Resolver o Simulado Farmacêutico - LEGALLE Concursos

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Português

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O sistema linguístico

(1) Entendida como a soma de seus usos, a língua constitui a mais poderosa “engenharia simbólica” à disposição do ser humano. Valemo-nos dessa engenharia tanto para dizer um previsível e elementar “Parece que vai chover” quanto para escrever uma reportagem, um ensaio filosófico ou um poema lírico. A frase banal e a reportagem buscam uma correspondência entre o discurso e o fato, fazendo crer que a realidade a que se referem existe por si, independentemente da linguagem. O ensaio filosófico e o poema lírico têm outra natureza; a “realidade” de ambos é produto da linguagem com que são elaborados. O ensaio consiste em uma proposta de compreender as situações da vida como obra do pensamento racional movido pela associação livre de ideias. Já o poema revela, em sua essência, a captação do mundo dos sentimentos e sua representação por meio de recursos de linguagem em que sobressai a materialidade sonora e rítmica das palavras.

(2) Nossa tarefa, como linguistas e estudiosos da linguagem, é promover a compreensão do papel comum da palavra na construção de todas as espécies de textos. A palavra é, em qualquer caso, uma forma de construir significado, quer quando está a serviço da comunicação de uma experiência do cotidiano moldado pela bitola do senso comum - a exemplo do comentário sobre o tempo -, quer quando sua função é abrir caminhos que produzam fissuras na superfície da realidade imediata, abalando certezas e projetando-nos em outros universos de significação - como se passa na escrita/leitura do ensaio ou do poema lírico.

(3) Para apreender a palavra como forma de construir significado, é preciso ir além de sua utilidade como simples instrumento de comunicação e passar a tratá-la como objeto de observação, de reflexão e de análise. Cabe à escola levar o aluno à percepção e à compreensão de que a palavra desempenha múltiplos papéis em nossa vida, de que os horizontes de nossas experiências simbólicas se ampliam na mesma medida em que se ampliam nossos recursos de expressão. A educação linguística e literária - que propicia a compreensão do funcionamento da linguagem - é o passaporte que permite ao indivíduo transitar conscientemente pelo mundo da interação verbal.

AZEREDO, José Carlos de. A Linguística, o texto e o ensino da língua. São Paulo: Parábola, 2018. p. 63-64. Adaptado.

Todo texto se desenvolve em torno de uma unidade semântica, que configura o que, comumente, se conhece como “seu tema central”. No caso do Texto 1, o tema que lhe confere essa 'unidade semântica” é/são:

  • A propriedades linguísticas e textuais que diferenciam um poema lírico de um ensaio filosófico.
  • B o papel da escola no sentido de levar o aluno à compreensão de que a linguagem exerce múltiplas funções em nossa vida.
  • C a compreensão do papel da palavra, ou seja, da linguagem, como criação e expressão de significados e sentidos.
  • D a realidade a que a linguagem se refere, por exemplo, nas reportagens, e que existe por si, independentemente da linguagem.
  • E a função da linguagem na abertura de universos de significação que possam abalar certezas, como na escrita/leitura de poema líricos.
2

Por que ler Literatura?

Vamos, primeiramente, adotar como princípio que a Literatura é uma forma de arte, assim como a música, a pintura, a dança, a escultura e a arquitetura.

Há algo, porém, que a diferencia das demais manifestações artísticas. A Literatura nos permite, pela interação com o texto através do qual ela se manifesta, tomar contato com o vasto conjunto de experiências acumuladas pelo ser humano ao longo de sua trajetória. Sem que seja preciso vivê-las novamente.

Toda forma de arte apresenta um determinado conhecimento. Mas esta apresentação é feita de modo particularizado: o artista transpõe para um quadro, para uma música, para um livro, sua visão pessoal sobre determinada experiência ou acontecimento.

Dessa forma, observando as manifestações artísticas, temos condições de recuperar conhecimentos mais abstratos e sutis do que aqueles apresentados pelas ciências. Podemos, por exemplo, experimentar diferentes sensações ou estados de ânimo ou reconhecer que uma determinada obra expressa uma fantasia de seu autor...

Nesse sentido, apreciar a arte significa lidar com aquilo que nos caracteriza como seres humanos: nossos sentimentos e dúvidas, emoções e perplexidades; enfim, todas as particularidades relativas ao fato de estarmos vivos. A arte, inclusivamente a arte literária, pode ser considerada, então, como um espelho muito especial, porque, além de nos mostrar a face do artista, permite-nos vislumbrar o cenário no qual produziu sua obra: a sociedade em que viveu.

