SELECT q.id, q.enunciado, q.texto, q.resposta_certa_id, q.cod_copia, q.materia_id, q.resposta_certo_errado, q.is_anulada, q.is_desatualizada, q.link_copia, q.link_resposta, q.is_revisado, q.is_ativo, q.is_sync_img, q.is_auto_review, q.data_atualizacao , qc.concurso_id, qc.ordem FROM questao q LEFT JOIN _questao_concurso qc ON qc.questao_id = q.id LEFT JOIN concurso c ON c.id = qc.concurso_id LEFT JOIN _simulado_questao sq ON sq.questao_id = q.id WHERE 1=1 AND sq.simulado_id = :id ORDER BY sq.id ASC

Resolver o Simulado IBFC - Nível Médio

0 / 103

Raciocínio Lógico

1
Um diretor deve escolher exatamente um professor e dois alunos para representar a escola num evento. Se na escola há 6 professores e 10 alunos, então o total de escolhas possíveis para esse diretor é:
  • A 270
  • B 180
  • C 360
  • D 540
2
Um diretor deve escolher exatamente um professor e dois alunos para representar a escola num evento. Se na escola há 6 professores e 10 alunos, então o total de escolhas possíveis para esse diretor é:
  • A 270
  • B 180
  • C 360
  • D 540
3
Considerando a sequencia lógica A, C, F, J, O, ... e o alfabeto de 26 letras, então a próxima letra da sequencia é:
  • A T
  • B U
  • C S
  • D V
4
Considerando a sequencia lógica A, C, F, J, O, ... e o alfabeto de 26 letras, então a próxima letra da sequencia é:
  • A T
  • B U
  • C S
  • D V
5
Considerando a sequencia lógica A, C, F, J, O, ... e o alfabeto de 26 letras, então a próxima letra da sequencia é:
  • A T
  • B U
  • C S
  • D V
6
Considerando a sequencia lógica A, C, F, J, O, ... e o alfabeto de 26 letras, então a próxima letra da sequencia é:
  • A T
  • B U
  • C S
  • D V
7
Considerando a sequencia lógica A, C, F, J, O, ... e o alfabeto de 26 letras, então a próxima letra da sequencia é:
  • A T
  • B U
  • C S
  • D V
8
Considerando a sequencia lógica A, C, F, J, O, ... e o alfabeto de 26 letras, então a próxima letra da sequencia é:
  • A T
  • B U
  • C S
  • D V
9
Dados os conjuntos A = { 0,1,2,4,5,8} e B = {0,2,3,4,5} é correto afirmar que:
  • A A ∪ B (A união B) = {0,0,1,2,2,3,4,4,5,5,8}
  • B A ∩ B (A intersecção B) = {0,2,5}
  • C A – B = {1,3,8}
  • D B – A = {3}
10
Dados os conjuntos A = { 0,1,2,4,5,8} e B = {0,2,3,4,5} é correto afirmar que:
  • A A ∪ B (A união B) = {0,0,1,2,2,3,4,4,5,5,8}
  • B A ∩ B (A intersecção B) = {0,2,5}
  • C A – B = {1,3,8}
  • D B – A = {3}
11
Dados os conjuntos A = { 0,1,2,4,5,8} e B = {0,2,3,4,5} é correto afirmar que:
  • A A ∪ B (A união B) = {0,0,1,2,2,3,4,4,5,5,8}
  • B A ∩ B (A intersecção B) = {0,2,5}
  • C A – B = {1,3,8}
  • D B – A = {3}
12
Dados os conjuntos A = { 0,1,2,4,5,8} e B = {0,2,3,4,5} é correto afirmar que:
  • A A ∪ B (A união B) = {0,0,1,2,2,3,4,4,5,5,8}
  • B A ∩ B (A intersecção B) = {0,2,5}
  • C A – B = {1,3,8}
  • D B – A = {3}
13
Dados os conjuntos A = { 0,1,2,4,5,8} e B = {0,2,3,4,5} é correto afirmar que:
  • A A ∪ B (A união B) = {0,0,1,2,2,3,4,4,5,5,8}
  • B A ∩ B (A intersecção B) = {0,2,5}
  • C A – B = {1,3,8}
  • D B – A = {3}
14
Dados os conjuntos A = { 0,1,2,4,5,8} e B = {0,2,3,4,5} é correto afirmar que:
  • A A ∪ B (A união B) = {0,0,1,2,2,3,4,4,5,5,8}
  • B A ∩ B (A intersecção B) = {0,2,5}
  • C A – B = {1,3,8}
  • D B – A = {3}
15
 Sejam os conjuntos A = {-2,-1,0,1,2,3} , B = {0,2,3,5,6} e C = {-1,0,2,3,7} é correto afirmar que:
  • A (A U B) U C = {-2,-1,0,1,2,3,5,7}
  • B B ∩ C = {0,3}
  • C C - B = {-1,5,6,7}
  • D A - C = {-2,1}
16
Considere os conjuntos finitos A = {0,1,3,5,6}, B = {-1,0,2,4,5,6,7} e C = {1,2,3,4,7,8} e as afirmações:

I. O total de elementos do conjunto que representa a união entre os conjuntos A e B é igual a 8.
II. O total de elementos do conjunto que representa a intersecção entre os conjuntos A e C é igual a 3.
III. O total de elementos do conjunto que representa a diferença entre os conjuntos A e B, nessa ordem, é igual a 2.
IV. O total de elementos do conjunto que representa a diferença entre os conjuntos B e C, nessa ordem, é igual a 4.

Assinale a alternativa que apresenta o total exato de afirmações corretas:
  • A 1
  • B 2
  • C 3
  • D 4
17

Considere verdadeiras as seguintes afirmações:


• Todo professor é formado.

• Nenhum formado é estrangeiro.


Assinale a alternativa correta:

  • A algum professor é estrangeiro
  • B todo formado é professor
  • C nenhum professor é estrangeiro
  • D todo professor é estrangeiro
18

Considere verdadeiras as seguintes afirmações:


• Todo professor é formado.

• Nenhum formado é estrangeiro.


