Deixe para depois
Ufa! O relatório da empresa fechou, o jantar passou, as crianças já dormiram, o mês acabou. E agora, José? Você que vive de planos, que faz resoluções, que não pode parar, está preparado para recomeçar tudo de novo? ________ é assim mesmo: um mês acaba e logo ........... outro. E a agenda em cima da mesa cheia de dias para serem preenchidos com afazeres e metas. Mal dá tempo de colocar os pensamentos no lugar, ajustar o GPS e recalcular a rota. Vamos vivendo sem tempo para paradas.
Não sei se a sua impressão é a mesma que a minha, mas os dias se tornaram ainda mais cheios ultimamente. As tarefas se empilham com mais facilidade que a louça na pia. E os dias acabam com aquela sensação de que muita coisa ficou para trás, por mais que você faça. Daí me ......... à memória meus tempos de infância jogando videogame. Não importa quantos adversários você consiga dar cabo, sempre surgem outros: dos becos, do teto, do cantinho da tela. Quanto mais você avança de fase, mais inimigos aparecem.
Esse sentimento generalizado de que a matemática das tarefas tem uma lógica diferente da aritmética do nosso tempo está levando a sociedade a uma espécie de transe da urgência. Com os celulares (sempre à mão), nunca desconectamos. Trabalhamos na mesa do restaurante respondendo ao email, pensamos nas compras do supermercado ao levar o filho no parquinho, fazemos ligações nos trajetos para otimizar o tempo do trânsito. A ansiedade de tudo “pra ontem” fez surgir um padrão de comportamento que a psicologia ......... investigado e identificado como precrastinação. Ao contrário dos que sofrem da procrastinação (o ímpeto de deixar tudo pra depois), os precrastinadores realizam uma tarefa tão logo a recebem.
Anna Scofano, consultora empresarial, conta que, em palestras em empresas e no atendimento de executivos, tem visto muita gente vivendo uma angústia enorme de querer fazer tudo ao mesmo tempo e agora. “Está cada vez mais complicado administrar as horas _______ as mensagens não param. Pode-se estar em casa ou no trabalho, não há mais um momento de ócio”, afirma. A tecnologia ganhou um papel importante nesse mau-estar da civilização, por assim dizer, já que ela ainda não é gerenciada de forma inteligente pelas pessoas, segundo a consultora. “Tudo o que toma tempo demais na nossa vida precisa ser repensado, principalmente se nos afasta da nossa ligação conosco”. Uma questão de expectativa. A chave, aliás, não está somente em saber gerenciar o tempo, esse elefante branco que nos segue o tempo todo, de casa para o trabalho, para conseguir restabelecer as prioridades. Mas principalmente gerenciar nossas expectativas em relação a elas, ______ a questão do tempo ....... mais eco nas nossas vontades e projeções do que no relógio em si. Essencialmente, sempre encontramos espaço para aquilo que realmente queremos: ir ao curso de idiomas, estudar italiano, marcar o exame que o médico pediu. O imprescindível das nossas expectativas com relação às tarefas a serem cumpridas está em não deixar que elas nos gerem ansiedade demais – seja por querer tratá-las de imediato, seja por postergá-las até o último minuto. Nem os procrastinadores nem os precrastinadores estão livres dessa sensação. E, para o professor John Perry, a raíz desse sentimento está na nossa busca pelo perfeccionismo.
“Para mim, procrastinar sempre foi uma maneira de me dar permissão para fazer de forma não tão perfeita tarefas que exigem um trabalho perfeito”, diz. Com muito prazo, era possível para ele se preparar para análises longas e acadêmicas de textos e mais textos. Mas com o prazo iminente da entrega, não havia tempo para o perfeito, apenas para o adequado. Nos precrastinadores, esse sentido é oposto, mas não menos determinante: querem começar a tarefa antes para deixá-la impecável. Mas o que ronda essa intenção é o medo de “não dar conta do recado”. “O que alguém precisa fazer para controlar as próprias fantasias perfeccionistas é o que eu chamo de triagem de tarefas. Para muitas delas, funcionará melhor se você começar planejando um trabalho adequado – talvez até um pouco melhor que adequado – mas não perfeito”, ele diz.
O perfeccionismo gera uma ansiedade que nos paralisa ou que nos faz sair correndo. Nenhuma das duas vai ajudar a realizar as coisas que você precisa realizar. “Isso nos dá segurança para arregaçar as mangas e fazer o que precisa ser feito agora”. Ou, pelo menos, começar amanhã.
Considere a frase abaixo, retirada do texto, e assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação dos termos destacados.
“Isso nos dá segurança para arregaçar as
(1) (2)
mangas e fazer o que precisa ser feito agora.”
(3) (4) (l. 50-51)
— Você pensou bem no que vai fazer, Paulo?
— Pensei. Já estou decidido. Agora não volto atrás.
— Olhe lá, hein, rapaz... Paulo está ao mesmo tempo comovido e surpreso com os três amigos. Assim que souberam do seu divórcio iminente, correram para visitá-lo no hotel. A solidariedade lhe faz bem. Mas não entende aquela insistência deles em dissuadi-lo. Afinal, todos sabiam que ele não andava muito contente com seu relacionamento.
— Pense um pouco mais, Paulo. Reflita. Essas decisões súbitas...
— Mas que súbitas? Estamos praticamente separados há um ano!
— Dê outra chance ao seu casamento, Paulo.
— A Margarida é uma ótima mulher.
— Espera um pouquinho. Você mesmo deixou de frequentar nossa casa por causa da Margarida, depois que ela chamou vocês de bêbados e quase expulsou todo mundo.
— E fez muito bem. Nós estávamos bêbados e tínhamos que ser expulsos.
— Outra coisa, Paulo. O divórcio. Sei lá.
— Eu não entendo mais nada. Você sempre defendeu o divórcio!
— É. Mas quando acontece com um amigo...
— Olha, Paulo. Eu não sou moralista. Mas acho a família uma coisa importantíssima. Acho que a família merece qualquer sacrifício.
— Pense nas crianças, Paulo. No trauma.
— Mas nós não temos filhos!
— Nos filhos dos outros, então. No mau exemplo.
— Mas isto é um absurdo! Vocês estão falando como se fosse o fim do mundo. Hoje, o divórcio é uma coisa comum. Não vai mudar nada.
— Como, não muda nada?
— Muda tudo!
— Você não sabe o que está dizendo, Paulo! Muda tudo.
— Muda o quê?
— Bom, pra começar, você não vai poder mais frequentar as nossas casas.
— As mulheres não vão tolerar.
— Você se transformará num pária social, Paulo.
— Como é que é?!
— Fora de brincadeira. Um reprobo.
— Puxa. Eu nunca pensei que vocês...
— Pense bem, Paulo. Dê tempo ao tempo.
— Deixe pra decidir depois. Passado o verão.
— Reflita, Paulo. É uma decisão seriíssima. Deixe para mais tarde.
— Está bem. Se vocês insistem... Na saída, os três amigos conversam:
— Será que ele se convenceu?
— Acho que sim. Pelo menos vai adiar.
— E no “solteiros contra casados” da praia, neste ano, ainda teremos ele no gol.
— Também, a ideia dele. Largar o gol dos casados logo agora. Em cima da hora. Quando não dava mais para arranjar substituto.