Maria Luíza Abaurre et alli. Português, Língua e Literatura. São Paulo: Moderna, 2000. p. 311-312. Adaptado.

Analise o fragmento: “Vamos, primeiramente, adotar como princípio que a Literatura é uma forma de arte, assim como a música, a pintura, a dança, a escultura e a arquitetura. Há algo, porém, que a diferencia das demais manifestações artísticas”. O conectivo 'porém' expressa um sentido:

  • A de conclusão e poderia ser substituído, com igual valor semântico, por 'então'.
  • B de oposição, e teria a mesma função que o conectivo 'também'.
  • C adversativo e poderia exercer a mesma função coesiva que 'no entanto'.
  • D de concessão, tendo o mesmo valor semântico de 'apesar de'.
  • E de adição, uma vez que acrescenta uma informação ao texto.
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A questão se refere ao texto a seguir.

Seu cachorro é um gênio – saiba o porquê

Brian Hare, neurocientista especializado em cognição canina, e sua esposa, a cientista e jornalista Vanessa Woods, explicam como funciona a mente dos cães e contam por que eles podem ser mais inteligentes do que seus donos imaginam.
Baseados em um conjunto de trabalhos sobre o assunto que apelidaram de caninognição – ou seja, a cognição dos cães –, os autores chegaram à conclusão de que o processo evolutivo que transformou lobos em cachorros domésticos fez com que os animais adquirissem um novo tipo de inteligência social.
Essa inteligência teria tornado os cães muito semelhantes a bebês humanos, em termos de comportamento e de habilidades de comunicação – conquistando seus donos definitivamente. De acordo com Brian Hare, depois dos seres humanos, os cachorros são os mamíferos mais bem-sucedidos do planeta, superando até mesmo os chipanzés, famosos por sua esperteza.

Disponível em: <https://veja.abril.com.br/ciencia/seu-cachorro-e-um-genio-saiba-o-porque/> Acesso em: 13 ago. 2019. Adaptado.

Sobre o emprego da palavra “porque” no título do texto “Seu cachorro é um gênio – saiba o porquê”, é correto afirmar que essa palavra possui acento por ser

  • A empregada em título.
  • B uma interrogativa indireta.
  • C empregada em final de frase.
  • D substantivada e sinônima de “motivo”.
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“A bike da estudante permaneceu apenas uma hora no bicicletário em frente ao Shopping. O tempo necessário para que dois homens a escolhessem a dedo – tratava-se de um modelo elétrico, com valor estimado de R$5 mil –, violassem o seu cadeado e a levassem dali”. (Zona Sul, 17/08/2019, p. 3)


O texto acima aborda mais um roubo praticado no Rio de Janeiro; sobre a utilização do termo “apenas” nessa notícia, é correto afirmar que:

  • A indica o pouco tempo em que a estudante ficou no Shopping;
  • B mostra uma crítica indireta à fiscalização do bicicletário;
  • C demonstra a eficiência e o planejamento dos ladrões;
  • D informa que a bicicleta roubada era a única no bicicletário;
  • E insere uma opinião do autor do texto sobre a atuação da polícia.
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O sistema linguístico

(1) Entendida como a soma de seus usos, a língua constitui a mais poderosa “engenharia simbólica” à disposição do ser humano. Valemo-nos dessa engenharia tanto para dizer um previsível e elementar “Parece que vai chover” quanto para escrever uma reportagem, um ensaio filosófico ou um poema lírico. A frase banal e a reportagem buscam uma correspondência entre o discurso e o fato, fazendo crer que a realidade a que se referem existe por si, independentemente da linguagem. O ensaio filosófico e o poema lírico têm outra natureza; a “realidade” de ambos é produto da linguagem com que são elaborados. O ensaio consiste em uma proposta de compreender as situações da vida como obra do pensamento racional movido pela associação livre de ideias. Já o poema revela, em sua essência, a captação do mundo dos sentimentos e sua representação por meio de recursos de linguagem em que sobressai a materialidade sonora e rítmica das palavras.

