Resolver o Simulado Senado Federal

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Português

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(Fonte: https://br.pinterest.com/pin/804525920905262076/?lp=true,

acesso em fevereiro de 2020.)


“Só precisa de cuidado e paciência”, o verbo destacado é classificado segundo os estudos de regência verbal como:

  • A intransitivo.
  • B transitivo direto e indireto.
  • C transitivo direto.
  • D transitivo indireto.
  • E verbo de ligação.
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                          O ataque da desinformação


      Sempre houve boatos e mentiras gerando desinformação na sociedade. O fenômeno é antigo, mas os tempos atuais trouxeram desafios em proporções e numa velocidade até há pouco impensáveis.

      A questão não é apenas a incrível capacidade de compartilhamento instantâneo, dada pelas redes sociais e os aplicativos de mensagem, o que é positivo, mas traz evidentes riscos. Muitas vezes, uma informação é compartilhada milhares de vezes antes mesmo de haver tempo hábil para a checagem de sua veracidade. O desafio é também oriundo do avanço tecnológico das ferramentas de edição de vídeo, áudio e imagem. Cada vez mais sofisticadas e, ao mesmo tempo, mais baratas e acessíveis, elas são capazes de falsificar a realidade de forma muito convincente.

      Para debater esse atual cenário, a Associação Nacional de Jornais (ANJ) promoveu o seminário “Desinformação: Antídotos e Tendências”. Na abertura do evento, Marcelo Rech, presidente da ANJ, lembrou que o vírus da desinformação não é difundido apenas por grupos ou indivíduos extremistas. Também alguns governos têm se utilizado dessa arma para desautorizar coberturas inconvenientes. Tenta-se fazer com que apenas a informação oficial circule.

      O diretor da organização Witness, Sam Gregory, falou sobre as deepfakes e outras tecnologias que se valem da inteligência artificial (IA) para criar vídeos, imagens e áudios falsos. Houve um grande avanço tecnológico na área, o que afeta diretamente a confiabilidade das informações na esfera pública. O vídeo de um político fazendo determinada declaração pode ser inteiramente falso. Parece não haver limites para as manipulações.

      Diante desse cenário, que alguém poderia qualificar como o “fim da verdade”, Sam Gregory desestimulou qualquer reação de pânico ou desespero, que seria precisamente o que os difusores da desinformação almejam. Para Gregory, o caminho é melhorar a preparação das pessoas e das instituições, ampliando a “alfabetização midiática” – prover formação para que cada pessoa fique menos vulnerável às manipulações –, aperfeiçoando as ferramentas de detecção de falsidades e aumentando a responsabilidade das plataformas que disponibilizam esses conteúdos.

      Há um consenso de que o atual cenário, mesmo com todos os desafios, tem aspectos muito positivos, pois todos os princípios norteadores do jornalismo, como o de independência, da liberdade de expressão e o de rigor na apuração, têm sua importância reafirmada.

      O caminho para combater a desinformação continua sendo o mesmo: a informação de qualidade.

                                        (O Estado de São Paulo. 19.10.2019. Adaptado) 

Com base no emprego do sinal indicativo de crase, assinale a alternativa que completa corretamente a frase a seguir:


O político fez declarações...

  • A à pessoas que atuam em seu partido.
  • B à uma emissora de televisão europeia.
  • C à conferir atentamente se são confiáveis.
  • D às quais geraram alguns protestos.
  • E às diversas entidades que o apoiam.
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Texto 1

É claro que somos livres para falar ou escrever como quisermos, como soubermos, como pudermos. Mas é também evidente que devemos adequar o uso da língua à situação, o que contribui efetivamente para a maior eficiência comunicativa.

Considerando o pensamento do texto 1 e tendo conhecimento das atribuições de um oficial de justiça, chegamos à conclusão de que, nessa atividade, a língua escrita, o nível, o uso ou o registro do idioma deve ser predominantemente:

  • A formal, de acordo com os princípios da gramática normativa;
  • B informal, em busca de mais ampla compreensão da mensagem;
  • C regional, adequando-o ao local onde ocorre a comunicação;
  • D popular, tendo em vista que as mensagens são lidas por todos;
  • E ultraformal, selecionando vocabulário erudito e construções elaboradas.
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Quanto à classificação gramatical das palavras, assinale a alternativa correta.
  • A "Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!" Rui Barbosa. As palavras em destaque são substantivo concreto e advérbio de negação, respectivamente.
  • B "Difícil é ganhar um amigo em uma hora; fácil é ofendê-lo em um minuto." Provérbio Chinês. As palavras em destaque são artigo definido e adjetivo, respectivamente.
  • C "O medo de perder tira a vontade de ganhar." Wanderley Luxemburgo. As palavras em destaque são preposição e substantivo comum, respectivamente.
  • D "Arriscamo-nos a perder quando queremos ganhar demais." Jean de La Fontaine. As palavras em destaque são pronome oblíquo e conjunção, respectivamente.
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Quanto às normas de acentuação gráfica, assinale a alternativa correta.
  • A diastole, esplendor, pincel, caqui.
  • B bambu, atras, paranoico, diarreia.
  • C paranoia, raiz, gratuito, recorde.
  • D pivo, rubrica, menu, flor.
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Leia atentamente o texto abaixo para responder à questão.

Projeto brasileiro pretende mapear genoma de 15 mil pessoas para prever e tratar doenças
Por Filipe Domingues, G1/ 10/12/2019 12h00



    Um projeto liderado por uma cientista brasileira vai identificar as principais características genéticas dos brasileiros para prever doenças e antecipar tratamentos. Lançada nesta terça-feira (10), em São Paulo, a iniciativa "DNA do Brasil" quer mapear o genoma de 15 mil pessoas de 35 a 74 anos de idade e se tornar o maior levantamento do tipo já realizado no país. A ideia é que em cinco anos já se tenham os primeiros resultados. "O desafio é entender quais variações genéticas estão associadas a quais características das pessoas", disse a pesquisadora Lygia da Veiga Pereira, da Universidade de São Paulo (USP), na abertura do projeto. "Nós somos o resultado do nosso genoma mais o nosso estilo de vida. O genoma é a receita do nosso corpo."
    Além da geneticista, estão envolvidos na parceria o Ministério da Saúde que oferecerá dados epidemiológicos da população brasileira por meio do projeto ELSA Brasil; organizações privadas como a Dasa, empresa da área de saúde, que financiará e realizará o sequenciamento das primeiras 3 mil amostras; a Illumina que vai fornecer os insumos e a Google Cloud que fará o armazenamento e proteção dos dados. As descobertas que os cientistas fizerem poderão ser traduzidas em inovações tanto na área de pesquisa genética quanto nos diagnósticos e tratamentos de doenças como o câncer, a hipertensão, o diabetes, depressão, esquizofrenia e algumas doenças raras. Ao descobrir que determinada proteína presente no corpo de uma pessoa permite manter o colesterol baixo, é possível "editar" o DNA do paciente para imitar o comportamento deste elemento. [...]
    O diretor médico da Dasa, Gustavo Campana, lembrou que 80% das 8 mil doenças consideradas raras têm origem genética. Já os cânceres hereditários são de 5 a 12% dos casos. Portanto, além da previsão de tais doenças, o mapeamento dos genes e sua associação com as características da população brasileira podem permitir avanços em "terapêutica gênica", ou seja, métodos de tratamento que atuam diretamente nos genes ± o mais famoso deles é o CRISPR, a técnica de edição do DNA. "Esse projeto é um marco da genética populacional no Brasil," disse Campana.[...]
O estudo entre gênero e tipo de texto expõe que há diferenças. A este respeito, assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas abaixo.
O texto é _____ textual classificado como _____, que circula no meio _____ com o objetivo de trazer informações mais aprofundadas que a _____, isto porque há citações, dados estatísticos entre outros detalhes que são coletados através de pesquisa.
  • A um tipo / reportagem / jornalístico / notícia
  • B um gênero / notícia / midiático / reportagem
  • C um gênero / reportagem / jornalístico / notícia
  • D um tipo / notícia / jornalístico / reportagem
7

Observe uma frase abaixo:
“Dada a causa, a natureza produz o efeito do modo mais breve em que pode ser produzido”.