— Os casados nunca terão um goleiro como ele.
— Se insistirmos bastante, ele desiste definitivamente do divórcio.
— Vai aguentar a Margarida pelo resto da vida.
— Pelo time dos casados, qualquer sacrifício serve.
— Me diz uma coisa. Como divorciado, ele podia jogar no time dos solteiros?
— Podia. — Impensável.
— É.
— Outra coisa.
— Fala.
— Não é reprobo. É réprobo. Acento no “e”.
— Mas funcionou, não funcionou?
Assinale a alternativa que apresenta a versão INCORRETA de uma das falas dos amigos de Paulo, caso estivesse escrita em discurso indireto.
Esqueça o mito da multitarefa
Leia o texto todo de uma vez, sem interrupções. Não vale olhar mensagens no celular nem espiar as redes sociais.
Ao cair na tentação de fazer outra coisa durante a leitura, você ___ como um multitarefa. Muita empresa gosta e até espera que seus empregados assumam esse comportamento de tocar várias atividades ao mesmo tempo.
O problema é que o hábito não passa de um mito. Só 2,5% das pessoas são capazes de levar adiante mais de uma tarefa por vez, segundo pesquisa da Universidade Utah, nos Estados Unidos. Elas são chamadas de supertaskers. Os demais mortais só se atrapalham ao tentar ser multitarefa.
Há um problema evidente, já que a maioria das empresas adora ________ quem acumula diversas funções, o que, na prática, é impossível. “Já tive brigas com gestores de RH que insistem em colocar nos anúncios: ‘Capacidade de ser multitarefa’”, afirma Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo. “Isso não existe, não funciona, é irracional.”
Tanto que o consultor criou um teste para verificar se os brasileiros são mesmo capazes de exercer atividades simultaneamente com eficiência. Em 2014, 4.000 profissionais participaram da prova e somente 1% conseguiu ser mais produtivo com um olho no gato e outro no peixe.
Além de ser um tiro no pé da produtividade, tentar dar conta de todo o trabalho de uma vez causa enorme angústia. A pessoa trabalha o dia todo e termina com a sensação ....... nada foi concluído.
Qual a solução para dar conta .....todas as tarefas de maneira eficiente? Não existe milagre, apenas investimento em organização e concentração. “Cada pessoa se organiza de um _____ e precisa descobrir como é mais eficiente”, diz Paula Rizzo, especialista americana em organização.
O primeiro movimento é a consciência de que o descontrole sobre as atividades só atrapalha os resultados. Diante do desafio de chefiar dois times, um no Brasil e outro nos Estados Unidos, José Roberto Pelegrini, de 39 anos, diretor financeiro da JDSU, multinacional especializada em redes de comunicação, decidiu reorganizar sua agenda.
Esse período foi de muito trabalho e ele só conseguiu dar conta do recado porque reviu seu estilo de trabalhar e priorizar tarefas. A fórmula que encontrou passa por fazer listas das atividades semanais e diárias, manter a caixa de e-mail vazia e manter a calma.
O segundo movimento é combater a distração, um desafio que fica mais complexo à medida que o mundo se torna mais conectado. Alternar continuamente a atenção entre várias tarefas prejudica a memória e o raciocínio, o que leva à queda de desempenho.
A sensação de sobrecarga já começa a despertar em muita gente a vontade de viver uma vida menos caótica, mais organizada e produtiva. Segundo um relatório de tendências para 2015, feito pela agência Box 1824, de São Paulo, uma crescente maioria se convence ....... é impraticável levar uma vida tão conectada.
Nesse cenário, surge um contramovimento batizado de quiet bliss, algo como “felicidade silenciosa”, que prega que façamos apenas uma atividade por vez.
Logicamente, isso se aplica ao espaço do trabalho. “De maneira inconsciente, muita gente acha que não merece ter tempo para o descanso”, diz Brigid Schulte, jornalista americana. “Mas esses períodos são fundamentais para pensar sobre o que importa para você, onde você está, para onde está indo e como está gastando seu tempo.”
Quem consegue organizar os horários para ter tempo livre consegue organizar o tempo para trabalhar melhor. É importante saber _____ quando já trabalhou o suficiente.
Para isso, o consultor americano Stephen Lynch propõe três questionamentos: quantas horas você trabalha em média por semana? Você é capaz de se desligar completamente do trabalho um dia por semana? Como você tem melhorado a produtividade das horas que gasta trabalhando? Mudar as respostas a essas perguntas é o caminho para dar conta de tudo e ter uma vida melhor — dentro e fora do escritório.
Em relação à frase: um desafio que fica mais complexo à medida que o mundo se torna mais conectado. (l. 30-31), analise as assertivas abaixo:
I. O desafio sempre será o mesmo, independente da sua complexidade.
II. O mundo referido já era conectado, quando o desafio não era complexo.
III. A complexidade do desafio citado está relacionada ao fato de o mundo estar mais conectado.
Quais estão INCORRETAS?
O trem que naquela tarde de dezembro de 1909 trazia de volta a Santa Fé o dr. Rodrigo Terra Cambará passava agora, apitando, pela frente do cemitério da cidade. Com a cabeça para fora da janela, o rapaz olhava para aqueles velhos paredões, imaginando, entre emocionado e divertido, que os mortos, toda vez que ouviam o apito da locomotiva, corriam a espiar o trem por cima dos muros do cemitério. Imaginava que ali estavam sua mãe, o capitão Rodrigo, a velha Bibiana, outros parentes e amigos. Sorriam, e era-lhe agradável pensar que o saudavam: “Bem-vindo sejas, Rodrigo! Temos esperanças em ti!” Havia apenas um que não sorria. Era o Tito Chaves, que Rodrigo vira pela última vez estendido sem vida no barro da rua, na frente do Sobrado, o peito ensanguentado, os olhos vidrados. Corria à boca miúda que fora o coronel Trindade quem o mandara matar por questões de política, mas ninguém tinha coragem de dizer isso em voz alta. E agora ali estava Tito encarapitado no muro do cemitério, a bradar: “Vai e me vinga, Rodrigo. És moço, és culto, tens coragem e ideais! Em Santa Fé todo o mundo tem medo do coronel Trindade. Não há mais justiça. Não há mais liberdade. Vai e me vinga!”
O trem ainda apitava tremulamente, como se estivesse chorando. Mas quem, enternecido, chorava de verdade era Rodrigo. As lágrimas lhe escorriam pelo rosto, a que a poeira dava uma cor de tijolo. Maneco Vieira tocou-.......... o braço. “Que foi que houve, moço?”, perguntou, com um jeito protetor. Rodrigo levou o lenço aos olhos, dissimulando: “Esta maldita poeira...”
No vagão agora os passageiros começavam a arrumar suas coisas, erguiam-se, baixavam as malas dos gabaritos, numa alegria alvoroçada de fim de viagem. Rodrigo foi até o lavatório, tirou o chapéu, lavou o rosto, enxugou-.......... com o lenço e por fim penteou-se com esmero. Observou, contrariado, que tinha os olhos injetados, o que lhe dava um ar de bêbedo ou libertino. Não queria logo de chegada causar má impressão aos que o esperavam. Piscou muitas vezes, revirou os olhos, umedeceu o lenço e tornou a passá-lo pelo rosto. Pôs a língua para fora e quedou-se por algum tempo a examiná-la. Ajeitou a gravata, tornou a botar o chapéu, recuou um passo, lançou um olhar demorado para o espelho e, satisfeito, voltou para seu lugar. Maneco Vieira sorriu, dizendo-lhe: “Enfim chegamos, com a graça de Deus... e do maquinista.”
