Resolver o Simulado Nível Superior

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Português

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Considere o seguinte trecho de um texto publicado na revista Mente Curiosa (Ano 3, nº 49, fev. 2019): As selfiessão comuns nas redes sociais. O termo americano não tem tradução para o português, elas basicamente funcionam como __________. O que as pessoas não sabem é que essas publicações revelam muito sobre a __________ de quem posta e têm um impacto direto na de quem vê.


Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.

  • A auto retrato – auto estima.
  • B autorretrato – autoestima.
  • C auto-retrato – autoestima.
  • D auto-retrato – auto-estima.
  • E autorretrato – auto-estima
2

As regras da Nova Ortografia - que passaram a fazer parte do nosso vocabulário oficialmente em 2016 - trouxeram algumas modificações, tais como a escrita da palavra "supercidadão". Seguindo as orientações de uso/desuso do hífen, assinale a alternativa que contém uma grafia "antiga" não aceita pela nova regra:

  • A Super-radical
  • B Hiperautoritário
  • C Superamigável
  • D Hiper-racional
  • E Super-moderno
3
“Em meio ao tumulto, todos eram favoráveis à aprovação das mudanças propostas para o futuro.”
O termo destacado na frase poderia ser substituído por uma oração, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original, por:
  • A “Que fosse aprovada as mudanças propostas para o futuro.”
  • B “À que se aprovassem as mudanças propostas para o futuro.”
  • C “Para serem aprovadas às mudanças propostas para o futuro.”
  • D “A que fossem aprovadas as mudanças propostas para o futuro.”
  • E “Que aprovem as mudanças propostas para o futuro.”
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Texto 1


Antes que elas cresçam


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de Pilot. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.

Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.



Affonso Romano de Sant´ Anna (Fonte: http://www.releituras.com/arsant_antes.asp, acesso em janeiro de 2020.)




Texto 2


POEMA ENJOADINHO


Filhos... Filhos?

Melhor não tê-los!

Mas se não os temos

Como sabê-lo?

Se não os temos

Que de consulta

Quanto silêncio

Como o queremos!

Banho de mar

Diz que é um porrete...

Cônjuge voa

Transpõe o espaço

Engole água

Fica salgada

Se iodifica

Depois, que boa

Que morenaço

Que a esposa fica!

Resultado: filho,

E então começa

A aporrinhação:

Cocô está branco

Cocô está preto

Bebe amoníaco

Comeu botão. F

ilhos? Filhos.

Melhor não tê-los

Noite de insônia

Cãs prematuros

Prantos convulsos

Meu Deus, salvai-o!

Filhos são o demo

Melhor não tê-los...

Mas se não os temos

Como sabê-los?

Como saber

Que macieza

Nos seus cabelos

Que cheiro morno

Na sua carne

Que gosto doce

Na sua boca!

Chupam gilete

Bebem xampu

Ateiam fogo

No quarteirão

Porém, que coisa

Que coisa louca

Que coisa linda

Que os filhos são!


(Fonte: Vinícius de Moraes. Poesia completa & prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987. p. 261-2.)

Assinale a alternativa contendo vocábulos acentuados pela mesma regra:

  • A exílio/ divórcio/ gírias.
  • B pôsteres/ exílio/ país.
  • C órfãos/ há/ princípio.
  • D mênstruo/ pôsteres/ há.
  • E exílio/ país/ órfãos.
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A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



(Adaptado de Folha de S.Paulo, em 29/01/2020)

Em “... seja comprado como uma espécie de subproduto do curso, da palestra ou da exposição que se realizou naquele dia.” (linhas 6 a 8), a partícula “se” é utilizada com o fim de:

  • A Indeterminar o sujeito da oração em que se insere.
  • B Atuar como partícula integrante do verbo.
  • C Tornar a voz verbal passiva.
  • D Complementar o sentido do verbo.
  • E Condicionar o sentido da oração subordinada.
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A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



(Adaptado de Folha de S.Paulo, em 29/01/2020)

Através do uso dos sinais de pontuação, o autor pode marcar na escrita uma explicação relacionada à ideia principal. Assinale a alternativa em que esse recurso foi utilizado no texto:

  • A “... e, quando vou a livrarias, sempre me assusto com a insuficiência do que é oferecido.” (linhas 1 a 3).
  • B “... seja comprado como uma espécie de subproduto do curso, da palestra ou da exposição que se realizou naquele dia.” (linhas 6 a 8).
  • C “Tudo bem quanto às livrarias, portanto.” (linha 9).
  • D “Vão surgindo 'lojas' que são como depósitos, onde você acessa um terminal de computador (...)” (linhas 12 a 14).
  • E “O que fazer para manter as lojas de pé?” (linhas 18 e 19).
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Texto 1


Antes que elas cresçam


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de Pilot. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.

Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.



Affonso Romano de Sant´ Anna (Fonte: http://www.releituras.com/arsant_antes.asp, acesso em janeiro de 2020.)




Texto 2


POEMA ENJOADINHO


Filhos... Filhos?

Melhor não tê-los!

Mas se não os temos

Como sabê-lo?

Se não os temos

Que de consulta

Quanto silêncio

Como o queremos!

Banho de mar

Diz que é um porrete...

Cônjuge voa

Transpõe o espaço

Engole água

Fica salgada

Se iodifica

Depois, que boa

Que morenaço

Que a esposa fica!

