Resolver o Simulado NUCEPE

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Português

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TEXTO II


                     JÁ OUVIU FALAR EM CUIDADOS PALIATIVOS?


      “A ideia de que a medicina é uma luta contra a morte está errada. A medicina é uma luta pela vida boa, da qual a morte faz parte.” A colocação do escritor Rubem Alves (1933-2014) resume bem o que propõem os cuidados paliativos, um campo e conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis e que ameaçam a vida. Essa especialidade oferta conforto, o que inclui alívio e prevenção de incômodos físicos (dor, náusea, falta de ar ...), além de apoio emocional, espiritual e social ao paciente e à família. (...).

      Que fique claro: esse amparo não é sinônimo de suspensão de tratamentos. “Não é eutanásia”, enfatiza a geriatra Ana Claudia Arantes, fundadora da Casa do Cuidar de São Paulo, que forma profissionais paliativistas. “Muita gente acha que cuidados paliativos é desistir da vida, quando o que eles oferecem é o oposto: ajudar a viver bem”, esclarece. Tabus do tipo talvez tenham relação com o próprio termo “paliativo”, que, no uso corriqueiro, remete a “solução temporária”. Mas, na origem, a palavra tem outro significado. Pallium, no latim, quer dizer “manto”. Historicamente, assim eram chamadas as capas usadas pelos cavaleiros das Cruzadas para se acolher das intempéries. É esse o sentido que evoca nos cuidados paliativos.

      (...)

                    (Revista Saúde é Vital – Editora Abril, nº 443, junho/2019, p. 62-63). 

Na frase: Mas, na origem, a palavra tem outro significado., a palavra em destaque estabelece, textualmente, entre as ideias expostas, uma relação de

  • A Confirmação.
  • B Oposição.
  • C Comparação.
  • D Condição.
  • E Exclusão.
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TEXTO II


                     JÁ OUVIU FALAR EM CUIDADOS PALIATIVOS?


      “A ideia de que a medicina é uma luta contra a morte está errada. A medicina é uma luta pela vida boa, da qual a morte faz parte.” A colocação do escritor Rubem Alves (1933-2014) resume bem o que propõem os cuidados paliativos, um campo e conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis e que ameaçam a vida. Essa especialidade oferta conforto, o que inclui alívio e prevenção de incômodos físicos (dor, náusea, falta de ar ...), além de apoio emocional, espiritual e social ao paciente e à família. (...).

      Que fique claro: esse amparo não é sinônimo de suspensão de tratamentos. “Não é eutanásia”, enfatiza a geriatra Ana Claudia Arantes, fundadora da Casa do Cuidar de São Paulo, que forma profissionais paliativistas. “Muita gente acha que cuidados paliativos é desistir da vida, quando o que eles oferecem é o oposto: ajudar a viver bem”, esclarece. Tabus do tipo talvez tenham relação com o próprio termo “paliativo”, que, no uso corriqueiro, remete a “solução temporária”. Mas, na origem, a palavra tem outro significado. Pallium, no latim, quer dizer “manto”. Historicamente, assim eram chamadas as capas usadas pelos cavaleiros das Cruzadas para se acolher das intempéries. É esse o sentido que evoca nos cuidados paliativos.

      (...)

                    (Revista Saúde é Vital – Editora Abril, nº 443, junho/2019, p. 62-63). 

“A colocação do escritor Rubem Alves (1933-2014) resume bem o que propõem os cuidados paliativos, um campo e conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis e que ameaçam a vida.”


Assinale a opção que apresenta uma afirmação CORRETA quanto ao termo sublinhado.

  • A Em: ... conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido ..., (relaciona ideias opostas em orações interligadas).
  • B Em: ... têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis... (palavra que deveria receber um acento grave em virtude da regência do verbo proteger).
  • C Em: ... conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas ... (o acento circunflexo foi utilizado de maneira incorreta porque a forma verbal está no singular).
  • D Em: ... o que propõem os cuidados paliativos, ..., (exerce função sintática de sujeito).
  • E Em: ... e que ameaçam a vida. (Termo que completa o sentido do verbo que segue, a ele ligando-se de forma indireta).
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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"


(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?


Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Ao emitir as respostas que lhe são feitas, Mário Sérgio Cortella assume uma atitude

  • A Paternal e mediadora, considerando que ele tenta dirimir possíveis dúvidas sobre os conceitos em discussão.
  • B Autoritária e paternal, já que exibe um nível de conhecimento que não estaria ao alcance da compreensão do seu interlocutor.
  • C Didática e professoral, tendo em vista que ele se utiliza dos seus conhecimentos para oferecer esclarecimentos sobre ideias que, possivelmente, podem não ser claras para seu interlocutor.
  • D Fraternal e didática, porque ele assume um comportamento de igualdade mediante o pouco conhecimento do seu interlocutor sobre o assunto.
  • E Mediadora e professoral, considerando-se que demonstra ser detentor do conhecimento e assume seu interlocutor como pouco inteligente.
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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"


(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?


Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Uma das características do Professor Mário Sérgio, ao emitir suas respostas, é a utilização da linguagem em sentido figurado. Na sua fala, esse recurso só NÃO é observado no trecho:

  • A ... alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, ...
  • B ... preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento.
  • C ... abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território.
  • D Não posso ser simplório, delirar não é filosofar.
  • E Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, ...
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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"


(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?


Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Ao responder o que lhe é perguntado, o Professor Mário Sérgio utiliza-se, explícita ou implicitamente, do confronto de conceitos que, possivelmente, podem causar algum equívoco, quanto àquilo que significam. Essa estratégia só NÃO se observa, contextualmente, em:

  • A Abundância é quando tem fartura, suficiência, o que temos é algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação.
  • B Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição.
  • C Comer bem não é comer muito.
  • D Não posso ser simplório, delirar não é filosofar.
  • E ... não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo.
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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"


(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?


Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Observe o uso da palavra em destaque em I, II, e III para responder à questão


I - Se não tiver critério, a pessoa enlouquece.

II - ... não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo.

III - ... se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento.


A palavra se estabelece uma relação de condição entre orações, em:

  • A I e II.
  • B II e III.
  • C I, II e III.
  • D I e III.
  • E II, somente.
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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"


(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?


Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Assinale a opção na qual a palavra marcada tem função morfossintática DIFERENTE daquela que tem o destaque em: “... temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação.”

  • A ... abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência ...
  • B Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, ...
  • C Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, ...
  • D O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato,...
  • E ... e descarte o que não me serve é exatamente esse critério.
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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"


(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?


Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

A palavra “ela” em:“... sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento”, retoma uma palavra no espaço da segunda resposta do entrevistado. Essa palavra é:

  • A pessoa (primeira linha).
  • B porta (segunda linha).
  • C pessoa (terceira linha).
  • D ciência (terceira linha).
  • E filosofia (quinta linha).
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TEXTO 01


Imigração: o brilho eterno da grama do vizinho

Um em cada seis adultos do planeta deseja mudar de país. E isso é uma boa notícia.

(Por Edison Veiga e Alexandre Versignassi)


É provável que você já tenha pensado em sair do Brasil. É muito provável que você conheça pelo menos alguém que tenha saído do Brasil. Não estamos falando sobre política aqui: trata-se de uma tendência que já vem de um bom tempo. Dados da Receita Federal mostram que o número de brasileiros que deram baixa, ou seja, fizeram o informe de saída definitiva do País da última declaração de imposto de renda, no início de 2018, foi de 21,2 mil. Em 2013, quando o número já era considerado alto, foram 9,8 mil.

(...)

A explicação, (...) não está só na busca por mais qualidade de vida. Está nos nossos instintos. A ilusão de que a grama do vizinho é mais verde, de que a felicidade está “lá fora”, foi impressa em nosso DNA ao longo da evolução. A espécie de hominídeo mais bem-sucedida entre todas foi o Homo erectus, nosso antepassado direto. Trata-se da única que durou mais de 1 milhão de anos. Nós, Homo sapiens, mal chegamos aos 300 mil e já estamos a perigo. Bom, o erectus, que não detinha muito mais tecnologia que um chimpanzé, saiu de sua terra natal, a África, e colonizou a Europa e a Ásia bem antes de o primeiro Homo sapiens ter nascido (a partir de descendentes do erectus que tinham ficado na África). Somos uma espécie migratória.

(https://super.abril.com.br/sociedade/imigracao-o-brilho-eterno-da-grama-do-vizinho/-Publicado em 25 mar 2019. Acesso em 29 de junho de 2019).

Sobre o posicionamento adotado,no texto, acerca do tema em discussão, é CORRETO afirmar que

  • A A causa de as pessoas manifestarem o desejo de sair do Brasil está estritamente relacionada à falta de oportunidade de conquistas financeiras mais consistentes, no país.
  • B O ponto de vista adotado sobre o tema em debate é defendido, levando-se em conta dados estatísticos e fatos da história da humanidade.
  • C O homem, na atualidade, migra sem levar em conta que viver em terras estranhas pode ser mais difícil, em virtude de aspectos culturais, do que viver no seu próprio país.
  • D No subtítulo do texto, a ideia de que o desejo de migração do homem como “uma boa notícia”, relaciona-se ao ditado popular que diz: “quanto menos somos, melhor passamos”.
  • E Os argumentos apresentados no texto tencionam chamar a atenção para a necessidade de o homem permanecer em seu lugar de origem porque, caso contrário, poderá tornar-se uma espécie em extinção.
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TEXTO I

"Não basta ter informação, é preciso saber o que fazer com ela"


(...)

Revista Galileu: Vivemos em uma sociedade, em uma civilização, onde o conhecimento flui livremente e em abundância ao alcance de qualquer pessoa, mas a correria do dia a dia faz com que a grande maioria delas não tenha tempo de absorver esse conhecimento de forma satisfatória. Como o senhor enxerga essa questão?


Mário Sérgio Cortella: A gente não necessariamente tem abundância — tem excesso. Abundância é quando tem fartura, suficiência, temos algo que ultrapassa nossa capacidade de usufruto, de absorção e apropriação. É por isso que em grande medida o que falta hoje é o critério. Aquilo que faz com que eu, pegando o excesso, retire o que me serve e descarte o que não me serve, é exatamente esse critério. Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service. Quando você entra em uma loja, em uma livraria, tudo é mega, megastores, há centenas e centenas de produtos à disposição. Se não tiver critério, a pessoa enlouquece. Especialmente no campo do conhecimento, não se deve confundir: informação é cumulativa, conhecimento é seletivo. Comer bem não é comer muito.