Assinale a alternativa correta:

  • A algum professor é estrangeiro
  • B todo formado é professor
  • C nenhum professor é estrangeiro
  • D todo professor é estrangeiro
19
Se é verdade que algumas crianças são paulistas e que nenhum atleta é paulista, então é necessariamente verdade que:
  • A alguma criança é atleta
  • B alguma criança não é atleta
  • C nenhuma criança é atleta
  • D algum atleta é criança
20
Se é verdade que algumas crianças são paulistas e que nenhum atleta é paulista, então é necessariamente verdade que:
  • A alguma criança é atleta
  • B alguma criança não é atleta
  • C nenhuma criança é atleta
  • D algum atleta é criança
21
Sabe-se que dois quadrados têm o mesmo peso que três triângulos. Sabe-se também que dois triângulos têm o mesmo peso de três círculos. Se os objetos de formatos iguais têm o mesmo peso, então é correto afirmar que:
  • A um triângulo pesa mais que um quadrado
  • B três quadrados têm o mesmo peso que 7 círculos
  • C um quadrado têm o mesmo peso de 2 círculos
  • D quatro quadrados têm o mesmo peso que 9 círculos
22
Sabe-se que dois quadrados têm o mesmo peso que três triângulos. Sabe-se também que dois triângulos têm o mesmo peso de três círculos. Se os objetos de formatos iguais têm o mesmo peso, então é correto afirmar que:
  • A um triângulo pesa mais que um quadrado
  • B três quadrados têm o mesmo peso que 7 círculos
  • C um quadrado têm o mesmo peso de 2 círculos
  • D quatro quadrados têm o mesmo peso que 9 círculos
23
Cinco carros de corrida estão enfileirados aguardando a largada. Sabe-se que atrás do vermelho só há um carro e que na frente do azul só há um carro. O total de carros na frente e atrás do carro marrom são iguais. Se o carro amarelo está na frente do carro azul, então o carro laranja é o:
  • A último da fila
  • B terceiro da fila
  • C o quarto da fila
  • D o segundo da fila
24
Cinco carros de corrida estão enfileirados aguardando a largada. Sabe-se que atrás do vermelho só há um carro e que na frente do azul só há um carro. O total de carros na frente e atrás do carro marrom são iguais. Se o carro amarelo está na frente do carro azul, então o carro laranja é o:
  • A último da fila
  • B terceiro da fila
  • C o quarto da fila
  • D o segundo da fila
25
A negação da frase “Marcos é jogador de futebol e Ana é ciclista” é: 
  • A Marcos não é jogador de futebol ou Ana não é ciclista
  • B Marcos não é jogador de futebol e Ana não é ciclista
  • C Marcos não é jogador de futebol ou Ana é ciclista
  • D Marcos não é jogador de futebol se, e somente se, Ana não é ciclista
26
A negação da frase “Marcos é jogador de futebol e Ana é ciclista” é: 
  • A Marcos não é jogador de futebol ou Ana não é ciclista
  • B Marcos não é jogador de futebol e Ana não é ciclista
  • C Marcos não é jogador de futebol ou Ana é ciclista
  • D Marcos não é jogador de futebol se, e somente se, Ana não é ciclista

Noções de Informática

27
O Microsoft Word possui em um dos seus diversos recursos vários tipos de letras, denominadas tecnicamente de fontes. Uma típica fonte, com serifa, do Microsoft Word é a fonte:
  • A MS Sans Serif
  • B Times New Roman
  • C Arial
  • D Calibri
28
O Microsoft Word possui em um dos seus diversos recursos vários tipos de letras, denominadas tecnicamente de fontes. Uma típica fonte, com serifa, do Microsoft Word é a fonte:
  • A MS Sans Serif
  • B Times New Roman
  • C Arial
  • D Calibri
29
O Microsoft Word possui em um dos seus diversos recursos vários tipos de letras, denominadas tecnicamente de fontes. Uma típica fonte, com serifa, do Microsoft Word é a fonte:
  • A MS Sans Serif
  • B Times New Roman
  • C Arial
  • D Calibri
30
O Microsoft Word possui em um dos seus diversos recursos vários tipos de letras, denominadas tecnicamente de fontes. Uma típica fonte, com serifa, do Microsoft Word é a fonte:
  • A MS Sans Serif
  • B Times New Roman
  • C Arial
  • D Calibri
31
O Microsoft Word possui em um dos seus diversos recursos vários tipos de letras, denominadas tecnicamente de fontes. Uma típica fonte, com serifa, do Microsoft Word é a fonte:
  • A MS Sans Serif
  • B Times New Roman
  • C Arial
  • D Calibri
32
O Microsoft Word possui em um dos seus diversos recursos vários tipos de letras, denominadas tecnicamente de fontes. Uma típica fonte, com serifa, do Microsoft Word é a fonte:
  • A MS Sans Serif
  • B Times New Roman
  • C Arial
  • D Calibri
33
Referente aos conceitos de segurança da informação aplicados a TIC, assinale a alternativa que NÃO representa tipicamente um malware:
  • A worm
  • B hacker
  • C spyware
  • D trojan
34
Assinale a alternativa que identifica corretamente os conceitos técnicos básicos e características sobre a Internet e Intranet: 
  • A a exploração comercial pela Intranet, por meio da indústria, veio anteriormente do que a Internet
  • B para utilizar a intranet é necessário que o usuário seja autorizado, geralmente através de um login e senha
  • C os protocolos utilizados na Intranet são totalmente distintos quanto aqueles utilizados na Internet
  • D a extensão geográfica de uma Intranet é muito maior do que aquela abrangida pela Internet
35
Assinale a alternativa que identifica corretamente os conceitos técnicos básicos e características sobre a Internet e Intranet: 
  • A a exploração comercial pela Intranet, por meio da indústria, veio anteriormente do que a Internet
  • B para utilizar a intranet é necessário que o usuário seja autorizado, geralmente através de um login e senha
  • C os protocolos utilizados na Intranet são totalmente distintos quanto aqueles utilizados na Internet
  • D a extensão geográfica de uma Intranet é muito maior do que aquela abrangida pela Internet
36
Com base em uma planilha eletrônica abaixo, do pacote da Microsoft Office, assinale a alternativa que apresenta o resultado da fórmula: =A2+C2/B1+A1*C1-B2


  • A 255
  • B 312
  • C 50
  • D -138
37
Com base em uma planilha eletrônica abaixo, do pacote da Microsoft Office, assinale a alternativa que apresenta o resultado da fórmula: =A2+C2/B1+A1*C1-B2


