A Comissão Nacional de Energia Nuclear deve observar as normas previstas na Constituição Federal vigente, no que tange ao Capítulo referente à administração pública. De acordo com o texto constitucional, a remuneração do servidor público federal deve limitar-se a um teto constitucional. Considerando esse teto constitucional remuneratório, analise as afirmativas.
I. Os servidores públicos efetivos da Comissão Nacional de Energia Nuclear não podem receber remuneração maior que o subsídio do Presidente da República.
II. A verba que o servidor público efetivo receber a título de indenização será computada para fins de limitação ao teto constitucional remuneratório.
III. Caso um servidor público acumule licitamente dois cargos efetivos federais, as remunerações de ambos os cargos serão computadas para fins do limite constitucionalremuneratório.
IV. Um professor federal aposentado, que acumule os proventos com a remuneração de um cargo de Analista na Comissão Nacional de Energia Nuclear, estará sujeito ao teto remuneratório de Ministro do Supremo Tribunal Federal.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
Considere a hipótese de um servidor federal vir a ser condenado pela prática de ato de improbidade administrativa que configure enriquecimento ilícito. Nos termos da Lei Federal nº 8.429/92, dentre outras penalidades, o servidor estará sujeito a
“Determinado servidor público federal dirigiu requerimento a determinada autoridade. O requerimento foiapreciado e indeferido pela autoridade competente.” Nos termosdo regime jurídico dos servidores públicos civis da União, no que tange ao direito de petição, analise.
I. O servidor, caso desejar recorrer, deverá protocolar o recurso no prazo máximo de 90 dias, contados daciência do indeferimento do pedido inicial.
II. A prescrição do direito de recorrer será interrompida no caso de o servidor apresentar pedido de reconsideração no prazo legal.
III. Caso recorra, o servidor deverá encaminhar o recurso por intermédio da autoridade máxima do órgão competente para decidir.
IV. O recurso interposto pelo servidor poderá ser recebido com efeito suspensivo, a juízo da autoridade competente para decidir.
V. No caso de indeferimento de um pedido de reconsideração, o servidor poderá renová-lo ou interpor recurso hierárquico.
Estão corretas apenas as afirmativas
O art. 319 do Código Penal brasileiro, que trata sobre os tipos de conduta que configuram crime contraa Administração pública, dispõe um dos referidos crimes: “Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. A pena prevista no Código Penal para a prática do crime descrito anteriormente é:
O analfabetismo no Brasil não deveria ser tratado apenas na base dos números
A Unesco está celebrando hoje, dia 8, o Dia Internacional da Alfabetização. O especialista em educação de jovens e adultos da Unesco no Brasil, Timothy Ireland, deu declaração avaliando que, no Brasil, o analfabeto continua sendo, em sua maioria, nordestino, negro, de baixa renda e com idade entre 40 e 45 anos.
Segundo Ireland, “A questão do analfabetismo sempre foi minimizada como um direito, mas ela é fundamental para que o cidadão participe de forma democrática. Hoje vivemos na sociedade da informação e do conhecimento, a pessoa que não tem acesso à escrita e à leitura acaba excluída de informações que são necessárias para garantir todos os outros direitos, a saúde, a participação política na sociedade”.
Em 2006, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, apresentou números nada animadores sobre o analfabetismo no Brasil. Segundo aquele levantamento, 10,38% da população brasileira se declarou analfabeta absoluta. Esse percentual representa 14,3 milhões de brasileiros.
Entre os que se declararam negros e pardos, o analfabetismo é duas vezes maior do que os que se declararam brancos. Esse relatório também mostrou que nas áreas rurais o índice mais que dobra, indo para 25%.
A quantidade de analfabetos no Brasil acima de 15 anos (14 milhões de pessoas) coloca o país no grupo das 11 nações com mais de 10 milhões de analfabetos, ao lado do Egito, Marrocos, China, Indonésia, Bangladesh, Índia, Irã, Paquistão, Etiópia e Nigéria.
Os dados educacionais são sempre alarmantes no Brasil. No entanto, outra preocupação que não deve escapar das avaliações mais aprofundadas, que não se limitem aos dados, é o tipo de alfabetização que estamos buscando como desafio para os próximos anos.