Segundo essa frase, a natureza:

  • A produz tudo o que homem precisa;
  • B indica homem ou caminho a seguir;
  • C segue, sem pressa, uma ordem natural das coisas;
  • D cria leis, mas não como respeita;
  • E mostra espírito lógico e eficiente.
8

O texto I compara, de modo figurado, o estado de reclusãoem que muitos usuários excessivos de celulares se encontram com a condição de pessoas que vivem em ilhas. Tal recurso expressivo pode ser classificado como
  • A metonímia.
  • B sinédoque.
  • C catacrese.
  • D metáfora.
9

Referente aos processos de formação de palavras, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( )
No excerto“(...) exposição a conteúdos inadequados; (...)”, os termos destacados formaram-se a partir do mesmo processo, ou seja, derivação sufixal.
( )Em “O estudo, conduzido com 262 voluntários, comprova que há relação entre o vício em smartphone e a percepção de perda de produtividade.”, os substantivos destacados formaram-se por derivação regressiva, isto é, subtração da desinência “r” e consequente troca da vogal dos verbos equivalentes no infinitivo (“estudar” e “perder”).
( )
No excerto“(...) prolongam desnecessariamente o tempo de realização de atividades.”, o termo emdestaque formou-se pelo acréscimo do prefixo “des” e do sufixo “mente” à base “necessária” um caso de derivação parassintética.
( ) Em “(...) como bombeiros sem equipamentos, frustrados e impotentes, (...)”, o termo destacado formou-se por derivação prefixal, uma vez que houve a anexação do prefixo de negação “im” à base “pontente”.
  • A V V F F.
  • B V F V F.
  • C F V F V.
  • D F F V V.
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Todas as palavras da sequência estão grafadas CORRETAMENTE em:

  • A Cizânia – ojeriza – apaziguar – deslizamento – envernizado.
  • B Usura – reveses – despreso – maisena – grisalho.
  • C Pretensão – suspenção – expansivo – conversível – defensivo.
  • D Submissão – discussão – remissão – intercessão – restrissão.
  • E Intervenção – exceção – presunsão – remição – contenção.
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Leia a charge, para responder às questões de números 09 e 10. 


Assinale a alternativa que reescreve fala da charge de acordo com a norma-padrão de concordância.

  • A Já se completou dois anos que terminei meu mestrado e trabalho com Uber.
  • B Quantos anos já fazem que você trabalha com Uber?
  • C Vão fazer uns dois anos que terminei meu mestrado e trabalho com Uber.
  • D Faz muitos anos, já, que você trabalha com Uber?
  • E Conta-se uns dois anos que estou trabalhando com Uber.
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No fragmento: “Pode tentar, mas acho meio difícil”, o conectivo destacado expressa valor semântico de:

  • A concessão.
  • B adição.
  • C conclusão.
  • D proporção.
  • E oposição.
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Texto 1

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Rubel

Se for preciso, eu pego um barco, eu remo
Por seis meses, como peixe pra te ver
Tão pra inventar um mar grande o bastante
Que me assuste e que eu desista de você

Se for preciso, eu crio alguma máquina
Mais rápida que a dúvida, mais súbita que a lágrima
Viajo a toda força, e num instante de saudade e dor
Eu chego pra dizer que eu vim te ver

Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar

A vida boa com você
Que amor tão grande tem que ser vivido a todo instante
E a cada hora que eu tô longe, é um desperdício
Eu só tenho 80 anos pela frente
Por favor, me dá uma chance de viver

Que amor tão grande tem que ser vivido a todo instante
E a cada hora que eu tô longe, é um desperdício
Eu só tenho 80 anos pela frente
Por favor, me dá uma chance de viver

Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você

Se for preciso, eu pego um barco, eu remo
Por seis meses, como peixe pra te ver
Tão pra inventar um mar grande o bastante
Que me assuste, e que eu desista de você
Se for preciso, eu crio alguma máquina
Mais rápida que a dúvida, mais súbita que a lágrima
Viajo a toda força, e num instante de saudade e dor

Eu chego pra dizer que eu vim te ver
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar

A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar

A vida boa com você
Não tem, pra trás, nada
Tudo que ficou tá aqui

Se for preciso, eu giro a Terra inteira
Até que o tempo se esqueça de ir pra frente e volte atrás
Milhões de anos, quando todos continentes se
encontravam
Pra que eu possa caminhar até você

Eu sei, mulher, não se vive só de peixe, nem se volta no
passado
As minhas palavras valem pouco e as juras não te dizem
nada
Mas se existe alguém que pode resgatar sua fé no mundo,
existe nós

Também perdi o meu rumo, até meu canto ficou mudo
E eu desconfio que esse mundo já não seja tudo aquilo
Mas não importa, a gente inventa a nossa vida
E a vida é boa, mas é muito melhor com você

Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você (até o final)


Texto 2





Os Textos 1 e 2 têm formatos distintos, apesar de serem complementos, assinale a alternativa que justifica a acentuação do verbo em destaque:

  • A o uso de acento está incorreto porque representa o emprego do verbo no singular por concordar com o sujeito simples “ Os Textos 1 e 2”
  • B o uso de acento é opcional desde a Reforma Ortográfica porque pode concordar com “Texto 1” ou com “Texto 2”, expressando singular ou plural.
  • C o uso de acento está correto porque representa o emprego do verbo no plural por concordar com o sujeito simples no plural “Os Textos 1 e 2”.
  • D o uso de acento está incorreto porque representa o emprego do verbo no plural por concordar com o sujeito composto no plural “Os Textos 1 e 2”.
  • E o uso de acento está correto porque representa o emprego do verbo no plural por concordar com o sujeito composto no plural “Os Textos 1 e 2”.
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Texto 1


Antes que elas cresçam


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de Pilot. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.

Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.



Affonso Romano de Sant´ Anna (Fonte: http://www.releituras.com/arsant_antes.asp, acesso em janeiro de 2020.)




Texto 2


POEMA ENJOADINHO


Filhos... Filhos?

Melhor não tê-los!

Mas se não os temos

Como sabê-lo?

Se não os temos

Que de consulta

Quanto silêncio

Como o queremos!

Banho de mar

Diz que é um porrete...

Cônjuge voa

Transpõe o espaço

Engole água

Fica salgada

Se iodifica

Depois, que boa

Que morenaço

Que a esposa fica!

Resultado: filho,

E então começa

A aporrinhação:

Cocô está branco

Cocô está preto

Bebe amoníaco

Comeu botão. F

ilhos? Filhos.

Melhor não tê-los

Noite de insônia

Cãs prematuros

Prantos convulsos

Meu Deus, salvai-o!

Filhos são o demo

Melhor não tê-los...

Mas se não os temos

Como sabê-los?

Como saber

Que macieza

Nos seus cabelos

Que cheiro morno

Na sua carne

Que gosto doce

Na sua boca!

Chupam gilete

Bebem xampu

Ateiam fogo

No quarteirão

Porém, que coisa

Que coisa louca

Que coisa linda

Que os filhos são!


(Fonte: Vinícius de Moraes. Poesia completa & prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987. p. 261-2.)

Nos versos: “Chupam gilete/ Bebem xampu/ Ateiam fogo”, o uso de verbos flexionados na terceira pessoa do plural expressam:

  • A sujeito indeterminado.
  • B sujeito simples “filhos”.
  • C sujeito composto “filho” e “filha”.
  • D sujeito desinencial “eles”.
  • E oração sem sujeito.
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Texto 1

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Rubel

Se for preciso, eu pego um barco, eu remo
Por seis meses, como peixe pra te ver
Tão pra inventar um mar grande o bastante
Que me assuste e que eu desista de você

Se for preciso, eu crio alguma máquina
Mais rápida que a dúvida, mais súbita que a lágrima
Viajo a toda força, e num instante de saudade e dor
Eu chego pra dizer que eu vim te ver

Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar

A vida boa com você
Que amor tão grande tem que ser vivido a todo instante
E a cada hora que eu tô longe, é um desperdício
Eu só tenho 80 anos pela frente
Por favor, me dá uma chance de viver

Que amor tão grande tem que ser vivido a todo instante
E a cada hora que eu tô longe, é um desperdício
Eu só tenho 80 anos pela frente
Por favor, me dá uma chance de viver

Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você

Se for preciso, eu pego um barco, eu remo
Por seis meses, como peixe pra te ver
Tão pra inventar um mar grande o bastante
Que me assuste, e que eu desista de você
Se for preciso, eu crio alguma máquina
Mais rápida que a dúvida, mais súbita que a lágrima
Viajo a toda força, e num instante de saudade e dor

Eu chego pra dizer que eu vim te ver
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar

A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar

A vida boa com você
Não tem, pra trás, nada
Tudo que ficou tá aqui

Se for preciso, eu giro a Terra inteira
Até que o tempo se esqueça de ir pra frente e volte atrás
Milhões de anos, quando todos continentes se
encontravam
Pra que eu possa caminhar até você

Eu sei, mulher, não se vive só de peixe, nem se volta no
passado
As minhas palavras valem pouco e as juras não te dizem
nada
Mas se existe alguém que pode resgatar sua fé no mundo,
existe nós

Também perdi o meu rumo, até meu canto ficou mudo
E eu desconfio que esse mundo já não seja tudo aquilo
Mas não importa, a gente inventa a nossa vida
E a vida é boa, mas é muito melhor com você

Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você (até o final)


Texto 2





Considere o período abaixo para realizar as questões 9 e 10:
O Texto 1 é literário; e o Texto 2 é não literário, este é um verbete, aquele, uma canção.