  • A 255
  • B 312
  • C 50
  • D -138
38
Em maio de 2017 ocorreu um ataque cibernético a nível mundial por um ransomware, um tipo de vírus que “sequestra” os dados de um computador e só os libera com a realização de um pagamento (resgate). O ataque afetou mais de 200 mil máquinas em 150 países. No Brasil, as principais vítimas do vírus foram empresas e órgãos públicos, como a Petrobras, o Itamaraty e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O nome do vírus de computador relacionado ao ataque cibernético mencionado é: 
  • A WannaCry
  • B BadRansom
  • C Fireball
  • D Checkmate
39
Em maio de 2017 ocorreu um ataque cibernético a nível mundial por um ransomware, um tipo de vírus que “sequestra” os dados de um computador e só os libera com a realização de um pagamento (resgate). O ataque afetou mais de 200 mil máquinas em 150 países. No Brasil, as principais vítimas do vírus foram empresas e órgãos públicos, como a Petrobras, o Itamaraty e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O nome do vírus de computador relacionado ao ataque cibernético mencionado é: 
  • A WannaCry
  • B BadRansom
  • C Fireball
  • D Checkmate
40
Em maio de 2017 ocorreu um ataque cibernético a nível mundial por um ransomware, um tipo de vírus que “sequestra” os dados de um computador e só os libera com a realização de um pagamento (resgate). O ataque afetou mais de 200 mil máquinas em 150 países. No Brasil, as principais vítimas do vírus foram empresas e órgãos públicos, como a Petrobras, o Itamaraty e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O nome do vírus de computador relacionado ao ataque cibernético mencionado é: 
  • A WannaCry
  • B BadRansom
  • C Fireball
  • D Checkmate
41
Em maio de 2017 ocorreu um ataque cibernético a nível mundial por um ransomware, um tipo de vírus que “sequestra” os dados de um computador e só os libera com a realização de um pagamento (resgate). O ataque afetou mais de 200 mil máquinas em 150 países. No Brasil, as principais vítimas do vírus foram empresas e órgãos públicos, como a Petrobras, o Itamaraty e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O nome do vírus de computador relacionado ao ataque cibernético mencionado é: 
  • A WannaCry
  • B BadRansom
  • C Fireball
  • D Checkmate
42
Em maio de 2017 ocorreu um ataque cibernético a nível mundial por um ransomware, um tipo de vírus que “sequestra” os dados de um computador e só os libera com a realização de um pagamento (resgate). O ataque afetou mais de 200 mil máquinas em 150 países. No Brasil, as principais vítimas do vírus foram empresas e órgãos públicos, como a Petrobras, o Itamaraty e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O nome do vírus de computador relacionado ao ataque cibernético mencionado é: 
  • A WannaCry
  • B BadRansom
  • C Fireball
  • D Checkmate
43
Em maio de 2017 ocorreu um ataque cibernético a nível mundial por um ransomware, um tipo de vírus que “sequestra” os dados de um computador e só os libera com a realização de um pagamento (resgate). O ataque afetou mais de 200 mil máquinas em 150 países. No Brasil, as principais vítimas do vírus foram empresas e órgãos públicos, como a Petrobras, o Itamaraty e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O nome do vírus de computador relacionado ao ataque cibernético mencionado é: 
  • A WannaCry
  • B BadRansom
  • C Fireball
  • D Checkmate
44

Edward Snowden, analista de sistemas conhecido mundialmente por revelar programas de espionagem da Agência de Segurança dos Estados Unidos (NSA), criou um aplicativo de celular que transforma smartphones com sistema operacional Android em um sistema antiespionagem. O nome do aplicativo antiespionagem em questão é:

(fonte: Revista época Negócios 26/12/2017 - adaptado)

  • A Tolkien
  • B Haven
  • C Cerberus
  • D SpyDefense
45

Edward Snowden, analista de sistemas conhecido mundialmente por revelar programas de espionagem da Agência de Segurança dos Estados Unidos (NSA), criou um aplicativo de celular que transforma smartphones com sistema operacional Android em um sistema antiespionagem. O nome do aplicativo antiespionagem em questão é:

(fonte: Revista época Negócios 26/12/2017 - adaptado)

  • A Tolkien
  • B Haven
  • C Cerberus
  • D SpyDefense
46

Edward Snowden, analista de sistemas conhecido mundialmente por revelar programas de espionagem da Agência de Segurança dos Estados Unidos (NSA), criou um aplicativo de celular que transforma smartphones com sistema operacional Android em um sistema antiespionagem. O nome do aplicativo antiespionagem em questão é:

(fonte: Revista época Negócios 26/12/2017 - adaptado)

  • A Tolkien
  • B Haven
  • C Cerberus
  • D SpyDefense
47

Edward Snowden, analista de sistemas conhecido mundialmente por revelar programas de espionagem da Agência de Segurança dos Estados Unidos (NSA), criou um aplicativo de celular que transforma smartphones com sistema operacional Android em um sistema antiespionagem. O nome do aplicativo antiespionagem em questão é:

(fonte: Revista época Negócios 26/12/2017 - adaptado)

  • A Tolkien
  • B Haven
  • C Cerberus
  • D SpyDefense
48

Edward Snowden, analista de sistemas conhecido mundialmente por revelar programas de espionagem da Agência de Segurança dos Estados Unidos (NSA), criou um aplicativo de celular que transforma smartphones com sistema operacional Android em um sistema antiespionagem. O nome do aplicativo antiespionagem em questão é:

(fonte: Revista época Negócios 26/12/2017 - adaptado)

  • A Tolkien
  • B Haven
  • C Cerberus
  • D SpyDefense
49

Edward Snowden, analista de sistemas conhecido mundialmente por revelar programas de espionagem da Agência de Segurança dos Estados Unidos (NSA), criou um aplicativo de celular que transforma smartphones com sistema operacional Android em um sistema antiespionagem. O nome do aplicativo antiespionagem em questão é:

(fonte: Revista época Negócios 26/12/2017 - adaptado)

  • A Tolkien
  • B Haven
  • C Cerberus
  • D SpyDefense
50

Quanto a aplicabilidade de uma Intranet numa empresa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. o departamento de pessoal disponibiliza formulários de alteração de endereço, vale transporte, etc

II. um diretor, em reunião em outro país, acessa os dados corporativos da empresa, por meio de uma senha de acesso

III. o departamento de tecnologia disponibiliza aos seus colaboradores um sistema de abertura de chamada técnica


Estão corretas as afirmativas:

  • A apenas I
  • B apenas II
  • C apenas III
  • D I, II e III
51

Quanto a aplicabilidade de uma Intranet numa empresa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. o departamento de pessoal disponibiliza formulários de alteração de endereço, vale transporte, etc