O trem diminuiu a marcha ao entrar nos subúrbios de Santa Fé. Rodrigo sentou-se de novo junto à janela e logo viu, surpreso, os casebres miseráveis do Purgatório e suas tortuosas ruas de terra vermelha. Aqueles ranchos de madeira apodrecida, cobertos de palha; aquela mistura desordenada e sórdida de molambos, panelas, gaiolas, gamelas, lixo; aquela confusão de cercas de taquara, becos, barrancos e quintais bravios – lembraram-.......... uma fotografia do reduto de Canudos que vira estampada numa revista. Na frente de algumas das choupanas viam-se mulheres – chinocas brancas, pretas, mulatas, cafuzas – a acenar para o trem; muitas delas tinham um filho pequeno nos braços e outro no ventre. Crianças seminuas e sujas brincavam na terra no meio de galinhas, cachorros e ossos de rês. Lá embaixo, no fundo dum barranco, corria o riacho, a cuja beira uma cabocla batia roupa numa tábua, com o vestido arregaçado acima dos joelhos. Em todas as caras Rodrigo vislumbrava algo de terroso e doentio, uma lividez encardida que a luz meridiana tornava ainda mais acentuada. “Quanta miséria!”, murmurou desolado.
Considere o trecho abaixo, extraído e adaptado das linhas 06 a 09, e sua conversão temporal tendo o presente como referência.
Havia apenas um que não sorria. Era o Tito Chaves, o moço que Rodrigo vira estendido sem vida no barro da rua, na frente do Sobrado. Corria à boca miúda que o coronel Trindade o mandara matar por questões de política.
Há apenas um que não sorri. ............... o Tito Chaves, o moço que Rodrigo ............... estendido sem vida no barro da rua, na frente do Sobrado. ............... à boca miúda que o coronel Trindade o ............. matar por questões de política.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho acima, conservando a ordem temporal das ações.
Deixe para depois
Ufa! O relatório da empresa fechou, o jantar passou, as crianças já dormiram, o mês acabou. E agora, José? Você que vive de planos, que faz resoluções, que não pode parar, está preparado para recomeçar tudo de novo? ________ é assim mesmo: um mês acaba e logo ........... outro. E a agenda em cima da mesa cheia de dias para serem preenchidos com afazeres e metas. Mal dá tempo de colocar os pensamentos no lugar, ajustar o GPS e recalcular a rota. Vamos vivendo sem tempo para paradas.
Não sei se a sua impressão é a mesma que a minha, mas os dias se tornaram ainda mais cheios ultimamente. As tarefas se empilham com mais facilidade que a louça na pia. E os dias acabam com aquela sensação de que muita coisa ficou para trás, por mais que você faça. Daí me ......... à memória meus tempos de infância jogando videogame. Não importa quantos adversários você consiga dar cabo, sempre surgem outros: dos becos, do teto, do cantinho da tela. Quanto mais você avança de fase, mais inimigos aparecem.
Esse sentimento generalizado de que a matemática das tarefas tem uma lógica diferente da aritmética do nosso tempo está levando a sociedade a uma espécie de transe da urgência. Com os celulares (sempre à mão), nunca desconectamos. Trabalhamos na mesa do restaurante respondendo ao email, pensamos nas compras do supermercado ao levar o filho no parquinho, fazemos ligações nos trajetos para otimizar o tempo do trânsito. A ansiedade de tudo “pra ontem” fez surgir um padrão de comportamento que a psicologia ......... investigado e identificado como precrastinação. Ao contrário dos que sofrem da procrastinação (o ímpeto de deixar tudo pra depois), os precrastinadores realizam uma tarefa tão logo a recebem.
Anna Scofano, consultora empresarial, conta que, em palestras em empresas e no atendimento de executivos, tem visto muita gente vivendo uma angústia enorme de querer fazer tudo ao mesmo tempo e agora. “Está cada vez mais complicado administrar as horas _______ as mensagens não param. Pode-se estar em casa ou no trabalho, não há mais um momento de ócio”, afirma. A tecnologia ganhou um papel importante nesse mau-estar da civilização, por assim dizer, já que ela ainda não é gerenciada de forma inteligente pelas pessoas, segundo a consultora. “Tudo o que toma tempo demais na nossa vida precisa ser repensado, principalmente se nos afasta da nossa ligação conosco”. Uma questão de expectativa. A chave, aliás, não está somente em saber gerenciar o tempo, esse elefante branco que nos segue o tempo todo, de casa para o trabalho, para conseguir restabelecer as prioridades. Mas principalmente gerenciar nossas expectativas em relação a elas, ______ a questão do tempo ....... mais eco nas nossas vontades e projeções do que no relógio em si. Essencialmente, sempre encontramos espaço para aquilo que realmente queremos: ir ao curso de idiomas, estudar italiano, marcar o exame que o médico pediu. O imprescindível das nossas expectativas com relação às tarefas a serem cumpridas está em não deixar que elas nos gerem ansiedade demais – seja por querer tratá-las de imediato, seja por postergá-las até o último minuto. Nem os procrastinadores nem os precrastinadores estão livres dessa sensação. E, para o professor John Perry, a raíz desse sentimento está na nossa busca pelo perfeccionismo.
“Para mim, procrastinar sempre foi uma maneira de me dar permissão para fazer de forma não tão perfeita tarefas que exigem um trabalho perfeito”, diz. Com muito prazo, era possível para ele se preparar para análises longas e acadêmicas de textos e mais textos. Mas com o prazo iminente da entrega, não havia tempo para o perfeito, apenas para o adequado. Nos precrastinadores, esse sentido é oposto, mas não menos determinante: querem começar a tarefa antes para deixá-la impecável. Mas o que ronda essa intenção é o medo de “não dar conta do recado”. “O que alguém precisa fazer para controlar as próprias fantasias perfeccionistas é o que eu chamo de triagem de tarefas. Para muitas delas, funcionará melhor se você começar planejando um trabalho adequado – talvez até um pouco melhor que adequado – mas não perfeito”, ele diz.
O perfeccionismo gera uma ansiedade que nos paralisa ou que nos faz sair correndo. Nenhuma das duas vai ajudar a realizar as coisas que você precisa realizar. “Isso nos dá segurança para arregaçar as mangas e fazer o que precisa ser feito agora”. Ou, pelo menos, começar amanhã.
Analise as seguintes propostas de alteração de palavras e expressões do texto:
I. Substituição de ‘preenchidos’ (l. 04) por ‘completados’.
II. Substituição de ‘muita gente’ (l. 22) por ‘todas as pessoas’.
III. Supressão de ‘não’ (l. 40).
Quais causam alteração no sentido, desconsiderando eventuais mudanças sintáticas?