Em 2000, durante a Conferência Mundial de Educação em Dacar, o Brasil assinou o compromisso Educação para Todos. Desde então, os índices parecem ter melhorado um pouco, embora de forma superficial e insuficiente.
Segundo o compromisso assinado em Dacar, o objetivo do Brasil seria reduzir o analfabetismo para 6,7% até 2015. A avaliação da Unesco é que no ritmo que as coisas estão caminhando, será praticamente impossível atingir essa meta.
Minha avaliação é de que a educação no País não pode ser baseada apenas em números quantitativos. É preciso levar em conta, sobretudo, a qualidade das ações contra o analfabetismo.
Pouco adiantará reduzirmos drasticamente o analfabetismo, se não levarmos em consideração um outro lado da moeda, que parece escapar aos números: o analfabetismo funcional. A redução dos números apenas agradará os organismos internacionais e o governo brasileiro. A quantidade de indivíduos que sabem ler, mas não conseguem entender o que o texto lido diz é grande e preocupante.
Se a meta numérica preocupa a Unesco e os brasileiros, fico imaginando se nos concentramos não nos números apenas, mas na qualidade do Ensino Público, a que ponto chegará nossas preocupações.
Assinale, a seguir, a afirmativa transcrita do texto que exprime circunstância de tempo.
O analfabetismo no Brasil não deveria ser tratado apenas na base dos números
A Unesco está celebrando hoje, dia 8, o Dia Internacional da Alfabetização. O especialista em educação de jovens e adultos da Unesco no Brasil, Timothy Ireland, deu declaração avaliando que, no Brasil, o analfabeto continua sendo, em sua maioria, nordestino, negro, de baixa renda e com idade entre 40 e 45 anos.
Segundo Ireland, “A questão do analfabetismo sempre foi minimizada como um direito, mas ela é fundamental para que o cidadão participe de forma democrática. Hoje vivemos na sociedade da informação e do conhecimento, a pessoa que não tem acesso à escrita e à leitura acaba excluída de informações que são necessárias para garantir todos os outros direitos, a saúde, a participação política na sociedade”.
Em 2006, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, apresentou números nada animadores sobre o analfabetismo no Brasil. Segundo aquele levantamento, 10,38% da população brasileira se declarou analfabeta absoluta. Esse percentual representa 14,3 milhões de brasileiros.
Entre os que se declararam negros e pardos, o analfabetismo é duas vezes maior do que os que se declararam brancos. Esse relatório também mostrou que nas áreas rurais o índice mais que dobra, indo para 25%.
A quantidade de analfabetos no Brasil acima de 15 anos (14 milhões de pessoas) coloca o país no grupo das 11 nações com mais de 10 milhões de analfabetos, ao lado do Egito, Marrocos, China, Indonésia, Bangladesh, Índia, Irã, Paquistão, Etiópia e Nigéria.
Os dados educacionais são sempre alarmantes no Brasil. No entanto, outra preocupação que não deve escapar das avaliações mais aprofundadas, que não se limitem aos dados, é o tipo de alfabetização que estamos buscando como desafio para os próximos anos.
Em 2000, durante a Conferência Mundial de Educação em Dacar, o Brasil assinou o compromisso Educação para Todos. Desde então, os índices parecem ter melhorado um pouco, embora de forma superficial e insuficiente.
Segundo o compromisso assinado em Dacar, o objetivo do Brasil seria reduzir o analfabetismo para 6,7% até 2015. A avaliação da Unesco é que no ritmo que as coisas estão caminhando, será praticamente impossível atingir essa meta.
Minha avaliação é de que a educação no País não pode ser baseada apenas em números quantitativos. É preciso levar em conta, sobretudo, a qualidade das ações contra o analfabetismo.
Pouco adiantará reduzirmos drasticamente o analfabetismo, se não levarmos em consideração um outro lado da moeda, que parece escapar aos números: o analfabetismo funcional. A redução dos números apenas agradará os organismos internacionais e o governo brasileiro. A quantidade de indivíduos que sabem ler, mas não conseguem entender o que o texto lido diz é grande e preocupante.
Se a meta numérica preocupa a Unesco e os brasileiros, fico imaginando se nos concentramos não nos números apenas, mas na qualidade do Ensino Público, a que ponto chegará nossas preocupações.
