Resolver o Simulado Prefeitura Municipal de São Paulo - Odontologia - SHDIAS - Nível Superior

0 / 20

Português

1

Se a forma verbal Tenha estivesse na forma negativa da mesma pessoa do imperativo, sua forma correta seria:

  • A Não tem
  • B Não tenhas
  • C Não tende
  • D Não tenha
2

Texto I

A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

Texto II

A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

Texto III

Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)

O que, nos três textos, mostra um ponto comum da ciência é que ela é vista como:

  • A uma atividade humana
  • B um bem para a humanidade
  • C um conhecimento subjetivo
  • D uma certeza de sobrevivência
3

Texto I

A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

Texto II

A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

Texto III

Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)

Segundo o texto I, a curiosidade é:

  • A sinônimo da própria ciência
  • B o desejo mais alto da nossa natureza
  • C o caminho de melhorar a própria sorte
  • D a satisfação de nosso desejo
4

QUESTÃO SOCIAL

Apesar da urgência da organização da sociedade para exigir segurança de fato das autoridades, a redução da violência exige mudança profunda no enfoque da administração dos problemas sociais pelos governos federal, estadual e municipal.

Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Getúlio Vargas, no ano passado, pelo pesquisador Teixeira, constatou que a violência no país nos últimos dez anos matou 350 mil pessoas no período, mais do que as guerras do Timor Leste e de Kosovo juntas e em menos tempo.

O custo dessa violência, segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), é de US$ 84 bilhões ao ano, ou 10,5% do PIB (Produto Interno Bruto).

Em São Paulo, cujo PIB nominal foi de US$ 241,58 bilhões em 1997, os custos da violência levantados em 1998 representam cerca de 3% do PIB, segundo dados da tese do sociólogo Rogério Sérgio de Lima.

Conforme o texto, a redução da violência:

  • A É de extrema importância no momento econômico do país.
  • B Derivará exclusivamente da cobrança feita às autoridades.
  • C É de grande importância para o progresso econômico.
  • D Exige organização social e mudanças governamentais.
5

QUESTÃO SOCIAL

Apesar da urgência da organização da sociedade para exigir segurança de fato das autoridades, a redução da violência exige mudança profunda no enfoque da administração dos problemas sociais pelos governos federal, estadual e municipal.

Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Getúlio Vargas, no ano passado, pelo pesquisador Teixeira, constatou que a violência no país nos últimos dez anos matou 350 mil pessoas no período, mais do que as guerras do Timor Leste e de Kosovo juntas e em menos tempo.

O custo dessa violência, segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), é de US$ 84 bilhões ao ano, ou 10,5% do PIB (Produto Interno Bruto).

Em São Paulo, cujo PIB nominal foi de US$ 241,58 bilhões em 1997, os custos da violência levantados em 1998 representam cerca de 3% do PIB, segundo dados da tese do sociólogo Rogério Sérgio de Lima.

Os argumentos em que se apoia o artigo do jornal para mostrar a necessidade da redução da violência são de cunho:

  • A Social e econômico
  • B Social religioso
  • C Religioso e Educativo
  • D Educativo e Econômico
6

QUESTÃO SOCIAL

Apesar da urgência da organização da sociedade para exigir segurança de fato das autoridades, a redução da violência exige mudança profunda no enfoque da administração dos problemas sociais pelos governos federal, estadual e municipal.

Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Getúlio Vargas, no ano passado, pelo pesquisador Teixeira, constatou que a violência no país nos últimos dez anos matou 350 mil pessoas no período, mais do que as guerras do Timor Leste e de Kosovo juntas e em menos tempo.

O custo dessa violência, segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), é de US$ 84 bilhões ao ano, ou 10,5% do PIB (Produto Interno Bruto).

Em São Paulo, cujo PIB nominal foi de US$ 241,58 bilhões em 1997, os custos da violência levantados em 1998 representam cerca de 3% do PIB, segundo dados da tese do sociólogo Rogério Sérgio de Lima.

No texto, o fato das siglas estarem “traduzidas” entre parênteses mostra que:

  • A O texto informativo “traduz” todas as siglas nele incluídas.
  • B O Brasil é país de muitas siglas.
  • C Os leitores de jornais pertencem à classe popular, menos informada.
  • D Algumas siglas do texto, segundo o seu redator, necessitam de “tradução”.
7