Nova estrutura da Receita Estadual prioriza combate à sonegação
Aceleradas mudanças na Receita Estadual do Rio Grande do Sul, iniciadas com a aprovação da Lei Orgânica da Administração Tributária, em 2010, ainda não estão plenamente consolidadas, mas produzem significativos resultados positivos. Desenvolvidos após longo amadurecimento da categoria, os conceitos adotados hoje na Receita Estadual, órgão que existiu durante décadas apenas nos seus melhores sonhos, permitem que os conhecimentos técnicos e profissionais aperfeiçoados em estudos no exterior, no debate com especialistas nas universidades públicas e privadas e na discussão interna entre auditores-fiscais da Secretaria da Fazenda sejam implementados e produzam números favoráveis ao caixa do Tesouro do Estado.
A Administração Tributária Setorial é uma das inovações adotadas pela Receita Estadual cuja resposta é extremamente positiva. Desenvolvida aqui, com base em experiências internacionais, a Administração Tributária Setorial parte das movimentações do mercado e acompanha o desenvolvimento das empresas para estabelecer parâmetros de crescimento e reconhecimento de tributos e indícios de sonegação em um determinado setor econômico. O conceito, no entender de um dos auditores-fiscais gaúcho, torna a atuação fiscal neutra e eficaz no acompanhamento dos movimentos do mundo econômico. Em seu trabalho, o auditor defendeu que a política tributária influencia o processo econômico, interferindo na renda, no volume da demanda e da poupança e nas expectativas de investimento, tornando a política fiscal uma das políticas econômicas relacionada com o gasto público e a geração de receita.
“Assim, como desdobramento da política fiscal, a política tributária trata do nível e distribuição da carga de tributos e da estrutura e modelagem tributárias”, afirma no trabalho, que tratou em sua maior parte de demonstrar como a simplificação e harmonização da estrutura tributária pode e deve contribuir para o crescimento econômico, pela diminuição de sua complexidade e do custo com o cumprimento das obrigações acessórias e pela administração eficiente dos tributos.
O foco nas atividades de fiscalização, arrecadação e cobrança tem caracterizado a atuação atual da Receita Estadual. Nesta nova cultura, que tem como substrato a busca da arrecadação suficiente para enfrentar as crescentes demandas sociais, ganhou espaço também a relação com o contribuinte. Hoje, o órgão age preventivamente na convergência de interesses e busca o cumprimento voluntário do pagamento do tributo como meta prioritária. Trabalha também para assegurar a justiça e a equidade fiscal, mantendo um diálogo cortês e ágil na resposta aos contribuintes e agilizando sempre que possível a solução de consultas.
Também são pontos de destaque na atuação da Receita Estadual a racionalização do uso dos recursos públicos da Secretaria da Fazenda, o aperfeiçoamento dos sistemas de informação, serviços e processos voltados ao cumprimento das atribuições e competências dos auditores-fiscais e a gestão tecnológica dos recursos.
Analise as assertivas abaixo em relação à pressuposição existente nas frases retiradas do texto.
I. “Aceleradas mudanças na Receita Estadual do Rio Grande do Sul [...] ainda não estão plenamente consolidadas” (01-02) – Todas as mudanças propostas já estão em pleno funcionamento.
II. “Desenvolvidos após longo amadurecimento da categoria, os conceitos adotados hoje na Receita Estadual, órgão que existiu durante décadas apenas nos seus melhores sonhos” (l.03-04) – A Receita Estadual é um órgão existente no RS há décadas.
III. “A Administração Tributária Setorial é uma das inovações adotadas pela Receita Estadual cuja resposta é extremamente positiva.” (l.09-10) – A Administração Tributária Setorial é a única invenção e o único objetivo da Receita Estadual.
Quais informações não estão pressupostas na frase original?
Regulação de Estado, Sustentabilidade e o Direito Fundamental à Boa Administração Pública
Mais do que nunca, a regulação deve ser vista como tarefa do Estado Constitucional (não contraposto à sociedade), mais do que governativa, no rumo de nova ordem regulatória que transcenda o episódico e o transitório, ou seja, o estritamente governamental ou o primado dos interesses partidários e dos manipuladores de mercado. As autarquias reguladoras são – ou deveriam ser, interdependentes e, a despeito de não poderem efetuar a definição da política setorial, podem corrigir falhas de mercado e de governo na execução ou conformação sistemática dessas políticas. Não há função mais significativa dessas autarquias reguladoras senão a de defender a preponderância dos princípios, objetivos e direitos fundamentais, nas relações atinentes à delegação de serviços universais ou nas atividades econômicas de relevância coletiva. Cumpre-lhes, pois, evitar o equívoco comum do facciosismo ou do unilateralismo, no exercício da discricionariedade administrativa. Ao se dar conta do seu papel sistêmico, resolverá com maior facilidade os potenciais conflitos e os custos associados, evitando (sem pretender sufocar) as demandas judiciais e o próprio recurso à arbitragem privada. Assim, a função mediadora e solvedora de conflitos assume feição precípua e inerentemente regulatória.
Por todo o exposto, o “Estado Regulador” (que, na ótica esposada, disciplina, na esfera administrativa, os serviços públicos delegados e as atividades econômicas de relevante interesse coletivo) possuem o dever de cabal observância da rede de princípios, objetivos e direitos fundamentais, acima das regras, especialmente do princípio constitucional da sustentabilidade (social, ambiental, econômica, ética e jurídico-política). Somente desse modo, a regulação estatal alcançará a condição de redutora consciente (direta ou oblíqua) dos custos de transação. Quer dizer, as autarquias reguladoras precisam, vez por todas, começar a atuar como guardiãs sistemáticas dos interesses legítimos das gerações presentes e futuras, com prevenção e precaução. Com efeito, a regulação promotora do desenvolvimento sustentável, em suas várias dimensões, tem de incorporar parâmetros desse jaez - algo que acontece de maneira incipiente, mas que precisa ser francamente incentivado com a adoção de critérios mensuráveis de sustentabilidade.
De fato, a regulação é indeclinável função tipicamente estatal que, acima de tudo, precisa cultuar a sustentabilidade, a eficácia, a eficiência e a probidade no âmbito do setor regulado, incorporando, em definitivo, a cultura do pleno respeito ao imperativo do desenvolvimento sustentável, que reclama o resoluto combate à falta de equidade intertemporal.
Eis, em suma, as propostas vocacionadas a renovar o modelo brasileiro de regulação, de maneira a fazê-lo consentâneo com a consolidação do novo paradigma de Direito Administrativo, no intuito de fazer frente aos pleitos do Século XXI, às voltas com a preocupante crise (des)regulatória mundial. Força para já concretizar a regulação de Estado Constitucional, endereçada ao longo do prazo, cooperativa, sistêmica, autônoma, independente e em rede. Uma regulação para as presentes e futuras gerações. Sim, regulação intertemporal, que rompa os grilhões e os gargalos burocráticos, as redundâncias excessivas e as omissões sombrias. Não se trata de impor limites exacerbados à inovação ou à sofisticação dos mercados, mas de coibir a fraude, a desinformação e as manipulações espúrias. O certo é que nada se apresenta mais crucial, no curso da presente crise ético-jurídica mundial, do que redefinir material e formalmente, o modelo regulatório, sem o desatino ingênuo das mudanças abruptas, todavia sempre com o efetivo compromisso ético com a eficácia crescente do direito fundamental à boa administração pública.
Analise as assertivas a seguir, relacionadas ao texto.
I. A expressão ‘Por todo o exposto’ (l.14) retoma o que foi enunciado no parágrafo anterior, estabelecendo uma ideia de comparação.
II. ‘De fato’ (l.24) é usado para dar ênfase a uma declaração, confirmando algo que já foi sugerido.
III. A expressão ‘em suma’ (l.28) é utilizada para inserir o parágrafo de conclusão do texto, indicando que as ideias anteriores serão resumidas.
IV. A palavra ‘Sim’ (l.32) é usada de maneira argumentativa, pois se busca realçar uma ideia apresentada imediatamente antes.
Quais estão corretas?
Em relação ao uso de pontuação no texto, analise as assertivas abaixo:
I. As vírgulas das linhas 09 e 21 (terceira ocorrência) são utilizadas em virtude da mesma regra.
II. As vírgulas das linhas 01 e 33 separam orações justapostas.
III. As vírgulas da linha 28 separam um adjunto adverbial.
Quais estão corretas?
Esqueça o mito da multitarefa
Leia o texto todo de uma vez, sem interrupções. Não vale olhar mensagens no celular nem espiar as redes sociais.
Ao cair na tentação de fazer outra coisa durante a leitura, você ___ como um multitarefa. Muita empresa gosta e até espera que seus empregados assumam esse comportamento de tocar várias atividades ao mesmo tempo.
O problema é que o hábito não passa de um mito. Só 2,5% das pessoas são capazes de levar adiante mais de uma tarefa por vez, segundo pesquisa da Universidade Utah, nos Estados Unidos. Elas são chamadas de supertaskers. Os demais mortais só se atrapalham ao tentar ser multitarefa.
Há um problema evidente, já que a maioria das empresas adora ________ quem acumula diversas funções, o que, na prática, é impossível. “Já tive brigas com gestores de RH que insistem em colocar nos anúncios: ‘Capacidade de ser multitarefa’”, afirma Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo. “Isso não existe, não funciona, é irracional.”
Tanto que o consultor criou um teste para verificar se os brasileiros são mesmo capazes de exercer atividades simultaneamente com eficiência. Em 2014, 4.000 profissionais participaram da prova e somente 1% conseguiu ser mais produtivo com um olho no gato e outro no peixe.
Além de ser um tiro no pé da produtividade, tentar dar conta de todo o trabalho de uma vez causa enorme angústia. A pessoa trabalha o dia todo e termina com a sensação ....... nada foi concluído.
Qual a solução para dar conta .....todas as tarefas de maneira eficiente? Não existe milagre, apenas investimento em organização e concentração. “Cada pessoa se organiza de um _____ e precisa descobrir como é mais eficiente”, diz Paula Rizzo, especialista americana em organização.
O primeiro movimento é a consciência de que o descontrole sobre as atividades só atrapalha os resultados. Diante do desafio de chefiar dois times, um no Brasil e outro nos Estados Unidos, José Roberto Pelegrini, de 39 anos, diretor financeiro da JDSU, multinacional especializada em redes de comunicação, decidiu reorganizar sua agenda.
Esse período foi de muito trabalho e ele só conseguiu dar conta do recado porque reviu seu estilo de trabalhar e priorizar tarefas. A fórmula que encontrou passa por fazer listas das atividades semanais e diárias, manter a caixa de e-mail vazia e manter a calma.
O segundo movimento é combater a distração, um desafio que fica mais complexo à medida que o mundo se torna mais conectado. Alternar continuamente a atenção entre várias tarefas prejudica a memória e o raciocínio, o que leva à queda de desempenho.
A sensação de sobrecarga já começa a despertar em muita gente a vontade de viver uma vida menos caótica, mais organizada e produtiva. Segundo um relatório de tendências para 2015, feito pela agência Box 1824, de São Paulo, uma crescente maioria se convence ....... é impraticável levar uma vida tão conectada.
Nesse cenário, surge um contramovimento batizado de quiet bliss, algo como “felicidade silenciosa”, que prega que façamos apenas uma atividade por vez.
Logicamente, isso se aplica ao espaço do trabalho. “De maneira inconsciente, muita gente acha que não merece ter tempo para o descanso”, diz Brigid Schulte, jornalista americana. “Mas esses períodos são fundamentais para pensar sobre o que importa para você, onde você está, para onde está indo e como está gastando seu tempo.”
Quem consegue organizar os horários para ter tempo livre consegue organizar o tempo para trabalhar melhor. É importante saber _____ quando já trabalhou o suficiente.
Para isso, o consultor americano Stephen Lynch propõe três questionamentos: quantas horas você trabalha em média por semana? Você é capaz de se desligar completamente do trabalho um dia por semana? Como você tem melhorado a produtividade das horas que gasta trabalhando? Mudar as respostas a essas perguntas é o caminho para dar conta de tudo e ter uma vida melhor — dentro e fora do escritório.
Analise as assertivas abaixo levando em consideração a substituição do verbo existir pelo haver e a passagem da palavra milagre para o plural (l. 20):
I. O verbo haver deveria ser flexionado na 3ª pessoa do plural, visando a perfeita concordância.
II. Nenhuma alteração deveria ser feita, além das propostas.
III. O substantivo investimento deveria ser flexionado no plural, visando acompanhar a flexão do vocábulo milagre.
Quais estão corretas?
Evolução transforma fiscalização ‘in loco’ em controle por rastreamento e verificação de autenticidade
Identificação, rastreamento e autenticação de mercadorias, controles massivos dos mercados e contribuintes. Termos até há pouco vivenciados apenas no mundo dos filmes e no sonho de muitosauditores-fiscais da Receita Estadual, já são rotina no dia a dia da Secretaria da Fazenda do RS. A novaforma de atuação, ancorada no Posto Fiscal Virtual da Receita Estadual, ativado no final de 2012, utilizaao máximo a tecnologia disponível hoje no mercado, possibilitando, com base em análise de risco deoperações, um controle eficaz e econômico do trânsito de mercadorias no Estado. Com o sistema, a aleatoriedade da escolha de veículos que possam apresentar irregularidades está superada a partir da análise da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e): a fiscalização é feita junto aos contribuintes que efetivamente apresentem risco de ter problemas reais.
Entusiasta do sistema, o supervisor do Posto Fiscal Virtual, em Porto Alegre define o processo como seletivo, econômico e inteligente. “Esse é o futuro. No mundo, cada vez mais, a tecnologia substitui a ação humana, que, por mais atuante que possa ser, tem limitações de tempo, esforço e capacidade pessoal”, afirma o auditor-fiscal. O processamento eletrônico, destaca, veio para ficar, e isso está ocorrendo em todo o mundo. “No Chile, temos a fatura eletrônica, que é muito bem-sucedida. Aqui temos a Nota Fiscal Eletrônica, um sucesso crescente, que quase todos os Estados do país já adotam. É um rumo sem volta. Este é o caminho”, garante.
Deve-se lembrar, ainda, que a fiscalização direta, física, no trânsito, sempre foi forte no Nordeste e em alguns pontos do país. Na atualidade, entretanto, o Rio de Janeiro já cortou os postos pela metade. No Espírito Santo, no Pará, em Santa Catarina e em São Paulo, eles foram fechados. “Manter essas estruturas é pesado, exige investimentos constantes na manutenção, e os valores das autuações não compensam os custos”, opina. Desde o início da década passada, os diversos governos que se alternaram no Estado vêm fechando postos fiscais, e nem por isso a arrecadação caiu; pelo contrário, vem aumentando consideravelmente. Em contrapartida, a tecnologia, o manifesto eletrônico de cargas e a visão computacional resultam em custos menores e uma visão mais abrangente da situação do contribuinte. A presença física nos postos de trânsito se torna necessária em alguns casos específicos, mas não como regra, como é o caso da Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul, que utiliza células de inteligência situadas em regiões determinadas do Estado para rastreamento e fiscalização. “A percepção de risco está mantida. Não há que se atacar esse ponto. Detectamos uma atividade, um veículo com erro na nota eletrônica e imediatamente o contribuinte é comunicado e deve se explicar”, explica o supervisor.
Outro ponto relevante merece destaque quando se fala em fiscalização via monitoramento eletrônico do contribuinte: a segurança da operação. A velocidade dos movimentos econômicos e das empresas, que realizam operações com uma rapidez impensada tempos atrás, não pode conviver com uma fiscalização tímida, feita na era do papel. Identificar padrões de sonegação e, a partir daí, desencadear ações planificadas permite um gerenciamento com custos reduzidos e com segurança jurídica para o Estado e para o contribuinte. Segundo o auditor-fiscal, “a tecnologia está em todo lugar. Temos que utilizá-la”.
Uma das tecnologias que impacta a fiscalização de trânsito de mercadorias no momento é o Sistema de Identificação, Rastreamento e Autenticação de Mercadorias, nominado “Brasil-ID”. O sistema se baseia no emprego da tecnologia de identificação por radiofrequência (RFID) e outros softwares para realizar, dentro de um padrão único, a identificação, o rastreamento e autenticação de mercadorias em produção e circulação pelo país. Criado através de um acordo de cooperação técnica entre o Ministério da Ciência e Tecnologia, a Receita Federal e Secretarias de Fazenda de vários Estados, o sistema visa padronizar, unificar, interagir, integrar, simplificar, desburocratizar e acelerar o processo de produção, logística e fiscalização de mercadorias pelo país.
O Brasil-ID está sendo implantado no Posto Fiscal Virtual da Receita Estadual e representa o futuro da fiscalização de trânsito. “Da mesma forma que, através de um chip no sistema Sinal Verde, no qual o usuário coloca um pequeno circuito eletrônico no seu carro e passa por cancelas de pedágios sem se preocupar com os tickets e dinheiro, a fiscalização colocará esse equipamento em caminhões e produtos e poderá acompanhar a saída da carga da distribuidora, a sua chegada no ponto de venda e tudo o que estiver relacionado com essa atividade econômica que interesse à fiscalização”, visualiza o auditor-fiscal.
Fonte: texto adaptado – Disponível em< http://afisvec.org.br/downs/rev_enfoque/06_janeiro_2014.pdf >
Considere as assertivas abaixo sobre o processo de formação de palavras.
I. A palavra ‘massivos’ (l.01) é formada por derivação regressiva.
II. Em ‘impensada’ (l.32), há um caso de derivação parassintética.
III. A palavra ‘planificadas’ (l.34) é formada a partir do verbo ‘planificar’, através da adição de um sufixo.
IV. Em ‘desburocratizar’ (l.42), tem-se um exemplo de derivação parassintética.
Quais estão incorretas?
Na digitação qualitativa, existem diversas maneiras de se destacar as palavras ou expressões. Assinale a alternativa cujo processo de destaque NÃO cabe em documentos oficiais.
Arranjo é o processo que, na organização de arquivos permanentes, consiste ______________ de documentos. De acordo com a terminologia sobre arquivos, arranjo é o termo equivalente a _______________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
O documento, que pela natureza de seu conteúdo, sofre restrição de acesso se denomina
Analise as assertivas abaixo relacionadas à terminologia arquivística, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Arquivo corrente é o conjunto de documentos, em tramitação ou não, que, pelo seu valor primário, é objeto de consultas frequentes pela entidade que o produziu, a quem compete a sua administração.
( ) Arquivo técnico é o arquivo com predominância de documentos decorrentes do exercício das atividades-meio de uma instituição ou unidade administrativa.
( ) Fundo é o conjunto de documentos de uma mesma proveniência, é o termo que equivale a arquivo.
( ) Catálogo é o instrumento de pesquisa organizado segundo critérios temáticos, cronológicos, onomásticos ou toponímicos, reunindo a descrição individualizada de documentos pertencentes a um ou mais arquivos, de forma sumária ou analítica.
( ) Método duplex é o método de ordenação de documentos que tem por eixo as letras do alfabeto representadas por cores diferentes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões existe(m) letra(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente-se somente para a(s) letra(s), palavra(s) ou texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Para responder à questão, considere as Figuras 4(a) e 4(b). A Figura 4(a) mostra uma planilha do Excel 2007, que foi salva em um arquivo chamado "brde1.xls", na raiz do drive "C:\". A Figura 4(b) mostra uma outra planilha eletrônica, que foi salva em um arquivo chamado "brde2.xls", também na raiz do drive "C:\".
A Figura 4(a) mostra uma tabela na qual podem ser observadas as seguintes colunas: "Valor original", "Porcentagem" e "Valor final". Nessa tabela, a cada um dos valores da coluna "Valor original" aplicou-se uma porcentagem específica, resultando em um determinado valor final. Por exemplo, ao valor de R$ 800,00, apontado pela seta nº 4, aplicou-se o índice de 15 por cento (15%), resultando em um valor final de R$ 120,00 (seta nº 3). Nessa tabela, todos os valores da coluna "Valor final" foram obtidos a partir de fórmulas envolvendo os conteúdos das outras colunas, situados na mesma linha da tabela. Nesse caso, pode-se afirmar que para ser exibido, na célula apontada pela seta nº
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões existe(m) letra(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente-se somente para a(s) letra(s), palavra(s) ou texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Para responder à questão, considere as Figuras 3(a) e 3(b), que mostram a mesma janela principal do Word 2007, com o mesmo documento e a mesma formatação. Essas janelas exibem atividades que foram executadas sequencialmente, as quais se iniciam na Figura 3(a) e terminam na Figura 3(b).
Figura 3(a) - Janela principal do Word 2007 (antes)
Figura 3(b) - Janela principal do Word 2007 (após)
Executou-se, sequencialmente, as seguintes atividades, no Word 2007, como ilustrado nas Figuras 3(a) e 3(b): (1) selecionou-se os parágrafos apontados pela seta nº 2 (Figura 3(a)); (2) na Figura 3(a), posicionou-se o cursor do mouse sobre o marcador apontado pela seta nº 1, pressionou- se e segurou-se o botão esquerdo do mouse; e (3) arrastou-se o marcador até o local apontado pela seta nº 3 (Figura 3(b)). Nesse caso, soltando o botão esquerdo do mouse, pode-se afirmar que a área de trabalho desse editor de texto, ilustrada na Figura 3(b)), será exibida da seguinte forma:
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões existe(m) letra(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente-se somente para a(s) letra(s), palavra(s) ou texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Para responder à questão, considere a Figura 6, que mostra a janela principal do Power Point 2007.