(2) Nossa tarefa, como linguistas e estudiosos da linguagem, é promover a compreensão do papel comum da palavra na construção de todas as espécies de textos. A palavra é, em qualquer caso, uma forma de construir significado, quer quando está a serviço da comunicação de uma experiência do cotidiano moldado pela bitola do senso comum - a exemplo do comentário sobre o tempo -, quer quando sua função é abrir caminhos que produzam fissuras na superfície da realidade imediata, abalando certezas e projetando-nos em outros universos de significação - como se passa na escrita/leitura do ensaio ou do poema lírico.

(3) Para apreender a palavra como forma de construir significado, é preciso ir além de sua utilidade como simples instrumento de comunicação e passar a tratá-la como objeto de observação, de reflexão e de análise. Cabe à escola levar o aluno à percepção e à compreensão de que a palavra desempenha múltiplos papéis em nossa vida, de que os horizontes de nossas experiências simbólicas se ampliam na mesma medida em que se ampliam nossos recursos de expressão. A educação linguística e literária - que propicia a compreensão do funcionamento da linguagem - é o passaporte que permite ao indivíduo transitar conscientemente pelo mundo da interação verbal.

AZEREDO, José Carlos de. A Linguística, o texto e o ensino da língua. São Paulo: Parábola, 2018. p. 63-64. Adaptado.

Uma afirmação que ganha grande relevância, em função da ideia central do Texto 1, é:

  • A “A frase banal e a reportagem buscam uma correspondência entre o discurso e o fato”
  • B “O ensaio filosófico e o poema lírico têm outra natureza; a 'realidade' de ambos é produto da linguagem com que são elaborados”.
  • C “Nossa tarefa, como linguistas e estudiosos da linguagem, é promover a compreensão do papel comum da palavra na construção de todas as espécies de texto.”
  • D “a língua constitui a mais poderosa 'engenharia simbólica' à disposição do ser humano”.
  • E “Cabe à escola levar o aluno à percepção e à compreensão de que a palavra desempenha múltiplos papéis em nossa vida”.
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Por que ler Literatura?

Vamos, primeiramente, adotar como princípio que a Literatura é uma forma de arte, assim como a música, a pintura, a dança, a escultura e a arquitetura.

Há algo, porém, que a diferencia das demais manifestações artísticas. A Literatura nos permite, pela interação com o texto através do qual ela se manifesta, tomar contato com o vasto conjunto de experiências acumuladas pelo ser humano ao longo de sua trajetória. Sem que seja preciso vivê-las novamente.

Toda forma de arte apresenta um determinado conhecimento. Mas esta apresentação é feita de modo particularizado: o artista transpõe para um quadro, para uma música, para um livro, sua visão pessoal sobre determinada experiência ou acontecimento.

Dessa forma, observando as manifestações artísticas, temos condições de recuperar conhecimentos mais abstratos e sutis do que aqueles apresentados pelas ciências. Podemos, por exemplo, experimentar diferentes sensações ou estados de ânimo ou reconhecer que uma determinada obra expressa uma fantasia de seu autor...

Nesse sentido, apreciar a arte significa lidar com aquilo que nos caracteriza como seres humanos: nossos sentimentos e dúvidas, emoções e perplexidades; enfim, todas as particularidades relativas ao fato de estarmos vivos. A arte, inclusivamente a arte literária, pode ser considerada, então, como um espelho muito especial, porque, além de nos mostrar a face do artista, permite-nos vislumbrar o cenário no qual produziu sua obra: a sociedade em que viveu.

Maria Luíza Abaurre et alli. Português, Língua e Literatura. São Paulo: Moderna, 2000. p. 311-312. Adaptado.

Observe o uso das vírgulas no seguinte fragmento destacado em: “a Literatura é uma forma de arte, assim como a música, a pintura, a dança, a escultura e a arquitetura”. Esse uso se justifica, gramaticalmente, por se tratar de:

  • A um texto acadêmico que precisa ser lido com ritmo cadenciado.
  • B uma enumeração de vários itens, que devem ser percebidos como distintos.
  • C um segmento que insere no trecho uma explicação.
  • D um caso de deslocamento de segmento que expressa circunstância.
  • E um segmento por meio do qual o autor sinaliza a completude de uma ideia.
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A questão se refere ao texto a seguir.

