Resolver o Simulado Analista de Recursos Humanos - VUNESP - Nível Superior

0 / 100

Gestão de Pessoas

1

A avaliação e a gestão de desempenho na área de RH cumpre a função de acompanhar os funcionários em suas atividades por meio dos resultados alcançados. No setor público, em particular, esse acompanhamento é relevante pois

  • A A avaliação de desempenho no setor público serve para que os gestores tenham noção dos resultados, sem interferir na gestão de RH.
  • B A avaliação periódica de desempenho insatisfatória resulta no desligamento do funcionário público, independente de defesa.
  • C A gestão de desempenho dos funcionários públicos é uma atividade prevista em lei e que o RH utiliza para detectar lideranças e gerir conflitos.
  • D A avaliação especial de desempenho realizada por comissão própria para esse fim é condição obrigatória para a aquisição de estabilidade.
  • E A avaliação e gestão de desempenho dos funcionários públicos é algo eminentemente operacional e que contribui para melhoria dos resultados.
2

O processo de recrutamento e seleção na Administração Pública, via de regra, utiliza-se dos concursos públicos. Assinale a alternativa que contenha modalidades de prova utilizadas em concursos públicos.

  • A Objetiva, dissertativa, capacidade de liderança, investigação social e comportamento moral e ético.
  • B Dissertativa, títulação acadêmica, subjetiva, competências emocionais, ética e moral.
  • C Objetiva, dissertativa, título, oral, física e psicotécnica ou psicológica.
  • D Dissertativa, expositiva, capacidade analítica, competência técnica, comportamento moral e ético.
  • E Títulos, objetiva, subjetiva, aptidão física, inteligência emocional, comunicação e expressão corporal.
3

Benefícios são regalias e vantagens que a organização concede como complementação dos salários a todos ou parte de seus colaboradores. De um modo geral, os benefícios podem ser classificados quanto a sua exigibilidade legal (podem ser exigidos por lei/convenção coletiva ou espontâneos), quanto a sua natureza (monetários ou não monetários) e quanto aos seus objetivos (assistenciais, recreativos ou supletivos).


Assinale a alternativa que representa um tipo de benefício espontâneo e assistencial.

  • A Seguro de acidentes do trabalho.
  • B Música ambiente.
  • C Complementação de aposentadoria.
  • D Auxílio doença.
  • E Abono de férias.
4

A correta avaliação de cargos resulta em uma hierarquia, isto é, a importância relativa de cada cargo dentro da organização. Isso é importante porque os funcionários costumam comparar a sua remuneração com a dos demais colaboradores da empresa e, se não houver critérios justos e transparência no estabelecimento dos salários, poderá ocorrer insatisfações devido ao desconhecimento das complexidades e responsabilidades que envolvem cada cargo.


Avaliando os seus cargos, a organização pretende estabelecer:

  • A o equilíbrio externo na distribuição da remuneração.
  • B o equilíbrio em seus resultados.
  • C o equilíbrio no desempenho dos seus funcionários.
  • D o equilíbrio interno e externo na distribuição da remuneração.
  • E o equilíbrio interno na distribuição da remuneração.
5

O processo do conflito pode ser visto como um processo de cinco estágios: Oposição potencial ou incompatibilidade; Cognição e personalização; Intenções; Comportamento e Consequências. As intenções são decisões de agir de uma determinada maneira. Com o uso de duas dimensões – cooperação (o grau em que uma das partes tenta satisfazer os interesses da outra) e afirmação (o grau em que uma das partes tenta satisfazer os seus próprios interesses) – podem-se identificar cinco intenções para a administração de conflitos: Competir; Colaborar; Evitar; Acomodar-se e Conceder.


O apoio para a opinião de alguém sem concordar totalmente com ela mostra que a intenção da pessoa é de

  • A evitar
  • B acomodar-se.
  • C conceder.
  • D colaborar
  • E competir.
6

Os padrões pelos quais um determinado desempenho será avaliado devem ser definidos com clareza. Esses padrões devem basear-se nas atividades e responsabilidades do cargo. Há quatro considerações básicas para o estabelecimento de padrões de desempenho: relevância estratégica (buscar atender os objetivos estratégicos da organização), deficiência de critério (abranger todos os pontos relacionados aos resultados esperados do desempenho eficaz do empregado), contaminação de critério (evitar penalizar o empregado por situações externas que não estejam sob o seu controle) e confiabilidade (o indicador deve medir com exatidão o que se espera do desempenho do empregado).


Qual das alternativas contém uma deficiência de critério na avaliação de desempenho?

  • A Um setor da organização utilizava maquinários novos e usados. Foi estabelecido o mesmo índice de produtividade para todos os empregados.
  • B Um empregado teve duas avaliações de desempenho, relativas ao mesmo período de trabalho, pelo seu superior imediato. O resultado foi muito diferente entre elas.
  • C Um empregado foi avaliado pelo seu superior imediato e pelo seu superior mediato. Uma das avaliações classificou o empregado com muito bom desempenho, a outra não.
  • D Ficou estabelecido que o setor de registro de reclamações deveria inserir no sistema 98,0 % das reclamações recebidas no mesmo dia.
  • E O setor de cadastro deveria preencher 80% dos formulários recebidos com 70% de acerto nas informações.
7

O responsável pelo processo de avaliação de desempenho de uma organização de médio porte foi incumbido de desenvolver um modelo de avaliação de desempenho que tivesse como objetivo principal medir, através de indicadores, os resultados individuais, departamentais e gerais da organização, para pagamento de um Bônus anual. Para atender esta solicitação, o responsável pelo processo de avaliação de desempenho sugeriu a utilização do seguinte modelo:

  • A Escolha Forçada.
  • B Escala Gráfica.
  • C por Competências.
  • D por APO (Administração Por Objetivos).
  • E Incidente Crítico.
8

Descrição de cargos é o processo que consiste em determinar, pelo estudo e pela observação, os elementos ou fatos que compõe a natureza de um cargo e o torna distinto de todos os outros existentes na organização: é a determinação das tarefas que compreendem um cargo. Ao elaborar uma descrição de cargo, deve-se

  • A incluir as atividades a serem executadas no futuro.
  • B utilizar expressões genéricas.
  • C desprezar as atividades executadas no passado.
  • D utilizar apenas questionários.
  • E incluir tarefas que o ocupante gostaria de executar.
9

O processo (ciclo) de treinamento envolve quatro etapas: (i) Levantamento de Necessidades de Treinamento; (ii) Programação (Desenho) de treinamento; (iii) Implementação e execução; (iiii) Avaliação dos resultados..


O levantamento de necessidades de treinamento envolve uma análise em três níveis. São eles:

  • A diretoria, gerência e chefia.
  • B organização, cargos e pessoas.
  • C após experiência, após 6 (seis meses) e após 12 (doze) meses.
  • D cargos de nível fundamental, cargos de nível médio e cargos de nível superior.
  • E gerência, chefia e empregado.
10

O ensino a distância (EAD) tem se expandido, tanto nas universidades, quanto nas organizações. Uma das ferramentas de EAD que pode ser utilizada pelas organizações é o Podcast. Por meio do Podcast, elas fornecem informações aos seus colaboradores enquanto eles estão fora do local de trabalho. Através de um Podcast você pode:

  • A participar de simulações de treinamento
  • B ouvir textos com informações importantes sobre o seu trabalho.
  • C ler textos enviados sobre informações importantes para a sua atividade.
  • D estudar utilizando a gamificação.
  • E assistir a vídeos de treinamento.
11

Existem, nas organizações, alguns indicadores que podem apontar necessidades de treinamento. Esses indicadores servem para apontar eventos que provocarão futuras necessidades de treinamento (indicadores a priori) ou eventos decorrentes de necessidades de treinamento já existentes (indicadores a posteriori).


Qual das alternativas a seguir refere-se a um indicador a priori?

  • A Elevado número de acidentes.
  • B Falta de cooperação.
  • C Número excessivo de queixas.
  • D Redução do número de empregados.
  • E Tendência a atribuir falhas aos outros.
12

Uma organização do interior paulista solicitou ao seu responsável pelo treinamento e desenvolvimento de pessoal para que desenvolvesse e aplicasse um treinamento específico em sua área operacional. Após a execução do treinamento, o responsável deveria apresentar os benefícios derivados do treinamento em relação aos custos gerados, isto é, demonstrar que o programa de treinamento produziu resultados “efetivos”.