Figura 6 - Janela principal do Power Point 2007
Na Figura 6, do Power Point 2007, a seta nº 1 aponta para uma barra horizontal que passou a ser exibida após clicar com o botão esquerdo do mouse no intervalo entre os slides 1 e 2. Essa barra horizontal é exibida de forma intermitente, ou seja, ela é continuamente exibida e ocultada, dando a impressão de estar "piscando". Nesse caso, pressionando uma vez a tecla "Enter" do teclado, pode-se afirmar que:
Há uma categoria de software que possui as seguintes características: (1) o desenvolvedor ou fabricante disponibiliza, gratuitamente, uma versão do software com algum tipo de restrição, tais como uma menor quantidade de funcionalidades do que a versão paga e/ou um tempo de uso gratuito limitado, como, por exemplo, trinta dias, quando ao final do prazo é solicitado ao usuário que pague a licença para acessar todas as funcionalidades do software ou para poder continuar a utilizá-lo; (2) o software normalmente é protegido por direitos autorais; e (3) a disponibilização do software com funcionalidades limitadas ou gratuitamente, por um período de tempo, normalmente tem como objetivo divulgá-lo ou permitir que usuários o testem antes de adquiri-lo. Nesse caso, esse tipo de software é chamado de:
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem letra(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente-se somente para a(s) letra(s), palavra(s) ou texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões dessa prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Para responder à questão, considere as Figuras 6(a), 6(b), 6(c) e 6(d), do Power Point 2010. A Figura 6(a) mostra a caixa de diálogo "Senha", que foi exibida ao se tentar abrir o arquivo "BRDE.pptx", que se encontra armazenado na raiz do drive F:\. A Figura 6(b) mostra a janela principal do Power Point 2010, sobre a qual está sendo exibido o menu "Suporte". Na Figura 6(b), inseriu-se, intencionalmente, no local apontado pela seta nº 1, um retângulo, de modo a ocultar os ícones existentes nesse local. As Figuras 6(c) e 6(d) mostram, intencionalmente, apenas parte de duas caixas de diálogo desse software. Na Figura 6(c), é exibido o menu apontado pela seta nº 5.
Figura 6(a) - Caixa de diálogo "Senha"
Figura 6(b) – Janela principal do Power Point 2010
Figura 6(c) – Caixa de diálogo do Power Point 2010
Figura 6(d) – Caixa de diálogo do Power Point 2010
Ao tentar abrir o arquivo "BRDE.pptx", armazenado na raiz do drive F:\, foi exibida a caixa de diálogo "Senha" (Figura 6(a)). Para remover a senha de proteção desse arquivo, basta, inicialmente, abri-lo com a inserção da senha correta e, a seguir, realizar, sequencialmente, as seguintes atividades:
Existem ocorrências, em um computador, que podem indicar que ele foi comprometido, tendo se tornado vítima de um ataque ou de um código malicioso. Nesse caso, é possível afirmar que há indício de comprometimento de um computador, por um malware, quando:
I. O acesso de leitura ao disco rígido se torna contínuo e muito frequente, mesmo quando ocorrem as seguintes situações: (1) o usuário já fechou todos os aplicativo que são possíveis de serem encerrados, como editores de texto, planilhas eletrônicas, navegadores, aplicativos de vídeo e som, programa de e-mail, etc.; (2) a ferramenta antimalware não se encontra executando nenhuma ação ou varredura no computador; (3) não está sendo executado nenhum mecanismo de swapping no computador.
II. As atualizações do sistema operacional ou do antimalware não podem ser aplicadas, mesmo não havendo um motivo técnico que justifique tal fato, como, por exemplo, falta de espaço em disco rígido, falta de memória principal, sobrecarga do processador, execução de outros sistemas informatizados, aplicativos ou programas, etc.
III. As janelas de pop-up aparecem de forma inesperada e sem a realização de nenhuma ação do usuário.
Quais estão corretas?
Considerando os aspectos da segurança da informação, a possibilidade de uma determinada ameaça explorar vulnerabilidades de um ativo ou de um conjunto de ativos, prejudicando a organização, é chamada de:
Para responder à questão, considere a Figura 7, que mostra, intencionalmente, apenas parte da janela principal do Power Point 2007. Abaixo dessa Figura, ampliou- se e destacou-se um ícone, de modo a facilitar a visualização e a resolução da questão. Figura 7 - Janela principal do Power Point 2007 Na Figura 7, do Power Point 2007, dando-se apenas um clique com o botão esquerdo do mouse sobre o ícone apontado pela seta nº 1, pode-se afirmar que:
Para a resolução das questões desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem letra(s), palavra(s) ou texto(s) que foram digitados entre aspas, apenas para destacá-los. Nesse caso, para resolver as questões, desconsidere tais aspas e atente-se somente para a(s) letra(s), palavra(s) ou texto(s) propriamente ditos; e (5) para resolver as questões dessa prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
Para responder à questão, considere a Figura 3, que mostra a janela principal do Excel 2010, na qual destacam-se os seguintes aspectos: (1) o intervalo de células, apontado pela seta nº 3, encontra- se selecionado; e (2) estão sendo exibidos os ícones apontados pela seta nº 4.
Figura 3 – Janela principal do Excel 2010
Na Figura 3, do Excel 2010, dando-se um clique com o botão esquerdo do mouse sobre o ícone apontado pela seta nº
Na Internet, existe um esquema de endereçamento lógico, a partir do qual é possível identificar um único dispositivo e a rede a que pertence, como, por exemplo, um computador, um servidor ou outro ativo de rede. Há um esquema de endereçamento lógico que é formado por uma sequência de números, separada por pontos, tal como "200.130.2.135". Nesse caso, essa sequência de números separada por ponto é chamada de:
Em relação à diagramação, os documentos do padrão ofício devem obedecer à seguinte forma de apresentação, entre outras:
I. O campo destinado à margem lateral esquerda terá, no mínimo, 4,0 cm de largura.
II. O início de cada parágrafo do texto deve ter 2,5 cm de distância da margem esquerda.
III. O campo destinado à margem lateral direita terá 1,5 cm.
IV. Todos os tipos de documentos do Padrão Ofício devem ser impressos em papel de tamanho A4, ou seja, 29,7 x 21,0 cm.
Quais estão corretas?
O e-mail é uma fantástica ferramenta que conseguiu atender, simultaneamente, duas exigências imprescindíveis à boa comunicação corporativa: a velocidade, quase instantânea, com que a informação precisa circular; e a necessidade de compartilhar, de imediato, a informação com os funcionários da empresa, seus clientes e parceiros, setores governamentais e sociedade em geral. Entretanto, algumas etapas e cuidados na elaboração de e-mails empresariais são imprescindíveis, tais como:
I. O vocativo pode ser substituído por uma saudação, como “Bom dia, Sr. Ricardo” ou “Boa tarde, Sr. Paulo”.
II. Na despedida, para situações formais, poderá ser usado “Atenciosamente”, utilizando o termo “Att.”.
III. Na assinatura, aparecerão as informações que identificam o remetente, tais como nome completo, cargo ou função, telefone, site e e-mail.
IV. No texto, poderão ser utilizados grafismos para substituir as expressões usadas no cotidiano.
Quais estão corretas?
Analise as seguintes formas de sobrescritos em envelopes para o encaminhamento de correspondências:
I. Sra.
Joana Santos
Rua Leão Coroado nº 26
Boa Vista RECIFE - PE
CEP 50.060-250
II. Sr.
Prof. João Carlos Almeida
Instituto de Psicologia
Universidade de Brasília
BRASÍLIA (DF) CEP 70.910-900
III. Editora Brasil S.A.
Caixa Postal 1035
20001-970 RIO DE JANEIRO - RJ
IV. Indústrias de Maquinas de Motores Ltda.
At. do Sr. Carlos José da Silva
Rua Buarque de Azevedo, 819
CEP 02 036-022 SÃO PAULO (SP)
Quais estão corretas?