As características da arte paleolítica tendem a provar
que, sejam quais forem as utilizações comunitárias
ou práticas da arte primitiva, ela dependia do
exercício do talento individual. (…) Devemos pôr de
lado a ideia que as pinturas foram produto casual do
lazer forçado de uma tribo de caçadores, ou mesmo
subprodutos de cultos mágicos. Elas estavam sem
dúvida associadas a tais atividades, mas o
pressuposto da sua produção foi a existência de
raros indivíduos dotados de sensibilidade e
habilidade expressiva excepcionais.
Assim, a arte pressupõe um indivíduo que assume a
iniciativa da obra. Mas precisa ele ser
necessariamente um artista, definido e reconhecido
pela sociedade como tal? Ou, em termos
sociológicos, a produção da arte depende de posição
social e papéis definidos em função dela? A resposta
seria: conforme a sociedade, o tipo de arte e,
sobretudo, a perspectiva considerada. Se para a
atitude romântica a coletividade é criadora, no outro
polo um estudioso contemporâneo, Hauser, acha
que as pinturas pré-históricas já demonstram a
existência de um artista especializado, uma
espécie de feiticeiro-artista, dispensado das
tarefas de produção econômica para poder de
certa maneira especializar-se.
Isto significaria o reconhecimento da sua função
social desde as sociedades pré-históricas, sendo
preciso notar que Hauser entra pelo terreno da
conjetura; mas de qualquer modo sugere o
vínculo estreito entre a arte e a sociedade, por
meio da diferenciação precoce da função do
artista.

CANDIDO, Antonio. Literatura e Sociedade. 10ª. Ed. São Paulo: Ouro sobre Azul,
2008. pp.35-36.

A ideia central do texto acima é:

  • A A produção de arte depende da posição social e papéis definidos em função dela.
  • B A arte pressupõe um artista que assuma a obra.
  • C Há um vínculo estreito entre sociedade e arte.
  • D As pinturas pré-históricas já demonstram a existência de um artista especializado.
8

Assinale a alternativa que preenche corretamente, na ordem, as lacunas da frase apresentada.

Os ___ para a conclusão da pesquisa estavam próximos e exigiam ___ na ___ dos dados já obtidos.
  • A prasos – rapidez – análise
  • B prazos – rapidês – análize
  • C prazos – rapidez – análise
  • D prazos – rapidez – análize
9


Texto 1
Um mestre do Oriente viu quando uma cobra estava morrendo queimada e decidiu tirá-la do fogo, mas quando o fez, a cobra o picou. Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo no fogo e estava se queimando de novo.
O mestre tentou tirá-la novamente e novamente a cobra o picou. Alguém que estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:
— Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-la do fogo ela irá picá-lo? O mestre respondeu:

— A natureza da cobra é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de um pedaço de ferro o mestre tirou a cobra do fogo e salvou sua vida.
(...)


Texto 2
Imagem relacionada à questão do Questões Estratégicas

Sobre os textos 1 e 2:

  • A As palavras negritadas do texto 1 são elementos que contribuem para coerência textual; no texto 2, primeiro quadrinho, segundo balão, ocorrem dois elementos que constituem coesão textual: "No entanto" e “Ela”.
  • B No texto 2, o pronome "Ela" refere-se à mãe de Calvin, o que caracteriza um elemento para coerência textual.
  • C Os conectivos "No entanto" e “Ela”, apresentados no texto 2, e as palavras negritadas do texto 1 referem-se a elementos integrantes da coesão textual.
  • D As palavras negritadas do texto 1 são elementos que contribuem para coesão textual; no texto 2, primeiro quadrinho, segundo balão, ocorrem dois elementos que constituem coerência textual: "No entanto" e “Ela”.
10

Marque a opção correta. O radical grego ISOS denota:

  • A Inferioridade;
  • B Superioridade;
  • C Diferença;
  • D Semelhança.
11

A palavra sublinhada está empregada corretamente em:

  • A Essa máquina mói todos os detritos.
  • B Os guarda-noturnos serão postos na formalidade
  • C Se eu me abster, haverá empate na votação.
  • D Com esse cálculo financeiro, o banco aleja os clientes.
12

Texto I

A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

Texto II

A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

Texto III

Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)

“...como se faz uma casa com pedras...”, no texto III, corresponde a uma:

  • A concessão
  • B comparação
  • C condição
  • D consequência
13

Texto I

A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

Texto II

A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

Texto III

Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)

A(s) opinião(ões) que traduz(em) uma visão negativa da ciência é(são):

  • A no texto II.
  • B no texto I.
  • C nos texto I e III.
  • D nos texto II e III.
14
(...) Há um pôr-do-sol de primavera e uma velha
casa abandonada. Está em ruínas.
A velha casa não mais abriga vidas em seu interior.
Tudo é passado. Tudo é lembrança.
Hoje, apenas almas juvenis brincam
despreocupadas e felizes entre suas paredes
trêmulas.
Em seu chão, despido da madeira polida que a
cobriam, brotam ervas daninhas. Entre a vegetação
que busca minimizar as doces recordações do
passado, surge a figura amarela e suave da
margarida, flor-mulher. As nuanças de suas cores
sorriem e denunciam lembranças de seus
ocupantes.
A velha casa está em ruínas. Pássaros saltitam e
gorjeiam nas amuradas que a cercam. Seus trinados
são melodias no altar do tempo à espera de
redentoras orações. Raízes vorazes de grandes
árvores infiltraram-se entre as pedras do alicerce e
abalam suas estruturas.
Agoniza a velha casa. Agora, somente imagens
desfilam, ao longo das noites. As janelas são bocas
escancaradas. A casa velha em ruínas clama por
vozes e movimentos...

