Se a forma verbal Tenha estivesse na forma negativa da mesma pessoa do imperativo, sua forma correta seria:
Texto I
A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)
Texto II
A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)
Texto III
Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)
O que, nos três textos, mostra um ponto comum da ciência é que ela é vista como:
Texto I
A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)
Texto II
A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)
Texto III
Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)
Segundo o texto I, a curiosidade é:
QUESTÃO SOCIAL
Apesar da urgência da organização da sociedade para exigir segurança de fato das autoridades, a redução da violência exige mudança profunda no enfoque da administração dos problemas sociais pelos governos federal, estadual e municipal.
Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Getúlio Vargas, no ano passado, pelo pesquisador Teixeira, constatou que a violência no país nos últimos dez anos matou 350 mil pessoas no período, mais do que as guerras do Timor Leste e de Kosovo juntas e em menos tempo.
O custo dessa violência, segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), é de US$ 84 bilhões ao ano, ou 10,5% do PIB (Produto Interno Bruto).
Em São Paulo, cujo PIB nominal foi de US$ 241,58 bilhões em 1997, os custos da violência levantados em 1998 representam cerca de 3% do PIB, segundo dados da tese do sociólogo Rogério Sérgio de Lima.
Conforme o texto, a redução da violência:
QUESTÃO SOCIAL
Apesar da urgência da organização da sociedade para exigir segurança de fato das autoridades, a redução da violência exige mudança profunda no enfoque da administração dos problemas sociais pelos governos federal, estadual e municipal.
Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Getúlio Vargas, no ano passado, pelo pesquisador Teixeira, constatou que a violência no país nos últimos dez anos matou 350 mil pessoas no período, mais do que as guerras do Timor Leste e de Kosovo juntas e em menos tempo.
O custo dessa violência, segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), é de US$ 84 bilhões ao ano, ou 10,5% do PIB (Produto Interno Bruto).
Em São Paulo, cujo PIB nominal foi de US$ 241,58 bilhões em 1997, os custos da violência levantados em 1998 representam cerca de 3% do PIB, segundo dados da tese do sociólogo Rogério Sérgio de Lima.
Os argumentos em que se apoia o artigo do jornal para mostrar a necessidade da redução da violência são de cunho:
QUESTÃO SOCIAL
Apesar da urgência da organização da sociedade para exigir segurança de fato das autoridades, a redução da violência exige mudança profunda no enfoque da administração dos problemas sociais pelos governos federal, estadual e municipal.
Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Getúlio Vargas, no ano passado, pelo pesquisador Teixeira, constatou que a violência no país nos últimos dez anos matou 350 mil pessoas no período, mais do que as guerras do Timor Leste e de Kosovo juntas e em menos tempo.
O custo dessa violência, segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), é de US$ 84 bilhões ao ano, ou 10,5% do PIB (Produto Interno Bruto).
Em São Paulo, cujo PIB nominal foi de US$ 241,58 bilhões em 1997, os custos da violência levantados em 1998 representam cerca de 3% do PIB, segundo dados da tese do sociólogo Rogério Sérgio de Lima.
No texto, o fato das siglas estarem “traduzidas” entre parênteses mostra que:
As características da arte paleolítica tendem a provar
que, sejam quais forem as utilizações comunitárias
ou práticas da arte primitiva, ela dependia do
exercício do talento individual. (…) Devemos pôr de
lado a ideia que as pinturas foram produto casual do
lazer forçado de uma tribo de caçadores, ou mesmo
subprodutos de cultos mágicos. Elas estavam sem
dúvida associadas a tais atividades, mas o
pressuposto da sua produção foi a existência de
raros indivíduos dotados de sensibilidade e
habilidade expressiva excepcionais.
Assim, a arte pressupõe um indivíduo que assume a
iniciativa da obra. Mas precisa ele ser
necessariamente um artista, definido e reconhecido
pela sociedade como tal? Ou, em termos
sociológicos, a produção da arte depende de posição
social e papéis definidos em função dela? A resposta
seria: conforme a sociedade, o tipo de arte e,
sobretudo, a perspectiva considerada. Se para a
atitude romântica a coletividade é criadora, no outro
polo um estudioso contemporâneo, Hauser, acha
que as pinturas pré-históricas já demonstram a
existência de um artista especializado, uma
espécie de feiticeiro-artista, dispensado das
tarefas de produção econômica para poder de
certa maneira especializar-se.
Isto significaria o reconhecimento da sua função
social desde as sociedades pré-históricas, sendo
preciso notar que Hauser entra pelo terreno da
conjetura; mas de qualquer modo sugere o
vínculo estreito entre a arte e a sociedade, por
meio da diferenciação precoce da função do
artista.
CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. 10ª. Ed. São Paulo: Ouro sobre Azul,
2008. pp.35-36.
A ideia central do texto acima é:
Assinale a alternativa que preenche corretamente, na ordem, as lacunas da frase apresentada.
Sobre os textos 1 e 2:
Marque a opção correta. O radical grego ISOS denota:
A palavra sublinhada está empregada corretamente em:
Texto I
A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)
Texto II
A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)
Texto III
Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)
“...como se faz uma casa com pedras...”, no texto III, corresponde a uma:
Texto I
A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)
Texto II
A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)
Texto III
Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)
A(s) opinião(ões) que traduz(em) uma visão negativa da ciência é(são):
De acordo com a tipologia textual, o texto acima:
Das frases abaixo, qual delas, emprega INCORRETAMENTE os sinais de pontuação?
Faça o que se pede.
Não está corretamente flexionado no plural o substantivo composto:
Coloque a forma verbal – saiba – na segunda pessoa do singular do imperativo negativo:
Assinale a opção correta:
O advérbio que tem uma forma equivalente corretamente apontada é:
QUESTÃO SOCIAL
Apesar da urgência da organização da sociedade para exigir segurança de fato das autoridades, a redução da violência exige mudança profunda no enfoque da administração dos problemas sociais pelos governos federal, estadual e municipal.
Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Getúlio Vargas, no ano passado, pelo pesquisador Teixeira, constatou que a violência no país nos últimos dez anos matou 350 mil pessoas no período, mais do que as guerras do Timor Leste e de Kosovo juntas e em menos tempo.
O custo dessa violência, segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), é de US$ 84 bilhões ao ano, ou 10,5% do PIB (Produto Interno Bruto).
Em São Paulo, cujo PIB nominal foi de US$ 241,58 bilhões em 1997, os custos da violência levantados em 1998 representam cerca de 3% do PIB, segundo dados da tese do sociólogo Rogério Sérgio de Lima.
De acordo com o texto, em São Paulo:
Texto I
A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)
Texto II
A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)
Texto III
Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)
“...matar o maior número de homens no tempo mais curto”, como aparece no texto II, demonstra: