Resolver o Simulado MS CONCURSOS

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Matemática

1
Certo estabelecimento de ensino possui em seu quadro de estudantes alunos de várias idades. A quantidade de alunos matriculados neste estabelecimento é de 1300. Sabendo que deste total 20% são alunos maiores de idade, podemos concluir que a quantidade de alunos menores de idade que estão matriculados é:
  • A 160.
  • B 1040.
  • C 1100.
  • D 1300.
2
No final de ano, Marcelo decide fazer uma viagem internacional com sua família, então vai pra França. Em uma das visitas do passeio, eles passam por uma cidade em que se observa, na fachada de uma das casas, a numeração romana MCMXI que data a construção da obra. Rapidamente, Marcelo pergunta ao guia de viagem. – Que ano foi construída aquela residência? A resposta que corresponde à construção é:
  • A 1711
  • B 1811
  • C 1911
  • D 1921
3
Dois negociantes possuem certa quantia em dinheiro cada um. Se somarem as quantias que possuem, o total será de R$ 47 520. Considerando-se que o primeiro comerciante tem uma quantia 4 vezes maior que o segundo, conclui-se que a quantia, em dinheiro, do segundo comerciante é de:
  • A R$ 11 880
  • B R$ 35 640
  • C R$ 47 520
  • D R$ 47 524
4
Sejam x e y dois números reais. Sendo x = 2,333... e y = 0,1212..., dízimas periódicas. A soma das frações geratrizes de x e y é:
  • A 7/3.
  • B 4/33.
  • C 27/11.
  • D 27/33.
  • E 27/3.
5
Quanto tempo a mais um capital levaria para triplicar no regime de juros simples em relação ao regime de juros compostos, se considerarmos uma taxa de juros de 10% a.m.? (Use ln 1,1 0,1 e ln 3 1,1)
  • A 2 meses
  • B 6 meses
  • C 9 meses
  • D 11 meses
6
Certa instituição de caridade distribui 4 250 reais entre crianças carentes, por mês, enquanto outra instituição distribui 3 250 reais entre crianças carentes mensalmente. Mesmo auxiliando quantidades diferentes de crianças, as duas instituições conseguem pagar uma mesma quantia para cada criança. Sendo essa quantia a maior possível, podemos concluir que cada criança auxiliada pelas instituições recebe:
  • A R$ 125,00
  • B R$ 250,00
  • C R$ 325,00
  • D R$ 425,00
7
Raoni comprou um fogão com 25% de desconto, pagando por ele R$ 330,00. Qual era o preço do fogão sem o desconto?
  • A R$ 355,00
  • B R$ 412,50
  • C R$ 440,00
  • D R$ 460,00
8
Um retângulo, de comprimento igual a 18,5 cm, tem uma área de 148 cm². Qual é o perímetro desse retângulo?
  • A 26,5 cm
  • B 129,5 cm
  • C 53,0 cm
  • D 37,0 cm
9
O volume de um cone circular reto, cuja altura é 39 cm, é 30% maior do que o volume de um cilindro circular reto. Sabendo que o raio da base do cone é o triplo do raio da base do cilindro, a altura do cilindro é:
  • A 9 cm
  • B 30 cm
  • C 60 cm
  • D 90 cm
10
Simplificando a expressão (2a – b2)2 , temos:
  • A 4a(1 + b3) + b6.
  • B 4a(1 – b3) + b6.
  • C 4a(1 – b3) - b6.
  • D 4a(1 – b3) + b9.
11
Tomando três números primos entre si, é obtido o mínimo múltiplo comum desses números como sendo 435. Sabendo que dois desses números são 3 e 5, qual é o valor do número que falta?
  • A 37
  • B 29
  • C 23
  • D 31
12

Em um vestibular o candidato realiza 3 provas, e o critério de aprovação é dado através da média e do desvio padrão dessas. Se um candidato obteve nas provas: 58 pontos, 69 pontos e 74 pontos, então a média e o desvio padrão aproximado das notas desse candidato são, respectivamente:

  • A 67 e 44,66
  • B 70 e 44,66
  • C 67 e 6,68
  • D 70 e 6,68
13

Observe o sistema linear a seguir:

Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas

Ao escalonarmos esse sistema, podemos concluir que:

  • A Trata-se de um sistema incompatível.
  • B Esse sistema é compatível e indeterminado.
  • C Este sistema é compatível e determinado e seu vetor solução é Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas
  • D Este sistema é compatível e determinado e admite como solução a tripla ordenada (1, 2, 3).
14

Seja a função do 1º grau f : R ->R, tal que f transforma a Progressão Aritmética 3, 7, 11, 15, 19, 23..., em outra Progressão Aritmética 5, 25, 45, 65, 85, 105... Qual é a lei de formação dessa função f?

  • A f(x) = 2x – 15
  • B f(x) = x + 2
  • C f(x) = – x + 20
  • D f(x) = 5x – 10
  • E
15
Um copo tem o formato de um cilindro reto com raio da base medindo 4cm e altura de 10 cm. Qual o volume desse copo?
  • A 80π cm3
  • B 160π cm3
  • C 640π cm3
  • D 1600π cm3
16
Em uma escola regular, um grupo de alunos do terceiro ano decidiu fazer uma pesquisa a fim de verificar a pretensão de curso superior dos estudantes do último ano do ensino regular. Diante dos dados obtidos, observaram que o grupo pesquisado era composto de 500 estudantes, no qual 150 pretendiam cursar Matemática, 80 cursar Física e 10 Matemática e Física. Pergunta-se: Se um aluno for escolhido aleatoriamente nesse grupo, a probabilidade de ele não querer estudar Matemática ou Física é:
  • A 2%.
  • B 14%.
  • C 44%.
  • D 56%.
17

Um prisma regular reto possui 18 arestas. Então podemos afirmar que ele possui:

  • A 6 vértices.
  • B 12 vértices.
  • C 16 vértices.
  • D 18 vértices.
18

Seja r uma reta tal que r intercepta o eixo Oy no ponto de ordenada 1. Dada uma reta s que passa por P = (1,2) e, sendo P o ponto de intersecção entre r e s, podemos concluir que a equação reduzida da reta r é:

  • A y = x – 1.
  • B y = x + 1.
  • C y = - x – 1.
  • D y = - x + 1
19
Sabe-se que a taxa de juros praticada por uma operadora de cartão de crédito é de 12,5% ao mês, que em um determinado mês o valor da fatura da Dona Maria foi de R$ 1.100,00 e que, por motivos diversos, ela conseguiu pagar somente R$ 300,00 desse valor e não teve condições de pagar nada a mais nos 3 seguintes meses. Pergunta-se: qual o valor total da dívida desse cartão após esse período, sabendo que o sistema praticado por essa operadora é no regime composto?
  • A R$ 1.100,00
  • B R$ 1.110,00
  • C R$ 1.129,06
  • D R$ 1.139,06
20
A temperatura de uma cidade variou, ao longo de um dia, segundo a função f(x) = a + b. sen(nx/12 + π),onde x representa o tempo, em horas (0 ≤ x < 24). Sabendo que, nesse dia, a temperatura máxima foi de 36ºC e a temperatura mínima foi de 20ºC, então o valor de b é:
  • A 8
  • B 20
  • C 28
  • D 36

Português

21
Atenção, baseie-se no texto a seguir: “Hipocrisias, vícios e virtudes”, de Helio Schwartsman, para responder a questão.
Analise se as afirmações a seguir são coerentes ao pensamento do autor.
I – O autor defende que, no cotidiano, estamos ilesos às vicissitudes, não amenizamos as contradições que possibilitam transformar violações morais em pequenos delitos.
II – O autor acredita que nós sentimos deleite ao ver figuras poderosas cair em desgraça devido a uma mistura de sadismo com igualitarismo. Contudo, somos imunes a essas vicissitudes, pois não posamos de baluartes da ética.
III – O autor afirma que nós sentimos prazer ao ver pessoas ilustres transformando inequívocas violações morais em pequenos delitos e, por isso, caindo em desgraça. Mas adverte que nós não estamos imunes a essas eventualidades.
IV – Para o autor, figuras ilustres metem-se em escândalos capazes de destruir suas carreiras justamente por conta dessa capacidade que o ser humano tem de dissolver as contradições e isso, por sua vez, permite que as violações morais sejam consideradas pequenos delitos ou até mesmo intriga da oposição.
V – Os experimentos psicológicos citados pelo autor demonstram que a maioria, em condições ideais, está propensa a cometer pequenos deslizes.
VI – Apenas uma minoria de pessoas ilustres é hipócrita e cede aos seus desejos perante a moral.
VII – O autor revela-se pessimista sobre a conduta das pessoas de uma forma geral, concluindo que a hipocrisia é uma forma que o cérebro encontrou para lidarmos com situações complexas e ambíguas.
Estão corretas as afirmativas feitas somente em:
  • A I, II, III, IV, V, VII
  • B I, II, V, VI, VII
  • C II, III, IV, VII
  • D III, IV, V, VII
22
Marque a alternativa onde todas as palavras estão grafadas corretamente:
  • A Xícara / regua / somente.
  • B Táxi / biquíni / pajé.
  • C Pézinhos / sábio / espontâneo.
  • D Cafézinho / sonâmbulo / nódoa.
23
Assinale a alternativa onde temos sequencialmente ditongo, hiato e tritongo:
  • A Sarau, friíssimo, tênue.
  • B Riu, creem, quatro.
  • C Sofreu, doer, enxaguei.
  • D Quantia, cruel, bainha.
24

Ortografia é a parte da gramática que estuda a correta representação dos sons ou fonemas, isto é, a correção na escrita. Cada idioma tem seu próprio sistema ortográfico. Leia os itens e assinale a alternativa correta:

I - Emprega-se o “s” nos sufixos ês e esa, ao indicarem nacionalidade, título ou origem. Exemplos: burguês (burguesa), chinês (chinesa).

II - Emprega-se o “s” nos sufixos formadores de adjetivos ense, oso e osa. Exemplos: catarinense, gostoso, amorosa.

III - Emprega-se o “s” nos sufixos gregos, ese, isa, ose. Exemplos: catequese, poetisa, metamorfose.

IV - Usa-se o “s” após ditongos. Exemplos: coisa, pouso, náusea.

V - Não se usa o “s” nas formas dos verbos pôr e querer, bem como em seus derivados. Exemplos: puzesse, quiz.