Resultado: filho,

E então começa

A aporrinhação:

Cocô está branco

Cocô está preto

Bebe amoníaco

Comeu botão. F

ilhos? Filhos.

Melhor não tê-los

Noite de insônia

Cãs prematuros

Prantos convulsos

Meu Deus, salvai-o!

Filhos são o demo

Melhor não tê-los...

Mas se não os temos

Como sabê-los?

Como saber

Que macieza

Nos seus cabelos

Que cheiro morno

Na sua carne

Que gosto doce

Na sua boca!

Chupam gilete

Bebem xampu

Ateiam fogo

No quarteirão

Porém, que coisa

Que coisa louca

Que coisa linda

Que os filhos são!


(Fonte: Vinícius de Moraes. Poesia completa & prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987. p. 261-2.)

Como recurso de embelezamento textual, a “licença poética” autoriza que os desvios em relação à normapadrão façam parte dos textos, por exemplo, em “Como sabê-los?”, assinale a alternativa com colocação pronominal correta:

  • A “Melhor não tê-los!”
  • B “Se não os temos”
  • C “Meu Deus, o salvai!”
  • D “Como queremo-nos”
  • E “Iodificar-se-ia”
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A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



(Adaptado de Folha de S.Paulo, em 29/01/2020)

“... em vez de simplesmente entregarem ao turista o lugar para onde ele vai.” (linhas 32 a 34). É correto afirmar que o verbo “vai” utilizado na frase acima está regido de forma:

  • A Correta, pois apresenta o sentido de “deslocar-se para algum lugar”, sendo, contudo, preferível a utilização da preposição “a”.
  • B Incorreta, pois apresenta o sentido de “desejar algo”, devendo ser regido pela preposição “a”.
  • C Incorreta, pois apresenta o sentido de “chegar a outro nível”, devendo ser regido pela preposição “de”.
  • D Correta, pois apresenta o sentido de “emancipar-se”.
  • E Correta, pois apresenta o sentido de “ir além dos limites de algo”.
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A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



(Adaptado de Folha de S.Paulo, em 29/01/2020)

De acordo com as regras de concordância, é correto afirmar que a locução verbal “seja comprado” (linha 6) do texto está flexionada de forma:

  • A Incorreta, pois o verbo “ser”, quando empregado no sentido de “existir”, é impessoal.
  • B Incorreta, pois a concordância nas locuções verbais deve ser efetuada no verbo principal.
  • C Correta, pois concorda com seu sujeito simples “o livro” (linha 5).
  • D Incorreta, pois deveria concordar em número, pessoa e gênero com o núcleo do sujeito simples “espécie” (linha 7).
  • E Incorreta, pois deveria concordar em número, pessoa e gênero com os núcleos do sujeito composto “curso” (linha 7), “palestra” (linha 7) e “exposição” (linha 8).
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A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



(Adaptado de Folha de S.Paulo, em 29/01/2020)

Sobre a frase “Compra-se uma música, é claro, tanto no velho CD quanto na „degustação‟ de um vinil, ou ainda pela assinatura de um site de streaming.” (linhas 36 a 39), é correto afirmar que:

  • A Utiliza-se o recurso da translação do sentido próprio de uma palavra para outro, por analogia ou por semelhança.
  • B Há substituição do sentido de um vocábulo pelo de outro com o qual está intimamente relacionado.
  • C Há o emprego de um vocábulo já existente e com significação própria em outro sentido, por falta de vocábulo adequado.
  • D Há, nas palavras, uma mistura de sensações perceptíveis por órgãos do sentido diferentes.
  • E Utiliza-se poderoso recurso estilístico, pois ressalta-se relações de contraste, de oposição entre os termos, entre as ideias.
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Com base no que é estritamente exposto pelo texto, é correto afirmar que:

  • A Por estar mais presente nos primeiros anos de vida, a raiva é estudada como um dos sentimentos primários do ser humano.
  • B Quando o indivíduo se depara com situações de injustiça e de humilhação, é bastante comum que fique inseguro a ponto de não manifestar a raiva sentida em seu interior.
  • C O maior órgão do corpo humano representa o nível de formação identitária mais forjado coletivamente, de modo especial no que se refere à religião e à mitologia.
  • D A vida pecaminosa redunda em doenças como forma de recompensa e reconciliação com a entidade divina, ao contrário do que muitas pessoas pensam.
  • E A chave de ouro para que o indivíduo diga “parou!” se dá pelo autoconhecimento, de modo que alimente desconfiança quanto ao seu desenvolvimento moral e psicológico.
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Considere as frases a seguir:

I. Pinocchio é um mentiroso.
II. Mentir é um ato abominável que não deve ser tolerado.
III. A mentira é a cola que mantém a sociedade unida e, sem ela, haveria o caos.

Sobre estas afirmações, com relação à sintaxe, é correta a seguinte alternativa:

  • A a frase I é constituída de um período absoluto e as frases II e III, de períodos compostos por coordenação.
  • B a frase I é constituída de um período simples e as frases II e III são constituídas de períodos compostos absolutos.
  • C a frase I é constituída de um período absoluto, a frase II é constituída de um período composto por subordinação e a frase III é constituída de um período composto por coordenação.
  • D as frases I e II são constituídas de períodos simples e a frase III é constituída de um período composto por coordenação.
  • E as frases I e III são constituídas de períodos compostos e a frase II é constituída de um período composto por subordinação.
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Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes consequências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste. [...]

Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.

Sobre a formação e a função da palavra em destaque no trecho “A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável.”, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O sufixo -ez permite que seja nomeada uma qualidade, a partir do adjetivo “sozinho”, assim como ocorre em “polidez”.

 ( ) A criação do vocábulo é inadequada, visto que já existe o adjetivo “solidão” para caracterizar pessoas solitárias. 

( ) O sufixo -ez indica origem, significando aquele que vem de um local solitário, tal como ocorre em “francês”.

  • A F – F – V.
  • B V – V – F.
  • C V – F – F.
  • D V – V – V.
  • E F – F – F.
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A expressão “às vezes” (l. 25) é morfologicamente classificada como sendo uma locução:

  • A Adjetiva.
  • B Conjuntiva.
  • C Adverbial.
  • D Prepositiva.
  • E Interjetiva.
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      Educação financeira chega ao ensino infantil e fundamental em 2020

           Oferta está prevista na Base Nacional Comum Curricular (BNCC)


      Antonia, auxiliar de escritório, todos os dias compra uma balinha ou um chocolate, no ponto de ônibus, na volta do trabalho, que custa R$ 0,50. "Eu não dava importância para aquele gasto. Imagina, R$ 0,50 não é nada! Mas eu nunca consegui economizar um centavo”. Fazendo as contas, esses centavos viram R$ 11 em um mês e R$ 132 em um ano.

      São situações como essa, retirada de livro didático disponível online, que ensinam estudantes de escolas em várias partes do país a terem consciência dos próprios gastos e a ajudar a família a lidar com as finanças. A chamada educação financeira, cuja oferta hoje depende da estrutura de cada rede de ensino passa a ser direito de todos os brasileiros, previsto na chamada Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

      “É uma grande oportunidade, uma grande conquista para a comunidade escolar do país”, diz a superintendente da Associação de Educação Financeira do Brasil (AEF-Brasil), Claudia Forte. “A educação financeira busca a modificação do comportamento das pessoas, desde pequeninas, quando ensina a escovar os dentes e fechar a torneira para poupar água e economizar. Isso é preceito de educação financeira”.

      A BNCC é um documento que prevê o mínimo que deve ser ensinado nas escolas, desde a educação infantil até o ensino médio. Educação financeira deve, pela BNCC, ser abordada de forma transversal pelas escolas, ou seja, nas várias aulas e projetos. Parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE), homologado pelo Ministério da Educação (MEC), prevê que as redes de ensino adequem os currículos da educação infantil e fundamental, incluindo esta e outras competências no ensino, até 2020.

      A educação financeira nas escolas traz resultados, de acordo com a AEF-Brasil. Pesquisa feita em parceria com Serasa Consumidor e Serasa Experian, este ano, mostra que um a cada três estudantes afirmou ter aprendido a importância de poupar dinheiro depois de participar de projetos de educação financeira. Outros 24% passaram a conversar com os pais sobre educação financeira e 21% aprenderam mais sobre como usar melhor o dinheiro.

Desafios

      Levar a educação financeira para todas as escolas envolve, no entanto, uma série de desafios, que vão desde a formação de professores, a oferta de material didático adequado e mesmo a garantia de tempo para que os professores se dediquem ao preparo das aulas.

      De acordo com o presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Garcia, os municípios, que são os responsáveis pela maior parte das matrículas públicas no ensino infantil e fundamental, focarão, em 2020, na formação dos docentes, para que eles possam levar para as salas de aula não apenas educação financeira, mas outras competências previstas na BNCC.

      “Tivemos um grande foco na construção dos currículos e, agora, neste ano, [em 2020], entramos no processo de formação. Educação financeira, inclusão, educação socioemocional, todos esses elementos vão chegar de fato na sala de aula a partir da discussão que fizermos agora”, diz. Segundo ele, a implementação será concomitante à formação, já em 2020.

      De acordo com Garcia, não há um levantamento de quantos municípios já contam com esse ensino. “Não existe uma orientação geral com relação a isso. São iniciativas locais. Não tenho como quantificar, mas não é algo absolutamente novo”, diz.

Ensinar a escolher

      A educação financeira é pauta no Brasil antes mesmo da BNCC. Em 2010 foi instituída, por exemplo, a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), com o objetivo de promover ações de educação financeira no Brasil. Na página Vida e Dinheiro, da entidade, estão disponíveis livros didáticos que podem ser baixados gratuitamente e outros materiais informativos para jovens e para adultos.

      As ações da Enef são coordenadas pela AEF-Brasil. Claudia explica que a AEF-Brasil foi convocada pelo Ministério da Educação (MEC) para disponibilizar materiais e cursos para preparar os professores e, com isso, viabilizar a implementação da educação financeira nas escolas.

      As avaliações mostram que o Brasil ainda precisa avançar. No Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) 2015, o Brasil ficou em último lugar em um ranking de 15 países em competência financeira. O Pisa oferece avaliação em competência financeira de forma optativa aos países integrantes do programa. O resultado da última avaliação dessa competência, aplicada em 2018, ainda não foi divulgado.