A melhor forma de se fazer isso é avaliar

  • A se os participantes acrescentariam outros conteúdos ao treinamento ministrado.
  • B se os gerentes conversaram com os participantes sobre o treinamento ministrado.
  • C as reações dos participantes em relação ao treinamento ministrado.
  • D a aprendizagem obtida pelos participantes em relação ao treinamento ministrado.
  • E o retorno sobre o investimento (return on investment – ROI) em relação ao treinamento ministrado.
13

O grupo completo de unidades elementares de pessoas, objetos ou coisas é denominado, para a estatística, de

  • A amostra.
  • B unidades.
  • C censo.
  • D população.
  • E variáveis.
14

Quando se diz, na atualidade, que a Gestão de Pessoas é uma função, além de staff, também de linha, o que está se dizendo é que

  • A a área de RH tem as duas funções embutidas nela.
  • B quem deve gerir as pessoas é o próprio gestor ao qual estão subordinadas.
  • C as decisões e ações sobre os recursos humanos são da alçada exclusiva da área de RH.
  • D o gerente deve se preocupar apenas com o conteúdo técnico de sua área.
  • E a área de RH se tornou totalmente obsoleta e sua existência não é necessária.
15

As conexões humanas que surgem do trabalho em equipe e produzem resultados em que o todo é maior do que a soma das partes representam o efeito chamado de

  • A totalitário.
  • B somatório.
  • C sinérgico.
  • D estratégico
  • E tático.
16

Um benefício social que é, ao mesmo tempo, não-monetário quanto à sua natureza e supletivo quanto a seus objetivos, é

  • A o horário móvel.
  • B a assistência médico-hospitalar.
  • C o seguro de vida em grupo.
  • D o serviço social.
  • E o grêmio.
17

Em um processo de avaliação de cargos, têm-se algumas metodologias à disposição. Um método que é analítico e quantitativo, que atribui valores numéricos para cada aspecto do cargo, é

  • A a comparação por fatores.
  • B as categorias predeterminadas.
  • C o escalonamento simples.
  • D a classificação por categorias.
  • E a avaliação por pontos.
18
Os benefícios sociais concedidos pelas organizações podem ser classificados em diferentes categorias. Quanto à sua exigibilidade legal, os planos de benefícios podem ser agrupados em legais ou espontâneos. Assinale a alternativa que apresenta somente benefícios espontâneos.
  • A Férias; transporte subsidiado; complementação do salário, em afastamento prolongado por doença.
  • B 13º salário; refeições subsidiadas; salário-família.
  • C Seguro de vida em grupo; empréstimos aos funcionários; auxílio-doença.
  • D Assistência médico-hospitalar (convênio); complementação de aposentadoria; gratificações.
  • E Seguro de acidentes do trabalho; salário-maternidade; assistência odontológica.
19

O desenho de um plano de benefícios sociais deve levar em conta alguns critérios. A respeito desse tema, assinale a alternativa correta.

  • A O princípio da mútua responsabilidade salienta que o custeio dos benefícios deve ser compartilhado entre a organização e os funcionários beneficiados.
  • B A mútua responsabilidade é característica de um plano para as pessoas que ocupam cargos operacionais, pois tendem a cooperar entre si.
  • C O princípio do retorno do investimento salienta a impossibilidade de se avaliar o retorno do benefício em termos do aumento da produtividade e da melhoria da qualidade.
  • D Em uma economia de livre iniciativa, todo benefício deve ser analisado de forma independente da possibilidade de oferecer alguma contribuição à organização.
  • E Em organizações públicas, os benefícios são totalmente pagos pela organização, sem necessidade de compartilhamento do custeio com os funcionários.
20

O papel das organizações no aprendizado de seus funcionários está se ampliando cada vez mais. A educação corporativa põe o foco

  • A na transmissão de conhecimentos específicos do assunto em que a pessoa apresenta alguma deficiência.
  • B na aprendizagem como estratégia individual, privilegiando os profissionais que demonstram interesse em aprender.
  • C no estilo de liderança autocrático, uma vez que as tomadas de decisão centralizadas têm se mostrado mais eficazes.
  • D nas atividades de fato realizadas pelos funcionários, dando maior ênfase aos problemas de desempenho atuais.
  • E no desenvolvimento do quadro de pessoas com vistas a obter resultados nos negócios.

Administração Geral

21

O comportamento organizacional é o estudo sistemático para se prever e influenciar as relações de trabalho entre indivíduos, grupos e da própria organização com eles. Através de estudos sistemáticos pode-se verificar as relações de causa e efeito nos relacionamentos existentes. As relações de causa e efeito são analisadas através da utilização de fatores, aqui denominados de variáveis dependentes e variáveis independentes. Uma variável independente é a suposta causa de algumas mudanças em uma variável dependente.


Assinale a alternativa que contempla uma variável dependente no estudo do comportamento organizacional.

  • A Características de personalidade dos indivíduos.
  • B Cultura interna da organização.
  • C Estilos de liderança.
  • D Padrões de comportamento aceitáveis pelo grupo.
  • E Cidadania organizacional.
22

Motivação, de modo geral, é tudo aquilo que influencia a pessoa a se comportar de determinada forma ou, pelo menos, que dá origem a um determinado comportamento. Várias teorias foram desenvolvidas para explicar o processo de motivação dos indivíduos no ambiente do trabalho. Uma das teorias defende que “as recompensas extrínsecas reduzem o interesse intrínseco em uma tarefa se elas foram vistas como forma de controle da organização sobre o comportamento dos trabalhadores”.


Trata-se da

  • A Teoria da Avaliação Cognitiva.
  • B Teoria da Expectativa.
  • C Teoria do Estabelecimento de Objetivos.
  • D Teoria dos Dois Fatores.
  • E Teoria da Equidade.
23

Capital humano refere-se ao conjunto de talentos humanos que uma organização pode reunir para atingir seus objetivos. Mas, de nada adiantará ter um bom conjunto de talentos humanos, se o contexto não favorecer a atuação deles. O contexto, aqui referido, é o ambiente interno, resultado de políticas determinadas pela organização, que irá influenciar o comportamento do talento humano na execução de suas atividades e solução de problemas. O contexto deve ser favorável para que os talentos humanos possam contribuir para um bom desempenho da organização.


O contexto conforme definido pelo texto é determinado por aspectos, como:

  • A escolaridade das pessoas e localização geográfica da organização.
  • B imagem e reputação da organização.
  • C tipo de produto ou serviço e características do cliente.
  • D relações com fornecedores e clientes.
  • E organização do trabalho e cultura da organização..
24

Um importante instrumento utilizado pelo modelo de Gestão pela Qualidade denomina-se Diagrama de Ishikawa, que também é conhecido popularmente por “Espinha de Peixe”. O objetivo desse instrumento é

  • A executar novos padrões para se fazer uma determinada operação, orientando e/ou treinando todos os envolvidos no processo.
  • B eliminar o que não for útil, separando o necessário do desnecessário, e descartar o que for supérfluo.
  • C estudar as perdas no processo produtivo, organizando-as por ordem de frequência, estabelecendo a relação 80/20.
  • D organizar o ambiente de trabalho, colocando as coisas nos lugares adequados para seu uso.
  • E levantar as causas de um problema e aprofundá-las, analisando todos os fatores que estão envolvidos no processo.
25

A estratégia de negociação que representa para uma das partes perda consciente, mas que pode, talvez, representar ganhos futuros em outras negociações, tem o nome de

  • A Competição.
  • B Conciliação.
  • C Acomodação.
  • D Evasão.
  • E Colaboração.
26

Alguns importantes estudos sobre Cultura Organizacional mostram que as culturas que levam as suas organizações ao sucesso, chamadas de culturas bem-sucedidas, têm alguns traços em comum, dentre eles,

  • A foco em resultados por meio das pessoas.
  • B pessoas fazendo o que lhes é atribuído.
  • C comunicação fluindo de cima para baixo.
  • D preservação da manutenção do status quo.
  • E muitos níveis hierárquicos de comando.
27

Uma das vantagens atribuídas a uma estrutura tradicional do tipo linear é

  • A garantir um maior espírito de equipe.
  • B facilitar a participação de funcionários em qualquer ponto da linha hierárquica.
  • C possibilitar a tomada de decisões mais rapidamente.
  • D apresentar definição clara de deveres e responsabilidades.
  • E favorecer a troca de experiências pela colaboração.
28

Quanto ao Sistema de Informações Gerenciais, pode-se dizer que

  • A é imprescindível contar com um sistema computacional de novíssima geração.
  • B é uma relevante ferramenta para a tomada de decisão.
  • C sua importância decresceu significativamente na última década.
  • D é simplesmente a tradução de avaliações gerenciais em desenhos informatizados.
  • E está apenas indiretamente vinculado à elaboração da estratégia.
29

A Missão Organizacional representa

  • A a principal ameaça que advém do ambiente externo.
  • B o ponto principal que precisa ser monitorado pelos gestores.
  • C o que a organização pretende ser em um horizonte de tempo.
  • D a razão de ser da organização; aquilo que constitui seu DNA.
  • E o principal instrumento de controle dos indicadores.

Administração Pública

30

O uso de indicadores para a tomada de decisão é fundamental em organizações contemporâneas, e permite ao gestor público o conhecimento sobre a eficiência, eficácia e efetividade dos bens e serviços relacionados ao seu escopo de atividades. Indique qual das alternativas a seguir sinaliza corretamente à qual modelo organizacional e a qual processo se refere a prática descrita.

  • A Gerencialismo e gestão por desempenho.
  • B Governança e gestão participativa.
  • C Burocrático e gestão por resultados.
  • D Empresarial e gestão de parâmetros.
  • E Novo Serviço Público e gestão da qualidade.

Administração Geral

31

Assinale a alternativa que apresenta uma definição correta sobre o termo relacionado à gestão de processos.

  • A Tarefa: decomposição de atividades em um conjunto de ações.
  • B Processo: conjunto de atividades relacionadas aos objetivos operacionais da organização.
  • C Atividade: conjunto de funções especializadas para entrega dos produtos e/ou serviços.
  • D Subprocesso: decomposição do processo por atividades e tarefas.
  • E Macroprocesso: conjunto de processos relacionados aos objetivos táticos da organização.
32

Numa avaliação de perfil profissional dos gestores públicos recém-contratados de um município, percebeu-se que mais da metade deles possuia deficiência numa das funções administrativas conhecida como “direção”.


Assinale a alternativa que descreve corretamente esse tipo de deficiência.

  • A Dificuldades em visão estratégica e operacional, ou seja, de pensar em colocar em práticas as ideias e os projetos.
  • B Dificuldades em administrar as pessoas em busca dos objetivos, ou seja, com problemas em comunicar, incentivar, motivar e liderar pessoas.
  • C Problemas para estabelecer as prioridades de trabalho, assim como a divisão de tarefas e, finalmente, o controle dos processos e resultados.
  • D Deficiências de relacionamento interpessoal, indecisão e falta de liderança para indicar os rumos e os indicadores de controle das atividades.
  • E Debilidade para lidar com problemas, tomada de decisão e reordenamento de pessoal, pois não têm habilidade em lidar com números e resultados.
33

O Secretário Municipal de Gestão recém-eleito de um município paulista analisou as gestões anteriores e percebeu que nem sempre os programas e projetos da sua Secretaria atingiram os resultados esperados. Nesse sentido, ele conversou com funcionários de diferentes níveis hierárquicos e soube que, em geral, as propostas foram elaboradas tão somente pelo primeiro escalão, sem a participação dos demais funcionários. Diante dessa situação e consciente dos diferentes tipos de planejamento, ele propôs corretamente à sua equipe o exposto na alternativa:

  • A Planejamentos de curto, médio e longo prazos.
  • B Planejamentos situacional, gerencial e funcional.
  • C Análise SWOT, projeção de cenários e PDCA.
  • D Planejamentos estratégico, tático e operacional.
  • E Matriz BCG, análise SWOT e planejamento estratégico.
34

Em função de disputas políticas, diversas obras e projetos públicos são interrompidos no Brasil, dificultando a continuidade em políticas públicas. Ciente disso, um candidato a prefeito de um determinado município reuniu sua equipe e solicitou a elaboração de um planejamento estratégico. A ideia desse candidato era aproveitar o que estava sendo feito corretamente, evitar os eventuais erros, observar o que outros municípios vizinhos desenvolviam e em que a sociedade local poderia desafiar o futuro chefe do executivo. Diante disso, a equipe desse candidato utilizou-se de uma metodologia conhecida como

  • A Análise de Cenários, pois as particularidades regionais, assim como o histórico desse município, são aspectos fundamentais para o Planejamento Estratégico.
  • B Metodologia Kaizen, a qual permite aproveitar, de forma contínua, os acertos e evitar os erros cometidos, assim como desenvolver um senso estratégico nos gestores.
  • C Método Ágil, porque as transformações locais e regionais exigem um procedimento flexível e suficientemente estratégico para as demandas desse candidato.
  • D Matriz BCG, pois se busca reconhecer os serviços que devem ser mantidos ou encerrados e, ao mesmo tempo, aproveitar as oportunidades locais.
  • E Análise SWOT, ou seja, busca-se reconhecer os pontos fortes e fracos do município e também as oportunidades e ameças do entorno.
35

O prefeito que recentemente assumiu um pequeno município constatou uma situação desafiadora: faltavam emprego e renda para mais de 30% da população economicamente ativa. O histórico desse município indicava um quadro de ausência de inovação na gestão pública nos últimos 20 anos. Por outro lado, o chefe do executivo acreditava no potencial desse município, pois havia recursos naturais em abundância – rios, peixes, extensa e rica fauna e flora –, uma população criativa e empreendora, enfim um contexto favorável para melhoria econômica. Assim, ele reuniu sua equipe da área de desenvolvimento econômico e solicitou um Planejamento Estratégico. Sua equipe, diante dessa situação e ciente da complexidade na elaboração desse planejamento estratégico, procedeu corretamente realizando

  • A um trabalho de intervenção sobre os pontos fracos e fortes desse município e uma pesquisa sobre o perfil dos moradores e da economia local para uma proposta de redesenho da estrutura municipal.
  • B uma proposta de ação estratégica para o desenvolvimento de competências dos moradores, de tal forma a ampliar as oportunidades de emprego e renda da população economicamente ativa.
  • C o mapeamento de oportunidades de emprego e renda nesse município de tal forma a otimizar os recursos existentes e também trabalhando no sentido de melhorar o transporte aos municípios vizinhos para a busca de trabalho.
  • D uma análise de municípios congêneres que conseguiram gerar emprego e renda a partir da sua realidade local, ou seja, a equipe foi em busca de potenciais oportunidades e ameaças, tendo em vista a ciência dos pontos fortes e fracos.
  • E a análise situacional, pois pode-se prescindir da realidade local e do perfil dos moradores; além disso, buscou-se uma proposta de estímulo à inovação a partir de palestras e eventos com consultores e especialistas.
36

Conforme o Planejamento Estratégico 2017/2023, do Ministério Público do Estado de São Paulo, sua visão é:


“Aproximar-se do cidadão por meio de trabalho eficiente e resolutivo” (MPSP, 2018).

Diante do exposto, assinale dentre as ações institucionais listadas a seguir a que apresenta um procedimento cujos resultados coadunam com a visão do órgão.

  • A O insulamento burocrático do órgão, blindando os servidores das múltiplas demandas sociais.
  • B O fortalecimento dos instrumentos burocráticos de controle, de modo que as ações dos ministérios públicos estaduais dependam de autorização do Ministério Público Federal.
  • C O investimento em infraestrutura tecnológica, em busca de um contato exclusivamente virtual entre sociedade e Ministério Público.
  • D O aumento da transparência, criando mecanismos de responsabilização e controle sobre as ações desempenhadas.
  • E A orientação para o paradigma repreensivo ante ao preventivo, como forma de efetivamente punir infratores legais.

Administração Pública

37

Os arranjos institucionais caracterizam-se como novas formas das organizações buscarem êxito em suas ações, haja vista a percepção de que existem problemas que podem ser melhor resolvidos a partir da colaboração mútua e gestão compartilhada de esforços. Nesse sentido, assinale a alternativa correta em relação aos arranjos institucionais.

  • A A execução de uma política pública via arranjo institucional só é possível se os atores forem do mesmo nível de governo.
  • B As organizações que se arranjam em torno de uma política dependem de autorização legislativa para efetivar suas ações.
  • C A partir da desconcentração de poder via arranjos há maiores possibilidades de se obter sucesso na capacidade de resolução de problemas.
  • D A capacidade técnica deve sobrepor-se à capacidade política dos atores para o alcance dos resultados esperados por todos os stakeholders.
  • E No atual contexto político-institucional, essa forma de organização é desaconselhável por conta das decisões do judiciário.