  • A Apenas I, II, III e V estão corretos.
  • B Apenas I, II, III e IV estão corretos.
  • C Apenas II, III, IV e V estão corretos.
  • D Apenas III, IV e V estão corretos.
25
Atenção: Leia atentamente a charge a seguir para responder a questão.
Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas
7. Analise as informações dadas a respeito da charge:
I – O humor da charge decorre da quebra de expectativa do leitor, pois ao ler a expressão coloquial: “você vai ver o que é bom pra tosse”, espera-se que o personagem bata no garoto.
II – A ambiguidade presente na expressão “você vai ver o que é bom pra tosse” é intencional, isto é, constitui um recurso de estilo e não um vício de linguagem.
III – A ambiguidade presente na expressão “você vai ver o que é bom pra tosse”, embora seja um dos elementos responsáveis pelo humor, ainda assim constitui um vício de linguagem, pois não importa o contexto, deve-se usar sempre o vocabulário adequado, evitando ambiguidades.
IV – O uso do vocativo “Aê, maluco!” constitui uma forma de expressão usada na linguagem informal e também pode contribuir para a expectativa de que haverá uma agressão.
V – O uso do sujeito “Aê, maluco!” constitui uma gíria condenada em situações formais e constitui um indício de agressão.
Estão corretas apenas as afirmativas feitas em:
  • A I, II e IV
  • B I, III e IV
  • C III e V
  • D I, II e V.
26
Analise o seguinte slogan de uma campanha publicitária para responder à próxima questão: “IMPLANTE CONHECIMENTO”.

Ainda a respeito do slogan: “Implante o conhecimento”, está correto afirmar que:
  • A Trata-se de um período simples, em que o sujeito está elíptico e “o conhecimento” desempenha a função sintática de objeto indireto do verbo “implante”.
  • B Trata-se de um período simples, em que o sujeito está indeterminado e “o conhecimento” desempenha a função sintática de objeto direto do verbo “implante”.
  • C Trata-se de um período simples, em que o sujeito está elíptico e “o conhecimento” desempenha a função sintática de objeto direto do verbo “implante”.
  • D Trata-se de um período simples, em que o sujeito está expresso e “o conhecimento” desempenha a função sintática de adjunto adverbial na oração.
27
Atenção ao seguinte fragmento: “O projeto é fruto de uma ideia fora do lugar, mais uma ideia que ultrapassa a fronteira da lógica: a de que o português que falamos no Brasil estaria ameaçado de extinção, como o mico-leão-dourado e a arara-azul.” Assinale a alternativa que determina com exatidão quantas orações há no período entre aspas.
  • A Uma única oração.
  • B Duas orações.
  • C Três orações.
  • D Quatro orações.
  • E Cinco orações.
28
Cultura imortal

Na língua banto, “zumbis” são os mortos recentes cujo corpo mantém a alma, sua identidade, mas não o espírito que lhe conferia a vontade de existir (“espírito” e “alma” não são sinônimos no imaginário quimbundo). Por isso, ficavam à mercê de feiticeiros se não fortalecessem seu espírito (em encontros rituais com os vivos), para ganharem força e rumarem para a luz. No vodu, o termo designa os que, revividos por feiticeiros, perdem a vontade própria. Segundo o dicionário Houaiss, o termo vem do quimbundo nzumbi (espírito atormentado). Para o escritor e pesquisador Nei Lopes, em quimbundo a raiz nzumbi está ligada à imortalidade, daí a relação com o nome “Zumbi”, dada ao líder do quilombo dos Palmares.

MURANO, Edgard. Revista Língua Portuguesa, n° 94, ago 2013.

“Na língua banto, ‘zumbis’ são os mortos recentes cujo corpo mantém a alma, sua identidade, mas não o espírito que lhe conferia a vontade de existir (“espírito” e “alma” não são sinônimos no imaginário quimbundo).” Qual o pressuposto presente nesse excerto?
  • A Corpo, alma e espírito são sinônimos.
  • B Espírito e alma são sinônimos para algumas culturas.
  • C Espírito e alma são sinônimos em qualquer tipo de cultura.
  • D Corpo, espírito e alma só existem no imaginário das pessoas.
  • E Espírito e alma são elementos antônimos.
29