Na frase “A quantidade de analfabetos no Brasil acima de 15 anos (14 milhões de pessoas) coloca o país no grupo das 11 nações com mais de 10 milhões de analfabetos, ao lado do Egito, Marrocos, China, Indonésia, Bangladesh, Índia, Irã, Paquistão, Etiópia e Nigéria.” (5º§), os parênteses foram utilizados para
“... cerca de R$ 1,4 milhão virá do consumo das famílias, principalmente da classe C (com rendimentos entre R$ 1,4 mil e R$ 7 mil), responsáveis por 51% do consumo total e que abrange 54% da população brasileira atualmente.” Sobre as estruturas linguísticas empregadas e aspectos semânticos no trecho destacado é correto afirmar que :
O termo sublinhado que, ao contrário dos demais, NÃO se refere ou substitui qualquer termo anterior é:
No período “Os Doutores da Alegria despertam o desejo pela vida através do humor e riso, entretanto eles não conseguem melhorar o caos da saúde no Brasil”, a oração sublinhada é classificada como oração coordenada sindética
Viva a dona Maria
Pesquisas confirmam que a mulher é melhor ao volante que o homem.
Na próxima vez que você, leitor do sexo masculino, disputar espaço com uma mulher no trânsito, pense duas vezes antes de soltar aquela frase machista: “Vai pra casa, dona Maria!”. A quantidade de pesquisas que atestam a superioridade feminina ao volante é impressionante. Pelo menos no que diz respeito à capacidade de evitar acidentes. O mais recente desses levantamentos, feito por uma firma paulista especializada em vistoria de automóveis acidentados, mostra que as mulheres causam apenas 25% das ocorrências. E, em geral, as batidas são pequenas. Essas duas razões estão fazendo com
que elas sejam contempladas com descontos maiores na hora de fazer o seguro do carro. A mesma pesquisa traça um perfil do motorista ideal: mulher, com mais de 35 anos, casada e mãe de filhos pequenos.
De acordo com um estudo feito pelo professor de estatística David Duarte Lima, da Universidade de Brasília, a proporção de mortes em decorrência de acidentes de trânsito é de quatro homens para uma mulher. Cerca de 80% das ocorrências graves são causadas por imprudência. Incluem-se aqui aquelas práticas execráveis como dirigir embriagado, abusar da velocidade e andar colado ao veículo da frente. “Esse é o comportamento típico de homens que começam a dirigir”, afirma o psicólogo Salomão Rabinovich, diretor do Centro de Psicologia Aplicada ao Trânsito, Cepat, de São Paulo. Para a maioria dos marmanjos, o carro é uma continuidade de seu próprio ser, uma forma de afirmar a virilidade. Por isso mesmo, as campanhas publicitárias enfatizam tanto o papel do automóvel como um instrumento de sedução. Ao pisar fundo, eles se sentem mais potentes, mais desejáveis. As mulheres, por seu turno, costumam ter apenas uma visão utilitária do automóvel. Isso não impede, no entanto, que elas também extravasem suas neuroses ao volante. “Em geral, as mulheres são muito fominhas quando estão na direção”, admite a piloto de corridas Valéria Zoppello.
Os especialistas são unânimes em afirmar que elas poderiam evitar os pequenos acidentes se treinassem um aspecto no qual apresentam grande deficiência – o reflexo. E se prestassem mais atenção aos trajetos. Muitos dos acidentes envolvendo mulheres acontecem porque as motoristas tentam virar à direita ou à esquerda repentinamente, sem dar chance ao carro de trás de frear a tempo. Além disso, elas estão abusando do telefone celular enquanto dirigem – o que é uma infração prevista no Código Nacional de Trânsito. Conhecer as características gerais de homens e mulheres ao volante só tem sentido se um estiver disposto a copiar o que o outro tem de melhor. Do contrário, a discussão cairá no vazio sexista. O piloto Luiz Carreira Junior, colega de competições de Valéria Zoppello, é quem dá a
receita. “Os homens teriam a ganhar se fossem tão prudentes quanto as mulheres. E elas seriam melhores motoristas se fossem mais atentas ao que acontece à sua volta”, diz ele.
(Disponível em: http://veja.abril.com.br/101199/p_210.html. Acesso em: 20/04/2014.)