Administração Geral

38

Cada vez mais frequente em organizações contemporâneas, especialmente as mais jovens e vinculadas a setores mais dinâmicos da economia, em muitos casos com foco em inovação, as estruturas organizacionais têm se apresentado de variadas formas. Uma dessas formas combina duas ou mais variáveis, podendo ser áreas funcionais e processos ou produtos, ou ainda projetos, delineando múltiplas “linhas de autoridade” a serem atendidas. O nome dessa estrutura é

  • A matricial.
  • B por equipe.
  • C funcional.
  • D por projeto.
  • E vertical.
39

Uma das formas de liderança mais louvadas na atualidade, principalmente porque tem surgido em empresas de setores novos que englobam negócios totalmente inusitados, formados por projetos, objetos, aplicativos, etc, se contrapõe aos objetivos de liderança no século passado que eram basicamente, e quase que exclusivamente, para a manutenção da estabilidade, do crescimento orgânico, da preservação dos lucros. O tipo de liderança desse novo líder, bastante desejável nesses setores dinâmicos e contemporâneos, é denominado

  • A inter-relacional.
  • B virtual.
  • C autônomo.
  • D transformacional.
  • E participativo.
40

A descrição dos componentes básicos da operação numa organização e dos relacionamentos entre eles, demonstrando como a organização concretiza seus objetivos e sua missão, permitindo ter uma visão sistêmica do negócio, desde o nível macro até a descrição detalhada das atividades, é a definição de

  • A modelagem de processos.
  • B processos de apoio.
  • C cadeia de valor.
  • D estrutura organizacional.
  • E monitoramento de processos.

Noções de Informática

41

Um funcionário público que utiliza o MS-Windows 7, em sua configuração padrão, deseja que os funcionários de seu departamento tenham acesso aos arquivos de uma pasta do disco rígido de seu computador. Para deixar o conteúdo dessa pasta disponível aos demais usuários da rede de computadores de seu departamento esse funcionário utilizará o recurso do MS-Windows 7, que é denominado

  • A carregamento.
  • B codificação.
  • C compartilhamento.
  • D distribuição.
  • E participação.
42

Um usuário do MS-Word 2010, em sua configuração padrão, deseja ativar o recurso Hifenização do programa, de modo que a separação das sílabas da última palavra no final de uma linha do texto ocorra de forma automática, evitando que essa palavra seja posicionada na próxima linha. O recurso de Hifenização pode ser configurado por meio da guia

  • A Arquivo.
  • B Página Inicial.
  • C Inserir.
  • D Layout da Página.
  • E Revisão.
43

Um usuário do programa MS-PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, foi incumbido de criar um modelo para as apresentações utilizadas nas reuniões da empresa em que trabalha. Depois de definidos o slide mestre e um conjunto de layouts de slide, essa apresentação deve ser salva como um arquivo de modelo do PowerPoint.
Assinale a alternativa que contém a extensão do arquivo que será gerado.

  • A .potx
  • B .pptx
  • C .pngx
  • D .pdfx
  • E .pmdx
44

Um arquiteto da prefeitura está utilizando o programa MS-Excel 2010, em sua configuração padrão, para gerenciar a construção de uma escola que está sendo construída em um dos bairros de sua cidade. O objetivo de uma de suas planilhas, que é mostrada na figura a seguir, é determinar a quantidade de caixas de piso cerâmico que deverão ser adquiridas.

A coluna A da planilha relaciona os tipos de ambientes existentes na escola que receberão o piso cerâmico, enquanto que a coluna B indica as quantidades (QTD) de cada tipo desses ambientes. As colunas C e D indicam a largura (L) e a profundidade (P), em metros, desses ambientes cujas plantas baixas têm forma retangular. Sabe-se que cada caixa do piso cerâmico tem 22 m2 do material e que, para contornar eventuais perdas na instalação, será adquirido um número adicional de caixas de piso correspondente a 10% da quantidade necessária para cada tipo de ambiente.
Assinale a alternativa que contém a expressão que deverá ser digitada na célula E2 e, depois, copiada para as células E3 a E7 com o objetivo de calcular a quantidade total de caixas de piso para cada um dos tipos de ambiente.

  • A =10 + B2*C2*D2/E10
  • B =10 + B2*C2*D2/E$10
  • C =1,1*B2*C2*D2/E10
  • D =1,1*B2*C2*D2/$E10
  • E =1,1*B2*C2*D2/E$10
45

Um usuário da Internet acessou o site da prefeitura de sua cidade para obter a segunda via do boleto do IPTU cujo pagamento estava atrasado. Depois de obter a segunda via do boleto e realizar seu pagamento, o usuário retornou ao site da prefeitura para entregar a cópia eletrônica do comprovante desse pagamento e regularizar sua situação. No âmbito da Internet, as operações de obter a segunda via do boleto e de entregar a cópia eletrônica do comprovante de pagamento são chamadas, respectivamente, de

  • A Attachment e Reply.
  • B Download e Upload.
  • C Download e Upgrade.
  • D Update e Backup.
  • E Reload e Settings.
46

A imagem a seguir mostra um e-mail sendo preparado pela área jurídica, para enviar a um assistente social que havia solicitado uma resolução a respeito de assunto a ser tratado em reunião.



O assistente social (assistsocial@semaepiracicaba. sp.gov.br), ao receber o e-mail, precisa repassar a resolução a outros participantes da reunião. Para que o anexo já esteja inserido no e-mail que será enviado pelo assistente social por meio do MS-Outlook 2010, em sua configuração padrão, deve ser usada a opção

  • A Arquivar.
  • B Encaminhar.
  • C Responder.
  • D Responder a Todos.
  • E Anexar.
47

A imagem a seguir apresenta o conteúdo de uma pasta local chamada “frequentes”, em que uma de suas pastas internas está sendo renomeada.



O aplicativo acessório padrão do MS-Windows 7, em sua configuração padrão, usado para essa manipulação/organização de arquivos/pastas, conforme visto na imagem, é:

  • A Microsoft Office.
  • B Informações do Sistema.
  • C Internet Explorer
  • D Painel de Controle.
  • E Windows Explorer.
48

Um usuário prepara um folder para uma campanha educativa sobre saneamento básico e deseja imprimir em A3 ou A2.


No MS-Word 2010, em sua configuração padrão, A3 e A2 são opções de

  • A Tamanho do papel.
  • B Impressora.
  • C Margens.
  • D Estilo.
  • E Orientação da Página.
49

A planilha exibida a seguir foi elaborada por meio do MS-Excel 2010, em sua configuração padrão.



O valor resultante da fórmula =MÉDIA(A1;A5) após esta ser inserida na célula B1 é

  • A 1
  • B 2
  • C 3
  • D 4
  • E 5
50

A tabela a seguir foi preparada por meio do MS-Excel 2010, em sua configuração padrão, para listar a relação de benefícios a que determinados servidores têm direito.



O título da tabela, Relação de Benefícios dos Servidores, ocupa uma única célula cuja largura possui 3 colunas. Tal formatação demonstra a utilização do recurso

  • A Centralizar.
  • B Justificar.
  • C Mesclar e Centralizar.
  • D Agrupar.
  • E Área de Impressão.
51

Um usuário, por meio do MS-Power Point 2010, em sua configuração padrão em português e com teclado padrão brasileiro, preparando uma apresentação para divulgação de uma campanha de prevenção de doenças relacionadas ao saneamento básico, deseja salvar as modificações realizadas durante a edição e formatação.


Assinale a alternativa que apresenta o atalho por teclado usado para salvar.

  • A Ctrl + A
  • B Ctrl + T
  • C Ctrl + X
  • D Ctrl + S
  • E Ctrl + B
52

Um assistente social baixou da internet algumas portarias estaduais por meio do Internet Explorer 11, em sua configuração padrão. Para verificar a lista de todos os arquivos baixados pelo seu navegador de internet, pode usar o recurso

  • A Downloads.
  • B Abrir URL.
  • C Página Inicial.
  • D Histórico.
  • E Favoritos.
53

A planilha da figura foi elaborada com o auxílio do MS Excel 2010 em sua configuração padrão.


Assinale a alternativa que apresenta o valor que será exibido na célula A3, após esta ser preenchida com a fórmula =MAIOR(A1:E2;2)*MÉDIA(A1:C1).