Leia a carta a seguir para responder à questão.
Entendo que há um longo processo histórico-cultural sobre o qual muitos falam na superfície, mas poucos têm coragem de pensá-lo em profundidade: somos muito mal educados no sentido dos resultados efetivos aos quais chegam os processos de Ribeirão Preto, 16 de novembro de 2013.
Oi Maria,
Fico no regalo por nossa interlocução verdadeira, pois além do sentido dado pela fisiologia, a palavra sinapse indica, do latim synapsis, e do grego súnapsis, a ação de juntar, ligação, união. É o que temos a nos unir para fugir e nos manter longe das famigeradas e desagradáveis conversas fáticas apontadas por você. Você faz, em torno desse conteúdo, uma série de perguntas iniciais que expõem o nosso comportamento médio humano de uma forma dura e verdadeira, muito distante da hipocrisia que costuma cercar as relações que costumo denominar “de superfície”.
Não somos verdadeiros o tempo todo porque convivemos na quase totalidade desse mesmo tempo em “autoengano”, conforme diz o prof. Eduardo Gianetti em seu livro homônimo (1997), ou seja, mentindo excessivamente para nós mesmos! Veja o que ele diz sobre esse ato comum e corriqueiro: “se enganar outro ser humano é uma ação que pressupõe um descompasso de informação, enganar a si mesmo não seria uma impossibilidade lógica? Se posso enganar o outro, é pelo fato de ele não saber algo que conheço. [...] A aparente contradição é afastada quando percebemos que o fulcro do auto-engano está na capacidade que temos de sentir e de acreditar sinceramente que somos aquilo que não somos. [...] Abandonados a ele, perdemos a dimensão que nos reúne às outras pessoas e possibilita a convivência social”. E Gianetti conclui, incisivo: aí está a origem “dos sofrimentos que muitas vezes causamos a nós mesmos e às pessoas que nos cercam”.
Fui longo nessa citação, eu sei, mas entendo que ela se faz necessária quando reconhecemos no pensamento do outro aquilo que explica com fundamento o que já pensamos sobre o real, afinal, o conhecimento é uma construção coletiva. Respondo às suas quatro primeiras perguntas com tal menção, pois ela resume o que penso sobre a nossa falta de verdade individual e cotidiana! Mas ainda não respondi a outra pergunta central que você fez e a reproduzo agora: “Por que a sociedade impõe que usemos máscaras em diferentes contextos sociais?”
Essas tais “máscaras sociais” são verdadeiramente complexas, pois temos nelas internalizados, e em tempo interativo simultâneo, os três principais elementos que compõem a dinâmica central da vida cotidiana, quais sejam, indivíduo, sociedade e cultura. Na sociologia, denominamos essas “máscaras” de “face” em função dos estudos de um cientista social canadense, ErvingGoffman. Em seu texto “A elaboração da face: uma análise dos elementos rituais na interação social”, Goffman nos coloca em uma condição permanente: somos atores sociais em ação teatral constante no palco social. Em sua concepção, o nosso semblante (a “face”) expõe a representação que fazemos dos nossos personagens diante de um público, de forma que ele o define assim: é “o valor social positivo que uma pessoa efetivamente reclama para si mesma através daquilo que os outros presumem ser a linha por ela tomada durante um contato específico”.
Isso significa que a nossa “face” é uma imagem desenhada e construída por nós mesmos por muito tempo e nos mais diversos tipos de interação pública em função de atributos sociais previamente aprovados e, por isso, ela é partilhada por outros indivíduos. Daí ela conotar, para além dos seus significados usuais de palavra, dignidade, autorrespeito e prestígio. Em conclusão, a nossa “face social” define-se pelo que possuímos de mais pessoal que é, simultaneamente, para Goffman, um mero empréstimo que nos foi dado pela cultura e pela sociedade, de modo que é possível perdê-la no caso de não nos comportarmos para bem merecê-la, conforme a ótica social.
Por esse motivo, sinceramente, não sei se tenho ou uso menos máscaras do que você! Percebe a profundidade do problema? Se somarmos a ideia de “auto-engano” de Gianetti ao conceito de “face” de Goffman, teremos elementos de trabalho para uma discussão profunda sobre a condição do indivíduo humano, nós, na vida social complexa dos nossos dias... Quer dar seguimento a ela? Proponha...
[...]
Você perguntou por fruto de “observação empírica e indignada”: “O homem sempre foi ruim, egoísta, sem senso de coletividade e de amor ao próximo, ou hoje apenas temos a impressão de que esses sentimentos predominam devido à rápida transmissão de informação?” “Há mais maldade hoje do que antigamente?”
Ressalvo, apesar de resistir ao caminho da resposta afirmativa, também não quero ser meramente otimista! As leituras que tenho em Antonio Gramsi levam-me a insistir em pensar com os critérios do “pessimismo da razão e do otimismo da vontade”!
socialização primária e secundária, isto é, família e escola não têm sido bem sucedidas nos seus atos diários de “fazer gente”. Isso significa que não nos educamos para a autonomia a partir dos paradigmas da prática da cooperação e do respeito ao indivíduo, mas sim para viver formas básicas de dependência familiar e pessoal ciumentas, possessivas e competitivas baseadas na máxima do provérbio da neurose individualista e insaciável da escassez, “A farinha tá pouca, no meu pirão primeiro!”.
Não acato a clássica ideia de Hobbes de que os homens são “maus por natureza”, lobos de si próprios por possuírem poder de violência ilimitado; mas também não entendo que o homem seja bom pela mesma natureza e que é a sociedade que o corrompe, como defendeu Rousseau. A meu ver, os filósofos do “contrato social” erraram na origem, mesmo que Rousseau tenha refletido muito sobre a educação, no ponto exato em que exaltaram o individualismo como princípio e base da condição existencial humana. Se nascemos presos a ele e focados apenas no leite do peito da mãe para sobreviver, e isso é um fato, essa condição concreta inicial não justifica que a nossa educação reproduza culturalmente essa condição humana primordial e primária. Por isso, educar vem, em sua etimologia, do latim, “educare”, que significa “educar, instruir” e “criar”. Essa palavra, composta por “ex”, “fora”, e “ducere”, “guiar, conduzir, liderar”, denota a ideia de que introduzir alguém ao mundo por meio da educação significa levar a pessoa para fora de si mesma, ou seja, construir com ela condições e pontes para que viva plenamente aquilo que mais existe para além dela mesma.
Partindo dessa matriz, posso afirmar que não damos à educação a importância que ela tem para a
prática da cooperação no lugar da competição, essa é a verdade e o fenômeno não é apenas brasileiro! É isso que temos que transformar para que eu venha a discordar plenamente do que você reclama em queixa pertinente: “A honra importa? Já lhe respondo: Não! O que importa, infelizmente, é o carro que se tem, a casa que se tem, a roupa que se veste, o lugar (e não a comida) em que se come e a cultura que se ingere”. “Não importa o que fez para ter essa vida, não importa se passou por cima de pessoas para ganhar esse dinheiro; importa essa aparência...” Não sei se houve mesmo, Maria, esse tempo das “pessoas mais antigas” no qual “o nome valia a honra”, pois me parece que a única “honra” que lá valia era, e é, a dos que ocupavam, e ocupam, os andares de cima da sociedade, justamente os que menos valiam, e valem, por ter menos palavras e princípios éticos nos quais se confiar. [...]
Meu abraço é um convite!
João
FERREIRA, DELSON. “Condição humana e educação”. Ribeirão Preto, SP, nov. de 2013. (não publicado)