Como mecanismo de coesão textual, o emprego de pronomes demonstrativos indica que:

  • A o pronome “este”, de segunda pessoa, faz menção ao Texto 1, mais próximo.
  • B o pronome “aquele”, de primeira pessoa, faz referência ao Texto 1, mais próximo.
  • C o pronome “este”, de primeira pessoa, faz menção ao Texto 2, mais próximo.
  • D os pronomes “este” e “aquele”, de primeira pessoa e de segunda pessoa, respectivamente, fazem menção aos Textos 1 e 2 nessa mesma ordem.
  • E os pronomes “aquele” e “esse”, de terceira pessoa e de segunda pessoa, respectivamente, fazem menção aos Textos 1 e 2 nessa mesma ordem.
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Texto 1


Antes que elas cresçam


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de Pilot. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.

Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.



Affonso Romano de Sant´ Anna (Fonte: http://www.releituras.com/arsant_antes.asp, acesso em janeiro de 2020.)




Texto 2


POEMA ENJOADINHO


Filhos... Filhos?

Melhor não tê-los!

Mas se não os temos

Como sabê-lo?

Se não os temos

Que de consulta

Quanto silêncio

Como o queremos!

Banho de mar

Diz que é um porrete...

Cônjuge voa

Transpõe o espaço

Engole água

Fica salgada

Se iodifica

Depois, que boa

Que morenaço

Que a esposa fica!

Resultado: filho,

E então começa

A aporrinhação:

Cocô está branco

Cocô está preto

Bebe amoníaco

Comeu botão. F

ilhos? Filhos.

Melhor não tê-los

Noite de insônia

Cãs prematuros

Prantos convulsos

Meu Deus, salvai-o!

Filhos são o demo

Melhor não tê-los...

Mas se não os temos

Como sabê-los?

Como saber

Que macieza

Nos seus cabelos

Que cheiro morno

Na sua carne

Que gosto doce

Na sua boca!

Chupam gilete

Bebem xampu

Ateiam fogo

No quarteirão

Porém, que coisa

Que coisa louca

Que coisa linda

Que os filhos são!


(Fonte: Vinícius de Moraes. Poesia completa & prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987. p. 261-2.)

Os Textos 1 e 2, mesmo pertencendo a gêneros diferentes, respectivamente crônica e poesia, trazem em comum:

  • A a perspectiva crítica, porém otimista sobre ser pais.
  • B o pessimismo frente à missão de ser pais.
  • C o otimismo diante do mundo idealizado dos pais.
  • D o fracasso dos pais relacionado à maturidade dos jovens filhos.
  • E os desafios da maternidade e da paternidade já realizados.
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(Fonte: https://br.pinterest.com/pin/804525920905262076/?lp=true,

acesso em fevereiro de 2020.)


A partir do trecho: “aspirar ao amor do outro só depois de se amar antes.”, assinale a troca do complemento destacado que resultaria em uso correto de acento grave indicativo de crase:

  • A “a qualquer emoção”
  • B “a tudo”
  • C “a emoção”
  • D “a emoções”
  • E “a dores”
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Texto 1

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Rubel

Se for preciso, eu pego um barco, eu remo
Por seis meses, como peixe pra te ver
Tão pra inventar um mar grande o bastante
Que me assuste e que eu desista de você

Se for preciso, eu crio alguma máquina
Mais rápida que a dúvida, mais súbita que a lágrima
Viajo a toda força, e num instante de saudade e dor
Eu chego pra dizer que eu vim te ver

Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar

A vida boa com você
Que amor tão grande tem que ser vivido a todo instante
E a cada hora que eu tô longe, é um desperdício
Eu só tenho 80 anos pela frente
Por favor, me dá uma chance de viver

Que amor tão grande tem que ser vivido a todo instante
E a cada hora que eu tô longe, é um desperdício
Eu só tenho 80 anos pela frente
Por favor, me dá uma chance de viver

Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você

Se for preciso, eu pego um barco, eu remo
Por seis meses, como peixe pra te ver
Tão pra inventar um mar grande o bastante
Que me assuste, e que eu desista de você
Se for preciso, eu crio alguma máquina
Mais rápida que a dúvida, mais súbita que a lágrima
Viajo a toda força, e num instante de saudade e dor

Eu chego pra dizer que eu vim te ver
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar

A vida boa com você
Eu quero partilhar
Eu quero partilhar

A vida boa com você
Não tem, pra trás, nada
Tudo que ficou tá aqui

Se for preciso, eu giro a Terra inteira
Até que o tempo se esqueça de ir pra frente e volte atrás
Milhões de anos, quando todos continentes se
encontravam
Pra que eu possa caminhar até você

Eu sei, mulher, não se vive só de peixe, nem se volta no
passado
As minhas palavras valem pouco e as juras não te dizem
nada
Mas se existe alguém que pode resgatar sua fé no mundo,
existe nós

Também perdi o meu rumo, até meu canto ficou mudo
E eu desconfio que esse mundo já não seja tudo aquilo
Mas não importa, a gente inventa a nossa vida
E a vida é boa, mas é muito melhor com você

Eu quero partilhar
Eu quero partilhar
A vida boa com você (até o final)


Texto 2





Assinale a alternativa que descreve o emprego da vírgula no fragmento a seguir: “... aquele, uma canção.”

  • A a vírgula é facultativa porque separa o pronome do verbo ‘é’, que está oculto no trecho.
  • B a vírgula está incorreta porque separa o pronome do verbo ‘é’, que está oculto no trecho.
  • C a vírgula está correta porque separa o pronome do verbo ‘é’, que está oculto no trecho.
  • D a vírgula é facultativa, pois o pronome demonstrativo de terceira pessoa não é termo que exija virgulação em norma-padrão.
  • E a vírgula está correta porque representa a omissão do emprego do verbo ‘é’ por meio de uma figura de linguagem.
19



(Fonte: https://br.pinterest.com/pin/804525920905262076/?lp=true,

acesso em fevereiro de 2020.)


Assinale a alternativa que descreve o uso de vírgula em “Pode tentar, mas acho meio difícil”:

  • A o uso está correto porque a conjunção mas se associa à virgulação ao expressar explicação.
  • B o uso é facultativo porque a conjunção mas pode ou não ser antecedida de vírgula.
  • C o uso está correto, pois a conjunção mas (tendo valor adversativo no contexto exposto) exige virgulação anteposta.
  • D o uso está incorreto, pois a conjunção mas (tendo valor aditivo no contexto exposto) exige virgulação anteposta e posposta.
  • E o uso está incorreto, pois a conjunção mas (tendo valor conclusivo no contexto exposto) exige virgulação posposta.
20

Texto 1


Antes que elas cresçam


Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.

É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.

Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.

Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.

Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?

Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.

Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.

Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.

Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos. Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.

Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, pôsteres e agendas coloridas de Pilot. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.

Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.

No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.

O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.

Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto. Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.



Affonso Romano de Sant´ Anna (Fonte: http://www.releituras.com/arsant_antes.asp, acesso em janeiro de 2020.)




Texto 2


POEMA ENJOADINHO


Filhos... Filhos?

Melhor não tê-los!

Mas se não os temos

Como sabê-lo?

Se não os temos

Que de consulta

Quanto silêncio

Como o queremos!

Banho de mar

Diz que é um porrete...

Cônjuge voa

Transpõe o espaço

Engole água

Fica salgada

Se iodifica

Depois, que boa

Que morenaço

Que a esposa fica!