II. um diretor, em reunião em outro país, acessa os dados corporativos da empresa, por meio de uma senha de acesso

III. o departamento de tecnologia disponibiliza aos seus colaboradores um sistema de abertura de chamada técnica


Estão corretas as afirmativas:

  • A apenas I
  • B apenas II
  • C apenas III
  • D I, II e III
52

Quanto a aplicabilidade de uma Intranet numa empresa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. o departamento de pessoal disponibiliza formulários de alteração de endereço, vale transporte, etc

II. um diretor, em reunião em outro país, acessa os dados corporativos da empresa, por meio de uma senha de acesso

III. o departamento de tecnologia disponibiliza aos seus colaboradores um sistema de abertura de chamada técnica


Estão corretas as afirmativas:

  • A apenas I
  • B apenas II
  • C apenas III
  • D I, II e III
53

Quanto a aplicabilidade de uma Intranet numa empresa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. o departamento de pessoal disponibiliza formulários de alteração de endereço, vale transporte, etc

II. um diretor, em reunião em outro país, acessa os dados corporativos da empresa, por meio de uma senha de acesso

III. o departamento de tecnologia disponibiliza aos seus colaboradores um sistema de abertura de chamada técnica


Estão corretas as afirmativas:

  • A apenas I
  • B apenas II
  • C apenas III
  • D I, II e III
54

Quanto a aplicabilidade de uma Intranet numa empresa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. o departamento de pessoal disponibiliza formulários de alteração de endereço, vale transporte, etc

II. um diretor, em reunião em outro país, acessa os dados corporativos da empresa, por meio de uma senha de acesso

III. o departamento de tecnologia disponibiliza aos seus colaboradores um sistema de abertura de chamada técnica


Estão corretas as afirmativas:

  • A apenas I
  • B apenas II
  • C apenas III
  • D I, II e III
55

Quanto a aplicabilidade de uma Intranet numa empresa, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. o departamento de pessoal disponibiliza formulários de alteração de endereço, vale transporte, etc

II. um diretor, em reunião em outro país, acessa os dados corporativos da empresa, por meio de uma senha de acesso

III. o departamento de tecnologia disponibiliza aos seus colaboradores um sistema de abertura de chamada técnica


Estão corretas as afirmativas:

  • A apenas I
  • B apenas II
  • C apenas III
  • D I, II e III
56
Em uma planilha do Microsoft Excel apresenta-se o cursor na célula A1 com o valor numérico de 0,02. Assinale a alternativa que apresenta como fca essa célula após clicar no botão com o símbolo de porcentagem (%) na aba “Página Inicial”: 
  • A 2%
  • B 0,02%
  • C 20%
  • D 0,2%
57
Em uma planilha do Microsoft Excel apresenta-se o cursor na célula A1 com o valor numérico de 0,02. Assinale a alternativa que apresenta como fca essa célula após clicar no botão com o símbolo de porcentagem (%) na aba “Página Inicial”: 
  • A 2%
  • B 0,02%
  • C 20%
  • D 0,2%
58
Em uma planilha do Microsoft Excel apresenta-se o cursor na célula A1 com o valor numérico de 0,02. Assinale a alternativa que apresenta como fca essa célula após clicar no botão com o símbolo de porcentagem (%) na aba “Página Inicial”: 
  • A 2%
  • B 0,02%
  • C 20%
  • D 0,2%
59
Em uma planilha do Microsoft Excel apresenta-se o cursor na célula A1 com o valor numérico de 0,02. Assinale a alternativa que apresenta como fca essa célula após clicar no botão com o símbolo de porcentagem (%) na aba “Página Inicial”: 
  • A 2%
  • B 0,02%
  • C 20%
  • D 0,2%
60
Em uma planilha do Microsoft Excel apresenta-se o cursor na célula A1 com o valor numérico de 0,02. Assinale a alternativa que apresenta como fca essa célula após clicar no botão com o símbolo de porcentagem (%) na aba “Página Inicial”: 
  • A 2%
  • B 0,02%
  • C 20%
  • D 0,2%
61
Em uma planilha do Microsoft Excel apresenta-se o cursor na célula A1 com o valor numérico de 0,02. Assinale a alternativa que apresenta como fca essa célula após clicar no botão com o símbolo de porcentagem (%) na aba “Página Inicial”: 
  • A 2%
  • B 0,02%
  • C 20%
  • D 0,2%
62

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente a lacuna da frase a seguir:


um backup ___________ copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental, e os marca como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo é desmarcado)”. 

  • A Integral
  • B de Cópia
  • C Incremental
  • D Diferencial
63

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente a lacuna da frase a seguir:


um backup ___________ copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental, e os marca como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo é desmarcado)”. 

  • A Integral
  • B de Cópia
  • C Incremental
  • D Diferencial
64

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente a lacuna da frase a seguir:


um backup ___________ copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental, e os marca como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo é desmarcado)”. 

  • A Integral
  • B de Cópia
  • C Incremental
  • D Diferencial
65

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente a lacuna da frase a seguir:


um backup ___________ copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental, e os marca como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo é desmarcado)”. 

  • A Integral
  • B de Cópia
  • C Incremental
  • D Diferencial
66

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente a lacuna da frase a seguir:


um backup ___________ copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental, e os marca como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo é desmarcado)”. 

  • A Integral
  • B de Cópia
  • C Incremental
  • D Diferencial
67

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente a lacuna da frase a seguir:


um backup ___________ copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental, e os marca como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo é desmarcado)”. 

  • A Integral
  • B de Cópia
  • C Incremental
  • D Diferencial
68

Relacione as ferramentas e aplicativos da coluna da esquerda com os correspondentes exemplos típicos de softwares da coluna da direita:


(1) de busca e pesquisa

(2) correio eletrõnico

(3) navegação

(4) grupo de discussão


(A) Twitter

(B) Firefox

(C) Bing

(D) Outlook


Assinale a alternativa que relaciona corretamente as colunas.

  • A 1D - 2C - 3B - 4A
  • B 1C - 2D - 3B - 4A
  • C 1C - 2B - 3D - 4A
  • D 1C - 2D - 3A - 4B
69

Relacione as ferramentas e aplicativos da coluna da esquerda com os correspondentes exemplos típicos de softwares da coluna da direita:


(1) de busca e pesquisa

(2) correio eletrõnico

(3) navegação

(4) grupo de discussão


(A) Twitter

(B) Firefox

(C) Bing

(D) Outlook


Assinale a alternativa que relaciona corretamente as colunas.