O Sol e a Neve

Era uma floquinha de neve que vivia no alto de uma montanha gelada. Um dia, se apaixonou pelo sol. E passou a flertar descaradamente com ele. “Cuidado!”, alertaram os flocos mais experientes. “Você pode se derreter”. Mas a nevinha não queria nem saber e continuava a olhar para o Sol, que com seus raios a queimava de paixão. Ela nem percebia o quanto se derretia... e ficou ali um bom tempo, só se derretendo, se derretendo. Quando viu, era uma gotinha, uma pequena lágrima de amor descendo, com nobreza e delicadeza, a montanha. Lá embaixo, um rio esperava por ela.

Disponível em: <file:///C:/Users/sosan/Downloads/2014-08a-18s-ep-05.pdf> Acesso em: 15 ago. 2019.

No sentido figurado, a personificação confere características, qualidades e sentimentos de seres humanos a seres irracionais ou inanimados.
O trecho em que a personificação NÃO aparece é

  • A “Lá embaixo, um rio esperava por ela.”
  • B “... com seus raios a queimava de paixão.”
  • C “Mas a nevinha (...) continuava a olhar para o sol”.
  • D “‘Cuidado’!, alertaram os flocos mais experientes.”
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“A dificuldade de aumentar o Fundo Eleitoral para as eleições municipais do ano que vem está revivendo entre deputados e senadores a necessidade do financiamento privado das campanhas eleitorais. Com o aumento do custo pela volta da propaganda no rádio e na televisão, haverá necessidade de novo tipo de financiamento”. (Uma questão de dinheiro, Merval Pereira).

As preposições, em língua portuguesa, podem ser solicitadas por termos anteriores ou não; entre as preposições (combinadas ou não com artigos), aquela que NÃO depende sintaticamente de qualquer termo anterior é:

  • A “dificuldade de aumentar”;
  • B “eleições municipais do ano que vem”;
  • C “necessidade do financiamento privado”;
  • D “aumento do custo”;
  • E “necessidade de novo tipo de financiamento”.
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O sistema linguístico

(1) Entendida como a soma de seus usos, a língua constitui a mais poderosa “engenharia simbólica” à disposição do ser humano. Valemo-nos dessa engenharia tanto para dizer um previsível e elementar “Parece que vai chover” quanto para escrever uma reportagem, um ensaio filosófico ou um poema lírico. A frase banal e a reportagem buscam uma correspondência entre o discurso e o fato, fazendo crer que a realidade a que se referem existe por si, independentemente da linguagem. O ensaio filosófico e o poema lírico têm outra natureza; a “realidade” de ambos é produto da linguagem com que são elaborados. O ensaio consiste em uma proposta de compreender as situações da vida como obra do pensamento racional movido pela associação livre de ideias. Já o poema revela, em sua essência, a captação do mundo dos sentimentos e sua representação por meio de recursos de linguagem em que sobressai a materialidade sonora e rítmica das palavras.

(2) Nossa tarefa, como linguistas e estudiosos da linguagem, é promover a compreensão do papel comum da palavra na construção de todas as espécies de textos. A palavra é, em qualquer caso, uma forma de construir significado, quer quando está a serviço da comunicação de uma experiência do cotidiano moldado pela bitola do senso comum - a exemplo do comentário sobre o tempo -, quer quando sua função é abrir caminhos que produzam fissuras na superfície da realidade imediata, abalando certezas e projetando-nos em outros universos de significação - como se passa na escrita/leitura do ensaio ou do poema lírico.

(3) Para apreender a palavra como forma de construir significado, é preciso ir além de sua utilidade como simples instrumento de comunicação e passar a tratá-la como objeto de observação, de reflexão e de análise. Cabe à escola levar o aluno à percepção e à compreensão de que a palavra desempenha múltiplos papéis em nossa vida, de que os horizontes de nossas experiências simbólicas se ampliam na mesma medida em que se ampliam nossos recursos de expressão. A educação linguística e literária - que propicia a compreensão do funcionamento da linguagem - é o passaporte que permite ao indivíduo transitar conscientemente pelo mundo da interação verbal.

AZEREDO, José Carlos de. A Linguística, o texto e o ensino da língua. São Paulo: Parábola, 2018. p. 63-64. Adaptado.

A continuidade temática do texto constitui uma exigência de sua interpretabilidade. No texto 1, por exemplo, contribuíram para essa continuidade:

1) o fato de palavras como 'língua', 'linguagem', 'palavra' ocorrerem em diferentes pontos do texto, mais de uma vez.