Releia: “Fico no regalo por nossa interlocução verdadeira, pois além do sentido dado pela fisiologia, a palavra sinapse indica, do latim synapsis, e do grego súnapsis, a ação de juntar, ligação, união".
A maioria das palavras não acentuadas dessa frase são

  • A oxítonas.
  • B paroxítonas.
  • C proparoxítonas.
  • D monossílabos tônicos.
30
Koch e Travaglia (1997, p. 21) explicam que a coerência está: “diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários, devendo, portanto, ser entendida como um princípio de interpretabilidade, ligada à inteligibilidade do texto numa situação de comunicação e à capacidade que o receptor tem para calcular o sentido deste texto”. Relacione essas informações à charge abaixo e assinale a alternativa correta.
Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas
  • A A charge não faz sentido ao leitor, isto é, trata-se de um texto incoerente, pois não é possível interpretá-la.
  • B A ausência de elementos coesivos e de palavras na charge impede que o leitor atribua coerência a ela.
  • C O leitor é capaz de atribuir sentido ao texto, isto é, de considerá-lo coerente, apenas se tiver conhecimento prévio sobre o assunto ao qual ela se refere.
  • D A charge apresenta apenas uma imagem de um vaso sanitário com tinta vermelha e sobre ele, holofotes, o que não faz sentido a nenhuma situação de comunicação.
31

Quanto ao gênero dos substantivos, assinale a frase em que a forma em destaque é atendida corretamente:

  • A Na última noite de festa, a foliã incansável amanheceu pulando o carnaval.
  • B A pessoa mais agradável durante o jantar foi, sem dúvida, a anfitrioa.
  • C Dentre as hortaliças, o alface foi o mais afetado pelo excesso de chuva.
  • D A espécime é um achado e tanto.
32
Leia os itens abaixo e assinale a alternativa correta sobre frase, oração, período e conjunção: Texto: “- Rapaz! Todos são poetas no Chile. É mais original que você continue sendo carteiro. Pelo menos caminha bastante e não engorda. Todos os poetas aqui no Chile são gorduchos.” I - A única frase que não pode ser considerada um período é “- Rapaz!” II - Dois períodos simples: “Todos são poetas no Chile” e “Todos os poetas aqui no Chile são gorduchos.” III - Dois períodos compostos: “É mais original que você continue sendo carteiro” e “Pelo menos caminha bastante e não engorda.” IV - O “e” é uma conjunção coordenativa sindética aditiva.
  • A Todos os itens estão corretos.
  • B Apenas I, II e III estão corretos.
  • C Apenas II, III, e IV estão corretos.
  • D Apenas I, III e IV estão corretos.
33
Veja os itens sobre pontuação e assinale a alternativa correta: I - Usamos o ponto e vírgula para separar orações de um período longo em que já existem vírgulas. II - Usamos dois-pontos em enumerações, nas exemplificações, antes de citação da fala ou de declaração de outra pessoa, antes das orações apositivas. III - Usamos a vírgula para separar adjuntos adverbiais no início ou meio da frase. IV - Usamos parênteses para intercalar palavras e expressões de explicação ou comentário. V - Usamos as aspas para separar expressões explicativas.
  • A Apenas I, II, III e V estão corretos.
  • B Apenas I, II, III e IV estão corretos
  • C Apenas II, III e V estão corretos.
  • D Apenas III, IV e V estão corretos.
34
Sobre colocação pronominal, assinale a alternativa incorreta:
  • A Ninguém me convidou para a festa.
  • B Tudo impressionou-as no museu.
  • C Bem, vê-se que você é inteligente.
  • D Ser-me-ia bom viajar agora.
35
Marque a alternativa onde temos substantivos coletivos.
  • A Exército – rebanho – constelação.
  • B Pai – cavaleiro – frade.
  • C Rei – conde – cônsul.
  • D Padre – marido – cão.
36