  • A 1D - 2C - 3B - 4A
  • B 1C - 2D - 3B - 4A
  • C 1C - 2B - 3D - 4A
  • D 1C - 2D - 3A - 4B
70

Relacione as ferramentas e aplicativos da coluna da esquerda com os correspondentes exemplos típicos de softwares da coluna da direita:


(1) de busca e pesquisa

(2) correio eletrõnico

(3) navegação

(4) grupo de discussão


(A) Twitter

(B) Firefox

(C) Bing

(D) Outlook


Assinale a alternativa que relaciona corretamente as colunas.

  • A 1D - 2C - 3B - 4A
  • B 1C - 2D - 3B - 4A
  • C 1C - 2B - 3D - 4A
  • D 1C - 2D - 3A - 4B
71

Relacione as ferramentas e aplicativos da coluna da esquerda com os correspondentes exemplos típicos de softwares da coluna da direita:


(1) de busca e pesquisa

(2) correio eletrõnico

(3) navegação

(4) grupo de discussão


(A) Twitter

(B) Firefox

(C) Bing

(D) Outlook


Assinale a alternativa que relaciona corretamente as colunas.

  • A 1D - 2C - 3B - 4A
  • B 1C - 2D - 3B - 4A
  • C 1C - 2B - 3D - 4A
  • D 1C - 2D - 3A - 4B
72

Relacione as ferramentas e aplicativos da coluna da esquerda com os correspondentes exemplos típicos de softwares da coluna da direita:


(1) de busca e pesquisa

(2) correio eletrõnico

(3) navegação

(4) grupo de discussão


(A) Twitter

(B) Firefox

(C) Bing

(D) Outlook


Assinale a alternativa que relaciona corretamente as colunas.

  • A 1D - 2C - 3B - 4A
  • B 1C - 2D - 3B - 4A
  • C 1C - 2B - 3D - 4A
  • D 1C - 2D - 3A - 4B
73

Relacione as ferramentas e aplicativos da coluna da esquerda com os correspondentes exemplos típicos de softwares da coluna da direita:


(1) de busca e pesquisa

(2) correio eletrõnico

(3) navegação

(4) grupo de discussão


(A) Twitter

(B) Firefox

(C) Bing

(D) Outlook


Assinale a alternativa que relaciona corretamente as colunas.

  • A 1D - 2C - 3B - 4A
  • B 1C - 2D - 3B - 4A
  • C 1C - 2B - 3D - 4A
  • D 1C - 2D - 3A - 4B

Português

74

Observe o texto.


Anders Breivik, o homem que matou 77 pessoas na Noruega em junho de 2011 em dois atentados, denunciou o governo de seu país nesta semana por considerar que as condições em que está preso violam seus direitos humanos. Contudo, uma imagem diferente se construiu ao redor do mundo: a de que as prisões norueguesas são extremamente cômodas. De fato, o sistema penitenciário da Noruega já foi descrito por visitantes e analistas como “a utopia das prisões”. Duas instituições carcerárias do país preferem usar outras denominações: “A mais humana das prisões” e “O cárcere mais agradável (do mundo)”. Na ilha de Bastoey, no sul de Oslo, por exemplo, os detentos podem caminhar ao redor de uma prisão que parece um povoado cercado por sítios.


Quanto a análise da expressão destacada, assinale a alternativa correta.

  • A É um predicado nominal, já que nos deparamos com a forma mais comum de transitividade verbal.
  • B O complemento verbal utilizado apenas nos remete à atenção que o escritor quer que tomemos na denominação em relação a tal penitenciária.
  • C O verbo copulativo nos conduz ao predicado nominal.
  • D O verbo transitivo direto nos conduz à classificação de um objeto direto, utilizando “extremamente” como um advérbio de intensidade para chamar a atenção do leitor.
  • E A palavra “extremamente” classifica toda a expressão em uma transitividade verbal indireta.
75

Observe o texto.


Anders Breivik, o homem que matou 77 pessoas na Noruega em junho de 2011 em dois atentados, denunciou o governo de seu país nesta semana por considerar que as condições em que está preso violam seus direitos humanos. Contudo, uma imagem diferente se construiu ao redor do mundo: a de que as prisões norueguesas são extremamente cômodas. De fato, o sistema penitenciário da Noruega já foi descrito por visitantes e analistas como “a utopia das prisões”. Duas instituições carcerárias do país preferem usar outras denominações: “A mais humana das prisões” e “O cárcere mais agradável (do mundo)”. Na ilha de Bastoey, no sul de Oslo, por exemplo, os detentos podem caminhar ao redor de uma prisão que parece um povoado cercado por sítios.


Quanto a análise da expressão destacada, assinale a alternativa correta.

  • A É um predicado nominal, já que nos deparamos com a forma mais comum de transitividade verbal.
  • B O complemento verbal utilizado apenas nos remete à atenção que o escritor quer que tomemos na denominação em relação a tal penitenciária.
  • C O verbo copulativo nos conduz ao predicado nominal.
  • D O verbo transitivo direto nos conduz à classificação de um objeto direto, utilizando “extremamente” como um advérbio de intensidade para chamar a atenção do leitor.
  • E A palavra “extremamente” classifica toda a expressão em uma transitividade verbal indireta.
76

Leia as afirmações.


1. O Agente Penitenciário é, antes de tudo, um cidadão, e na cidadania deve permear sua razão de ser.

2. Preso é o indivíduo que tem sua liberdade cerceada mediante ordem escrita e fundamentada da autoridade competente, ficando à disposição da justiça.

3. Vigilância é o ato de observar atentamente uma determinada área, com o objetivo de guarnecer pessoas, objetos e a estrutura física.


Analisando sintaticamente as afirmações, deduzimos:


I. Os sujeitos apresentados nas afirmações são classificados como Sujeito Simples.

II. O Sujeito na oração 1 deve ser classificado distintamente, por se tratar de um Sujeito Composto.

III. O verbo “SER” utilizado em todas as afirmações corresponde a um verbo de ligação ou copulativo, por ligar o sujeito a suas características.

IV. Os verbos utilizados nas afirmações não podem ser classificados, por possuírem conjugações distintas e paradoxais.

V. O verbo “SER” tem classificações distintas para cada uma das afirmações.


Assinale a alternativa correta. 

  • A I, III e V, apenas.
  • B I e III, apenas.
  • C II e V, apenas.
  • D II, apenas.
  • E II e IV, apenas.
77

Leia as afirmações.