(Geraldo M. de Carvalho)
Disponível em: http://www.colegioweb.com.br/portugues/descricao-de-cenario.html.
Acesso em 18/02/2015.

De acordo com a tipologia textual, o texto acima:

  • A é descritivo, com traços dissertativos compondo um ambiente nostálgico.
  • B possui descrição subjetiva apenas no trecho "A velha casa não mais abriga vidas em seu interior. Tudo é passado. Tudo é lembrança."
  • C ocorre uma descrição objetiva narrativa no trecho todo.
  • D é formado basicamente de descrições subjetivas.
15

Das frases abaixo, qual delas, emprega INCORRETAMENTE os sinais de pontuação?

  • A Desertos, irão aumentar; oásis, morrer, e fluxo de rios; diminuir – algumas vezes com resultados catastróficos.
  • B Desertos irão aumentar, oásis vão morrer e o fluxo de rios vai diminuir, algumas vezes com resultados catastróficos.
  • C Desertos irão aumentar. Oásis irão morrer e o fluxo de rios vai diminuir – algumas vezes com resultados catastróficos.
  • D Desertos irão aumentar. Oásis, morrer. Fluxo de rios, diminuir. Algumas vezes, os resultados serão catastróficos.
16

Faça o que se pede.
Não está corretamente flexionado no plural o substantivo composto:

  • A Abaixos-assinados.
  • B Guardas-marinha.
  • C Guardas-volantes.
  • D Todas as alternativas anteriores estão incorretas
17

Coloque a forma verbal – saiba – na segunda pessoa do singular do imperativo negativo:

  • A Não sabes;
  • B Não sabe;
  • C Não saibas;
  • D Não soubeste.
18

Assinale a opção correta:
O advérbio que tem uma forma equivalente corretamente apontada é:

  • A "...fatalmente acaba gerando..." = acaba gerando de forma inevitável.
  • B "...realmente preparado... " = preparado com dados reais;
  • C "...altamente lucrativo... "; lucrativo devido a altos preços;
  • D "...absolutamente falso... " = falso em termos gerais;
19

QUESTÃO SOCIAL

Apesar da urgência da organização da sociedade para exigir segurança de fato das autoridades, a redução da violência exige mudança profunda no enfoque da administração dos problemas sociais pelos governos federal, estadual e municipal.

Uma pesquisa desenvolvida pela Fundação Getúlio Vargas, no ano passado, pelo pesquisador Teixeira, constatou que a violência no país nos últimos dez anos matou 350 mil pessoas no período, mais do que as guerras do Timor Leste e de Kosovo juntas e em menos tempo.

O custo dessa violência, segundo o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), é de US$ 84 bilhões ao ano, ou 10,5% do PIB (Produto Interno Bruto).

Em São Paulo, cujo PIB nominal foi de US$ 241,58 bilhões em 1997, os custos da violência levantados em 1998 representam cerca de 3% do PIB, segundo dados da tese do sociólogo Rogério Sérgio de Lima.

De acordo com o texto, em São Paulo:

  • A É sensivelmente menor o número de atos de violência, comparado com outros estados brasileiros.
  • B A violência ultrapassa a média estatística nacional de custos em relação ao PIB.
  • C A violência colabora para que nossos índices, nessa área, sejam altos.
  • D A violência é a mais intensa entre os estados desenvolvidos.
20

Texto I

A ciência permanecerá sempre a satisfação do desejo mais alto da nossa natureza, a curiosidade; ela fornecerá sempre ao homem o único meio que ele possui para melhorar a própria sorte. (Renan)

Texto II

A ciência, que devia ter por fim o bem da humanidade, infelizmente concorre na obra de destruição e inventa constantemente novos meios de matar o maior número de homens no tempo mais curto. (Tolstói)

Texto III

Faz-se ciência com fatos, como se faz uma casa com pedras; mas uma acumulação de fatos não é uma ciência, assim como um montão de Pedras não é uma casa. (Poincaré)

“...matar o maior número de homens no tempo mais curto”, como aparece no texto II, demonstra:

  • A crueldade necessária
  • B qualidade suprema
  • C eficiência mórbida
  • D violência inútil