Leia a carta a seguir para responder à questão.
Entendo que há um longo processo histórico-cultural sobre o qual muitos falam na superfície, mas poucos têm coragem de pensá-lo em profundidade: somos muito mal educados no sentido dos resultados efetivos aos quais chegam os processos de Ribeirão Preto, 16 de novembro de 2013.
Oi Maria,
Fico no regalo por nossa interlocução verdadeira, pois além do sentido dado pela fisiologia, a palavra sinapse indica, do latim synapsis, e do grego súnapsis, a ação de juntar, ligação, união. É o que temos a nos unir para fugir e nos manter longe das famigeradas e desagradáveis conversas fáticas apontadas por você. Você faz, em torno desse conteúdo, uma série de perguntas iniciais que expõem o nosso comportamento médio humano de uma forma dura e verdadeira, muito distante da hipocrisia que costuma cercar as relações que costumo denominar “de superfície”.
Não somos verdadeiros o tempo todo porque convivemos na quase totalidade desse mesmo tempo em “autoengano”, conforme diz o prof. Eduardo Gianetti em seu livro homônimo (1997), ou seja, mentindo excessivamente para nós mesmos! Veja o que ele diz sobre esse ato comum e corriqueiro: “se enganar outro ser humano é uma ação que pressupõe um descompasso de informação, enganar a si mesmo não seria uma impossibilidade lógica? Se posso enganar o outro, é pelo fato de ele não saber algo que conheço. [...] A aparente contradição é afastada quando percebemos que o fulcro do auto-engano está na capacidade que temos de sentir e de acreditar sinceramente que somos aquilo que não somos. [...] Abandonados a ele, perdemos a dimensão que nos reúne às outras pessoas e possibilita a convivência social”. E Gianetti conclui, incisivo: aí está a origem “dos sofrimentos que muitas vezes causamos a nós mesmos e às pessoas que nos cercam”.
Fui longo nessa citação, eu sei, mas entendo que ela se faz necessária quando reconhecemos no pensamento do outro aquilo que explica com fundamento o que já pensamos sobre o real, afinal, o conhecimento é uma construção coletiva. Respondo às suas quatro primeiras perguntas com tal menção, pois ela resume o que penso sobre a nossa falta de verdade individual e cotidiana! Mas ainda não respondi a outra pergunta central que você fez e a reproduzo agora: “Por que a sociedade impõe que usemos máscaras em diferentes contextos sociais?”
Essas tais “máscaras sociais” são verdadeiramente complexas, pois temos nelas internalizados, e em tempo interativo simultâneo, os três principais elementos que compõem a dinâmica central da vida cotidiana, quais sejam, indivíduo, sociedade e cultura. Na sociologia, denominamos essas “máscaras” de “face” em função dos estudos de um cientista social canadense, ErvingGoffman. Em seu texto “A elaboração da face: uma análise dos elementos rituais na interação social”, Goffman nos coloca em uma condição permanente: somos atores sociais em ação teatral constante no palco social. Em sua concepção, o nosso semblante (a “face”) expõe a representação que fazemos dos nossos personagens diante de um público, de forma que ele o define assim: é “o valor social positivo que uma pessoa efetivamente reclama para si mesma através daquilo que os outros presumem ser a linha por ela tomada durante um contato específico”.
Isso significa que a nossa “face” é uma imagem desenhada e construída por nós mesmos por muito tempo e nos mais diversos tipos de interação pública em função de atributos sociais previamente aprovados e, por isso, ela é partilhada por outros indivíduos. Daí ela conotar, para além dos seus significados usuais de palavra, dignidade, autorrespeito e prestígio. Em conclusão, a nossa “face social” define-se pelo que possuímos de mais pessoal que é, simultaneamente, para Goffman, um mero empréstimo que nos foi dado pela cultura e pela sociedade, de modo que é possível perdê-la no caso de não nos comportarmos para bem merecê-la, conforme a ótica social.
Por esse motivo, sinceramente, não sei se tenho ou uso menos máscaras do que você! Percebe a profundidade do problema? Se somarmos a ideia de “auto-engano” de Gianetti ao conceito de “face” de Goffman, teremos elementos de trabalho para uma discussão profunda sobre a condição do indivíduo humano, nós, na vida social complexa dos nossos dias... Quer dar seguimento a ela? Proponha...
[...]
Você perguntou por fruto de “observação empírica e indignada”: “O homem sempre foi ruim, egoísta, sem senso de coletividade e de amor ao próximo, ou hoje apenas temos a impressão de que esses sentimentos predominam devido à rápida transmissão de informação?” “Há mais maldade hoje do que antigamente?”
Ressalvo, apesar de resistir ao caminho da resposta afirmativa, também não quero ser meramente otimista! As leituras que tenho em Antonio Gramsi levam-me a insistir em pensar com os critérios do “pessimismo da razão e do otimismo da vontade”!
socialização primária e secundária, isto é, família e escola não têm sido bem sucedidas nos seus atos diários de “fazer gente”. Isso significa que não nos educamos para a autonomia a partir dos paradigmas da prática da cooperação e do respeito ao indivíduo, mas sim para viver formas básicas de dependência familiar e pessoal ciumentas, possessivas e competitivas baseadas na máxima do provérbio da neurose individualista e insaciável da escassez, “A farinha tá pouca, no meu pirão primeiro!”.
Não acato a clássica ideia de Hobbes de que os homens são “maus por natureza”, lobos de si próprios por possuírem poder de violência ilimitado; mas também não entendo que o homem seja bom pela mesma natureza e que é a sociedade que o corrompe, como defendeu Rousseau. A meu ver, os filósofos do “contrato social” erraram na origem, mesmo que Rousseau tenha refletido muito sobre a educação, no ponto exato em que exaltaram o individualismo como princípio e base da condição existencial humana. Se nascemos presos a ele e focados apenas no leite do peito da mãe para sobreviver, e isso é um fato, essa condição concreta inicial não justifica que a nossa educação reproduza culturalmente essa condição humana primordial e primária. Por isso, educar vem, em sua etimologia, do latim, “educare”, que significa “educar, instruir” e “criar”. Essa palavra, composta por “ex”, “fora”, e “ducere”, “guiar, conduzir, liderar”, denota a ideia de que introduzir alguém ao mundo por meio da educação significa levar a pessoa para fora de si mesma, ou seja, construir com ela condições e pontes para que viva plenamente aquilo que mais existe para além dela mesma.
Partindo dessa matriz, posso afirmar que não damos à educação a importância que ela tem para a
prática da cooperação no lugar da competição, essa é a verdade e o fenômeno não é apenas brasileiro! É isso que temos que transformar para que eu venha a discordar plenamente do que você reclama em queixa pertinente: “A honra importa? Já lhe respondo: Não! O que importa, infelizmente, é o carro que se tem, a casa que se tem, a roupa que se veste, o lugar (e não a comida) em que se come e a cultura que se ingere”. “Não importa o que fez para ter essa vida, não importa se passou por cima de pessoas para ganhar esse dinheiro; importa essa aparência...” Não sei se houve mesmo, Maria, esse tempo das “pessoas mais antigas” no qual “o nome valia a honra”, pois me parece que a única “honra” que lá valia era, e é, a dos que ocupavam, e ocupam, os andares de cima da sociedade, justamente os que menos valiam, e valem, por ter menos palavras e princípios éticos nos quais se confiar. [...]
Meu abraço é um convite!
João
FERREIRA, DELSON. “Condição humana e educação”. Ribeirão Preto, SP, nov. de 2013. (não publicado)

A expressão: “essa condição humana primordial e primária" refere-se

  • A ao individualismo como princípio e base da condição existencial humana.
  • B ao fato de sobrevivermos nos primeiros meses de vida apenas com o leite do peito da mãe.
  • C ao contrato social.
  • D à natureza humana.
37

VAIDOSO, SIM!


Pesquisa mostra que os homens são responsáveis por 40% do faturamento nas lojas dos Shoppings Centers


Há algum tempo o mercado de beleza vem crescendo, mostrando que vaidade não é mais uma exclusividade feminina. Coisas do passado... Dados da consultoria britânica Euromonitor International demonstram que as vendas de produtos voltados para a beleza masculina crescem a cada dia. Já outra pesquisa revelou que os homens não resistem a uma vitrine e são responsáveis por 40% do faturamento nas lojas dos Shoppings Centers. Detalhe: no departamento de vestuário. O modelo Felipe Maximo concorda. "Homem tem que ser vaidoso, sim! É importante estarmos sempre bem apresentáveis", frisou o negro gato, que sonha com as passarelas internacionais e será destaque em uma das próximas edições. Pois é... Quando o assunto é vaidade, eles dizem SIM!


(Fonte: http://racabrasil.uol.com.br/paginas-pretas/vaidoso-sim/3218/. Acesso em 23/03/2016.)

Em “Pesquisa mostra que os homens são responsáveis por 40% do faturamento nas lojas dos Shoppings Centers”, a regência do adjetivo responsáveis exige a preposição por. Em qual das frases seguintes a regência nominal foi construída com a preposição adequada? 
  • A É preferível correr o risco a morrer na estagnação.
  • B Sempre fui coerente a meus princípios.
  • C Henrique estava ansioso de vê-la.
  • D Tinha mais afeição com ela do que com a filha.
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Pronome é a palavra que pode substituir ou acompanhar um substantivo, relacionando-o às pessoas do discurso ou indicando sua posição no tempo e no espaço. Analise os itens e marque a alternativa que contém um pronome relativo:

I - Os pronomes pessoais representam as pessoas do discurso (eu, tu, ele, nós, vós, eles).

II - Os pronomes possessivos indicam ideia de posse em relação às pessoas do discurso.

III - Pronomes demonstrativos são os que indicam a posição no tempo e no espaço, dos seres a que se referem.

IV - Pronomes relativos são os que retomam alguma palavra que já tenha aparecido na frase, evitando que tenhamos de repeti-la.

  • A Os próprios sábios podem enganar-se.
  • B Quer trocar seu carro pela minha moto?
  • C Eu lhes pedi que não chegassem atrasadas.
  • D Sejamos gratos a Deus, a quem tudo devemos.
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Leia o texto seguinte para responder à questão a seguir.

Canção do exílio: (Gonçalves Dias).

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá.

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
Não permita Deus que eu morra,
Sem que volte para lá.

Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o sabiá.  
Quanto à interpretação do poema “Canção do exílio,” assinale a alternativa incorreta:
  • A “Nosso céu tem mais estrelas, / Nossas várzeas têm mais flores,” esses versos mostram o desencantamento do eu lírico com sua pátria.
  • B A visão de pátria apresentada no poema é positiva e idealizada.
  • C As palavras “lá” e “cá” representam o lugar deixado para trás e o lugar em que o eu poético se encontra no momento em que sente saudades.
  • D Os versos “As aves, que aqui gorjeiam, / Não gorjeiam como lá,” indicam sentimento de desilusão do poeta.
40
Figuras de linguagem, também chamadas figuras de estilo, são recursos especiais de que se vale quem fala ou escreve, para comunicar à expressão mais força e colorido, intensidade e beleza. Sendo assim, assinale a alternativa onde temos uma figura de linguagem chamada metáfora:
  • A O rei dos animais foi generoso.(= leão).
  • B As derrotas e as desilusões são amargas.
  • C Foi o que vi com os meus próprios olhos.
  • D Chorou rios de lágrimas.