1. O Agente Penitenciário é, antes de tudo, um cidadão, e na cidadania deve permear sua razão de ser.

2. Preso é o indivíduo que tem sua liberdade cerceada mediante ordem escrita e fundamentada da autoridade competente, ficando à disposição da justiça.

3. Vigilância é o ato de observar atentamente uma determinada área, com o objetivo de guarnecer pessoas, objetos e a estrutura física.


Analisando sintaticamente as afirmações, deduzimos:


I. Os sujeitos apresentados nas afirmações são classificados como Sujeito Simples.

II. O Sujeito na oração 1 deve ser classificado distintamente, por se tratar de um Sujeito Composto.

III. O verbo “SER” utilizado em todas as afirmações corresponde a um verbo de ligação ou copulativo, por ligar o sujeito a suas características.

IV. Os verbos utilizados nas afirmações não podem ser classificados, por possuírem conjugações distintas e paradoxais.

V. O verbo “SER” tem classificações distintas para cada uma das afirmações.


Assinale a alternativa correta. 

  • A I, III e V, apenas.
  • B I e III, apenas.
  • C II e V, apenas.
  • D II, apenas.
  • E II e IV, apenas.
78

A ortografia estuda a forma correta da escrita das palavras de uma determinada língua, no caso a Língua Portuguesa. É influenciada pela etimologia e fonologia das palavras, assim sendo observe com atenção o texto. Agente Penitenciário, Agente Prisional, Agente de Segurança Penitenciário ou Agente Estadual/Federal de Execução Penal. Entre suas atribuições estão: manter a ordem, diciplina, custódia e vigilância no interior das unidades prisionais, assim como no âmbito externo das unidades, como escolta armada para audiências judiciais, transferência de presos etc. Desempenham serviços de natureza policial como aprensões de ilícitos, revistas pessoais em detentos e visitantes, revista em veículos que adentram as unidades prisionais, controle de rebeliões e ronda externa na área do perímetro de segurança ao redor da unidade prisional. Garantem a segurança no trabalho de ressosialização dos internos promovido pelos pisicólogos, pedagogos e assistentes sociais. Estão subordinados às Secretarias de Estado de Administração Penitenciária - SEAP, secretarias de justiças ou defesa social, dependendo da nomenclatura adotada em cada Estado.

                                         Fonte: Wikipedia – *com alterações ortográficas.


Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras, retiradas do texto, com equívocos em sua ortografia. 

  • A atribuições; diciplina; audiências; desempenham.
  • B diciplina; aprensões; ressosialização; pisicólogos.
  • C audiências; ilícitos; atribuições; desempenham.
  • D perímetro; diciplina; desempenham; ilícitos.
  • E aprensões; ressosialização; desempenham; audiências.
79

A ortografia estuda a forma correta da escrita das palavras de uma determinada língua, no caso a Língua Portuguesa. É influenciada pela etimologia e fonologia das palavras, assim sendo observe com atenção o texto. Agente Penitenciário, Agente Prisional, Agente de Segurança Penitenciário ou Agente Estadual/Federal de Execução Penal. Entre suas atribuições estão: manter a ordem, diciplina, custódia e vigilância no interior das unidades prisionais, assim como no âmbito externo das unidades, como escolta armada para audiências judiciais, transferência de presos etc. Desempenham serviços de natureza policial como aprensões de ilícitos, revistas pessoais em detentos e visitantes, revista em veículos que adentram as unidades prisionais, controle de rebeliões e ronda externa na área do perímetro de segurança ao redor da unidade prisional. Garantem a segurança no trabalho de ressosialização dos internos promovido pelos pisicólogos, pedagogos e assistentes sociais. Estão subordinados às Secretarias de Estado de Administração Penitenciária - SEAP, secretarias de justiças ou defesa social, dependendo da nomenclatura adotada em cada Estado.

                                         Fonte: Wikipedia – *com alterações ortográficas.


Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras, retiradas do texto, com equívocos em sua ortografia. 

  • A atribuições; diciplina; audiências; desempenham.
  • B diciplina; aprensões; ressosialização; pisicólogos.
  • C audiências; ilícitos; atribuições; desempenham.
  • D perímetro; diciplina; desempenham; ilícitos.
  • E aprensões; ressosialização; desempenham; audiências.
80

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Cumprindo papel caracterizador, os adjetivos e locuções adjetivas são instrumentos que podem contribuir para indicação do posicionamento do autor. Dessa forma, assinale a alternativa em que a locução adjetiva assume um caráter mais subjetivo, sinalizando um posicionamento do autor. 
  • A “parado no sinal de trânsito” (1º§).
  • B “o menino de rua só pode brincar” (2º§).
  • C “A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades” (2º§).
  • D ”sair do útero da mãe” (3º§).
81

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Cumprindo papel caracterizador, os adjetivos e locuções adjetivas são instrumentos que podem contribuir para indicação do posicionamento do autor. Dessa forma, assinale a alternativa em que a locução adjetiva assume um caráter mais subjetivo, sinalizando um posicionamento do autor. 
  • A “parado no sinal de trânsito” (1º§).
  • B “o menino de rua só pode brincar” (2º§).
  • C “A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades” (2º§).
  • D ”sair do útero da mãe” (3º§).
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Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Cumprindo papel caracterizador, os adjetivos e locuções adjetivas são instrumentos que podem contribuir para indicação do posicionamento do autor. Dessa forma, assinale a alternativa em que a locução adjetiva assume um caráter mais subjetivo, sinalizando um posicionamento do autor. 
  • A “parado no sinal de trânsito” (1º§).
  • B “o menino de rua só pode brincar” (2º§).
  • C “A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades” (2º§).
  • D ”sair do útero da mãe” (3º§).
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Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Cumprindo papel caracterizador, os adjetivos e locuções adjetivas são instrumentos que podem contribuir para indicação do posicionamento do autor. Dessa forma, assinale a alternativa em que a locução adjetiva assume um caráter mais subjetivo, sinalizando um posicionamento do autor. 
  • A “parado no sinal de trânsito” (1º§).
  • B “o menino de rua só pode brincar” (2º§).
  • C “A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades” (2º§).
  • D ”sair do útero da mãe” (3º§).
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Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Cumprindo papel caracterizador, os adjetivos e locuções adjetivas são instrumentos que podem contribuir para indicação do posicionamento do autor. Dessa forma, assinale a alternativa em que a locução adjetiva assume um caráter mais subjetivo, sinalizando um posicionamento do autor. 
  • A “parado no sinal de trânsito” (1º§).
  • B “o menino de rua só pode brincar” (2º§).
  • C “A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades” (2º§).
  • D ”sair do útero da mãe” (3º§).
85

