As etapas do Transplante de Medula Óssea (TMO) podem ser compreendidas a partir do contexto em que ocorrem, da condição física do paciente e das vivências emocionais inerentes a cada momento, sendo didaticamente divididas em fases pré, intra e pós-transplante. Segundo Kernkraut, Silva e Gibello (2017), a assistência psicológica nesse cenário pode ocorrer em contexto hospitalar e ambulatorial caracterizando-se por
- A estar prevista pelo protocolo institucional de TMO, de modo que a assistência psicológica permeia todas as fases, com frequência e focos de atenção variáveis segundo o momento do tratamento e a demanda do paciente.
- B restringir o acompanhamento técnico à etapa de condicionamento pré-transplante sob demanda, visando a avaliação diagnóstica para a seleção de candidatos com perfil de adesão rigorosa.
- C atuar de forma pontual e independente dos demais profissionais da equipe, focando a intervenção nos momentos de isolamento hospitalar para a contenção de crises reativas a fase pós-transplante.
- D priorizar o suporte emocional na fase resolutiva do pós-transplante, visto que a estabilidade do paciente durante a infusão e a "pega" da medula dispensa a vigilância da psicologia hospitalar.