      Os resultados disponíveis mostram que a maioria dos estudantes brasileiros obteve desempenho abaixo do adequado e não conseguem, por exemplo, tomar decisões em contextos que são relevantes para eles, reconhecer o valor de uma simples despesa ou interpretar documentos financeiros cotidianos.

Disponível em: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2019-12/educacao-financeira-chega-ao-ensino-infantil-e-fundamental-em2020>. Acesso em: 13 fev. 2020. Fragmento.

“Os resultados disponíveis mostram que a maioria dos estudantes brasileiros obteve desempenho abaixo do adequado e não conseguem, por exemplo, tomar decisões em contextos que são relevantes para eles [...]”


Com relação à concordância determinada pela norma-padrão, as formas verbais em destaque estão:

  • A Ambas corretas
  • B Ambas incorretas.
  • C Correta e incorreta respectivamente.
  • D Incorreta e correta respectivamente.
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Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes consequências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste. [...]

Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
Assinale a alternativa em que o acento grave indicativo de crase seja mantido ao substituir a palavra em destaque, no trecho: “Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.”.
  • A Indivíduos.
  • B Seres.
  • C Indivíduo.
  • D Criaturas.
  • E Sujeitos.
17

No excerto “Elas são as mais suscetíveis a desenvolverem quadros de depressão, de ansiedade generalizada, de pânico, ou a motivarem o surgimento de doenças psicossomáticas diversas”, se o pronome “elas” fosse flexionado no singular, quantas outras palavras precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?

  • A Quatro.
  • B Cinco.
  • C Seis.
  • D Sete.
  • E Oito.
18
Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
Agora, que chegaste à idade avançada de 15 anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial, e temos a presunção petulante de esperar dela grandes consequências. Quando Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gostas de gato, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice, Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre onde quiseres, ganhaste. [...]

Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
A oração em destaque, em “Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.”, estabelece com as demais uma relação de
  • A adição.
  • B oposição.
  • C concessão.
  • D conclusão.
  • E condição.
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No fragmento textual “Muitos terapeutas utilizam a metáfora da panela de pressão, ou seja, a pressão sobe, sobe e sobe, podendo chegar a um ponto tal que estoura e joga o que está em seu interior para todos os lados de uma forma desmedida”, a conjunção sublinhada inicia orações que exprimem:

  • A Finalidade.
  • B Concessão.
  • C Condição.
  • D Conformidade.
  • E Consequência.
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Luta contra o preconceito

Empresas e instituições financeiras se unem à Faculdade

Zumbi dos Palmares para assegurar maior acesso dos

negros a empregos de alta qualidade


Para um sonho se tornar realidade, em primeiro lugar, obviamente, é preciso sonhar. Depois, faz-se necessário lutar por esse sonho com seriedade e persistência. Há dez anos, o reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, o advogado e professor José Vicente, sonhou com uma bem sucedida inclusão profissional do negro nas grandes empresas. Desde então, dedicou-se a isso com afinco e esmero. Na terça-feira 19, véspera do Dia da Consciência Negra, foi realizada a sétima edição do evento Jornadas da Diversidade. Reuniu, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, instituições financeiras, como o Banco Bradesco, e empresários para discutir e promover a mesma causa de José Vicente. As 70 empresas signatárias desse projeto de inclusão atuam na expansão da contratação e na retenção de pessoas negras em seus quadros de funcionários.

Para José Vicente, o acesso dos negros aos empregos de alta qualidade em empresas de grande porte, é condição indispensável para que a democracia avance de forma significativa no País. “Isso tem importância extraordinária. Coloca na agenda esse tema estruturante da nossa sociedade”, diz ele. A iniciativa pela equidade e diversidade dentro das corporações tem dado bons frutos. No evento, presidentes e diretores dessas empresas engajadas na luta contra o preconceito deixaram claro que têm o objetivo de superar obstáculos para incluir os negros no topo das corporações. “Quando o indivíduo é valorizado, ele se sente seguro, respeitado e vai apresentar o que tem de melhor”, diz a empresária Claudia Pohlmann, vice-presidente da Corteva.

Políticas públicas

A iniciativa empresarial é de suma importância para mudar a realidade do negro no mercado de trabalho. Segundo o Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 65% dos desempregados no Brasil são pretos ou pardos. “Nas cinco mil maiores empresas brasileiras não encontramos negros no primeiro, segundo ou no terceiro escalão da hierarquia de comando”, diz José Vicente. A Faculdade Zumbi do Palmares se propõe a cumprir esse papel aglutinador e estimular a reflexão, o debate e a qualificação profissional para mudar essa dura realidade do mercado de trabalho. A capacidade do reitor para unir corporações empresariais e propor políticas públicas e ações afirmativas em torno da causa tem sido notável. “Na Coca-Cola damos força ao Comitê de Diversidade”, afirma o presidente da multinacional no Brasil, Henrique Braun. É importante que, cada vez mais, empresas se juntem a essa luta inclusiva e humanizadora.

Disponível em https://istoe.com.br/luta-contra-o-preconceito/

O vocábulo “qualificação” apresenta 12 letras e quantos fonemas?
  • A 12.
  • B 11.
  • C 10.
  • D 9.

Psicologia

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Conforme o DSM-V, os ataques de pânico destacam-se, nos transtornos de ansiedade, como um tipo particular de resposta ao medo. Os transtornos de ansiedade diferem, entre si, nos tipos de objetos ou situações que induzem medo, ansiedade ou comportamento de esquiva e na ideação cognitiva associada. A respeito desse assunto, julgue os itens que se seguem.