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Cumprindo papel caracterizador, os adjetivos e locuções adjetivas são instrumentos que podem contribuir para indicação do posicionamento do autor. Dessa forma, assinale a alternativa em que a locução adjetiva assume um caráter mais subjetivo, sinalizando um posicionamento do autor. 
  • A “parado no sinal de trânsito” (1º§).
  • B “o menino de rua só pode brincar” (2º§).
  • C “A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades” (2º§).
  • D ”sair do útero da mãe” (3º§).
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      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

No período “Como não tem nada, pode ver tudo.” (2º§), observa-se que as orações relacionam-se entre si, sendo a primeira classificada como: 
  • A subordinada adverbial.
  • B subordinada adjetiva.
  • C subordinada substantiva.
  • D coordenada sindética.
87

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

No período “Como não tem nada, pode ver tudo.” (2º§), observa-se que as orações relacionam-se entre si, sendo a primeira classificada como: 
  • A subordinada adverbial.
  • B subordinada adjetiva.
  • C subordinada substantiva.
  • D coordenada sindética.
88

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

No período “Como não tem nada, pode ver tudo.” (2º§), observa-se que as orações relacionam-se entre si, sendo a primeira classificada como: 
  • A subordinada adverbial.
  • B subordinada adjetiva.
  • C subordinada substantiva.
  • D coordenada sindética.
89

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

No período “Como não tem nada, pode ver tudo.” (2º§), observa-se que as orações relacionam-se entre si, sendo a primeira classificada como: 
  • A subordinada adverbial.
  • B subordinada adjetiva.
  • C subordinada substantiva.
  • D coordenada sindética.
90

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

No período “Como não tem nada, pode ver tudo.” (2º§), observa-se que as orações relacionam-se entre si, sendo a primeira classificada como: 
  • A subordinada adverbial.
  • B subordinada adjetiva.
  • C subordinada substantiva.
  • D coordenada sindética.
91

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

No período “Como não tem nada, pode ver tudo.” (2º§), observa-se que as orações relacionam-se entre si, sendo a primeira classificada como: 
  • A subordinada adverbial.
  • B subordinada adjetiva.
  • C subordinada substantiva.
  • D coordenada sindética.
92

Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Em “Eu preferia que ele não viesse.” (1º§), nota-se um emprego mais coloquial da regência do verbo preferir, contrariando a norma culta. Isso se explica devido: 
  • A ao uso de apenas um dos complementos exigidos pelo verbo.
  • B à presença de um complemento verbal na forma de oração.
  • C à ausência da preposição “a” antes do complemento verbal.
  • D ao emprego do conectivo “que” como ferramenta coesiva.
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Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Em “Eu preferia que ele não viesse.” (1º§), nota-se um emprego mais coloquial da regência do verbo preferir, contrariando a norma culta. Isso se explica devido: 
  • A ao uso de apenas um dos complementos exigidos pelo verbo.
  • B à presença de um complemento verbal na forma de oração.
  • C à ausência da preposição “a” antes do complemento verbal.
  • D ao emprego do conectivo “que” como ferramenta coesiva.
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Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Em “Eu preferia que ele não viesse.” (1º§), nota-se um emprego mais coloquial da regência do verbo preferir, contrariando a norma culta. Isso se explica devido: 
  • A ao uso de apenas um dos complementos exigidos pelo verbo.
  • B à presença de um complemento verbal na forma de oração.
  • C à ausência da preposição “a” antes do complemento verbal.
  • D ao emprego do conectivo “que” como ferramenta coesiva.
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Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Em “Eu preferia que ele não viesse.” (1º§), nota-se um emprego mais coloquial da regência do verbo preferir, contrariando a norma culta. Isso se explica devido: 
  • A ao uso de apenas um dos complementos exigidos pelo verbo.
  • B à presença de um complemento verbal na forma de oração.
  • C à ausência da preposição “a” antes do complemento verbal.
  • D ao emprego do conectivo “que” como ferramenta coesiva.
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      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Em “Eu preferia que ele não viesse.” (1º§), nota-se um emprego mais coloquial da regência do verbo preferir, contrariando a norma culta. Isso se explica devido: 
  • A ao uso de apenas um dos complementos exigidos pelo verbo.
  • B à presença de um complemento verbal na forma de oração.
  • C à ausência da preposição “a” antes do complemento verbal.
  • D ao emprego do conectivo “que” como ferramenta coesiva.
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Texto


      O menino parado no sinal de trânsito vem em minha direção e pede esmola. Eu preferia que ele não viesse. [...] Sua paisagem é a mesma que a nossa: a esquina, os meios-fios, os postes. Mas ele se move em outro mapa, outro diagrama. Seus pontos de referência são outros.

      Como não tem nada, pode ver tudo. Vive num grande playground, onde pode brincar com tudo, desde que “de fora”. O menino de rua só pode brincar no espaço “entre” as coisas. Ele está fora do carro, fora da loja, fora do restaurante. A cidade é uma grande vitrine de impossibilidades. [...] Seu ponto de vista é o contrário do intelectual: ele não vê o conjunto nem tira conclusões históricas – só detalhes interessam. O conceito de tempo para ele é diferente do nosso. Não há segunda-feira, colégio, happy hour. Os momentos não se somam, não armazenam memórias. Só coisas “importantes”: “Está na hora do português da lanchonete despejar o lixo...” ou “estão dormindo no meu caixote...”[...]

      Se não sentir fome ou dor, ele curte. Acha natural sair do útero da mãe e logo estar junto aos canos de descarga pedindo dinheiro. Ele se acha normal; nós é que ficamos anormais com a sua presença.

(JABOR, A. O menino está fora da paisagem. O Estado de São Paulo, São Paulo, 14 abr. 2009. Caderno 2, p. D 10) 

Em “Eu preferia que ele não viesse.” (1º§), nota-se um emprego mais coloquial da regência do verbo preferir, contrariando a norma culta. Isso se explica devido: 
  • A ao uso de apenas um dos complementos exigidos pelo verbo.
  • B à presença de um complemento verbal na forma de oração.
  • C à ausência da preposição “a” antes do complemento verbal.
  • D ao emprego do conectivo “que” como ferramenta coesiva.
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Texto III


Em três anos, violência urbana mata mais de 120 jovens em Rio Preto, SP


Assassinatos e acidentes de trânsito são as principais causas de morte. No Brasil, morte de jovem por homicídio cresceu mais de 200% em 30 anos.