  • A 35
  • B 40
  • C 55
  • D 60
  • E 70
54

Um usuário preparou a planilha a seguir por meio do MS-Excel 2010, em sua configuração padrão.



Assinale a alternativa que apresenta o valor que será exibido na célula C4, após esta ser preenchida com a seguinte fórmula:

=MÉDIA(A1:C3)

  • A 4
  • B 5
  • C 6
  • D 7
  • E 8
55

Um usuário da Internet está preparando uma mensagem no seu programa de correio eletrônico, que tem as seguintes informações nos campos de endereços:


Sabendo que a mensagem foi enviada e entregue com sucesso, assinale a alternativa que tem a afirmação correta.

  • A Alfredo não sabe que Camila recebeu a mensagem.
  • B Bernardo não sabe que Camila recebeu a mensagem.
  • C Camila não sabe que Bernardo recebeu a mensagem.
  • D Danilo não sabe que Bernardo recebeu a mensagem.
  • E Camila não sabe que Danilo recebeu a mensagem.
56

O programa MS PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, disponibiliza diversos temas para que o usuário tenha opções gráficas para elaborar sua apresentação. A seleção do tema de uma apresentação pode ser feita por meio da guia

  • A Animações.
  • B Configurações.
  • C Design.
  • D Exibição.
  • E Formatação.
57

As palavras a seguir pertencem a um texto que está sendo editado com o programa MS Word 2010 em sua configuração padrão.


CONCURSO PÚBLICO


Assinale a alternativa que contém os dois recursos utilizados, respectivamente, na formatação dessas palavras.

  • A Itálico e Sublinhado.
  • B Itálico e Tachado.
  • C Negrito e Subscrito.
  • D Sublinhado e Sobrescrito.
  • E Tachado e Sublinhado.
58

No MS Windows 7, em sua configuração padrão, as teclas de atalho que permitem a um usuário percorrer os programas ativos na ordem em que foram abertos são

  • A Alt + Esc
  • B Alt + F4
  • C Ctrl + A
  • D Ctrl + F4
  • E Shift + Esc
59

A imagem a seguir mostra uma parte da Barra de Tarefas do MS-Windows 7, em sua configuração padrão.



O retângulo destacado no canto direito da imagem, referente ao canto inferior direito da Barra de Tarefas, pode ser usado para

  • A nada, pois não pode ser clicado.
  • B ativar o Menu Iniciar.
  • C exibir o Menu de Contexto.
  • D desligar o computador com um clique.
  • E mostrar a Área de Trabalho.
60

Observe os ícones a seguir, retirados do MS-Word 2010, em sua configuração padrão.



Os ícones da imagem são opções de formatação do grupo

  • A Ilustrações.
  • B Cabeçalho.
  • C Estilo.
  • D Parágrafo.
  • E Fonte.

Português

61

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

No último parágrafo do texto, a frase “... como felizmente já vamos aprendendo.” refere-se à informação de que

  • A são muitos os casos exemplares de inclusão verificados na rede oficial de ensino.
  • B compete ao Estado disseminar as iniciativas exitosas por seus estabelecimentos.
  • C se combate a segregação de estudantes com disseminação de iniciativas exitosas.
  • D a tendência em segregar em salas especiais alunos com deficiência foi superada.
  • E a deficiência apresentada por estudantes não é sinônimo de que sejam incapazes.
62

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

Em relação à inclusão escolar, o editorial defende que, embora

  • A tenha sido ampliada no contexto brasileiro, a maioria da população permanece cética quanto aos ganhos para o ensino nas escolas onde ela ocorre.
  • B o Brasil tivesse a perspectiva generosa de disseminá-la em contextos de ensino na última década, tal promoção ainda se encontra suspensa.
  • C haja variadas formas de dificuldade apresentadas pelos alunos, a rede pública dispõe amplamente de profissionais satisfatoriamente qualificados.
  • D a formação de professores em educação especial não tenha evoluído, a rede pública vem conseguindo ofertar um especialista em cada sala regular de aula.
  • E se constatem experiências satisfatórias na rede de ensino, ainda se fazem necessárias ações de combate à prática de segregação dos alunos com deficiência.
63

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

De acordo com o editorial, a inclusão de estudantes com deficiência

  • A tornou-se lei e estabeleceu-se no contexto social brasileiro, mesmo em vista das dificuldades apresentadas.
  • B estagnou nas dificuldades impostas pelas limitações sensoriais e intelectuais apresentadas por esses alunos.
  • C fez aumentar a crença de que a segregação dessas crianças torna a aprendizagem delas mais eficiente.
  • D encontrou pouca receptividade na rede pública de ensino particularmente em vista da falta de profissionais capacitados.
  • E propiciou o surgimento de uma ampla estrutura de atendimento, contudo vista ainda hoje com desconfiança pelas famílias.
64

Sempre acreditei que um texto, para ser “bem escrito”, deveria ser conciso, claro e verdadeiro. O problema é quando a concisão compromete a clareza. As siglas, por exemplo. Nada mais conciso do que elas. Mas serão claras? Só se você souber previamente o que significam. Um absurdo de siglas circula hoje alegremente pela língua – nem sempre identificadas entre parênteses –, o que nos obriga a piruetas mentais para saber qual é o quê. Como é impossível saber todas, a sigla é a língua estrangulada.

        (Ruy Castro. A língua estrangulada. Folha de S.Paulo, 22.03.2019. Adaptado)

Para responder à questão, considere o seguinte período, escrito a partir do texto:

A falta de identificação e o emprego fora de contexto torna difícil a apreensão pelo leitor do significado de muitas siglas, razão pela qual devem ser usadas de forma criteriosa.


Em conformidade com a norma-padrão de pontuação, a seguinte expressão da passagem pode ser colocada entre duas vírgulas:

  • A falta de identificação.
  • B de contexto.
  • C a apreensão.
  • D pelo leitor
  • E usadas de forma.
65

Sempre acreditei que um texto, para ser “bem escrito”, deveria ser conciso, claro e verdadeiro. O problema é quando a concisão compromete a clareza. As siglas, por exemplo. Nada mais conciso do que elas. Mas serão claras? Só se você souber previamente o que significam. Um absurdo de siglas circula hoje alegremente pela língua – nem sempre identificadas entre parênteses –, o que nos obriga a piruetas mentais para saber qual é o quê. Como é impossível saber todas, a sigla é a língua estrangulada.

        (Ruy Castro. A língua estrangulada. Folha de S.Paulo, 22.03.2019. Adaptado)

Para responder à questão, considere o seguinte período, escrito a partir do texto:

A falta de identificação e o emprego fora de contexto torna difícil a apreensão pelo leitor do significado de muitas siglas, razão pela qual devem ser usadas de forma criteriosa.


Para que a redação possa atender à norma-padrão de concordância, o seguinte termo deve necessariamente ser flexionado para o plural, conforme indicado:

  • A contexto → contextos.
  • B torna → tornam.
  • C difícil → difíceis.
  • D forma → formas.
  • E criteriosa → criteriosas.
66

Sempre acreditei que um texto, para ser “bem escrito”, deveria ser conciso, claro e verdadeiro. O problema é quando a concisão compromete a clareza. As siglas, por exemplo. Nada mais conciso do que elas. Mas serão claras? Só se você souber previamente o que significam. Um absurdo de siglas circula hoje alegremente pela língua – nem sempre identificadas entre parênteses –, o que nos obriga a piruetas mentais para saber qual é o quê. Como é impossível saber todas, a sigla é a língua estrangulada.

        (Ruy Castro. A língua estrangulada. Folha de S.Paulo, 22.03.2019. Adaptado)

Há emprego de linguagem em sentido figurado na seguinte frase do texto:

  • A Sempre acreditei que um texto, para ser “bem escrito”, deveria ser conciso...
  • B Nada mais conciso do que elas.
  • C Só se você souber previamente o que significam.
  • D ... nem sempre identificadas entre parênteses...
  • E Como é impossível saber todas, a sigla é a língua estrangulada.
67

Sempre acreditei que um texto, para ser “bem escrito”, deveria ser conciso, claro e verdadeiro. O problema é quando a concisão compromete a clareza. As siglas, por exemplo. Nada mais conciso do que elas. Mas serão claras? Só se você souber previamente o que significam. Um absurdo de siglas circula hoje alegremente pela língua – nem sempre identificadas entre parênteses –, o que nos obriga a piruetas mentais para saber qual é o quê. Como é impossível saber todas, a sigla é a língua estrangulada.

        (Ruy Castro. A língua estrangulada. Folha de S.Paulo, 22.03.2019. Adaptado)

Para o autor,

  • A a preocupação em se exercitar a boa escrita tem colocado em segundo plano o compromisso de retratar a verdade nos textos.
  • B a incompatibilidade entre clareza e ideias sucintas compromete a qualidade de textos em que se buscam ambas as coisas.
  • C a atual profusão de siglas desconhecidas tem comprometido a clareza dos textos, dificultando a compreensão deles pelo leitor.
  • D o uso abundante de siglas, ao expor o leitor a novas formas de significação nos textos, tem favorecido o interesse pela leitura.
  • E a identificação prévia do significado das siglas empobrece os textos, ao desobrigar o leitor do exercício de interpretá-los diretamente.
68

Leia a tira para responder à questão.


                        

A reescrita das frases do primeiro quadrinho em um único período permanece com o sentido do texto original preservado na seguinte redação:

  • A Tanta injustiça e miséria sobre a culpa das pessoas atrasadas!
  • B Tanta injustiça e miséria para culpa das pessoas atrasadas!
  • C Tanta injustiça e miséria na culpa das pessoas atrasadas!
  • D Tanta injustiça e miséria por culpa das pessoas atrasadas!
  • E Tanta injustiça e miséria apesar da culpa das pessoas atrasadas!
69

Leia a tira para responder à questão.


                        

No contexto da tira, o efeito de sentido é construído a partir da possibilidade de atribuição de mais de um significado à seguinte expressão:

  • A Tanta injustiça e miséria.
  • B pessoas atrasadas.
  • C vou perder.
  • D a primeira aula.
  • E de novo.
70

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

Na passagem do texto “Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.”, a seguinte expressão exprime noção de finalidade:

  • A ao menos um.
  • B de receber.
  • C para definir.
  • D do período.
  • E nas técnicas.
71

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

A mesma relação de sentido presente entre os termos destacados nas frases “... 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas...” / “A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só...” também está presente entre os termos:

  • A óbvias / críticas.
  • B satisfatoriamente / inconsistentemente.
  • C concebe / delimita.
  • D disseminar / suplantar.
  • E incapacidade / aptidão.
72

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que, com a mudança da posição do pronome em relação ao verbo, conforme indicado nos parênteses, a redação permanece em conformidade com a norma-padrão de colocação dos pronomes.

  • A ... há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência. (incluem-se)
  • B ... em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. (se contam)
  • C Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula. (concebe-se)
  • D Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno... (encarrega-se)
  • E ... que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo. (confunde-se)
73

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

Os termos destacados na frase “A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico...” expressam, respectivamente, circunstância de

  • A dúvida e de afirmação.
  • B tempo e de modo.
  • C inclusão e de intensidade.
  • D intensidade e de modo.
  • E inclusão e de negação.
74

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

Considere o seguinte período do texto:

Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país.

O sentido expresso pela oração destacada, na relação que estabelece com o restante do enunciado, também pode ser corretamente identificado no trecho destacado em:

  • A ... quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (...), era comum ouvir previsões negativas...
  • B Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.
  • C Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes...
  • D Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos...
  • E ... que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.
75

                                  Escola inclusiva


      É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora nas escolas quando se incluem alunos com deficiência.

      Uma década atrás, quando o país aderiu à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e assumiu o dever de uma educação inclusiva, era comum ouvir previsões negativas para tal perspectiva generosa. Apesar das dificuldades óbvias, ela se tornou lei em 2015 e criou raízes no tecido social.

      A rede pública carece de profissionais satisfatoriamente qualificados até para o mais básico, como o ensino de ciências; o que dizer então de alunos com gama tão variada de dificuldades.

       Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes, a problemas de aprendizado criados por limitações sensoriais – surdez, por exemplo – e intelectuais.

    Bastaram alguns anos de convívio em sala, entretanto, para minorar preconceitos. A maioria dos entrevistados (59%), hoje, discorda de que crianças com deficiência devam aprender só na companhia de colegas na mesma condição.

      Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado, em cada estabelecimento, para lidar com necessidades específicas de cada aluno. O censo escolar indica 1,2 milhão de alunos assim categorizados. Embora tenha triplicado o número de professores com alguma formação em educação especial inclusiva, contam-se não muito mais que 100 mil deles no país. Não se concebe que possa haver um especialista em cada sala de aula.

      As experiências mais bem-sucedidas criaram na escola uma estrutura para o atendimento inclusivo, as salas de recursos. Aí, ao menos um profissional preparado se encarrega de receber o aluno e sua família para definir atividades e de auxiliar os docentes do período regular nas técnicas pedagógicas.

      Não faltam casos exemplares na rede oficial de ensino. Compete ao Estado disseminar essas iniciativas exitosas por seus estabelecimentos. Assim se combate a tendência ainda existente a segregar em salas especiais os estudantes com deficiência – que não se confunde com incapacidade, como felizmente já vamos aprendendo.

                                                   (Editorial. Folha de S.Paulo, 16.10.2019. Adaptado)

Considere as seguintes frases do texto:


• É alvissareira a constatação de que 86% dos brasileiros concordam que há melhora...

Os empecilhos vão desde o acesso físico à escola, como o enfrentado por cadeirantes...

• Tal receptividade decerto não elimina o imperativo de contar com pessoal capacitado...


São sinônimos adequados ao contexto para as palavas destacadas, respectivamente:

  • A auspiciosa; os impedimentos; a obrigação.
  • B formidável; as contestações; a necessidade.
  • C alentadora; as carências; a determinação.
  • D capciosa; as incumbências; a expectativa.
  • E insipiente; as dificuldades; o propósito.
76
No calor da hora

    Os impactos climáticos são mais agressivos e acelerados do que se supunha há uma década. A temperatura global entre 2015 e 2019, por exemplo, será mais alta que em qualquer período equivalente já registrado. “Ondas de calor disseminadas e duradouras, recordes de incêndios e outros eventos devastadores como ciclones tropicais, enchentes e secas têm impactos imensos no desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, afirma o relatório das Nações Unidas publicado por ocasião do debate anual da Assembleia-Geral. O estudo, sugestivamente denominado Unidos na Ciência, foi produzido pelo Grupo Consultivo de Ciências da Cúpula da Ação Climática e compila de maneira altamente sintética as descobertas científicas decisivas mais recentes no domínio das pesquisas sobre mudanças climáticas.
    Estima-se que a temperatura global esteja hoje 1,1 grau Celsius acima da era pré-industrial (1850-1900) e 0,2 grau acima da média da temperatura global entre 2011 e 2015. Como resultado, a ascensão do nível do mar está acelerando e a água já se tornou 26% mais ácida do que no início da era industrial, com grande prejuízo para a vida marinha. Nos últimos 40 anos, a extensão de gelo ártico no mar declinou aproximadamente 12% por década. Entre 1979 e 2018 a perda anual de gelo do lençol glacial antártico sextuplicou. As ondas de calor aumentaram os índices de letalidade ambiental nos últimos cinco anos. No verão de 2019, os incêndios florestais na região ártica cresceram sem precedentes. Só em junho as queimadas emitiram 50 megatons de dióxido de carbono na atmosfera, mais do que a soma de todas as emissões no mesmo mês entre 2010 e 2018.
    Estima-se que, para atingir a meta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável de limitar o aumento da temperatura em relação à era pré-industrial a 2 graus, os esforços atuais precisam ser triplicados. No caso da meta ideal de limitar esse aumento a 1,5 grau, esses esforços precisariam ser quintuplicados. Tecnicamente, dizem os pesquisadores, isso ainda é possível, mas demandará ações urgentes de intensificação e replicação das políticas mais bem-sucedidas.
    Em resumo, os crescentes impactos climáticos intensificam o risco de cruzar limites irreversíveis. Os pesquisadores apontam três setores que precisam investir diretamente na descarbonização: finanças, energia e indústria. Além disso, outras três áreas são decisivas: soluções baseadas na natureza, ações locais e urbanas e o incremento da resiliência e adaptação às mudanças climáticas, especialmente nos países mais vulneráveis.
(https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.

  • A Será requerido ações urgentes de intensificação e replicação das políticas mais bem-sucedidas para limitar o aumento da temperatura a 1,5 grau.
  • B Os pesquisadores apontam que devem haver investimentos diretos na descarbonização por três setores: finanças, energia e indústria.
  • C Os países mais vulneráveis precisa que três áreas seja protagonista nas transformações: soluções baseadas na natureza, ações locais e urbanas e o incremento da resiliência e adaptação às mudanças climáticas.
  • D O desenvolvimento socioeconômico e ambiental sofre impacto devido às mudanças climáticas que põe o mundo em estado de alerta.
  • E Em junho, as queimadas emitiram 50 megatons de dióxido de carbono na atmosfera, mais do que a soma de todas as emissões que haviam sido realizadas no mesmo mês entre 2010 e 2018.
77


De acordo com a fala da personagem, as mídias giratórias estão

  • A na moda.
  • B no auge.
  • C obsoletas.
  • D modernizadas.
  • E para ser superadas.
78


Na frase “elas podiam ‘avançar’”, o enunciado é formulado sob

  • A uma hipótese, e as aspas em “avançar” sugerem duplo sentido do verbo.
  • B uma contradição, e as aspas em “avançar” dão ênfase ao sentido do verbo.
  • C uma certeza, e as aspas em “avançar” reforçam no verbo a ideia de perplexidade.
  • D uma conjectura, e as aspas em “avançar” mostram que o verbo expressa descaso.
  • E uma consequência, e as aspas em “avançar” conferem sentido pejorativo ao verbo.
79
No calor da hora

    Os impactos climáticos são mais agressivos e acelerados do que se supunha há uma década. A temperatura global entre 2015 e 2019, por exemplo, será mais alta que em qualquer período equivalente já registrado. “Ondas de calor disseminadas e duradouras, recordes de incêndios e outros eventos devastadores como ciclones tropicais, enchentes e secas têm impactos imensos no desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, afirma o relatório das Nações Unidas publicado por ocasião do debate anual da Assembleia-Geral. O estudo, sugestivamente denominado Unidos na Ciência, foi produzido pelo Grupo Consultivo de Ciências da Cúpula da Ação Climática e compila de maneira altamente sintética as descobertas científicas decisivas mais recentes no domínio das pesquisas sobre mudanças climáticas.
    Estima-se que a temperatura global esteja hoje 1,1 grau Celsius acima da era pré-industrial (1850-1900) e 0,2 grau acima da média da temperatura global entre 2011 e 2015. Como resultado, a ascensão do nível do mar está acelerando e a água já se tornou 26% mais ácida do que no início da era industrial, com grande prejuízo para a vida marinha. Nos últimos 40 anos, a extensão de gelo ártico no mar declinou aproximadamente 12% por década. Entre 1979 e 2018 a perda anual de gelo do lençol glacial antártico sextuplicou. As ondas de calor aumentaram os índices de letalidade ambiental nos últimos cinco anos. No verão de 2019, os incêndios florestais na região ártica cresceram sem precedentes. Só em junho as queimadas emitiram 50 megatons de dióxido de carbono na atmosfera, mais do que a soma de todas as emissões no mesmo mês entre 2010 e 2018.
    Estima-se que, para atingir a meta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável de limitar o aumento da temperatura em relação à era pré-industrial a 2 graus, os esforços atuais precisam ser triplicados. No caso da meta ideal de limitar esse aumento a 1,5 grau, esses esforços precisariam ser quintuplicados. Tecnicamente, dizem os pesquisadores, isso ainda é possível, mas demandará ações urgentes de intensificação e replicação das políticas mais bem-sucedidas.
    Em resumo, os crescentes impactos climáticos intensificam o risco de cruzar limites irreversíveis. Os pesquisadores apontam três setores que precisam investir diretamente na descarbonização: finanças, energia e indústria. Além disso, outras três áreas são decisivas: soluções baseadas na natureza, ações locais e urbanas e o incremento da resiliência e adaptação às mudanças climáticas, especialmente nos países mais vulneráveis.
(https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

O objetivo do texto é

  • A expor a problemática dos impactos climáticos que, segundo descobertas científicas, cruzaram limites irreversíveis, restando ao ser humano esperar pelo pior.
  • B relatar experiências que têm avaliado os impactos climáticos e propor que os governos as implementem a médio prazo para evitar o aumento da temperatura no planeta.
  • C descrever as principais pesquisas sobre o aumento da temperatura no planeta, revelando que a questão é menos problemática do que se tem noticiado.
  • D analisar a situação do planeta com base nas mudanças climáticas ocorridas ao longo do tempo e propor ações que visem conter o aumento da temperatura.
  • E narrar os esforços dos pesquisadores para que o aumento da temperatura seja definitivamente barrado e ela possa estar, a curto prazo, igual à da era pré-industrial.
80
No calor da hora

    Os impactos climáticos são mais agressivos e acelerados do que se supunha há uma década. A temperatura global entre 2015 e 2019, por exemplo, será mais alta que em qualquer período equivalente já registrado. “Ondas de calor disseminadas e duradouras, recordes de incêndios e outros eventos devastadores como ciclones tropicais, enchentes e secas têm impactos imensos no desenvolvimento socioeconômico e ambiental”, afirma o relatório das Nações Unidas publicado por ocasião do debate anual da Assembleia-Geral. O estudo, sugestivamente denominado Unidos na Ciência, foi produzido pelo Grupo Consultivo de Ciências da Cúpula da Ação Climática e compila de maneira altamente sintética as descobertas científicas decisivas mais recentes no domínio das pesquisas sobre mudanças climáticas.
    Estima-se que a temperatura global esteja hoje 1,1 grau Celsius acima da era pré-industrial (1850-1900) e 0,2 grau acima da média da temperatura global entre 2011 e 2015. Como resultado, a ascensão do nível do mar está acelerando e a água já se tornou 26% mais ácida do que no início da era industrial, com grande prejuízo para a vida marinha. Nos últimos 40 anos, a extensão de gelo ártico no mar declinou aproximadamente 12% por década. Entre 1979 e 2018 a perda anual de gelo do lençol glacial antártico sextuplicou. As ondas de calor aumentaram os índices de letalidade ambiental nos últimos cinco anos. No verão de 2019, os incêndios florestais na região ártica cresceram sem precedentes. Só em junho as queimadas emitiram 50 megatons de dióxido de carbono na atmosfera, mais do que a soma de todas as emissões no mesmo mês entre 2010 e 2018.
    Estima-se que, para atingir a meta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável de limitar o aumento da temperatura em relação à era pré-industrial a 2 graus, os esforços atuais precisam ser triplicados. No caso da meta ideal de limitar esse aumento a 1,5 grau, esses esforços precisariam ser quintuplicados. Tecnicamente, dizem os pesquisadores, isso ainda é possível, mas demandará ações urgentes de intensificação e replicação das políticas mais bem-sucedidas.
    Em resumo, os crescentes impactos climáticos intensificam o risco de cruzar limites irreversíveis. Os pesquisadores apontam três setores que precisam investir diretamente na descarbonização: finanças, energia e indústria. Além disso, outras três áreas são decisivas: soluções baseadas na natureza, ações locais e urbanas e o incremento da resiliência e adaptação às mudanças climáticas, especialmente nos países mais vulneráveis.
(https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que

  • A a previsão, há dez anos, era de que os impactos climáticos seriam agressivos e acelerados como se tem visto hoje.
  • B os incêndios florestais que ocorreram na região ártica, no verão de 2019, cresceram de forma inédita.
  • C a replicação das políticas mais bem-sucedidas permitirá limitar a temperatura a valores anteriores à do período 1850-1900.
  • D a temperatura global entre 2015 e 2019, mais alta que em qualquer período equivalente já registrado, nunca mais se repetirá.
  • E os impactos climáticos, que trazem muitos prejuízos, estão sendo combatidos por três setores que investem em descarbonização.