(...)

Revista Galileu: Falando especificamente sobre o conhecimento científico, que é complexo por natureza e cuja compreensão exige um esforço mental considerável, como vê o papel dos divulgadores de ciência para a sociedade?


Mário Sérgio Cortella: O divulgador é aquele que coloca a pessoa em contato, alguém que de maneira simples sem ser simplória estabelece uma ponte, estende o convite, abre a porta para que a pessoa que não esteja no campo direto da ciência em seu cotidiano também tenha a possibilidade de adentrar nesse território. Há uma grande diferença entre o simples e o simplório, sou professor de filosofia, preciso fazer com que ela seja palatável, digerível,se quiser fazer com que as pessoas tenham possibilidade de fruição dessa área do conhecimento. Não posso ser simplório, delirar não é filosofar. Opinião balizada é diferente da achologia. Quando alguém que tem estrutura de fundamento diz “eu acho”, está se apoiando não só nele, mas no conjunto de instâncias legitimadoras e revisoras do conhecimento que emite. Quando é superficial, é só opinião, não um conceito fundamentado.

https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/08/mario-sergio-cortella-nao-basta-ter-informacao-e-preciso-saber-o-que-fazer-comela.html. Acesso em 29 de junho de 2019.

Considerando-se as relações sintáticas, em apenas uma das opções abaixo, o termo em destaque NÃO corresponde ao sujeito da oração. Assinale-a.

  • A uma grande diferença entre o simples e o simplório, ...
  • B Um dos exemplos mais fortes vem da área do self service.
  • C ... delirar não é filosofar.
  • D Opinião balizada é diferente da achologia.
  • E ... (eu) sou professor de filosofia ...
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TEXTO 01


Imigração: o brilho eterno da grama do vizinho

Um em cada seis adultos do planeta deseja mudar de país. E isso é uma boa notícia.

(Por Edison Veiga e Alexandre Versignassi)


É provável que você já tenha pensado em sair do Brasil. É muito provável que você conheça pelo menos alguém que tenha saído do Brasil. Não estamos falando sobre política aqui: trata-se de uma tendência que já vem de um bom tempo. Dados da Receita Federal mostram que o número de brasileiros que deram baixa, ou seja, fizeram o informe de saída definitiva do País da última declaração de imposto de renda, no início de 2018, foi de 21,2 mil. Em 2013, quando o número já era considerado alto, foram 9,8 mil.

(...)

A explicação, (...) não está só na busca por mais qualidade de vida. Está nos nossos instintos. A ilusão de que a grama do vizinho é mais verde, de que a felicidade está “lá fora”, foi impressa em nosso DNA ao longo da evolução. A espécie de hominídeo mais bem-sucedida entre todas foi o Homo erectus, nosso antepassado direto. Trata-se da única que durou mais de 1 milhão de anos. Nós, Homo sapiens, mal chegamos aos 300 mil e já estamos a perigo. Bom, o erectus, que não detinha muito mais tecnologia que um chimpanzé, saiu de sua terra natal, a África, e colonizou a Europa e a Ásia bem antes de o primeiro Homo sapiens ter nascido (a partir de descendentes do erectus que tinham ficado na África). Somos uma espécie migratória.

(https://super.abril.com.br/sociedade/imigracao-o-brilho-eterno-da-grama-do-vizinho/-Publicado em 25 mar 2019. Acesso em 29 de junho de 2019).

A frase que sintetiza a sustentação das ideias e dos argumentos apresentados no texto é:

  • A É provável que você já tenha pensado em sair do Brasil.
  • B A explicação, (...) não está só na busca por mais qualidade de vida.
  • C A espécie de hominídeo mais bem-sucedida entre todas foi o Homo erectus, ...
  • D ...de que a felicidade está “lá fora”, foi impressa em nosso DNA ao longo da evolução.
  • E Somos uma espécie migratória.
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TEXTO II


       Leite

       Conforto e nutrientes à mão


      Quem nunca tentou induzir o sono com um copo de leite quente, que atire a primeira pedra. Estudos mostram que esse efeito é psicológico: a temperatura não torna o leite mais nutritivo para o sono, mas traz uma sensação de conforto importante para ajudá-lo a chegar. Mas isso não significa que os aspectos nutricionais do leite e de seus derivados sejam de se jogar fora. Como todo alimento de origem animal, é uma fonte de triptofano, aminoácido percursor da serotonina, neurotransmissor do bem-estar, essencial para o relaxamento necessário para se dormir bem. Além disso, o cálcio, mineral encontrado em grandes quantidades nesta bebida, é um cofator importante para a síntese de um outro hormônio ligado ao sono, a melatonina. Esta substância é produzida no corpo quando se está perto da hora de dormir, sinalizando que o corpo entrará em repouso. Portanto, é muito mais difícil começar se a melatonina não for produzida corretamente. Um estudo publicado na revista científica European Neurology Journal, em 2009, mostrou que os níveis de cálcio no corpo são mais altos nos níveis mais profundos do sono, como a fase REM, e que sua deficiência pode trazer interrupções do sono justamente nestes momentos, tão importantes para que o organismo descanse e se organize da forma necessária. Notícia boa: leite sem lactose também tem o mineral!