Um estudo do centro latino-americano mostra que a violência envolvendo jovens cresceu mais de 200% nas últimas três décadas no país. Foram computados casos de mortes por homicídio e no trânsito. No noroeste paulista, as autoridades afirmam que os crimes estão controlados, mas para as famílias das vítimas, muita coisa ainda precisa ser feita para que a população se sinta segura.

No Brasil, a morte de jovens por homicídio e acidente cresceu quase 210% nos últimos 30 anos. As estatísticas fazem parte do Mapa da Violência, divulgado pelo Centro de Estudos Latino-americanos.

Apesar de em São José do Rio Preto (SP), o número de mortes ter diminuído, as estatísticas não deixam de ser preocupantes. O levantamento feito entre 2009 e 2011 mostra que durante esse período: 45 jovens foram assassinados e 83 morreram no trânsito.

O tenente da Polícia Militar Ederson Pinha explica porque pessoas de 18 a 30 anos estão entre as principais vítimas. “Hoje o jovem com 18 anos já tem a carteira de habilitação e tem um veículo, além da motocicleta, que cresce com os jovens. Tem também a questão da imaturidade e inexperiência ao volante. Quando o jovem percebe que não tem essa maturidade, ele já se envolveu no acidente”, afirma o tenente.

Tão preocupante quanto as mortes de jovens no trânsito é o número de acidentes provocados por eles. A imprudência, o consumo de álcool e o excesso de velocidade têm transformado veículos em verdadeiras armas nas mãos de alguns motoristas. [...]


(Disponível em: http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-pretoaracatuba/noticia/2013/07/em-tres-anos-violencia-urbana-matamais-de-120-jovens-em-rio-preto-sp.html.Acesso em 23/05/18)

Todos os vocábulos abaixo, retirados do texto III, são acentuados pela mesma regra que justifica o acento da palavra “violência”, EXCETO:
  • A diminuído.
  • B homicídio.
  • C famílias.
  • D inexperiência.
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Texto III


Em três anos, violência urbana mata mais de 120 jovens em Rio Preto, SP


Assassinatos e acidentes de trânsito são as principais causas de morte. No Brasil, morte de jovem por homicídio cresceu mais de 200% em 30 anos.


Um estudo do centro latino-americano mostra que a violência envolvendo jovens cresceu mais de 200% nas últimas três décadas no país. Foram computados casos de mortes por homicídio e no trânsito. No noroeste paulista, as autoridades afirmam que os crimes estão controlados, mas para as famílias das vítimas, muita coisa ainda precisa ser feita para que a população se sinta segura.

No Brasil, a morte de jovens por homicídio e acidente cresceu quase 210% nos últimos 30 anos. As estatísticas fazem parte do Mapa da Violência, divulgado pelo Centro de Estudos Latino-americanos.

Apesar de em São José do Rio Preto (SP), o número de mortes ter diminuído, as estatísticas não deixam de ser preocupantes. O levantamento feito entre 2009 e 2011 mostra que durante esse período: 45 jovens foram assassinados e 83 morreram no trânsito.

O tenente da Polícia Militar Ederson Pinha explica porque pessoas de 18 a 30 anos estão entre as principais vítimas. “Hoje o jovem com 18 anos já tem a carteira de habilitação e tem um veículo, além da motocicleta, que cresce com os jovens. Tem também a questão da imaturidade e inexperiência ao volante. Quando o jovem percebe que não tem essa maturidade, ele já se envolveu no acidente”, afirma o tenente.

Tão preocupante quanto as mortes de jovens no trânsito é o número de acidentes provocados por eles. A imprudência, o consumo de álcool e o excesso de velocidade têm transformado veículos em verdadeiras armas nas mãos de alguns motoristas. [...]


(Disponível em: http://g1.globo.com/sao-paulo/sao-jose-do-rio-pretoaracatuba/noticia/2013/07/em-tres-anos-violencia-urbana-matamais-de-120-jovens-em-rio-preto-sp.html.Acesso em 23/05/18)

Considere o trecho abaixo para responder a questão.


muita coisa ainda precisa ser feita para que a população se sinta segura.” (1º§)


Atente para a análise da classe gramatical do vocábulo destacado em “muita coisa”(1º§). Em seguida, assinale a alternativa em que se destaca um exemplo de palavra de mesma classificação morfológica.

  • A Todos estudaram bastante.
  • B Algumas pessoas chegaram atrasadas.
  • C Queria muito a sua ajuda.
  • D Ficaram bem agitados os alunos.
100
Em “e eu não tinha a menor ideia do que era ociosidade”(4º§), o vocábulo destacado perdeu o acento gráfico após a implementação do Novo Acordo Ortográfico. O mesmo aconteceu com todas as palavras abaixo, EXCETO:
  • A joia.
  • B feiura.
  • C heroi.
  • D enjoo.
101
Em “e eu não tinha a menor ideia do que era ociosidade”(4º§), o vocábulo destacado perdeu o acento gráfico após a implementação do Novo Acordo Ortográfico. O mesmo aconteceu com todas as palavras abaixo, EXCETO:
  • A joia.
  • B feiura.
  • C heroi.
  • D enjoo.
102
As locuções adverbiais modificam o sentido atribuído pelo verbo. Assim, assinale a alternativa cujo fragmento transcrito do texto NÃO destaca um exemplo desse tipo de locução.  
  • A "Me lembro com clareza de todas as minhas professoras” (1º§).
  • B “em que um passarinho imaginário com perfil de professora” (3º§).
  • C “Que consistia em ficar de pé num canto da sala de aula” (2º§).
  • D “Eu era um exemplo de quem acha que com esperteza pode-se deixar de estudar” (4º§).
103
As locuções adverbiais modificam o sentido atribuído pelo verbo. Assim, assinale a alternativa cujo fragmento transcrito do texto NÃO destaca um exemplo desse tipo de locução.  
  • A "Me lembro com clareza de todas as minhas professoras” (1º§).
  • B “em que um passarinho imaginário com perfil de professora” (3º§).
  • C “Que consistia em ficar de pé num canto da sala de aula” (2º§).
  • D “Eu era um exemplo de quem acha que com esperteza pode-se deixar de estudar” (4º§).
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