2) o uso de certos conectivos (e, que, como, para, quer...quer), que articulam diferentes segmentos do texto, como períodos e parágrafos.

3) a aproximação semântica que se pode ver entre palavras como: 'comunicação', 'significação', 'interação verbal', 'linguística', 'escrita/leitura'.

4) o uso de um vocabulário erudito e de um padrão culto da língua, deixando o texto mais inteligível e interpretável.

5) retomadas pronominais (como em: “passar a tratá-la”), que exigem, para seu entendimento, que seja recuperado em partes anteriores do texto o objeto referido.

Estão corretos:

  • A 1, 2, 3, 4 e 5.
  • B 1, 2, 3 e 5, apenas
  • C 2, 3 e 4, apenas.
  • D 1, 3 e 5, apenas
  • E 2, 4 e 5, apenas.
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A questão se refere ao texto a seguir.

O Sol e a Neve

Era uma floquinha de neve que vivia no alto de uma montanha gelada. Um dia, se apaixonou pelo sol. E passou a flertar descaradamente com ele. “Cuidado!”, alertaram os flocos mais experientes. “Você pode se derreter”. Mas a nevinha não queria nem saber e continuava a olhar para o Sol, que com seus raios a queimava de paixão. Ela nem percebia o quanto se derretia... e ficou ali um bom tempo, só se derretendo, se derretendo. Quando viu, era uma gotinha, uma pequena lágrima de amor descendo, com nobreza e delicadeza, a montanha. Lá embaixo, um rio esperava por ela.

Disponível em: <file:///C:/Users/sosan/Downloads/2014-08a-18s-ep-05.pdf> Acesso em: 15 ago. 2019.

Silveira Bueno (2014, p. 108) diz que “o substantivo é a palavra variável em gênero, número e grau que dá nome aos seres. Seres, objetos, fatos, sentimentos, emoções, enfim, tudo o que se vê, se ouve, se sente ou imagina tem um nome, e esse nome é classificado como substantivo.”
Diante do exposto, analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas.
I - Os substantivos “floquinha”, “nevinha” e “gotinha” estão no grau diminutivo
PORQUE
II - a eles juntou-se um adjetivo que indica diminuição.
Sobre as afirmações, é correto dizer que

  • A as duas são falsas.
  • B a primeira é falsa e a segunda é verdadeira.
  • C a primeira é verdadeira e a segunda é falsa.
  • D as duas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.

Noções de Informática

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Sobre o significado dos termos Internet e Intranet, considere as afirmativas a seguir.


I. São sinônimos em qualquer contexto, tanto tecnológico como de utilização.

II. A Intranet não pode ser acessada remotamente via Internet sem autenticação.

III. A Intranet é usualmente empregada em ambientes corporativos, com acesso limitado.


Está correto somente o que se afirma em:

  • A I;
  • B II;
  • C III;
  • D I e II;
  • E II e III.
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A respeito dos mecanismos de segurança de informação, é correto afirmar que um firewall pessoal é capaz de

  • A bloquear tentativas de invasão ao computador.
  • B bloquear a inserção de tabelas em um documento texto do Microsoft Word.
  • C garantir que um arquivo não se torne corrompido após uma queda de energia.
  • D garantir que um vírus não se instale no espaçamento entre parágrafos de um documento-texto do Microsoft Word.
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Considere uma planilha MS Excel 2010 BR que contém, nas células A1, B1 e C1, respectivamente, os valores 120, 20 e 45 e, na célula A2, a fórmula ”=A$1+$B1”.


Considere agora a sequência de ações a seguir.

1. a célula A2 é selecionada e copiada com Ctrl-C;

2. a região compreendendo as células B2 e C2 é selecionada;

3. o conteúdo copiado é colado na seleção com Ctrl-V.