      (Coleção VivaSaúde Especial – Editora Escala Ltda – Edição 1, p. 43)

No texto, apesar de ser utilizada uma linguagem científica especializada, identificam-se estratégias linguísticas menos formais, o que sugere a intenção de uma aproximação maior com o leitor. Essas estratégias podem ser verificadas em sequências como:

  • A Como todo alimento de origem animal,... / Portanto, é muito mais difícil começar se a melatonina não for produzida corretamente.
  • B ... a temperatura não torna o leite mais nutritivo para o sono, .../ ... essencial para o relaxamento necessário para se dormir bem ...
  • C Quem nunca tentou induzir o sono com um copo de leite quente, que atire a primeira pedra/ Notícia boa: leite sem lactose também tem o mineral!
  • D ... mas traz uma sensação de conforto importante para ajudá-lo a chegar. /Notícia boa: leite sem lactose também tem o mineral!
  • E ... essencial para o relaxamento necessário para se dormir bem. / Esta substância é produzida no corpo quando se está perto da hora de dormir, ...
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TEXTO 01


Imigração: o brilho eterno da grama do vizinho

Um em cada seis adultos do planeta deseja mudar de país. E isso é uma boa notícia.

(Por Edison Veiga e Alexandre Versignassi)


É provável que você já tenha pensado em sair do Brasil. É muito provável que você conheça pelo menos alguém que tenha saído do Brasil. Não estamos falando sobre política aqui: trata-se de uma tendência que já vem de um bom tempo. Dados da Receita Federal mostram que o número de brasileiros que deram baixa, ou seja, fizeram o informe de saída definitiva do País da última declaração de imposto de renda, no início de 2018, foi de 21,2 mil. Em 2013, quando o número já era considerado alto, foram 9,8 mil.

(...)

A explicação, (...) não está só na busca por mais qualidade de vida. Está nos nossos instintos. A ilusão de que a grama do vizinho é mais verde, de que a felicidade está “lá fora”, foi impressa em nosso DNA ao longo da evolução. A espécie de hominídeo mais bem-sucedida entre todas foi o Homo erectus, nosso antepassado direto. Trata-se da única que durou mais de 1 milhão de anos. Nós, Homo sapiens, mal chegamos aos 300 mil e já estamos a perigo. Bom, o erectus, que não detinha muito mais tecnologia que um chimpanzé, saiu de sua terra natal, a África, e colonizou a Europa e a Ásia bem antes de o primeiro Homo sapiens ter nascido (a partir de descendentes do erectus que tinham ficado na África). Somos uma espécie migratória.

(https://super.abril.com.br/sociedade/imigracao-o-brilho-eterno-da-grama-do-vizinho/-Publicado em 25 mar 2019. Acesso em 29 de junho de 2019).

Dos termos sublinhados nas sequências frasais dispostos nas opções abaixo, o único que relaciona, textualmente, uma ideia de tempo é:

  • A Nós, Homo sapiens, mal chegamos aos 300 mil e já estamos a perigo.
  • B ... o informe de saída definitiva do País da última declaração de imposto de renda,...
  • C A explicação, (...) não está na busca por mais qualidade de vida.
  • D ... de que a felicidade está “lá fora”, ...
  • E ... a partir de descendentes do erectus que tinham ficado na África ...
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TEXTO II


       Leite

       Conforto e nutrientes à mão


      Quem nunca tentou induzir o sono com um copo de leite quente, que atire a primeira pedra. Estudos mostram que esse efeito é psicológico: a temperatura não torna o leite mais nutritivo para o sono, mas traz uma sensação de conforto importante para ajudá-lo a chegar. Mas isso não significa que os aspectos nutricionais do leite e de seus derivados sejam de se jogar fora. Como todo alimento de origem animal, é uma fonte de triptofano, aminoácido percursor da serotonina, neurotransmissor do bem-estar, essencial para o relaxamento necessário para se dormir bem. Além disso, o cálcio, mineral encontrado em grandes quantidades nesta bebida, é um cofator importante para a síntese de um outro hormônio ligado ao sono, a melatonina. Esta substância é produzida no corpo quando se está perto da hora de dormir, sinalizando que o corpo entrará em repouso. Portanto, é muito mais difícil começar se a melatonina não for produzida corretamente. Um estudo publicado na revista científica European Neurology Journal, em 2009, mostrou que os níveis de cálcio no corpo são mais altos nos níveis mais profundos do sono, como a fase REM, e que sua deficiência pode trazer interrupções do sono justamente nestes momentos, tão importantes para que o organismo descanse e se organize da forma necessária. Notícia boa: leite sem lactose também tem o mineral!

      (Coleção VivaSaúde Especial – Editora Escala Ltda – Edição 1, p. 43)

Observe os trechos I e II, a seguir, com especial atenção aos itens marcados, para responder à questão.


I - Além disso, o cálcio, mineral encontrado em grandes quantidades nesta bebida, ...