I. As principais características do transtorno de ansiedade social (fobia social) são ansiedade e preocupação persistentes e excessivas acerca de vários domínios, incluindo desempenho no trabalho e escolar, que o indivíduo tem dificuldades de controlar. Além disso, são experimentados sintomas físicos, como, por exemplo, inquietação ou sensação de “nervos à flor da pele”; fadiga; dificuldade de concentração ou “ter brancos”; irritabilidade; tensão muscular; e perturbação do sono.
II. O indivíduo com agorafobia é temeroso, ansioso ou se esquiva de interações e situações sociais que envolvam a possibilidade de ser avaliado. Estão inclusas também as situações sociais de se encontrar com pessoas que não são familiares, as situações em que o indivíduo pode ser observado comendo ou bebendo e as situações de desempenho diante de outras pessoas. A ideação cognitiva associada é a de ser avaliado negativamente pelos demais, ficar embaraçado, ser humilhado ou rejeitado ou ofender os outros.
III. Os indivíduos com transtorno de ansiedade generalizada são apreensivos e ansiosos acerca de duas ou mais das seguintes situações: usar transporte público; estar em espaços abertos, estar em lugares fechados; ficar em fila ou estar no meio de uma multidão; ou estar fora de casa sozinho em outras situações. O indivíduo teme essas situações devido aos pensamentos de que pode ser difícil escapar ou de que pode não haver auxílio disponível caso desenvolva sintomas de pânico ou outros sintomas incapacitantes ou constrangedores.

Assinale a alternativa correta.

  • A Nenhum item está certo.
  • B Apenas o item I está certo.
  • C Apenas o item II está certo.
  • D Apenas o item III está certo.
  • E Apenas os itens I e II estão certos.
22

No ambulatório o psicólogo pode acompanhar pacientes que estão em processo de pré e pós-internação. Sobre esta forma de atenção psicológica, é correto afirmar que:

  • A Quanto ao atendimento psicológico no ambulatório, cabe ao psicólogo observar questões vinculadas diretamente às queixas do enfermo.
  • B O psicólogo deve intervir apenas quando houver “cronificação” do ponto de vista emocional do enfermo, situação em que tende a apresentar dependência, regressão e passividade.
  • C Somente deverão ser acompanhados no ambulatório de psicologia, aqueles pacientes cujo problema principal guarde estreita relação com a enfermidade.
  • D No atendimento ambulatorial, o psicólogo não atua no nível da atenção psicoeducativa, nem estimula comportamentos de saúde.
23

A respeito dos conhecimentos em Psicoterapia Breve, é correto afirmar que:

  • A Se utilizada em situação de emergência, proporciona ao indivíduo ajuda psicológica com a finalidade de intervir na ressignificação da sua história de vida.
  • B No hospital geral as intervenções psicológicas aliviam e previnem reações desadaptadas do indivíduo internado.
  • C No hospital geral são observadas crises depressivas reacionais, ansiedade pré e pós-operatória e reações emocionais que são objeto de intervenção do processo em psicoterapia breve.
  • D Requer formação específica do psicólogo e terapêutica orientada por objetivos.
24

Quanto aos aspectos ligados à ansiedade, é incorreto afirmar:

  • A O transtorno de ansiedade devido a uma condição médica geral é uma ansiedade clinicamente significativa decorrente dos efeitos fisiológicos diretos de uma patologia.
  • B Um dos aspectos que diferenciam a ansiedade não-patológica do transtorno de ansiedade generalizada é que a segunda pode ocorrer sem a presença de desencadeantes.
  • C No transtorno de ansiedade generalizada os indivíduos experimentam irritabilidade, dores musculares ou outros sintomas somáticos.
  • D A intensidade e frequência da ansiedade são claramente proporcionais a real probabilidade ou impacto do evento temido.
25

O laudo psicológico é um dos documentos que podem ser emitidos no âmbito hospitalar. Sobre as possibilidades de registro documental do psicólogo, é correto afirmar:

  • A A resolução 7/2003 do Conselho Federal de Psicologia institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos.
  • B O laudo visa informar a ocorrência de fatos ou situações objetivas relacionadas ao atendimento psicológico.
  • C O atestado é um documento fundamentado e resumido sobre uma questão focal do campo psicológico.
  • D A declaração é a apresentação descritiva sobre situações e/ou condições psicológicas pesquisadas no processo de avaliação psicológica.
26

Sobre as assertivas abaixo, é incorreto afirmar que:

  • A As fabulações podem ser entendidas como elementos da imaginação do doente ou mesmo lembranças isoladas que completam artificialmente as lacunas de sua memória.
  • B Nas fabulações, também chamadas confabulações, há a intenção do paciente de enganar o entrevistador.
  • C Na anosognosia, o paciente não reconhece um déficit ou patologia que o acomete, enquanto a anosodiaforia é a incapacidade de reconhecer o próprio estado afetivo.
  • D A memória semântica está relacionada ao conhecimento do significado das palavras e costuma estar bastante preservada na síndrome de Wernicke-Korsakoff.
27

Considerando a presença do psicólogo em unidades de emergência, é correto afirmar que:

  • A O psicólogo precisa de habilidades que envolvam rapidez de raciocínio, perícia em ações e contar com o apoio de psicólogos clínicos especializados em pronto atendimento.
  • B É necessário que o psicólogo hospitalar esteja disponível para reagendar atendimentos sempre que solicitado pelo paciente.
  • C O profissional de Psicologia desenvolve uma escuta ativa que, necessariamente, facilita a expressão do paciente.
  • D Cabe ao profissional psicólogo o papel de humanizador da instituição.
28

Sobre a atenção psicológica em Cardiologia é incorreto afirmar:

  • A Assim mostra-se a simbologia do coração: um órgão que durante milênios tem sido considerado sede das emoções, fonte do amor e até o centro do intelecto.
  • B Cabe ao psicólogo no período pré-operatório da cirurgia de revascularização do miocárdio a percepção do paciente sobre a elaboração de “conteúdos internos” mesmo que isso não faça referência aos comportamentos pós-cirúrgicos.
  • C No período pré-operatório, espera-se que o enfermo apresente um nível moderado de ansiedade, que contribua para o seu “preparo” para a cirurgia.
  • D Ao retornar da UTI pós-operatória é comum que o enfermo apresente dois sentimentos conflitantes: medo de intercorrências e euforia por ter sobrevivido à cirurgia.
29

Ao considerar a evolução do atendimento psicológico no prontuário do paciente, é correto afirmar que:

  • A É uma das funções da evolução psicológica fazer observações sobre o comportamento do paciente e solicitar avaliações de outros profissionais.
  • B A escrita deve primar pela linguagem técnica e descrição superficial do atendimento, além de dar atenção à data, hora e assinatura do psicólogo.
  • C Devido ao sigilo necessário à atuação psicológica, ao paciente deve ser vedada a leitura do seu prontuário.
  • D Devem ser minuciosamente detalhados os aspectos emocionais do paciente sempre que demandados pela equipe de saúde.
30

Sobre as assertivas abaixo, é FALSO afirmar:

  • A O termo afeto pode referir-se a qualquer estado de humor, sentimento ou emoção e acompanham uma idéia ou representação mental.
  • B Os sentimentos são estados e configurações mentais afetivas menos reativos a estímulos passageiros. Diferentemente, as emoções são experiências psíquicas e somáticas ao mesmo tempo, que desconcerta, comove e perturba o instável equilíbrio existencial.
  • C O estado emocional basal e difuso no qual se encontra a pessoa em determinado momento pode ser definido como humor ou estado de ânimo.
  • D No circuito cerebral das emoções, o hipocampo tem um importante papel na expressão emocional e o giro do cíngulo seria uma região receptora da experiência emocional.
31

A respeito da Unidade de Terapia Intensiva, é incorreto afirmar que:

  • A Pacientes com tubo endotraqueal ou ventilação mecânica perdem o controle da comunicação, têm medo da morte, estão com privação de sono, vulneráveis e solitários.
  • B A agitação psicomotora não pode ser considerada uma das manifestações da presença de ansiedade.
  • C Os fatores de personalidade do paciente colaboram diferentemente para a presença de determinados comportamentos na unidade.
  • D Um papel fundamental do psicólogo é intermediar a relação entre familiares dos pacientes atendidos e profissionais de saúde.
32

Sobre a atenção psicológica durante o processo cirúrgico, é correto afirmar que:

  • A Os aspectos cognitivos e comportamentais de não adesão ao tratamento médico devem ser avaliados no período pré-cirúrgico pelo psicólogo.
  • B Durante o período pré-cirúrgico cabe informar apenas ao paciente, detalhes dos riscos, benefícios e limitações eventuais, para que ele possa eliminar a presença de fantasias que possam estar presentes.
  • C A assistência psicológica no período de recuperação pós-cirúrgica imediata é obrigatoriamente individual ao paciente.
  • D Ao longo do período pré-cirúrgico, a única modalidade de atendimento psicológico possível é a forma individual ao paciente quando o objetivo é acompanhar seus fatores emocionais.
33

A respeito da Teoria da crise, é incorreto afirmar:

  • A Segundo Caplan (1980), crise é um estado de perturbação que ocorre quando o indivíduo é exposto a um problema insuperável pelos seus modos habituais de solução de problemas.
  • B Moffat (1981) faz uma classificação descritiva das crises em evolutivas e acidentais.
  • C Simon (1989) define crise como um aumento ou redução significativa do universo pessoal, o qual é constituído da própria pessoa e de todos os objetos que a cercam.
  • D Rogers (1963) enfoca que os objetivos no apoio são ajudar a pessoa a aceitar a perda e lidar com os sentimentos predominantes.
34

Analise as assertivas abaixo e assinale a falsa:

  • A A percepção do próprio corpo a partir da organização dos sentidos corporais externos e internos pode ser definida como esquema corporal.
  • B Para Paul Schilder (1935) a imagem corporal está sempre ligada a uma experiência afetiva, imposta pela relação com o outro.
  • C Na dismorfofobia há a percepção distorcida da totalidade do corpo como se fosse marcadamente disforme.
  • D No fenômeno do membro fantasma, o paciente pode sentir parestesias e dores intensas no membro ausente.
35

As unidades de emergência ou pronto-socorro podem ser consideradas “uma grande sala de espera de todos os problemas sociais”. Desta forma, é correto afirmar:

  • A Se há, verdadeiramente, uma urgência médica, a elas sempre estão agregadas necessidades sociais e psicológicas.
  • B Pacientes portadores de doenças crônicas nunca procuram por serviços dessa natureza.
  • C Geralmente, alegando que a doença gera desorganização familiar, a família procura assumir a responsabilidade no cuidado ao paciente.
  • D No atendimento aos pacientes nessa unidade, a equipe de saúde consegue distinguir as demandas afetivas e sociais que estão subentendidas.
36

Nos grupos Balint (1975), modalidade muitas vezes reproduzida no hospital geral, é correto afirmar que:

  • A Visa primordialmente intervir na promoção do bem-estar da equipe de saúde.
  • B Busca principalmente promover uma discussão interdisciplinar dos casos clínicos com a equipe de saúde.
  • C São grupos que não sofrem a influência da cultura organizacional.
  • D Os membros do grupo são estimulados a praticar a relação médico-paciente.
37

Segundo Cordioli (1997), autor reconhecido pelo estudo sobre Psicoterapia Breve, é incorreto afirmar:

  • A A psicoterapia breve facilita a expansão, integração e aquisição das habilidades emocionais do paciente.
  • B É possível ao paciente fazê-lo compreender como os vários sintomas, comportamentos e sentimentos podem ser manifestação de seus problemas e da pobreza de seus mecanismos adaptativos.
  • C Através da psicoterapia breve é possível ajudar o paciente a ganhar controle de estratégias para lidar com suas dificuldades e corrigir distorções cognitivas de si mesmo e dos outros.
  • D A psicoterapia breve requer aliança terapêutica, enfatiza apenas o presente e é orientada por objetivos.
38

A partir dos conceitos em psicopatologia, é incorreto afirmar:

  • A Na ilusão há a percepção clara e definida de um objeto, sem a presença do objeto estimulante real.
  • B Nos estados de rebaixamento do nível de consciência, a percepção torna-se imprecisa e os estímulos são percebidos de forma deformada.
  • C O termo alucinose refere-se à estranheza que o indivíduo sente em relação à sua própria alucinação.
  • D Pode-se dizer que ao produzir um delírio, o doente produz sua própria “religião, sistema ideológico ou científico” que são produções geralmente falsas.
39

Nas Unidades de Terapia Intensiva, observa-se a presença de, EXCETO:

  • A Cuidados diuturnos, tecnologia avançada e questões éticas interferindo na atuação do psicólogo.
  • B Intervenção do psicólogo em relação a humanização do indivíduo, onde até a Arquitetura busca soluções menos traumáticas e iatrogênicas.
  • C Fatores ambientais responsáveis pela quebra dos padrões circadianos, como, por exemplo, o ruído presente nesta unidade interferindo no emocional do paciente.
  • D Privação de sono e perda de controle da situação, por parte do paciente, devem ser considerados no atendimento psicológico.
40

Sobre o conhecimento a respeito da experiência dolorosa, é correto afirmar:

  • A O êxito do tratamento ao paciente com dor crônica é facilitado pela clarificação dos fatores psicossociais que contribuem para a experiência dolorosa.
  • B A avaliação e sua mensuração é fundamentalmente inferencial e o entendimento da experiência subjetiva ocorre pela interpretação do comportamento verbal do indivíduo.
  • C A dor crônica é um processo psicológico com componentes afetivos, cognitivos, motivacionais e somáticos.
  • D Comumente o paciente recorre a um psicólogo cujas intervenções mostram-se bastante úteis no cuidado ao portador de dor crônica.

Redação Oficial

41
Leia o texto para responder à questão:

Qual é o papel de um museu que
conta histórias de vida?

    O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.
    O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de variadas idades e regiões do país
     A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980, quando participou de um projeto de entrevistas com imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.
      Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.

(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão de concordância verbal, em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República.

  • A No Museu da Pessoa, existe colaboradores que entrevistam as pessoas dispostas a falar.
  • B O mundo e a sociedade torna-se objeto de conhecimento quando se conhece a vida de outras pessoas.
  • C Histórias comuns das pessoas compõe o acervo do Museu da Pessoa, concebido por Karen Worcman.
  • D Worcman teve a ideia de criar o museu quando participou de um projeto no qual se entrevistavam imigrantes no Rio.
  • E No Museu da Pessoa, tratam-se de questões relevantes para o debate público nacional.
42

Leia o texto para responder à questão.


Qual é o papel de um museu que conta histórias de vida?


O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.

O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de variadas idades e regiões do país.

A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980, quando participou de um projeto de entrevistas com imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.

Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.

(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)




Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão de concordância verbal, em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República.

  • A No Museu da Pessoa, tratam-se de questões relevantes para o debate público nacional.
  • B No Museu da Pessoa, existe colaboradores que entrevistam as pessoas dispostas a falar.
  • C Histórias comuns das pessoas compõe o acervo do Museu da Pessoa, concebido por Karen Worcman.
  • D Worcman teve a ideia de criar o museu quando participou de um projeto no qual se entrevistavam imigrantes no Rio.
  • E O mundo e a sociedade torna-se objeto de conhecimento quando se conhece a vida de outras pessoas.
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Qual é o papel de um museu que
conta histórias de vida?


