0,7 mg.L–1 . Sabendo que CaF2 tem K ps = 5,3 x 10–11, uma água dura que contenha 320 mg.L–1 de íons Ca2+, quando misturada com volume igual de solução de NaF de 1,4 mg.L–1 , em relação ao CaF2 ,

  • A mantém-se insaturada, porque Q é maior que o K ps do CaF2 .
  • B mantém-se insaturada, porque Q é menor que o K ps do CaF2 .
  • C fica saturada, porque Q é igual ao Kps de CaF2 .
  • D começa a precipitar, porque Q é menor que o Kps do CaF2 .
  • E começa a precipitar, porque Q é maior que o Kps do CaF2 .
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O comportamento da molécula de oxigênio sob ação de um campo magnético revela que ela é paramagnética, pois apresenta elétrons__________ conforme é representado empregando-se ______________ .
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

  • A emparelhados … a teoria de Lewis ou do octeto
  • B desemparelhados … a teoria da ligação de valência
  • C desemparelhados … a teoria de Lewis ou do octeto
  • D desemparelhados … a teoria dos orbitais moleculares
  • E emparelhados … a teoria dos orbitais moleculares
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Assinale a alternativa que apresenta corretamente a fórmula de uma molécula polar que tem geometria plana trigonal.

  • A ClF3 .
  • B COCl2 .
  • C SOCl2.
  • D XeOF2 .
  • E PH3.
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Em um balão volumétrico de 100 mL foram adicionados, com emprego de pipetas volumétricas, 5,0 mL de solução de nitrato de alumínio 2,0 mol/L e 1,0 mL de solução de ácido nítrico 1,0 mol/L.
Completou-se o volume do balão com água destilada. Considerando que se empregou a técnica quantitativa na preparação da solução, a concentração de íons nitrato na solução preparada é

  • A 0,31 mol/L.
  • B 0,11 mol/L.
  • C 0,011 mol/L.
  • D 0,0011 mol/L.
  • E 0,031 mol/L.
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