Texto I
Visão comunicativa
Até pouco tempo atrás, a qualificação de empresários, headhunters, executivos e CEOs e dos mais variados profissionais se fundava no domínio de outro idioma - o inglês em particular. Num mundo globalizado, saber outra língua é signo e condição competitiva.
Décadas recentes demonstraram, no entanto, que já é digna de atenção a maneira como nossos recursos humanos buscam reciclar o próprio português. Aumenta a necessidade de usar o idioma de forma refinada, como ferramenta nos negócios, ou pelo menos de modo a não pôr a perder um negócio.
O mercado brasileiro avança em seus próprios terrenos, não só os globalizados. Vivemos hoje num país em que mais de 800 milhões de mensagens eletrônicas diárias são trocadas, muitas das quais enviadas para tratar de questões empresariais. Há mais relatórios, encontros entre empresários, almoços de negócios, apresentações em reuniões de trabalho. Cresce o número de situações em que as pessoas ficam mais expostas por meio da escrita e da retórica oral, expondo a fragilidade de uma má formação em seu próprio idioma. Não por acaso, cresce também a procura por aulas de língua portuguesa, destinadas a executivos, gerentes e os mais diversos tipos de profissionais.
A velocidade da mensagem eletrônica não perdoa desatenção. Texto de correio eletrônico, de redes sociais com fins corporativos e de intranets deve ser simples, mas exige releitura e cuidado para acertar o tom da mensagem. Se por um lado a popularização da tecnologia nos ambientes de trabalho fez com que as pessoas passassem a ter contato diário com a língua escrita, por outro a enorme quantidade de mensagens trocadas nem sempre deixa claro onde está o valor da informação realmente importante. As mensagens eletrônicas do mundo empresarial dão ainda muita margem a mal-entendidos, com textos truncados, obscuros ou em desacordo com normas triviais da língua e da comunicação corporativa.
Quem se comunica bem no mundo profissional não é quem repete modelinhos e regras, ideias e frases feitas aprendidas em cursos prêt-à-porter de comunicação empresarial. Saber interagir num ambiente minado como o das organizações ajuda a carreira, mas para ter real efeito significa dar voz ao outro, falar não para ouvir o que já sabia, mas descobrir o que não se percebia por pura falta de diálogo.
(Luiz Costa Pereira Junior. Língua Portuguesa. Ed. Segmento. Janeiro de 2014.)
Mantém-se a correção gramatical da paráfrase do trecho “[...] a enorme quantidade de mensagens trocadas nem sempre deixa claro onde está o valor da informação realmente importante."(4º§), em
Acerca da ferramenta Microsoft Office Word 2003 (configuração padrão), analise as situações a seguir.
Situação I: o usuário abre o documento “Contas.doc” e acrescenta novas informações neste arquivo, porém, é necessário salvar estas alterações em um novo arquivo com o nome “ContasAlteradas.doc” e manter o arquivo “Contas.doc” exatamente como estava antes de ser aberto.
Situação II: o usuário abre o arquivo “Clientes.doc” e acrescenta novas informações neste arquivo que devem ser gravadas neste mesmo arquivo
O procedimento correto para atender às situações I e II, respectivamente, é utilizar os comandos
Considere a planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (configuração padrão).
De acordo com as informações, marque V para as afirmativas verdadeiras e F paras as falsas.
( ) Se na célula A3 for inserida a fórmula =MÉDIA(A2;B2;D1), o resultado será 3500.
( ) Se na célula B3 for inserida a fórmula =(B2/2)-MÁXIMO(D1;C2), o resultado será -1500.
( ) Para concatenar na célula C3 o nome de todos os países pode-se utilizar a fórmula =MESCLAR(A2;B1;C1;D2).
( ) Se na célula D3 for inserida a fórmula =SE((C2-D1)>=A1;"ERRADO";"CORRETO") o resultado será “ERRADO”.
A sequência está correta em
No editor de textos word, o atalho CTRL + C possui a função de
Na ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (configuração padrão), é correto afirmar que a função ARRED
Na ferramenta Microsoft Office Word 2007 (configuração padrão), um determinado usuário selecionou todo o texto e, em seguida, clicou no botão . É correto afirmar que tal procedimento é utilizado para