Uma empresa costuma enviar informações estratégicas aos seus funcionários por e- mail. Para garantir a confidencialidade, protege os arquivos com senha, informando previamente a fórmula para decodificação, conforme especificado a seguir:
I. 2 + 5 = 9;
II. 6 + 2 = 14;
III. 2 + 8 = 12;
IV. 18 + 26 = 62;
V. 5 – 2 = 6;
VI. 7 – 4 = 6;
VII. 8 – 6 = 4;
VIII. 28 – 17 = 22.
Alberto recebeu um e-mail com um arquivo anexado, cuja mensagem trazia a seguinte operação:
(932 + 435) – 154
A operação dentro dos parênteses deve ser realizada primeiro seguindo a fórmula apresentada acima.
Qual é a senha que abrirá o arquivo recebido por Alberto?
No dia 20/02/2012, uma segunda- feira, João marcou no calendário a quantidade de dias que ainda faltavam para as suas férias, que deveriam ter início no dia 23/04/2012. Desse modo, as férias de João iniciarão em
“Se o jogador chutou a bola, então ele fez o gol.” Logo:
Observe, atentamente, os quadros a seguir:
Que número ocupa o canto inferior direito no 50º quadro?
Dadas as proposições: p: “Ana é saudável.” q: “Paulo está gripado.”
Uma forma de se representar a proposição ~(p ^ ~q) em linguagem corrente é:
Supondo verdadeiro que:
Nego que Mário ou João são engenheiros.
Se Mário não é engenheiro então Mário é agrônomo.Se João trabalha na construção civil então João é engenheiro.
Deduzimos que é verdadeiro:
O próximo número da sequência 32, 63, 125, 249, é
Chocolate é um cãozinho muito simpático. Se Chocolate está no canil, então ele tem coleira. Se Chocolate tem coleira, então ele é treinado. Porém, Chocolate ainda não foi treinado, logo,
Considere uma caixa contendo 16 brindes: 10 bonés, 4 camisetas e 2 mochilas. Sabendo que você receberá o primeiro brinde retirado da caixa, qual a probabilidade de você ganhar uma camiseta?
Uma determinada caixa contém 60 cartões azuis, 100 cartões amarelos e 40 cartões verdes. Calcule a probabilidade de se tirar uma carta azul, com reposição.
A Constituição Federal determina que a Administração Pública direta e indireta deva ser submetida aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Analise as seguintes assertivas sobre o princípio da eficiência:
I. A importância assumida pelo princípio da eficiência possibilita a sua sobreposição em relação aos demais princípios da Administração Pública, em especial em relação ao princípio da legalidade.
II. O princípio da eficiência pode ser considerado em relação ao modo de atuação do agente público, ao qual se espera o melhor desempenho possível de suas atribuições.
III. A adequação do modo de organização, estrutura e disciplina da Administração Pública estão relacionadas ao princípio da eficiência.
Quais estão corretas?
Analise as seguintes assertivas sobre cargo, emprego e função públicos:
I. Provimento é o ato pelo qual o servidor público é investido no exercício de cargo, emprego ou função.
II. O provimento em comissão é o que se faz mediante nomeação para cargo público, independentemente de concurso e de caráter transitório.
III. A exoneração é forma de penalidade imposta ao servidor público, tendo como consequência o seu desligamento dos quadros do funcionalismo público.
Quais estão corretas?
No Direito Administrativo atual, os princípios exercem especial importância, atuando como instrumento de interpretação, integração e fundamento dos deveres jurídicos e limites da atuação estatal. Analise as seguintes assertivas referentes aos princípios do Direito Administrativo.
I. O princípio da legalidade proporciona a presunção iure et iure de validade dos atos administrativos.
II. O princípio da eficiência, embora não sendo previsto no ordenamento constitucional brasileiro, atua como requisito de eficácia dos atos administrativos.
III. O princípio da moralidade administrativa pode ser utilizado, dentre outros princípios do Direito Administrativo, como fundamentação para a vedação de nomeação de pessoas com determinado grau de parentesco próximo, para o exercício de cargos em comissão e funções de confiança na esfera administrativa.
Quais estão corretas?
Analise as seguintes assertivas sobre a concessão dos serviços públicos:
I. A concessão representa forma de prestação indireta de serviços públicos.
II. A concessão de serviços públicos representa ato de oportunidade e conveniência, dispensando, portanto, a necessidade de prévia licitação.
III. A concessão administrativa não necessita de contrato administrativo para a sua formalização.
Quais estão corretas?
A condenação por ato de improbidade administrativa:
Analise as afirmações abaixo sobre bens públicos e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Os bens de uso comum do povo são destinados ao uso direto e imediato da população, em função de uma destinação formal e são contabilizados no ativo do ente estatal.
( ) Os bens dominiais podem ser alienados desde que evidenciada a sua desnecessidade de manutenção no patrimônio público para a satisfação das finalidades do Estado.
( ) Os bens de uso especial são contabilizados no ativo, são inventariados e avaliados e são inalienáveis quando empregados no serviço público e enquanto conservarem esta condição.
( ) A incorporação de um bem resulta em uma variação patrimonial aumentativa, seja por aquisição, doação recebida, transferência, etc.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou normatizar o abastecimento, será caso de:
Analise as seguintes assertivas sobre o poder de polícia exercido pela Administração Pública:
I. O exercício do poder de polícia pela Administração Pública não está sujeito à análise pelo Poder Judiciário, face ao princípio da autonomia entre os Poderes do Estado.
II. O poder de polícia da Administração Pública poderá ser exercido tanto em caráter preventivo como repressivo.
III. O poder de polícia da Administração Pública é de natureza vinculada, não havendo espaço para atuação discricionária, tanto em relação à valoração da atividade policiada quanto em relação à eleição da medida aplicável.
Quais estão corretas?
A Administração Pública é organizada por meio de uma complexa estrutura, que segue o modelo hierárquico. Nesse sentido, analise as seguintes assertivas:
I. O poder hierárquico autoriza os superiores a reverem as condutas administrativas realizadas pelos seus subordinados.
II. O poder hierárquico não permite que os superiores realizem a atividade de fiscalização sobre a conduta de seus subordinados.
III. Considerando as peculiaridades do poder hierárquico, o subordinado deverá atender às ordens de seu superior, mesmo quando apresentarem ilegalidade manifesta.
Quais estão corretas?
Analise as seguintes afirmativas sobre serviços públicos, de acordo com o que preconiza Maria Sylvia Di Pietro, em sua obra Direito Administrativo (2011):
I. É toda atividade material que a lei atribui ao Estado para que a exerça diretamente ou por meio de seus delegados, com o objetivo de satisfazer concretamente as necessidades coletivas.
II. Os serviços públicos são prestados necessariamente pelo Estado ou por pessoas jurídicas de direito público.
III. É suficiente o objetivo do interesse público para caracterizar o serviço público, sem a necessidade de que a lei atribua esse objetivo ao Estado.
Quais estão corretas?