II - Portanto, é muito mais difícil começar se a melatonina não for produzida corretamente.


Sobre os destaques, estão CORRETAS as afirmações apresentadas nos itens I e II, respectivamente, em:
  • A I, retomada de uma ideia anteriormente apresentada; II, projeção para a continuidade da discussão sob forma de uma nova argumentação.
  • B I, retomada do que fora afirmado anteriormente e sinalização de acréscimo de informação; II, sinalização para a conclusão da discussão em pauta.
  • C I, sinalização para o acréscimo de uma nova ideia; II, sinalização para apresentação de ideias que se opõem àquela anteriormente apresentada.
  • D I, indicação de sequenciação de ideias; II, introdução de uma explicação condicionada a um fato anteriormente expresso.
  • E I, estabelecimento de uma relação de oposição entre o que fora apresentado anteriormente e aquilo que será explicado na sequência; II, encerramento da argumentação iniciada anteriormente.
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TEXTO 01


Imigração: o brilho eterno da grama do vizinho

Um em cada seis adultos do planeta deseja mudar de país. E isso é uma boa notícia.

(Por Edison Veiga e Alexandre Versignassi)


É provável que você já tenha pensado em sair do Brasil. É muito provável que você conheça pelo menos alguém que tenha saído do Brasil. Não estamos falando sobre política aqui: trata-se de uma tendência que já vem de um bom tempo. Dados da Receita Federal mostram que o número de brasileiros que deram baixa, ou seja, fizeram o informe de saída definitiva do País da última declaração de imposto de renda, no início de 2018, foi de 21,2 mil. Em 2013, quando o número já era considerado alto, foram 9,8 mil.

(...)

A explicação, (...) não está só na busca por mais qualidade de vida. Está nos nossos instintos. A ilusão de que a grama do vizinho é mais verde, de que a felicidade está “lá fora”, foi impressa em nosso DNA ao longo da evolução. A espécie de hominídeo mais bem-sucedida entre todas foi o Homo erectus, nosso antepassado direto. Trata-se da única que durou mais de 1 milhão de anos. Nós, Homo sapiens, mal chegamos aos 300 mil e já estamos a perigo. Bom, o erectus, que não detinha muito mais tecnologia que um chimpanzé, saiu de sua terra natal, a África, e colonizou a Europa e a Ásia bem antes de o primeiro Homo sapiens ter nascido (a partir de descendentes do erectus que tinham ficado na África). Somos uma espécie migratória.

(https://super.abril.com.br/sociedade/imigracao-o-brilho-eterno-da-grama-do-vizinho/-Publicado em 25 mar 2019. Acesso em 29 de junho de 2019).

Em: “Trata-se da única que durou mais de 1 milhão de anos. Nós, Homo sapiens, mal chegamos aos 300 mil e já estamos a perigo.”, a palavra “única” retoma textualmente, a palavra/expressão:

  • A “espécie de hominídeo”.
  • B “todas”.
  • C “evolução”.
  • D “qualidade de vida”.
  • E “felicidade”.
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TEXTO II


       Leite

       Conforto e nutrientes à mão


      Quem nunca tentou induzir o sono com um copo de leite quente, que atire a primeira pedra. Estudos mostram que esse efeito é psicológico: a temperatura não torna o leite mais nutritivo para o sono, mas traz uma sensação de conforto importante para ajudá-lo a chegar. Mas isso não significa que os aspectos nutricionais do leite e de seus derivados sejam de se jogar fora. Como todo alimento de origem animal, é uma fonte de triptofano, aminoácido percursor da serotonina, neurotransmissor do bem-estar, essencial para o relaxamento necessário para se dormir bem. Além disso, o cálcio, mineral encontrado em grandes quantidades nesta bebida, é um cofator importante para a síntese de um outro hormônio ligado ao sono, a melatonina. Esta substância é produzida no corpo quando se está perto da hora de dormir, sinalizando que o corpo entrará em repouso. Portanto, é muito mais difícil começar se a melatonina não for produzida corretamente. Um estudo publicado na revista científica European Neurology Journal, em 2009, mostrou que os níveis de cálcio no corpo são mais altos nos níveis mais profundos do sono, como a fase REM, e que sua deficiência pode trazer interrupções do sono justamente nestes momentos, tão importantes para que o organismo descanse e se organize da forma necessária. Notícia boa: leite sem lactose também tem o mineral!

      (Coleção VivaSaúde Especial – Editora Escala Ltda – Edição 1, p. 43)

Assinalar a opção na qual o verbo (forma verbal) caracteriza-se por apresentar a mesma transitividade e por isso exigir complemento da mesma natureza que o verbo marcado em: “Quem nunca tentou induzir o sono com um copo de leite quente, que atire a primeira pedra.”

  • A ... esse efeito é psicológico: ..
  • B ... essencial para o relaxamento necessário para se dormir bem.
  • C ... tão importantes para que o organismo descanse e se organize da forma necessária.
  • D ... leite sem lactose também tem o mineral!
  • E Esta substância é produzida no corpo ...
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TEXTO 01


Imigração: o brilho eterno da grama do vizinho

Um em cada seis adultos do planeta deseja mudar de país. E isso é uma boa notícia.