        O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.
        O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de variadas idades e regiões do país.
       A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980, quando participou de um projeto de entrevistas com imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.
         Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.


(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão de concordância verbal, em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República.

  • A O mundo e a sociedade torna-se objeto de conhecimento quando se conhece a vida de outras pessoas.
  • B No Museu da Pessoa, existe colaboradores que entrevistam as pessoas dispostas a falar.
  • C Histórias comuns das pessoas compõe o acervo do Museu da Pessoa, concebido por Karen Worcman.
  • D No Museu da Pessoa, tratam-se de questões relevantes para o debate público nacional.
  • E Worcman teve a ideia de criar o museu quando participou de um projeto no qual se entrevistavam imigrantes no Rio.
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Qual é o papel de um museu que conta histórias de vida?


    O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.

    O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de variadas idades e regiões do país.

    A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980, quando participou de um projeto de entrevistas com imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.

    Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.

(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão de concordância verbal, em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República.

  • A Histórias comuns das pessoas compõe o acervo do Museu da Pessoa, concebido por Karen Worcman.
  • B No Museu da Pessoa, existe colaboradores que entrevistam as pessoas dispostas a falar.
  • C Worcman teve a ideia de criar o museu quando participou de um projeto no qual se entrevistavam imigrantes no Rio.
  • D O mundo e a sociedade torna-se objeto de conhecimento quando se conhece a vida de outras pessoas.
  • E No Museu da Pessoa, tratam-se de questões relevantes para o debate público nacional.
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Qual é o papel de um museu que conta histórias de vida?


    O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.

    O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de variadas idades e regiões do país.

    A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980, quando participou de um projeto de entrevistas com imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.

    Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.

(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão de concordância verbal, em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República.

  • A No Museu da Pessoa, existe colaboradores que entrevistam as pessoas dispostas a falar.
  • B Worcman teve a ideia de criar o museu quando participou de um projeto no qual se entrevistavam imigrantes no Rio.
  • C Histórias comuns das pessoas compõe o acervo do Museu da Pessoa, concebido por Karen Worcman.
  • D O mundo e a sociedade torna-se objeto de conhecimento quando se conhece a vida de outras pessoas.
  • E No Museu da Pessoa, tratam-se de questões relevantes para o debate público nacional.
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Leia o texto para responder à questão.


Qual é o papel de um museu que conta histórias de vida?


O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.

O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de variadas idades e regiões do país.

A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980, quando participou de um projeto de entrevistas com imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.

Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.

(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão de concordância verbal, em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República.

  • A O mundo e a sociedade torna-se objeto de conhecimento quando se conhece a vida de outras pessoas.
  • B No Museu da Pessoa, tratam-se de questões relevantes para o debate público nacional.
  • C No Museu da Pessoa, existe colaboradores que entrevistam as pessoas dispostas a falar.
  • D Histórias comuns das pessoas compõe o acervo do Museu da Pessoa, concebido por Karen Worcman.
  • E Worcman teve a ideia de criar o museu quando participou de um projeto no qual se entrevistavam imigrantes no Rio.
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Leia o texto para responder a questão.


Qual é o papel de um museu que conta histórias de vida?


O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.

O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de variadas idades e regiões do país.

A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980, quando participou de um projeto de entrevistas com imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.

Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.

(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão de concordância verbal, em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República.

  • A No Museu da Pessoa, tratam-se de questões relevantes para o debate público nacional.
  • B No Museu da Pessoa, existe colaboradores que entrevistam as pessoas dispostas a falar.
  • C Histórias comuns das pessoas compõe o acervo do Museu da Pessoa, concebido por Karen Worcman.
  • D Worcman teve a ideia de criar o museu quando participou de um projeto no qual se entrevistavam imigrantes no Rio.
  • E O mundo e a sociedade torna-se objeto de conhecimento quando se conhece a vida de outras pessoas.
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Qual é o papel de um museu que
conta histórias de vida?

      O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.
     O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de variadas idades e regiões do país.
      A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980, quando participou de um projeto de entrevistas com imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.
    Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.

(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à norma-padrão de concordância verbal, em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República.

  • A Worcman teve a ideia de criar o museu quando participou de um projeto no qual se entrevistavam imigrantes no Rio.
  • B No Museu da Pessoa, existe colaboradores que entrevistam as pessoas dispostas a falar.
  • C Histórias comuns das pessoas compõe o acervo do Museu da Pessoa, concebido por Karen Worcman.
  • D O mundo e a sociedade torna-se objeto de conhecimento quando se conhece a vida de outras pessoas.
  • E No Museu da Pessoa, tratam-se de questões relevantes para o debate público nacional.
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Acerca dos fundamentos e técnicas de redação oficial, é correto afirmar que:

  • A O tratamento por meio de Doutor confere a formalidade desejada.
  • B O vocativo será sempre seguido de dois pontos.
  • C Os termos “Respeitosamente e Atenciosamente” são utilizados como fecho.
  • D O cabeçalho é utilizado apenas na segunda página do documento, justificado na área determinada pela formatação.
  • E Na grafia de datas em um documento oficial, o texto da data deve ser alinhado à margem esquerda.
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O instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente aquelas enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da administração pública denomina-se:

  • A Mensagem.
  • B Certidão.
  • C Despacho.
  • D Circular.
  • E Ata.
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