Resultado: filho,

E então começa

A aporrinhação:

Cocô está branco

Cocô está preto

Bebe amoníaco

Comeu botão. F

ilhos? Filhos.

Melhor não tê-los

Noite de insônia

Cãs prematuros

Prantos convulsos

Meu Deus, salvai-o!

Filhos são o demo

Melhor não tê-los...

Mas se não os temos

Como sabê-los?

Como saber

Que macieza

Nos seus cabelos

Que cheiro morno

Na sua carne

Que gosto doce

Na sua boca!

Chupam gilete

Bebem xampu

Ateiam fogo

No quarteirão

Porém, que coisa

Que coisa louca

Que coisa linda

Que os filhos são!


(Fonte: Vinícius de Moraes. Poesia completa & prosa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1987. p. 261-2.)

Em seu texto, o jornalista Affonso Romano reflete sobre:

  • A o rápido crescimento e amadurecimento dos filhos, sensações as quais trazem a culpa e a saudade por não se ter ‘aproveitado’ mais.
  • B a maturidade não alcançada visto que os filhos fracassam em seus casamentos.
  • C a cultura pop e suas influências prejudiciais aos jovens.
  • D a sexualização dos filhos por meio da mídia.
  • E os maus hábitos que os pais ‘transmitem’ às crianças a partir da observação de seus comportamentos.

Inglês

21

Text 1:

How being bilingual can boost your career


Whether you’re fresh out of college or a seasoned executive, insiders agree that fluency in a second language can not only help you stand out among prospective employers, it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss.


In today’s global economy, the ability to communicate in another language has become a significant advantage in the workforce. Research has found that people who speak at least one foreign language have an average annual household income that’s $10,000 higher than the household income of those who only speak English. And about 17 percent of those who speak at least one foreign language earn more than $100,000 a year.


A recent survey found that nearly 9 out of 10 headhunters in Europe, Latin America, and Asia say that being at least bilingual is critical for success in today’s business environment. And 66 percent of North American recruiters agreed that being bilingual will be increasingly important in the next 10 years.


“In today’s global economy you really have to understand the way business is done overseas to maximize your potential. A second language equips you for that,” says Alister Wellesley, managing partner of a Connecticut-based recruiting firm. “If you’re doing business overseas, or with someone from overseas, you obtain a certain degree of respect if you’re able to talk in their native language.”


Language skills can also be key for service industries. At the Willard InterContinental Washington, a luxury hotel a few blocks from the White House, a staff of about 570 represents 42 nations, speaking 19 languages. The Willard’s front-of-house employees such as the concierge speak at least two languages. Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable, according to Wendi Colby, director of human resources.


Workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder. “The individual that spoke more languages would have a better chance for a managerial role, whatever the next level would be,” Colby says. “They are able to deal with a wide array of clients, employees.”


So which languages can give you a leg up on the job market? Insiders agree the most popular – and marketable – languages are Spanish, German, French, Italian, Russian and Japanese, with a growing emphasis on Mandarin, given China’s booming economy. So let’s learn Mandarin!


“We see demand from a full range of industries,” says Wellesley. “Actually it depends on which company you’re working for and the country in which they’re located.”


Adapted from: LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN, Clive. American English File 5. 2nd edition. Oxford: OUP, 2018.

According to the text, the Willard InterContinental Washington:

  • A is a luxury hotel which hosts 570 employees who work at the White House.
  • B employs 570 concierges who come from 42 different countries.
  • C has a staff of 570 employees who have worked in 42 different nations.
  • D has 42 members in its staff who speak 19 different languages.
  • E employs concierges who can speak at least two languages.
22

Text 2:


Bad teaching habits: too much TTT


No teacher is perfect and all teachers have bad habits. Being a good teacher means reflecting (1) the following habits and trying to reduce them as much as possible.


TTT stands (2) teacher talking time. Obviously, during the course of the class, it is necessary for the teacher to explain rules, give advice and talk about instructions, among other things. However, teachers should attempt to limit the amount of time that they spend speaking to the class in order to maximize the opportunity that the students have to speak. A good rule (3) thumb is aiming for around 30% of teacher talk to 70% of student talk. This means planning out what you will say, when and how.


Adapted from: www.bbc.co.uk/learningenglish

According to text 2, teachers should give students advice. Choose the only sentence below in which the noun ADVICE is used correctly.

  • A Could you please give me some further advice on how to minimize the TTT in the classroom?
  • B I need some more advices about how to reduce the TTT in the classroom.
  • C Can you give me an advice about managing the TTT in the classroom?
  • D I would like some pieces of advices concerning the amount of TTT in the class.
  • E Can you advice me on how to minimize the TTT in the classroom?
23

Text 1:

How being bilingual can boost your career


Whether you’re fresh out of college or a seasoned executive, insiders agree that fluency in a second language can not only help you stand out among prospective employers, it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss.


In today’s global economy, the ability to communicate in another language has become a significant advantage in the workforce. Research has found that people who speak at least one foreign language have an average annual household income that’s $10,000 higher than the household income of those who only speak English. And about 17 percent of those who speak at least one foreign language earn more than $100,000 a year.


A recent survey found that nearly 9 out of 10 headhunters in Europe, Latin America, and Asia say that being at least bilingual is critical for success in today’s business environment. And 66 percent of North American recruiters agreed that being bilingual will be increasingly important in the next 10 years.


“In today’s global economy you really have to understand the way business is done overseas to maximize your potential. A second language equips you for that,” says Alister Wellesley, managing partner of a Connecticut-based recruiting firm. “If you’re doing business overseas, or with someone from overseas, you obtain a certain degree of respect if you’re able to talk in their native language.”


Language skills can also be key for service industries. At the Willard InterContinental Washington, a luxury hotel a few blocks from the White House, a staff of about 570 represents 42 nations, speaking 19 languages. The Willard’s front-of-house employees such as the concierge speak at least two languages. Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable, according to Wendi Colby, director of human resources.


Workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder. “The individual that spoke more languages would have a better chance for a managerial role, whatever the next level would be,” Colby says. “They are able to deal with a wide array of clients, employees.”


So which languages can give you a leg up on the job market? Insiders agree the most popular – and marketable – languages are Spanish, German, French, Italian, Russian and Japanese, with a growing emphasis on Mandarin, given China’s booming economy. So let’s learn Mandarin!


“We see demand from a full range of industries,” says Wellesley. “Actually it depends on which company you’re working for and the country in which they’re located.”


Adapted from: LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN, Clive. American English File 5. 2nd edition. Oxford: OUP, 2018.

The expression HAVE AN EDGE in “workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder”, refers to having:

  • A a drawback
  • B an advantage
  • C some speed
  • D some guidance
  • E some difficulty
24

Text 3:


The intercultural context


There are, then, clear practical and economic reasons why it is important for as many of your students as possible to feel positive about learning English (and, ultimately, to feel confident about using it). However, there is also an equally important reason, which applies to all languages: their social function. 


Learning and using (1) language brings people into contact, directly or indirectly, with (2) from different societies and cultures. It exposes them to different ways of thinking, different ways of communicating, different values. This, in turn, encourages them to think about their own culture, values and way of life. They realize there is not just one way of doing something, but many different ones. 


In (3) words, as well as equipping learners with practical skills, learning a foreign language extends their horizons, which is one of the important aims of education in most countries. 

Taken from: HOLDEN, Susan & NOBRE, Vinicius. Teaching English Today: contexts and objectives. São Paulo: Hub Editorial, 2018.

Choose the option that provides the correct words that complete the sentences in the text above, respectively:

  • A other / another / other.
  • B other / others / other.
  • C other / another / others.
  • D another / others / other.
  • E another / another / others .
25

Text 1:

How being bilingual can boost your career


Whether you’re fresh out of college or a seasoned executive, insiders agree that fluency in a second language can not only help you stand out among prospective employers, it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss.


In today’s global economy, the ability to communicate in another language has become a significant advantage in the workforce. Research has found that people who speak at least one foreign language have an average annual household income that’s $10,000 higher than the household income of those who only speak English. And about 17 percent of those who speak at least one foreign language earn more than $100,000 a year.


A recent survey found that nearly 9 out of 10 headhunters in Europe, Latin America, and Asia say that being at least bilingual is critical for success in today’s business environment. And 66 percent of North American recruiters agreed that being bilingual will be increasingly important in the next 10 years.


“In today’s global economy you really have to understand the way business is done overseas to maximize your potential. A second language equips you for that,” says Alister Wellesley, managing partner of a Connecticut-based recruiting firm. “If you’re doing business overseas, or with someone from overseas, you obtain a certain degree of respect if you’re able to talk in their native language.”


Language skills can also be key for service industries. At the Willard InterContinental Washington, a luxury hotel a few blocks from the White House, a staff of about 570 represents 42 nations, speaking 19 languages. The Willard’s front-of-house employees such as the concierge speak at least two languages. Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable, according to Wendi Colby, director of human resources.


Workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder. “The individual that spoke more languages would have a better chance for a managerial role, whatever the next level would be,” Colby says. “They are able to deal with a wide array of clients, employees.”


So which languages can give you a leg up on the job market? Insiders agree the most popular – and marketable – languages are Spanish, German, French, Italian, Russian and Japanese, with a growing emphasis on Mandarin, given China’s booming economy. So let’s learn Mandarin!


“We see demand from a full range of industries,” says Wellesley. “Actually it depends on which company you’re working for and the country in which they’re located.”


Adapted from: LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN, Clive. American English File 5. 2nd edition. Oxford: OUP, 2018.

According to the text, due to China’s booming economy, the most popular and marketable language nowadays that can give people a leg up on the job market is:

  • A Spanish.
  • B French.
  • C Russian.
  • D Mandarin.
  • E Japanese.
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Text 1:

How being bilingual can boost your career


Whether you’re fresh out of college or a seasoned executive, insiders agree that fluency in a second language can not only help you stand out among prospective employers, it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss.


In today’s global economy, the ability to communicate in another language has become a significant advantage in the workforce. Research has found that people who speak at least one foreign language have an average annual household income that’s $10,000 higher than the household income of those who only speak English. And about 17 percent of those who speak at least one foreign language earn more than $100,000 a year.


A recent survey found that nearly 9 out of 10 headhunters in Europe, Latin America, and Asia say that being at least bilingual is critical for success in today’s business environment. And 66 percent of North American recruiters agreed that being bilingual will be increasingly important in the next 10 years.


“In today’s global economy you really have to understand the way business is done overseas to maximize your potential. A second language equips you for that,” says Alister Wellesley, managing partner of a Connecticut-based recruiting firm. “If you’re doing business overseas, or with someone from overseas, you obtain a certain degree of respect if you’re able to talk in their native language.”


Language skills can also be key for service industries. At the Willard InterContinental Washington, a luxury hotel a few blocks from the White House, a staff of about 570 represents 42 nations, speaking 19 languages. The Willard’s front-of-house employees such as the concierge speak at least two languages. Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable, according to Wendi Colby, director of human resources.


Workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder. “The individual that spoke more languages would have a better chance for a managerial role, whatever the next level would be,” Colby says. “They are able to deal with a wide array of clients, employees.”


So which languages can give you a leg up on the job market? Insiders agree the most popular – and marketable – languages are Spanish, German, French, Italian, Russian and Japanese, with a growing emphasis on Mandarin, given China’s booming economy. So let’s learn Mandarin!


“We see demand from a full range of industries,” says Wellesley. “Actually it depends on which company you’re working for and the country in which they’re located.”


Adapted from: LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN, Clive. American English File 5. 2nd edition. Oxford: OUP, 2018.

The modal MIGHT in “ it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss”, and the modal MAY in “workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder” indicate in these contexts the idea of:

  • A advice
  • B ability
  • C possibility
  • D permission
  • E obligation
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Text 1:

How being bilingual can boost your career


Whether you’re fresh out of college or a seasoned executive, insiders agree that fluency in a second language can not only help you stand out among prospective employers, it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss.


In today’s global economy, the ability to communicate in another language has become a significant advantage in the workforce. Research has found that people who speak at least one foreign language have an average annual household income that’s $10,000 higher than the household income of those who only speak English. And about 17 percent of those who speak at least one foreign language earn more than $100,000 a year.


A recent survey found that nearly 9 out of 10 headhunters in Europe, Latin America, and Asia say that being at least bilingual is critical for success in today’s business environment. And 66 percent of North American recruiters agreed that being bilingual will be increasingly important in the next 10 years.


“In today’s global economy you really have to understand the way business is done overseas to maximize your potential. A second language equips you for that,” says Alister Wellesley, managing partner of a Connecticut-based recruiting firm. “If you’re doing business overseas, or with someone from overseas, you obtain a certain degree of respect if you’re able to talk in their native language.”


Language skills can also be key for service industries. At the Willard InterContinental Washington, a luxury hotel a few blocks from the White House, a staff of about 570 represents 42 nations, speaking 19 languages. The Willard’s front-of-house employees such as the concierge speak at least two languages. Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable, according to Wendi Colby, director of human resources.


Workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder. “The individual that spoke more languages would have a better chance for a managerial role, whatever the next level would be,” Colby says. “They are able to deal with a wide array of clients, employees.”


So which languages can give you a leg up on the job market? Insiders agree the most popular – and marketable – languages are Spanish, German, French, Italian, Russian and Japanese, with a growing emphasis on Mandarin, given China’s booming economy. So let’s learn Mandarin!


“We see demand from a full range of industries,” says Wellesley. “Actually it depends on which company you’re working for and the country in which they’re located.”


Adapted from: LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN, Clive. American English File 5. 2nd edition. Oxford: OUP, 2018.

Read the following statements and write T for true or F for false in the parentheses, according to the information provided in the text .
1- ( ) There are fewer job opportunities for monolingual workers. 2- ( ) On average, people who speak more than one language earn more money. 3- ( ) Most job recruiters think that it’s important to be bilingual. 4- ( ) Willard Hotel employees applying for management jobs have an advantage if they are bilingual. 5- ( ) At the Willard Hotel, some positions require bilingualism.
Now check the right sequence:

  • A T – T – T – T – T.
  • B T – F – F – F – F.
  • C T – T – F – F – F.
  • D T – T – T – F – F.
  • E T – T – T – T – F.
28

Text 1:

How being bilingual can boost your career


Whether you’re fresh out of college or a seasoned executive, insiders agree that fluency in a second language can not only help you stand out among prospective employers, it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss.


In today’s global economy, the ability to communicate in another language has become a significant advantage in the workforce. Research has found that people who speak at least one foreign language have an average annual household income that’s $10,000 higher than the household income of those who only speak English. And about 17 percent of those who speak at least one foreign language earn more than $100,000 a year.


A recent survey found that nearly 9 out of 10 headhunters in Europe, Latin America, and Asia say that being at least bilingual is critical for success in today’s business environment. And 66 percent of North American recruiters agreed that being bilingual will be increasingly important in the next 10 years.


“In today’s global economy you really have to understand the way business is done overseas to maximize your potential. A second language equips you for that,” says Alister Wellesley, managing partner of a Connecticut-based recruiting firm. “If you’re doing business overseas, or with someone from overseas, you obtain a certain degree of respect if you’re able to talk in their native language.”


Language skills can also be key for service industries. At the Willard InterContinental Washington, a luxury hotel a few blocks from the White House, a staff of about 570 represents 42 nations, speaking 19 languages. The Willard’s front-of-house employees such as the concierge speak at least two languages. Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable, according to Wendi Colby, director of human resources.


Workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder. “The individual that spoke more languages would have a better chance for a managerial role, whatever the next level would be,” Colby says. “They are able to deal with a wide array of clients, employees.”


So which languages can give you a leg up on the job market? Insiders agree the most popular – and marketable – languages are Spanish, German, French, Italian, Russian and Japanese, with a growing emphasis on Mandarin, given China’s booming economy. So let’s learn Mandarin!


“We see demand from a full range of industries,” says Wellesley. “Actually it depends on which company you’re working for and the country in which they’re located.”


Adapted from: LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN, Clive. American English File 5. 2nd edition. Oxford: OUP, 2018.

The sentence “Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable” could be rewritten, with no change in meaning, as:

  • A Bilingualism is not an absolute requirement. Thus, it is desirable.
  • B Bilingualism is not an absolute requirement. However, it is desirable.
  • C Bilingualism is not an absolute requirement. Therefore, it is desirable.
  • D Bilingualism is not an absolute requirement. Even though, it is desirable.
  • E Bilingualism is not an absolute requirement. Furthermore, it is desirable.
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Text 1:

How being bilingual can boost your career


Whether you’re fresh out of college or a seasoned executive, insiders agree that fluency in a second language can not only help you stand out among prospective employers, it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss.


In today’s global economy, the ability to communicate in another language has become a significant advantage in the workforce. Research has found that people who speak at least one foreign language have an average annual household income that’s $10,000 higher than the household income of those who only speak English. And about 17 percent of those who speak at least one foreign language earn more than $100,000 a year.


A recent survey found that nearly 9 out of 10 headhunters in Europe, Latin America, and Asia say that being at least bilingual is critical for success in today’s business environment. And 66 percent of North American recruiters agreed that being bilingual will be increasingly important in the next 10 years.


“In today’s global economy you really have to understand the way business is done overseas to maximize your potential. A second language equips you for that,” says Alister Wellesley, managing partner of a Connecticut-based recruiting firm. “If you’re doing business overseas, or with someone from overseas, you obtain a certain degree of respect if you’re able to talk in their native language.”


Language skills can also be key for service industries. At the Willard InterContinental Washington, a luxury hotel a few blocks from the White House, a staff of about 570 represents 42 nations, speaking 19 languages. The Willard’s front-of-house employees such as the concierge speak at least two languages. Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable, according to Wendi Colby, director of human resources.


Workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder. “The individual that spoke more languages would have a better chance for a managerial role, whatever the next level would be,” Colby says. “They are able to deal with a wide array of clients, employees.”


So which languages can give you a leg up on the job market? Insiders agree the most popular – and marketable – languages are Spanish, German, French, Italian, Russian and Japanese, with a growing emphasis on Mandarin, given China’s booming economy. So let’s learn Mandarin!


“We see demand from a full range of industries,” says Wellesley. “Actually it depends on which company you’re working for and the country in which they’re located.”


Adapted from: LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN, Clive. American English File 5. 2nd edition. Oxford: OUP, 2018.

The adjective SEASONED in the first sentence of the text refers to an executive that is:

  • A Foreign.
  • B Renowned.
  • C Experienced.
  • D Ingenious.
  • E Inquisitive.
30

Text 1:

How being bilingual can boost your career


Whether you’re fresh out of college or a seasoned executive, insiders agree that fluency in a second language can not only help you stand out among prospective employers, it can also open doors to opportunities that those without foreign language skills might miss.


In today’s global economy, the ability to communicate in another language has become a significant advantage in the workforce. Research has found that people who speak at least one foreign language have an average annual household income that’s $10,000 higher than the household income of those who only speak English. And about 17 percent of those who speak at least one foreign language earn more than $100,000 a year.


A recent survey found that nearly 9 out of 10 headhunters in Europe, Latin America, and Asia say that being at least bilingual is critical for success in today’s business environment. And 66 percent of North American recruiters agreed that being bilingual will be increasingly important in the next 10 years.


“In today’s global economy you really have to understand the way business is done overseas to maximize your potential. A second language equips you for that,” says Alister Wellesley, managing partner of a Connecticut-based recruiting firm. “If you’re doing business overseas, or with someone from overseas, you obtain a certain degree of respect if you’re able to talk in their native language.”


Language skills can also be key for service industries. At the Willard InterContinental Washington, a luxury hotel a few blocks from the White House, a staff of about 570 represents 42 nations, speaking 19 languages. The Willard’s front-of-house employees such as the concierge speak at least two languages. Bilingualism is not an absolute requirement, but it is desirable, according to Wendi Colby, director of human resources.


Workers with skills in a second language may have an edge when it comes to climbing Willard’s professional ladder. “The individual that spoke more languages would have a better chance for a managerial role, whatever the next level would be,” Colby says. “They are able to deal with a wide array of clients, employees.”


So which languages can give you a leg up on the job market? Insiders agree the most popular – and marketable – languages are Spanish, German, French, Italian, Russian and Japanese, with a growing emphasis on Mandarin, given China’s booming economy. So let’s learn Mandarin!


“We see demand from a full range of industries,” says Wellesley. “Actually it depends on which company you’re working for and the country in which they’re located.”


Adapted from: LATHAM-KOENIG, Christina & OXENDEN, Clive. American English File 5. 2nd edition. Oxford: OUP, 2018.

The word ACTUALLY in “Actually it depends on which company you’re working for” could be replaced, with no change in meaning, by:

  • A Nowadays.
  • B Evidently.
  • C Eventually.
  • D Certainly.
  • E In fact.

Atualidades

31

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou nesta segunda-feira (13/01/2020), em Los Angeles, os indicados ao Oscar 2020. O anúncio foi feito pelos atores John Cho e Issa Rae.


(Uol, 13/01/2020. Disponível em: < https://glo.bo/3bmOys9>.Adaptado)


No 9 de fevereiro o Brasil será representado pela(o):

  • A animação “O Menino e o Mundo”.
  • B longa “Dois Papas”
  • C longa “A Vida Invisível”.
  • D documentário “Democracia em vertigem”
  • E documentário “O Sal da Terra”.
32

O Brasil confirmou 3.339 novos casos de sarampo no país desde junho, quando um novo surto da doença teve início. De acordo com o boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, publicado nesta sexta-feira (13 de setembro), dezesseis estados registram surto ativo da doença. (G1, 13/09/2019. Disponível em: <https://glo.bo/3bmFLq4>. Adaptado)
Sobre o Sarampo no Brasil é correto afirmar que:

  • A a maioria dos casos confirmados foi em São Paulo (97,5%).
  • B o governo conseguiu interromper a transmissão do vírus do sarampo na região sudeste.
  • C em todo o país a vacinação contra sarampo na rede pública só ocorre até os 19 anos.
  • D apesar deste recente surto, o Brasil manteve o certificado de eliminação da doença concedido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).
  • E nas últimas duas décadas o país registrou dezenas de mortes por causa do sarampo.
33

Desde que a Austrália começou a ser colonizada, em 1788, a queimada cultural foi lentamente erradicada. Mas, nos últimos anos, surgiram movimentos para reintegrar a prática.


(G1, 13/01/2020. Disponível em: < https://glo.bo/2uxSQMD>.Adaptado)


Após a recente escalada de incêndios na Austrália, a “queimada cultural” ganhou destaque nos noticiários. Sobre a “queimada cultural” é correto afirmar, EXCETO:

  • A são chamadas de "queimadas frias" (cool burning), com chamas na altura dos joelhos, foram concebidas para serem realizadas de forma contínua e ao longo da paisagem.
  • B são formas de manejo do fogo, que hoje, são as grandes responsáveis pelos incêndios na Austrália.
  • C as queimadas culturais promovidas pelos indígenas atuam no ritmo do meio ambiente, atraindo marsupiais e mamíferos que os aborígenes podem caçar.
  • D a queimada cultural pode reduzir o combustível no solo de 10 toneladas para 1 tonelada, mas é apenas uma proteção eficaz para incêndios moderados.
  • E elas queimam material combustível sobre o solo, como gravetos e detritos de folhas, de modo que um incêndio florestal natural tem menos chance de se alastrar.
34

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu hoje, (08/11/2019), à justiça, que o petista deixe a prisão imediatamente.


(Uol, 08/11/2019. Disponível em: < http://bit.ly/2Sevi8J>.Adaptado)


Em qual fato específico a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se baseou para pedir sua soltura:

  • A no pedido de anulação da sua condenação por falta de prova material que o caracterize como proprietário do triplex em Guarujá.
  • B na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello, com liminar para soltura de réus presos após condenação em segunda instância em processos sem trânsito em julgado.
  • C na anulação do processo do triplex por imparcialidade do juiz federal Sergio Moro por motivo de aceitação do juiz federal Sergio Moro para o posto de ministro da Justiça.
  • D na decisão do desembargador plantonista José Favareto a favor do habeas corpus formulado pelos deputados petistas Wadih Damous (RJ), Paulo Teixeira (SP) e Paulo Pimenta (RS).
  • E na decisão de do STF (Supremo Tribunal Federal), que passou a proibir prisão após condenação em segunda instância.
35

A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou nesta terça-feira (14) que a Tailândia registrou o primeiro caso do novo coronavírus que já causou uma morte e deixou dezenas de doentes na China.