(Por Edison Veiga e Alexandre Versignassi)


É provável que você já tenha pensado em sair do Brasil. É muito provável que você conheça pelo menos alguém que tenha saído do Brasil. Não estamos falando sobre política aqui: trata-se de uma tendência que já vem de um bom tempo. Dados da Receita Federal mostram que o número de brasileiros que deram baixa, ou seja, fizeram o informe de saída definitiva do País da última declaração de imposto de renda, no início de 2018, foi de 21,2 mil. Em 2013, quando o número já era considerado alto, foram 9,8 mil.

(...)

A explicação, (...) não está só na busca por mais qualidade de vida. Está nos nossos instintos. A ilusão de que a grama do vizinho é mais verde, de que a felicidade está “lá fora”, foi impressa em nosso DNA ao longo da evolução. A espécie de hominídeo mais bem-sucedida entre todas foi o Homo erectus, nosso antepassado direto. Trata-se da única que durou mais de 1 milhão de anos. Nós, Homo sapiens, mal chegamos aos 300 mil e já estamos a perigo. Bom, o erectus, que não detinha muito mais tecnologia que um chimpanzé, saiu de sua terra natal, a África, e colonizou a Europa e a Ásia bem antes de o primeiro Homo sapiens ter nascido (a partir de descendentes do erectus que tinham ficado na África). Somos uma espécie migratória.

(https://super.abril.com.br/sociedade/imigracao-o-brilho-eterno-da-grama-do-vizinho/-Publicado em 25 mar 2019. Acesso em 29 de junho de 2019).

A opção que apresenta uma sequência frasal que contém uma locução verbal é:

  • A ... trata-se de uma tendência que já vem de um bom tempo.
  • B A espécie de hominídeo mais bem-sucedida entre todas foi o Homo erectus, ...
  • C Não estamos falando sobre política aqui: ...
  • D Nós, Homo sapiens, mal chegamos aos 300 mil ...
  • E ... o erectus, que não detinha muito mais tecnologia que um chimpanzé, ...
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TEXTO 01


Imigração: o brilho eterno da grama do vizinho

Um em cada seis adultos do planeta deseja mudar de país. E isso é uma boa notícia.

(Por Edison Veiga e Alexandre Versignassi)


É provável que você já tenha pensado em sair do Brasil. É muito provável que você conheça pelo menos alguém que tenha saído do Brasil. Não estamos falando sobre política aqui: trata-se de uma tendência que já vem de um bom tempo. Dados da Receita Federal mostram que o número de brasileiros que deram baixa, ou seja, fizeram o informe de saída definitiva do País da última declaração de imposto de renda, no início de 2018, foi de 21,2 mil. Em 2013, quando o número já era considerado alto, foram 9,8 mil.

(...)

A explicação, (...) não está só na busca por mais qualidade de vida. Está nos nossos instintos. A ilusão de que a grama do vizinho é mais verde, de que a felicidade está “lá fora”, foi impressa em nosso DNA ao longo da evolução. A espécie de hominídeo mais bem-sucedida entre todas foi o Homo erectus, nosso antepassado direto. Trata-se da única que durou mais de 1 milhão de anos. Nós, Homo sapiens, mal chegamos aos 300 mil e já estamos a perigo. Bom, o erectus, que não detinha muito mais tecnologia que um chimpanzé, saiu de sua terra natal, a África, e colonizou a Europa e a Ásia bem antes de o primeiro Homo sapiens ter nascido (a partir de descendentes do erectus que tinham ficado na África). Somos uma espécie migratória.

(https://super.abril.com.br/sociedade/imigracao-o-brilho-eterno-da-grama-do-vizinho/-Publicado em 25 mar 2019. Acesso em 29 de junho de 2019).

Assinale a opção na qual o segmento marcado sugere uma relação de comparação entre sequências frasais, no contexto.

  • A É muito provável que você conheça pelo menos alguém que tenha saído do Brasil.
  • B ... trata-se de uma tendência que vem de um bom tempo.
  • C Trata-se da única que durou mais de 1 milhão de anos.
  • D A ilusão de que a grama do vizinho é mais verde, ...
  • E ...e colonizou a Europa e a Ásia bem antes de o primeiro Homo sapiens ...
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TEXTO II


                     JÁ OUVIU FALAR EM CUIDADOS PALIATIVOS?


      “A ideia de que a medicina é uma luta contra a morte está errada. A medicina é uma luta pela vida boa, da qual a morte faz parte.” A colocação do escritor Rubem Alves (1933-2014) resume bem o que propõem os cuidados paliativos, um campo e conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis e que ameaçam a vida. Essa especialidade oferta conforto, o que inclui alívio e prevenção de incômodos físicos (dor, náusea, falta de ar ...), além de apoio emocional, espiritual e social ao paciente e à família. (...).