Matemática

81

Um terreno quadrado foi representado no papel na escala de 1:12.000. Se no desenho a área desse terreno é de 25 cm2, então a área real desse terreno é

  • A 300.000 m2.
  • B 360.000 m2.
  • C 400.000 m2.
  • D 450.000 m2.
  • E 500.000 m2.
82

João comprou cinco pen drives idênticos de 64 GB e quatro pen drives idênticos de 32 GB, pagando, no total, R$ 385,00. O pen drive de 32 GB é R$ 19,40 mais barato que o de 64 GB. Se com o dinheiro gasto, João tivesse comprado apenas pen drives de 32 GB, ele teria comprado, no máximo, uma quantidade de pen drives igual a

  • A 14.
  • B 12.
  • C 10.
  • D 9.
  • E 8.
83

Uma empresa tem um salão retangular de 15 m de comprimento e 10 m de largura. Esse salão vai ser dividido em três salas por meio de divisórias. A sala A será destinada para 5 funcionários, a sala B, para 4 e a sala C, para 3. Se as áreas das salas forem proporcionais ao número de funcionários, a diferença entre a área da sala A e a área da sala C será igual a

  • A 25 m2.
  • B 22,5 m2.
  • C 20 m2.
  • D 17,5 m2.
  • E 15 m2.
84

A lei de formação de uma sequência numérica é dada pela expressão n2 + 2n + 1. Para se determinar o 1º elemento dessa sequência, basta substituir o n por 1 e fazer os cálculos; para se determinar o 2º elemento da sequência, basta substituir o n por 2, e assim por diante. Sabe-se que 676 pertence a essa sequência. Assim, a diferença entre 676 e o número que o antecede é igual a

  • A 48.
  • B 49.
  • C 50.
  • D 51.
  • E 52.
85

Há um mês, André comprou uma TV e um notebook por R$ 4.000,00 no total. Hoje, a TV teve um acréscimo de 20%, ao passo que o notebook está 20% mais barato. Esses reajustes fizeram com que os preços da TV e do notebook se tornassem iguais. Assim, se a compra fosse hoje, André pagaria a quantia de

  • A R$ 4.800,00.
  • B R$ 4.240,00.
  • C R$ 4.000,00.
  • D R$ 3.840,00.
  • E R$ 3.200,00.
86

Um farmacêutico dispõe de 360 mililitros de uma mistura em quantidades iguais de água destilada e de uma certa substância. Para diluir essa mistura, será acrescentada mais água, de modo que ela passe a se constituir 4/5 da mistura. Assim, serão acrescentados, em mililitros, a seguinte quantidade de água:

  • A 540.
  • B 450.
  • C 360.
  • D 240.
  • E 180.
87

Analise cada uma das afirmações a seguir:
I. 6800 cm2 = 0,68 m2. II. 200 litros = 20 m3. III. 3 litros e 750 mililitros = 3,75 litros. IV. 4h 20 min = 4,20 h.
As duas únicas afirmações verdadeiras são

  • A I e II.
  • B I e III.
  • C I e IV.
  • D II e III.
  • E III e IV.
88

Uma tecelagem produziu, em 30 dias, certa quantidade de tecido, mantendo 10 máquinas idênticas trabalhando juntas, 12 horas por dia. Assim, considerando a proporcionalidade das informações apresentadas, o número de horas diárias necessário de funcionamento de 12 dessas máquinas para produzir 50% a mais de tecido, também em 30 dias, será

  • A 13 horas.
  • B 13 h 30 min.
  • C 14 horas.
  • D 14 h 30 min.
  • E 15 horas.
89

No sábado, o número de homens presentes em uma convenção era igual a 76% do número de mulheres. No domingo, estiveram presentes todas as pessoas presentes no sábado e mais 81 homens e 37 mulheres. Se domingo o número de mulheres excedia o número de homens em 28, o total de presentes no sábado foi

  • A 328.
  • B 628.
  • C 528.
  • D 728.
  • E 428.
90

No primeiro jogo de uma decisão de vôlei, a razão entre o número de homens e mulheres presentes no ginásio era 4/3. No segundo jogo, em relação ao primeiro jogo, o número de mulheres presentes foi 123 a mais e o número de homens presentes foi menor, de modo que a razão entre o número de homens e mulheres presentes no ginásio foi 3/4. Se o total de pessoas presentes no segundo jogo foi 882, o número de homens presentes no primeiro jogo excedeu o número de homens presentes no segundo jogo em

  • A 126.
  • B 128.
  • C 129.
  • D 130.
  • E 127.
91

Quatro irmãos possuem, juntos, R$ 868,00. André tem o quádruplo da quantia que Carlos tem, Bernardo tem a quinta parte do que tem André, e Daniel tem a metade do que tem Bernardo. A diferença entre as quantias de Carlos e Bernardo é

  • A R$ 28,00.
  • B R$ 30,00.
  • C R$ 33,00.
  • D R$ 35,00.
  • E R$ 44,00.
92

Os pontos P e Q pertencem aos lados do trapézio retângulo ABCD e o dividem em dois outros trapézios retângulos, APQD e PBCQ, de áreas 45 cm2 e 19 cm2 , respectivamente, conforme mostra a figura.



Sendo a altura do trapézio APQD o triplo da altura do trapézio PBCQ, o comprimento do segmento PQ, em cm, é

  • A 8.
  • B 9.
  • C 8,5.
  • D 7,5.
  • E 9,5.
93

Foi feito um levantamento com determinado número de alunos para saber qual o vegetal que eles mais gostam de comer no almoço. O gráfico a seguir apresenta alguns dos resultados obtidos.

Sabendo-se que cada aluno escolheu apenas um vegetal de sua preferência e que 18 alunos disseram preferir cenoura, então o número de alunos que preferem batata supera o número de alunos que preferem brócolis em

  • A 36.
  • B 18.
  • C 32.
  • D 28.
  • E 22.
94

Uma professora precisa organizar as pastas de trabalhos de seus alunos. Considerando que essa professora leva 35 minutos para organizar 3 pastas, então o tempo que ela levará para organizar as 27 pastas de seus alunos é de

  • A 5 horas e 25 minutos.
  • B 5 horas e 05 minutos.
  • C 5 horas e 15 minutos.
  • D 4 horas e 55 minutos.
  • E 4 horas e 45 minutos.
95

Em uma caixa, há vários lápis de cor, que serão distribuídos entre os alunos de uma sala, de modo que cada aluno receberá o mesmo número de lápis. Se forem distribuídos 5 lápis para cada aluno, restarão 14 lápis na caixa, porém não será possível distribuir 7 lápis para cada aluno, pois nesse caso ficariam faltando 18 lápis. O número de lápis que há na caixa é

  • A 106.
  • B 100.
  • C 112.
  • D 88.
  • E 94.
96

Uma folha de papelão retangular ABCD, foi recortada em dois pedaços, ambos retangulares, conforme mostra a figura.

Se o perímetro do pedaço ΙΙ é 340 cm, então a área do pedaço Ι é igual a

  • A 2400 cm2.
  • B 2600 cm2.
  • C 2800 cm2.
  • D 3000 cm2.
  • E 3200 cm2.
97

Sabe-se que X pessoas se inscreveram para um vestibular. No 1° dia de prova, faltou 1/6 dos inscritos. No 2° dia de prova, compareceram 3/5 dos candidatos que haviam comparecido no 1° dia de prova. No 3° e último dia de prova, faltaram 3/8 dos candidatos que haviam comparecido no 2° dia de prova. O número dos candidatos que compareceram nesse 3° dia é chamado de Y. Para que se descubra o valor de X, é necessário que se multiplique Y por

  • A 2,5.
  • B 3,2.
  • C 2,8.
  • D 3,6.
  • E 4,0.
98

Em uma segunda-feira de trabalho em um escritório, a razão entre o número de funcionários que faltaram e o número total de funcionários foi 3/14. No dia seguinte, terça-feira, o número daqueles que faltaram foi a metade dos que faltaram no dia anterior. Sabendo que 27 funcionários faltaram na terça-feira, o número de funcionários que trabalharam na segunda-feira foi igual a

  • A 156.
  • B 212.
  • C 198.
  • D 238.
  • E 264.
99

Em uma escola, há um total de 800 alunos, dos quais, 3/8 estão na educação infantil. Entre os demais alunos, 350 estão no ensino fundamental, e os alunos restantes, no ensino médio. Em relação ao número total de alunos dessa escola, aqueles que estão no ensino médio representam

  • A 1/8
  • B 5/16
  • C 1/16
  • D 3/16
  • E 1/4
100

A tabela apresenta informações sobre as respostas dadas à seguinte pergunta feita a um grupo de pessoas: Alguma vez você já doou sangue?



Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa que contém uma afirmação necessariamente correta.

  • A O número de homens que responderam à pergunta é igual ao número de mulheres que responderam à pergunta.
  • B O número de homens que responderam SIM à pergunta é maior que o número de mulheres que deram a mesma resposta à pergunta.
  • C Metade das pessoas que responderam à pergunta são mulheres e nunca doaram sangue.
  • D Menos da metade das pessoas que responderam à pergunta já doaram sangue alguma vez.
  • E Menos da metade das pessoas que responderam à pergunta são homens e nunca doaram sangue.
Voltar para lista