(R7, 14/01/2020. Disponível em:<http://bit.ly/2vhKj0h> .Adaptado)


Sobre o novo tipo de coronavírus é possível afirmar:

  • A são uma família de vírus com taxa de letalidade maior que a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS).
  • B apesar do maior número de casos ter sido registrado na China, especialistas apontam que sua origem é o Índia.
  • C são uma família viral conhecida e que costumam causar infecções respiratórias de leve a moderada em seres humanos, muito semelhantes a resfriados.
  • D a OMS informou que a maioria dos casos confirmados foram de pessoas que não se vacinaram contra o vírus.
  • E a OMS informa que é possível combater rapidamente a epidemia pelo fato de o vírus não apresentar variações genéticas.
36

As queimadas na Amazônia têm relação direta com o desmatamento. Especialistas comentaram ao G1 que o fogo é parte da estratégia de "limpeza" do solo que foi desmatado para posteriormente ser usado na pecuária ou no plantio. (G1, 23/08/2019. Disponível em: < https://glo.bo/2H0W1zd >. Adaptado)
Esta estratégia de “limpeza” do solo na Amazônia é comumente chamada de?

  • A Ciclo de reciclagem da Amazônia
  • B Ciclo de ocupação da Amazônia
  • C Ciclo de desmatamento da Amazônia
  • D Ciclo de devastação da Amazônia
  • E Ciclo de desflorestação Amazônia

Direito Constitucional

37

Os fundamentos da República Federativa do Brasil são os valores mais importantes que norteiam o país.

Conforme dispõe a Constituição de 1988, são fundamentos da República Federativa do Brasil, EXCETO:

  • A O regime republicano.
  • B A soberania.
  • C A cidadania.
  • D O pluralismo político.
38

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes, EXCETO:

  • A Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.
  • B Todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sem prévio aviso à autoridade competente.
  • C É plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar.
  • D No caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano.
39

Ao tratar dos princípios fundamentais, a CF estabelece, em seu art. 1.º,

  • A a forma republicana de Estado, cláusula pétrea expressa, caracterizada pela eletividade, temporariedade e responsabilidade do governante.
  • B a forma republicana de governo, caracterizada pela eletividade, temporariedade e responsabilidade do governante.
  • C a forma federativa de Estado, cláusula pétrea implícita, caracterizada pela tripartição dos poderes da União.
  • D a forma federativa de Estado e o sistema presidencialista de governo.
  • E a forma republicana de governo e a forma federativa de Estado, cláusulas pétreas expressas.
40

Conforme as previsões constitucionais e a jurisprudência do STF sobre segurança pública, em especial sua estrutura e organização, admite-se que

  • A lei estadual crie órgãos diversos de segurança pública, de forma diferente da estabelecida constitucionalmente para os órgãos federais.
  • B lei municipal constitua guardas municipais destinadas à proteção dos bens, dos serviços e das instalações do município.
  • C lei municipal subordine excepcionalmente as polícias militares e a reserva do Exército aos prefeitos, em caso de calamidade pública.
  • D lei estadual atribua às polícias civis funções de apuração de infrações penais militares.
  • E lei federal transfira temporariamente aos corpos de bombeiros militares a execução de atividades de defesa civil.
41

Art. 5.º. (...) LVIII – o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal, salvo nas hipóteses previstas em lei;


Art. 18. (...) § 1.º Brasília é a Capital Federal.

Art. 153. Compete à União instituir impostos sobre: (...)

VII – grandes fortunas, nos termos de lei complementar.


Brasil. Constituição (1988). Constituição da República

Federativa do Brasil. Brasília – DF: Senado Federal, 1988.


Quanto ao grau de eficácia, as normas constitucionais precedentes classificam-se, respectivamente, como de eficácia

  • A programática, plena e contida.
  • B limitada, plena e contida.
  • C contida, limitada e plena.
  • D plena, contida e limitada.
  • E contida, plena e limitada.
42
Os princípios constitucionais e as normas gerais que norteiam a Administração Pública Direta e Indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios encontram-se dispostos de forma expressa no artigo 37 e seguintes da Constituição Federal de 1988. Sobre o tema, assinale a alternativa incorreta:
  • A As funções de confiança, exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo, e os cargos em comissão, a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos, condições e percentuais mínimos previstos em lei, destinam-se apenas às atribuições de direção, chefia e assessoramento
  • B A proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista, suas subsidiárias, e sociedades controladas, direta ou indiretamente, pelo poder público
  • C Somente por lei específica poderá ser criada autarquia e instituída empresa pública, sociedade de economia mista e fundação, cabendo à lei complementar, neste último caso, definir as áreas de sua atuação
  • D Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei
43
A Constituição Federal estabelece alguns legitimados para propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade. Sobre o assunto, analise as afirmativas abaixo.
I. Mesa da Câmara dos Deputados. II. Procurador-Geral da República. III. Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. IV. Tribunal de Contas da União.
Assinale a alternativa que não contemple um desses legitimados:
  • A II e IV apenas
  • B I e III apenas
  • C I, II, III e IV
  • D IV apenas
44

Suponha que um Município aprove lei que proíba o transporte remunerado de passageiros por meio do uso de aplicativos, sob a justificativa de que a Lei Orgânica local condiciona o exercício desse tipo de atividade à prévia autorização da entidade federativa, que no respectivo ato avalia a capacidade do agente econômico garantir a segurança dos usuários. Para apurar a compatibilidade do diploma legal com a Constituição Federal, o Procurador Geral da República propôs Arguição de Descumprimento de Preceito Federal (ADPF) perante o Supremo Tribunal Federal (STF).


Considerando a situação hipotética, a respeito do controle concentrado de constitucionalidade, e com base na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, assinale a alternativa correta.

  • A A revogação da lei antes do julgamento da ADPF importará, necessariamente, na perda do objeto da ação.
  • B A ADPF não deve ser conhecida, dado que a norma pode ser objeto de Ação Direta de Inconstitucionalidade perante o STF.
  • C A norma deve ser considerada constitucional, porquanto o Município dispõe de competência para dispor sobre trânsito e transporte.
  • D A norma deve ser considerada inconstitucional, pois a criação artificial e injustificada de reserva de mercado ofende o princípio da livre iniciativa.
  • E As normas municipais não podem ser objeto de ADPF, razão que deverá levar o Tribunal a não conhecer a ação.
45

Joana, servidora ocupante de cargo de provimento efetivo no âmbito do Poder Judiciário de determinado Estado da Federação, foi comunicada pelo sindicato da categoria que seriam iniciadas as negociações coletivas de trabalho e era obrigatória a participação do sindicato. Por tal razão, era igualmente obrigatória a filiação de todos os servidores ao sindicato, de modo que a categoria não fosse sub-representada em seus interesses.
A narrativa afigura-se

  • A incorreta em relação a Joana, pois a filiação é facultativa, e correta quanto ao sindicato, pois a sua participação é imposta pela Constituição;
  • B correta em relação a Joana, por força do princípio da solidariedade social, e incorreta quanto ao sindicato, por ferir o princípio da liberdade de gestão;
  • C correta em relação a Joana, já que a filiação dos servidores do Poder Judiciário é obrigatória, e incorreta quanto ao sindicato, que tem autonomia gerencial;
  • D incorreta em relação a Joana, pois os servidores do Poder Judiciário não podem filiar-se a sindicato, e correta quanto ao sindicato, desde que haja determinação judicial;
  • E incorreta em relação a Joana, que somente pode ser obrigada a exercer cargo de direção no sindicato, não a sindicalizar-se, e correta quanto ao sindicato, que defende a categoria.
46

A respeito do controle concentrado de constitucionalidade, assinale a alternativa correta.

  • A O Chefe do Poder Executivo não possui legitimidade para figurar no polo passivo de ação direta de inconstitucionalidade por omissão.
  • B Por serem legitimados para ajuizar ações de controle concentrado de constitucionalidade, os partidos políticos e as entidades de classe possuem capacidade postulatória especial para propositura da ação.
  • C Os Tribunais de Contas podem exercer o controle de constitucionalidade abstrato relativamente às normas que lhe sejam submetidas à apreciação.
  • D A declaração de inconstitucionalidade por arrastamento, em respeito ao princípio da adstrição, somente pode albergar os dispositivos legais expressamente indicados na petição inicial.
  • E O princípio da fungibilidade pode ser aplicado ao processo constitucional objetivo nos casos em que, apesar da impropriedade da via escolhida, estiverem presentes os requisitos para outra ação.

Raciocínio Lógico

47

Afirmar que: ´Antônio não é engenheiro ou João é pernambucano’, logicamente, é o mesmo que dizer que:

  • A se Antônio é engenheiro, então João é pernambucano.
  • B se Antônio não é engenheiro, então João não é pernambucano.
  • C se João é pernambucano, então Antônio é engenheiro.
  • D se Antônio é engenheiro, então João não é pernambucano.
  • E se Antônio não é engenheiro, então João é pernambucano.
48

A figura a seguir mostra um dado com o formato de um dodecaedro, que é um sólido geométrico com 12 faces.