      Que fique claro: esse amparo não é sinônimo de suspensão de tratamentos. “Não é eutanásia”, enfatiza a geriatra Ana Claudia Arantes, fundadora da Casa do Cuidar de São Paulo, que forma profissionais paliativistas. “Muita gente acha que cuidados paliativos é desistir da vida, quando o que eles oferecem é o oposto: ajudar a viver bem”, esclarece. Tabus do tipo talvez tenham relação com o próprio termo “paliativo”, que, no uso corriqueiro, remete a “solução temporária”. Mas, na origem, a palavra tem outro significado. Pallium, no latim, quer dizer “manto”. Historicamente, assim eram chamadas as capas usadas pelos cavaleiros das Cruzadas para se acolher das intempéries. É esse o sentido que evoca nos cuidados paliativos.

      (...)

                    (Revista Saúde é Vital – Editora Abril, nº 443, junho/2019, p. 62-63). 

Em geral, qualquer evento comunicativo traz, em si, primordialmente, uma intenção sobre o que deseja comunicar. Assim sendo, levando-se em conta a apresentação das ideias no texto II, é CORRETO afirmar que a intenção comunicativa, nesse texto, é

  • A Reclamar.
  • B Contradizer.
  • C Especificar.
  • D Contestar.
  • E Informar.
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TEXTO II


                     JÁ OUVIU FALAR EM CUIDADOS PALIATIVOS?


      “A ideia de que a medicina é uma luta contra a morte está errada. A medicina é uma luta pela vida boa, da qual a morte faz parte.” A colocação do escritor Rubem Alves (1933-2014) resume bem o que propõem os cuidados paliativos, um campo e conjunto de práticas que têm por objetivo proteger as pessoas do sofrimento trazido por doenças difíceis e que ameaçam a vida. Essa especialidade oferta conforto, o que inclui alívio e prevenção de incômodos físicos (dor, náusea, falta de ar ...), além de apoio emocional, espiritual e social ao paciente e à família. (...).

      Que fique claro: esse amparo não é sinônimo de suspensão de tratamentos. “Não é eutanásia”, enfatiza a geriatra Ana Claudia Arantes, fundadora da Casa do Cuidar de São Paulo, que forma profissionais paliativistas. “Muita gente acha que cuidados paliativos é desistir da vida, quando o que eles oferecem é o oposto: ajudar a viver bem”, esclarece. Tabus do tipo talvez tenham relação com o próprio termo “paliativo”, que, no uso corriqueiro, remete a “solução temporária”. Mas, na origem, a palavra tem outro significado. Pallium, no latim, quer dizer “manto”. Historicamente, assim eram chamadas as capas usadas pelos cavaleiros das Cruzadas para se acolher das intempéries. É esse o sentido que evoca nos cuidados paliativos.

      (...)

                    (Revista Saúde é Vital – Editora Abril, nº 443, junho/2019, p. 62-63). 

Sobre a possível interpretação dada ao sentido da palavra paliativo, infere-se que:

  • A O sentido de uma palavra é sempre rígido e literal.
  • B O sentido das palavras não se altera no tempo e no espaço.
  • C As palavras podem ser tomadas com sentidos diferentes daqueles relacionados a sua origem histórica.
  • D Todo e qualquer sentido que se dê a uma palavra está relacionado àquela que lhe deu origem.
  • E Os sentidos atribuídos a uma palavra dependem da relação temporal.

Pedagogia

21

A avaliação é inerente ao trabalho docente, devendo caracterizar-se como atividade didática contínua, fornecendo subsídios para o acompanhamento do processo ensino-aprendizagem. Nesta acepção, pode- se identificar, CORRETAMENTE, como características da avaliação:

I – reflete a unidade objetivos/conteúdos/métodos;
II – fornece subsídios para a revisão do plano de ensino;
III – constata desempenhos através de testes objetivos;
IV – possibilita a autopercepção do professor acerca de sua prática.

A respeito das afirmações constantes dos itens I a IV, a alternativa CORRETA é:

  • A Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e III estão corretas.
  • B Apenas as afirmações constantes dos itens I, III e IV estão corretas.
  • C Apenas as afirmações constantes dos itens II, III e IV estão corretas.
  • D Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e IV estão corretas.
  • E Apenas as afirmações constantes dos itens I e III estão corretas.
22

A Lei Nº 11.494, de 20/06/2007, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação institui Fundos de natureza contábil em cada Estado e no Distrito Federal. Em seu artigo 2º estabelece que estes Fundos se destinam ESPECIFICAMENTE à manutenção e ao desenvolvimento da:

  • A educação fundamental e valorização do magistério e de técnicos educacionais;
  • B escola básica pública e formação de professores e de trabalhadores em educação;
  • C educação básica pública e à valorização dos trabalhadores em educação;
  • D educação escolar pública e qualificação de docentes e de técnicos educacionais;
  • E educação escolar privada e formação profissional de seus professores e funcionários.
23

A definição de objetivos de ensino, gerais ou específicos, é essencial no processo de organização e de desenvolvimento do trabalho docente. Pode-se afirmar, CORRETAMENTE, que os objetivos específicos referem-se a proposições:

  • A abrangentes e vagas, alcançáveis a longo prazo;
  • B claras a serem alcançadas em curto prazo de tempo;
  • C comportamentais, alcançáveis a longo prazo;
  • D de domínio afetivo a serem alcançados a médio prazo;
  • E vagas e comportamentais, alcançáveis a médio prazo.
24
A avaliação é inerente ao trabalho docente, devendo caracterizar-se como atividade didática contínua, fornecendo subsídios para o acompanhamento do processo ensino-aprendizagem. Nesta acepção, pode-se identificar, CORRETAMENTE, como características da avaliação:
I   – reflete a unidade objetivos/conteúdos/métodos;
II  – fornece subsídios para a revisão do plano de ensino;
III – constata desempenhos através de testes objetivos;
IV – possibilita a autopercepção do professor acerca de sua prática.
A respeito das afirmações constantes dos itens I a IV, a alternativa CORRETA é:

  • A Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e III estão corretas.
  • B Apenas as afirmações constantes dos itens I, III e IV estão corretas.
  • C Apenas as afirmações constantes dos itens II, III e IV estão corretas.
  • D Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e IV estão corretas.
  • E Apenas as afirmações constantes dos itens I e III estão corretas.
25

O trabalho docente, particularmente, em relação à gestão pedagógica do conteúdo, requer do professor, conforme a natureza do conteúdo a ser ensinado, a seleção criteriosa de métodos e de técnicas para desenvolvimento efetivo do ensinar/aprender. Neste aspecto, pode-se afirmar, CORRETAMENTE, a cerca da exposição dialogada:

  • A é restrita e, desse modo, sua utilização deverá ser evitada;
  • B mobiliza o professor para assumir uma posição dominante na aula;
  • C pauta-se na atividade reflexiva e na participação dos alunos;
  • D estimula o aluno a manter-se passivo e receptivo;
  • E baseia-se somente no trabalho expositivo do professor.
26
O Projeto Pedagógico, pensado como instrumento de democratização da escola, postula a necessidade de estabelecimento de relações democráticas no contexto escolar, bem como indica a necessidade de se respeitar a diversidade de características dos atores envolvidos no processo educativo. Em relação ao referido projeto é CORRETO afirmar:
I.    desenvolve-se orientado por concepções de educação e de ensino;
II.   prevê como base para a atividade pedagógica os princípios tecnicistas;
III. efetiva-se no cotidiano, estando em constante (re)construção;
IV. prioriza as ações técnico-administrativas;
V.  articula princípios pedagógicos e administrativos.
A respeito das afirmações constantes dos itens I a V, a alternativa CORRETA é:

  • A Apenas as afirmações constantes dos itens II, III e IV estão corretas.
  • B Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e III estão corretas.
  • C Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e IV estão corretas.
  • D Apenas as afirmações constantes dos itens I, III e V estão corretas.
  • E Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e V estão corretas.
27

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) explicitam orientações no que concerne a avaliação escolar. De acordo com os PCN a avaliação é compreendida, CORRETAMENTE, como elemento de, EXCETO:

  • A orientação da intervenção pedagógica para dinamizar o ensino;
  • B classificação do educando, segundo seus avanços e dificuldades;
  • C integração entre os processos de ensino e de aprendizagem;
  • D reflexão contínua sobre a prática educativa do professor;
  • E orientação do educando, segundo seus avanços e dificuldades.
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O Projeto Pedagógico, pensado como instrumento de democratização da escola, postula a necessidade de estabelecimento de relações democráticas no contexto escolar, bem como indica a necessidade de se respeitar a diversidade de características dos atores envolvidos no processo educativo. Em relação ao referido projeto é CORRETO afirmar:

I. desenvolve-se orientado por concepções de educação e de ensino;
II. prevê como base para a atividade pedagógica os princípios tecnicistas;
III. efetiva-se no cotidiano, estando em constante (re)construção;

IV. prioriza as ações técnico-administrativas;
V. articula princípios pedagógicos e administrativos.

A respeito das afirmações constantes dos itens I a V, a alternativa CORRETA é:
  • A Apenas as afirmações constantes dos itens II, III e IV estão corretas.
  • B Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e III estão corretas.
  • C Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e IV estão corretas.
  • D Apenas as afirmações constantes dos itens I, III e V estão corretas.
  • E Apenas as afirmações constantes dos itens I, II e V estão corretas.
29

O Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE), instrumento de gestão, objetiva a orientação das escolas no que concerne ao planejamento, à execução e à avaliação das atividades da instituição escolar. Nesta perspectiva, é CORRETO afirmar que o PDE deve ser elaborado:

  • A de maneira participativa por uma equipe técnica da escola;
  • B coletivamente, sob a responsabilidade da supervisão escolar;
  • C de modo participativo por toda comunidade escolar;
  • D coletivamente, somente pelos professores;
  • E coletivamente, apenas pelos técnicos educacionais.
30

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei Nº 9.394/96) ao referir-se à organização da educação nacional define que os docentes incumbir-se-ão de, EXCETO:

  • A participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
  • B estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;
  • C colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade;
  • D assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas;
  • E participar do planejamento escolar e elaborar seus planos de aulas.

Matemática Financeira

31

Maria comprou um computador em 3 parcelas mensais e iguais de R$ 540,80, a primeira parcela paga no momento da compra. Se o preço do computador à vista era de R$ 1500,00, e se foram cobrados juros compostos de 4% ao mês, quanto Maria pagou de juros (em valores do momento da compra)?

  • A R$ 60,80
  • B R$ 60,70
  • C R$ 60,60
  • D R$ 60,50
  • E R$ 60,40
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