Noções de Informática

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Com relação ao correio eletrônico, leia as afirmações.
I – É necessário utilizar um navegador web, pela internet, para poder acessar as mensagens recebidas.
II – O uso do correio eletrônico pode ser feito pelo Microsoft Outlook ou por outra interface webmail.
III – A estrutura correta de um e-mail de empregado de empresa localizada no Brasil é: empregado@provedor.com.br
IV – O IncrediMail é um software de gerenciamento de e-mail.
Estão corretas apenas as afirmativas:
  • A I e II, apenas.
  • B II e III, apenas.
  • C III e IV, apenas.
  • D I, II e III, apenas.
  • E I, II, III e IV, apenas.
42
No Microsoft Excel temos o conceito de referência absoluta e relativa ao utilizar fórmulas. Assinale a alternativa que representa o caráter utilizado para criar uma referência absoluta.
  • A $
  • B %
  • C @
  • D !
  • E ^
43
Você precisa enviar um arquivo que possui 10GB (gigabytes) do computador “A” para o computador “B”. Ambos estão na mesma rede. Selecione das alternativas a seguir aquela que representa um modo mais rápido para transferir este arquivo.
  • A Enviar por email.
  • B Gravar um CD-R.
  • C Gravar um CD-RW.
  • D Colocar um em HD externo.
  • E Gravar em XP.
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O Windows 10 disponibiliza o software Alarmes e Relógio. Sobre essa ferramenta, é correto dizer:

I - Você receberá uma notificação quando um alarme ou timer for acionado em seu computador, mesmo se o aplicativo estiver fechado ou o computador estiver bloqueado.

II - Se o computador entrar em suspensão, talvez os alarmes e timers não funcionem.

III - Somente os notebooks e tablets mais recentes com um recurso chamado InstantGo podem despertar do modo de suspensão para soar um alarme ou timer.

IV - Até mesmo com o InstantGo, o dispositivo poderá não despertar se não estiver ligado na tomada.

  • A Apenas as opções I, II e IV estão corretas.
  • B Apenas as opções I, III e IV estão corretas.
  • C Apenas as opções II e IV estão corretas.
  • D Todas estão corretas.
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Na planilha eletrônica “Microsoft Excel”, tem-se nas células A1, B1 e C1, os nomes “JOÃO”, “JOSÉ” e “ANTONIO”, respectivamente (Note que não existe espaço nem antes nem depois dos caracteres). Para que na célula D1 tenha como resultado “José João ANTONIO”, é necessário qual combinação de funções abaixo?

  • A =CONCANTENAR(PRI.MAIÚSCULA(CONCANTENAR(B1;" ";A1));" ";C1)
  • B =CONCATENAR(PRIM.MAIÚSCULA(CONCATENAR(B1;" ";A1));" ";C1)
  • C =PRIM.MAIÚSCULA((B1;+;A1))+C1)
  • D =CONCATENAR(PRI.MAIÚSCULA(CONCATENAR(B1;" ";A1));" ";C1)
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O Microsoft Word 2010 possui teclas de atalho que auxiliam o usuário em suas atividades. As teclas de atalho que representam a sequência NEGRITO, ITÁLICO e SUBLINHADO, respectivamente, são:
  • A CTRL + X, CTRL + S e CTRL + N
  • B CTRL + N, CTRL + Z e CTRL + C
  • C CTRL + S, CTRL + N e CTRL + A
  • D CTRL + N, CTRL + I e CTRL + S
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Para que um arquivo seja executável no Microsoft Windows7 ele deve possuir a extensão:
  • A doc
  • B xlsx
  • C rar
  • D xml
  • E exe
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Antes de compartilhar um documento importante com colegas ou clientes, você provavelmente toma a precaução de ler ou revisar o conteúdo do documento para garantir que tudo está correto e que o documento não contém nada que você não deseja compartilhar com outras pessoas. Se você planeja compartilhar uma cópia eletrônica de um documento do Microsoft Office 2007, seria uma boa ideia realizar uma etapa extra de revisão do documento a procura de dados ocultos ou informações pessoais que podem ser armazenados no próprio documento ou nas propriedades do documento (metadados). Os documentos do Office podem conter os seguintes tipos de dados ocultos e informações pessoais: I - Comentários, marcas de revisão de alterações controladas, versões e anotações à tinta. ] II - Propriedades de documento e informações pessoais. III - Cabeçalhos, rodapés e marcas d’água. IV - Linhas, colunas e planilhas ocultas.
Estão corretas:
  • A I, II, III e IV.
  • B Apenas as opções II, III e IV.
  • C Apenas as opções III e IV.
  • D Apenas as opções II e IV.
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Software aplicativo é aquele que permite aos usuários executar uma ou mais tarefas específicas, em qualquer campo de atividade que pode ser automatizado no computador, especialmente no campo dos negócios. As alternativas apresentam exemplos de softwares aplicativos, exceto a alternativa:
  • A Vídeo game
  • B Software educacional
  • C Sistema operacional
  • D Software médico
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Ao pressionar a tecla F5 no Microsoft Word 2010 será exibida qual caixa de diálogo?
  • A Formatar Estilos.
  • B Imprimir.
  • C Localizar e Substituir.
  • D Opções do Word.
  • E Salvar Como.