As faces desse dado estão numeradas de 1 a 12, (sem repetição). Jogando-se esse dado uma única vez, qual é a probabilidade de sair um número par maior que 4?

  • A 5/12
  • B 1/4
  • C 1/3
  • D 1/2
49

Se Rafael é alto e Antônio não é pessimista, então Joana é produtiva. Se Joana é produtiva, então Marta é trabalhadora. Sabe-se que Marta não é trabalhadora.

Logo, podemos concluir, corretamente, que:

  • A Rafael é alto e Antônio não é pessimista.
  • B Rafael não é alto ou Antônio é pessimista.
  • C Rafael não é alto e Antônio é pessimista
  • D Rafael não é alto.
  • E Antônio é pessimista.
50

Em uma escola, os alunos têm três opções de atividades extracurriculares: arte, música e esporte coletivo. Eles devem participar de, pelo menos, uma atividade. Dos 110 estudantes na escola, 55 escolheram música, 60 escolheram esporte e 40 escolheram arte. Se 35 alunos escolheram exatamente duas atividades, o número de alunos que escolheu fazer as três atividades foi:

  • A 2.
  • B 3.
  • C 5.
  • D 6.
  • E 7.

Direito Administrativo

51

A Administração Pública é investida de uma pluralidade de poderes administrativos, indispensáveis para o cumprimento das suas funções. Tais poderes conferem à administração pública as prerrogativas necessárias para a realização do interesse público.

Assinale a alternativa que NÃO CONTÉM um poder administrativo:

  • A Poder hierárquico
  • B Poder de polícia
  • C Poder de moralidade
  • D Poder regulamentar
  • E Poder discricionário
52

Considerando as formas de extinção dos atos administrativos, analise as afirmativas a seguir:

I. a caducidade se configura quando o beneficiário do ato administrativo inadimple com as condições necessárias para usufruir dos benefícios do referido ato administrativo;
II. a Administração Pública pode declarar a nulidade de seus próprios atos;
III. o exaurimento se trata da extinção natural do ato administrativo, ocorre quando o ato administrativo cumpre o seu objetivo, realizando a sua finalidade;
IV. a revogação do ato administrativo não respeita os direitos adquiridos.


Está (ão) correta(s):

  • A somente I e IV.
  • B somente II, III e IV.
  • C somente II e III.
  • D somente II e IV.
  • E somente I e III.
53

O direito de petição aos poderes públicos, assegurado pela Constituição Federal de 1988, impõe à administração o dever de apresentar tempestiva resposta. A demora excessiva e injustificada da administração para cumprir essa obrigação é omissão violadora do princípio da eficiência. Segundo o STJ, por colocar em xeque a legítima confiança que o cidadão comum deposita na atuação da administração pública, tal mora atenta também contra o princípio da

  • A finalidade.
  • B moralidade.
  • C autotutela.
  • D presunção de legitimidade.
  • E continuidade do serviço público.
54
Os contratos administrativos devem observar as normas gerais previstas na Lei nº 8.666 de 1993. Sendo assim, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F):
( ) A declaração de nulidade do contrato administrativo opera retroativamente impedindo os efeitos jurídicos que ele, ordinariamente, deveria produzir, além de desconstituir os já produzidos. ( ) Constitui motivo para rescisão do contrato o atraso superior a 90 (noventa) dias dos pagamentos devidos pela Administração decorrentes de obras, serviços ou fornecimento, ou parcelas destes, já recebidos ou executados, salvo em caso de calamidade pública, grave perturbação da ordem interna ou guerra. ( ) O contratado fica obrigado a aceitar, nas mesmas condições contratuais, os acréscimos ou supressões que se fizerem nas obras, serviços ou compras, até 25% (vinte e cinco por cento) do valor inicial atualizado do contrato, e, no caso particular de reforma de edifício ou de equipamento, até o limite de 50% (cinqüenta por cento) para os seus acréscimos. ( ) É nulo e de nenhum efeito o contrato verbal com a Administração, salvo o de pequenas compras de pronto pagamento, assim entendidas aquelas de valor não superior a 10% (dez por cento) do limite estabelecido no art. 23, inciso II, alínea "a" da Lei nº 8.666/1993, feitas em regime de adiantamento.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
  • A V, V, V, F
  • B V, V, F, V
  • C V, F, F, F
  • D F, V, F, V
55

Servidor público estadual usou, em proveito próprio, veículo da administração pública estadual, para fins particulares.


Nesse caso, a conduta do servidor

  • A configura ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito, se tiver havido dolo.
  • B configura ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário, mesmo que não tenha havido dolo.
  • C configura ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios administrativos, mesmo que não tenha havido dolo.
  • D não configura ato de improbidade administrativa, porque a Lei de Improbidade Administrativa não se aplica à esfera estadual.
  • E não configura ato de improbidade administrativa, por ausência de tipificação expressa na Lei de Improbidade Administrativa.
56
A respeito das modalidades, limites e dispensa de licitação pública, considere as disposições expressas na Lei nº 8.666 de 1993 e assinale a alternativa correta.
  • A Os bens imóveis da Administração Pública, cuja aquisição haja derivado de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento, poderão ser alienados por ato da autoridade competente, desde que adotado o procedimento licitatório sob a modalidade de concorrência ou tomada de preços
  • B Nos casos em que couber convite, a Administração poderá utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a concorrência
  • C É dispensável a licitação para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública
  • D Convite é a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação
57

Lúcio, conselheiro de tribunal de contas estadual, Pierre, prefeito de município, e Mário, desembargador de tribunal de justiça estadual, cometeram ato de improbidade administrativa, previsto na Lei n.º 8.429/1992.


Nessa situação hipotética, no âmbito do Poder Judiciário, deverá ocorrer o processamento e julgamento em 1.ª instância de

  • A Lúcio, Pierre e Mário.
  • B Lúcio e Pierre, somente.
  • C Lúcio e Mário, somente.
  • D Pierre e Mário, somente.
  • E Pierre, somente.
58
No que se refere às disposições da Lei n° 11.107/2005 sobre os consórcios públicos, assinale a alternativa correta.
  • A Não é possível cessão de servidores entre os entes consorciados
  • B O consórcio público será constituído por contrato cuja celebração dependerá da prévia subscrição de protocolo de intenções
  • C O consórcio público terá sempre personalidade jurídica de direito privado
  • D O denominado termo de fomento permite aos entes consorciados entregarem os recursos ao consórcio público
59
É aplicável o regime da Lei nº 8.666 de 1993 aos convênios, acordos, ajustes e outros instrumentos congêneres celebrados por órgãos e entidades da Administração. Diante disso, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F):
( ) A celebração de convênio, acordo ou ajuste pelos órgãos ou entidades da Administração Pública depende de prévia apresentação do competente plano de trabalho proposto pela organização interessada, o qual poderá ser aprovado após sua constituição. ( ) Os saldos de convênio, enquanto não utilizados, serão facultativamente aplicados em cadernetas de poupança de instituição financeira oficial, quando a utilização dos mesmos verificar-se em prazos menores que um mês. ( ) Os saldos de convênio, enquanto não utilizados, serão obrigatoriamente aplicados em fundo de aplicação financeira de curto prazo ou operação de mercado aberto lastreada em títulos da dívida pública, se a previsão de seu uso for igual ou superior a um mês. ( ) As parcelas do convênio serão liberadas sempre em estrita conformidade com o plano de aplicação aprovado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
  • A V, V, F, F
  • B V, F, V, V
  • C F, F, F, F
  • D F, V, V, V
60
O servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. Analise o texto abaixo e assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
"A responsabilidade _____ abrange os crimes e contravenções imputadas ao servidor, nessa qualidade." "A responsabilidade _____ decorre de ato omissivo ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros." ³A responsabilidade _____ do servidor será afastada no caso de absolvição criminal que negue a existência do fato ou sua autoria." "As sanções civis, penais e administrativas poderão cumular-se, sendo _____ entre si."
  • A penal / civil / administrativa / independentes
  • B civil / administrativa / penal / independentes
  • C penal / administrativa / civil / dependentes
  • D penal / civil / administrativa / dependentes
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