Os valores exibidos nas células B2 e C2, respectivamente, são:

  • A 20 e 45;
  • B 20 e 65;
  • C 40 e 65;
  • D 60 e 65;
  • E 140 e 45.
14

Considere no Microsoft Excel ou OpenOffice Calc uma planilha em que se pretende colocar na célula A1 a fórmula para calcular o valor de A4*B4, se o valor em C5 for maior que 1; caso contrário, o valor de A4*C4. Uma fórmula adequada para o que se pretende é:

  • A SE(C5>1: A4*B4; A4*C4)
  • B SE(C5>1: A4*B4 SENÃO A4*C4)
  • C (C5>1 );(A4*B4);(A4*C4)
  • D SE(C5>1; A4*B4; A4*C4)
  • E (C5>1 ):(A4*B4);(A4*C4)
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Após inserir a função =SE(2=3;4;5) em uma célula vazia de uma planilha do Microsoft Excel 2013, o conteúdo exibido nessa célula será

  • A 2
  • B 3
  • C 4
  • D 5
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Maria preparou um documento no qual o espaçamento entre parágrafos é de 12pt, e o espaçamento entre linhas é simples.

Entretanto, Maria precisou incluir um trecho de um poema de Mario Quintana, de linhas bem curtas, como a seguir.


Um dia

Um mês

Um ano

Um(a) vida!


Para que essas linhas do poema não ficassem separadas como se fossem parágrafos, Maria optou por “quebrá-las” digitando:

  • A Alt+Enter
  • B Ctrl+End
  • C Esc
  • D F12
  • E Shift+Enter
17

No Microsoft PowerPoint do Office 10, o botão com o símbolo faz iniciar a apresentação a partir do slide atual. Mas a mesma função pode ser ativada a partir da aba “Apresentação de slides” na barra de ferramentas com outro botão. A imagem desse botão é:

  • A
  • B
  • C
  • D
  • E
18

A respeito da compactação de arquivos utilizando-se o Windows Explorer do Windows 7, indique se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.
( ) Para adicionar arquivos a uma pasta zipada criada anteriormente, arraste-os para a pasta zipada. ( ) Para descompactar todo o conteúdo de uma pasta zipada, clique com botão direito sobre a pasta e selecione Descompactador de arquivos. ( ) Para compactar arquivos, clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo que deseja compactar, selecione Enviar para e escolha Compactador de arquivos.
Com relação às afirmações, a sequência correta é

  • A V; F; F.
  • B V; V; F.
  • C F; V; V.
  • D F; F; V.
19

Um protocolo utilizado pelos navegadores para troca de arquivos da Web e que roda sobre uma camada SSL (ou similar) de forma que os dados são transmitidos através de conexões criptografadas, com certificação digital de clientes e servidores, é:

  • A SMTP
  • B HTTP
  • C FTP
  • D TCP/IP
  • E HTTPS
20

Pode-se afirmar que são tipos de códigos maliciosos (malware), EXCETO

  • A vírus.
  • B worm.
  • C spyware.
  • D firewall.

Raciocínio Lógico

21

Marcelo e Samanta desenharam, na quadra de sua escola, uma circunferência com letras, como na figura abaixo.


Eles brincam de saltar de uma letra para outra letra vizinha toda vez que uma moeda é lançada segundo a seguinte regra: se o resultado do lançamento for cara, Marcelo salta no sentido horário para a letra vizinha de onde ele está e Samanta fica parada. Se o resultado for coroa, Samanta salta no sentido anti-horário para uma letra vizinha de onde ela está e Marcelo fica parado. Marcelo começa em A e Samanta em E. Após 70 lançamentos da moeda que resultaram em exatamente 37 caras, Marcelo e Samanta estarão, respectivamente, nas letras

  • A F e E
  • B H e C
  • C F e D
  • D G e D
  • E A e E
22

Um cubo de arestas medindo 3 cm foi formado por 27 cubinhos brancos de arestas medindo 1 cm. Após montado, esse cubo teve todas suas faces pintadas de azul. Em seguida, o cubo foi desmontado, e restaram cubinhos com faces pintadas de branco ou azul. O total de cubinhos com exatamente duas faces pintadas de azul é

  • A 15
  • B 6
  • C 8
  • D 12
  • E 1
23

Os 72 alunos de uma escola devem, nas aulas de educação física, participar de treinos em uma, duas ou três modalidades esportivas, entre futebol, atletismo e natação. Sabendo que 33 alunos treinam futebol, 34 treinam atletismo e 26 treinam natação, e que 4 alunos treinam as três modalidades, o número de alunos que treinam exatamente duas modalidades é

  • A 27
  • B 16
  • C 19
  • D 22
  • E 13
24

Considere a sequência numérica em que o primeiro termo é 1, o segundo termo é um inteiro positivo k, e os demais termos são definidos como a soma de todos os termos anteriores, isto é, an = an − 1 + ... + a1 . Se o 13° termo é 6144, o valor de k é

  • A 8
  • B 6
  • C 3
  • D 4
  • E 5
25

Em uma manhã, Helena saiu de casa quando o relógio de sua cozinha marcava 5h18. Ela foi caminhando até a universidade e se encontrou com o professor Cláudio na porta da biblioteca. Assim que se encontraram, ele falou: “Oi, são exatamente 5h19”. Helena sabia que Cláudio sempre falava a hora correta, e como ela leva mais de um minuto de casa até a universidade concluiu que seu relógio de cozinha estava errado. Helena e Cláudio continuaram conversando no mesmo lugar por certo tempo e, quando Helena disse que voltaria para casa, Cláudio disse: “Tchau, são exatamente 8h33”. Na mesma manhã, Helena voltou caminhando para casa, levando o mesmo tempo que levara antes para ir até a universidade. Assim que chegou em casa, viu o relógio da cozinha marcando 9h16 e prontamente ajustou o relógio para a hora correta, que era:

  • A 8h45.
  • B 9h00.
  • C 8h55.
  • D 8h50.
  • E 9h05.
26

Considerando o padrão de formação da sequência infinita (85, 97, 88, 104, 91, 111, 94, 118, 97, 125, …), o número de seus termos que possuem exatamente 3 algarismos é:

  • A 427.
  • B 428.
  • C 431.
  • D 430.
  • E 429.
27

Observando o padrão de formação da sequência infinita (2, 1, 3, 1, 1, 4, 1, 1, 1, 5, 1, 1, 1, 1, 6, …), nota-se que os termos iguais a 1 aparecem nas posições 2, 4, 5, 7, 8, 9, 11, e assim por diante. A 300ª vez em que o termo igual a 1 aparece nessa sequência está na posição

  • A 342.
  • B 330.
  • C 336.
  • D 324.
  • E 348.
28

Beatriz, Érica, Juliana e Natália têm idades de 20 a 22 anos, e sabem as idades umas das outras. Em um treinamento de teatro, as meninas que tinham idade ímpar deveriam sempre falar a verdade e as meninas que tinham idade par deveriam sempre mentir. Nesse treinamento elas tiveram o seguinte diálogo:


Beatriz: Eu tenho 20 anos.

Érica: Nenhuma de nós tem 21 anos.

Juliana: A soma das idades de Érica e Natália é igual a 41 anos.

Natália: A soma da minha idade com a idade de Juliana é igual a 42 anos.

Beatriz: Érica tem 21 anos.


A somas das idades, em anos, de Beatriz, Érica, Juliana e Natália é igual a:

  • A 83.
  • B 82.
  • C 81.
  • D 84.
  • E 85.
29

André, Bernardo e Carlos foram à Festa da Lógica e cada um deles, na festa, ou deveria dizer somente mentiras ou somente verdades. Ao encontrarem Daniel, que só fala verdades, tiveram a seguinte conversa:


André: Eu e Carlos estamos falando a verdade.

Bernardo: André está mentindo.

Carlos: Amanhã é domingo.

André: Ontem foi quinta-feira.

Bernardo: Em cem dias será segunda-feira.


Daniel concluiu, corretamente, que estava(m) mentindo:

  • A apenas André.
  • B apenas Carlos.
  • C André e Bernardo.
  • D André e Carlos.
  • E Bernardo e Carlos.
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Em uma manhã, Helena saiu de casa quando o relógio de sua cozinha marcava 5h18. Ela foi caminhando até a universidade e se encontrou com o professor Cláudio na porta da biblioteca. Assim que se encontraram, ele falou: “Oi, são exatamente 5h19”. Helena sabia que Cláudio sempre falava a hora correta, e como ela leva mais de um minuto de casa até a universidade concluiu que seu relógio de cozinha estava errado. Helena e Cláudio continuaram conversando no mesmo lugar por certo tempo e, quando Helena disse que voltaria para casa, Cláudio disse: “Tchau, são exatamente 8h33”. Na mesma manhã, Helena voltou caminhando para casa, levando o mesmo tempo que levara antes para ir até a universidade. Assim que chegou em casa, viu o relógio da cozinha marcando 9h16 e prontamente ajustou o relógio para a hora correta, que era:

  • A 8h45.
  • B 9h00.
  • C 8h55.
  • D 8h50.
  • E 9h05.
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