Resolver o Simulado FEPESE

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Raciocínio Lógico

1

Em uma sorveteria um cliente declara: “Se eu não comer sorvete de baunilha, então não comerei de flocos, mas comerei de chocolate”.


Assinale a alternativa que faz com que a declaração do cliente seja falsa.

  • A O cliente comeu sorvete de baunilha.
  • B O cliente comeu sorvete de baunilha e comeu sorvete de flocos.
  • C O cliente comeu sorvete de baunilha, comeu sorvete de flocos e não comeu sorvete de chocolate.
  • D O cliente não comeu sorvete de baunilha, mas não comeu sorvete de chocolate.
  • E O cliente não comeu sorvete de baunilha, mas comeu sorvete de chocolate.
2

Sejam E, F e G três conjuntos não vazios quaisquer.


Assinale a alternativa que contém a afirmação que é sempre correta sobre operações entre os conjuntos.

  • A E \ [F ∩ G] = [E \ F] ∩ G
  • B E \ [F ∩ G] = [E \ F] ∪ G
  • C E \ [F ∩ G] = E \ [F ∪ G]
  • D E \ [F ∩ G] = [E \ F] ∪ [E \ G]
  • E E \ [F ∩ G] = [E \ F] ∩ [E \ G]
3

Seja P o conjunto formado por números naturais x com a propriedade que x é divisível somente por 1 e por x (por exemplo, 2 e 3 pertencem a P). Seja B o conjunto dos elementos de P que são maiores que 1 e menores que 15.


Então o número de subconjuntos de B com 2 elementos é :

  • A Menor que 12.
  • B Maior que 12 e menor que 16.
  • C Maior que 16 e menor que 20.
  • D Maior que 20 e menor que 24.
  • E Maior que 24.
4

Uma reunião conta com X pessoas. Destas, 7 usam seus celulares para enviar mensagens, 10 usam o celular para jogar, 5 usam o celular para enviar mensagem e jogar e 3 não usam o celular.
Portanto, X é igual a:

  • A 12.
  • B 15.
  • C 20.
  • D 22.
  • E 25.
5

Sejam p e q números reais tais que se > 15, então q 2p.

Logo, podemos afirmar corretamente que:

  • A Se p > 45, então q 45.
  • B Se q 2p, então p > 45.
  • C Se q > 2p, então p 45.
  • D Se q 2p, então p < 45.
  • E Se p > , então p 45.

Atualidades

6

Recentemente a população mexicana elegeu um novo chefe de Estado que, segundo os analistas, pôs fim a seis décadas de governos conservadores.
Assinale a alternativa que indica o Presidente eleito daquele país.

  • A Ivo Morales
  • B Mauricio Macri
  • C Sebastian Piñera
  • D Carlos Alvares Quesada
  • E Andrés Manuel López Obrador
7

Analise as afirmativas abaixo:
1. Um dos principais acontecimentos de nossa história recente foi a greve nacional dos caminhoneiros. 2. A greve dos caminhoneiros provocou uma séria crise de abastecimento de alimentos e combustíveis. 3. A greve dos caminhoneiros alerta para o desequilíbrio de nossa matriz energética, na qual predominam acentuadamente os recursos não renováveis sobre os renováveis. 4. A greve dos caminhoneiros torna evidente a dependência da economia brasileira do transporte ferroviário.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

  • A São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
  • B São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
  • C São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
  • D São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
  • E São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
8

Na tentativa de combater a imigração ilegal, o governo norte-americano tomou uma atitude que provocou forte repúdio no mundo inteiro e mesmo entre o público interno.
Assinale a alternativa que descreve corretamente o fato.

  • A Milhares de crianças, filhas de imigrantes ilegais, foram enviadas para campos de concentração instalados na Flórida e no Alasca.
  • B Centenas de crianças, filhas de imigrantes ilegais, foram separadas de seus pais ao entrarem no país.
  • C Milhares de crianças, filhas de imigrantes ilegais, foram deportadas sem qualquer aviso prévio para os seus países de origem.
  • D O Governo dos Estados Unidos proibiu a entrada no país de imigrantes que tenham filhos menores de 5 anos.
  • E Os filhos dos imigrantes que chegaram aos Estados Unidos nos últimos dois anos foram expulsos das escolas onde estudavam, mesmo os que nasceram no país.
9

Analise as afirmativas abaixo:
1. O Município de Rio das Antas é cortado pelo Rio do Peixe e banhado pelo Rio das Antas. 2. O povoamento de Rio das Antas começou no início do século 20. 3. Os primeiros habitantes de Rio das Antas foram colonos alemães de origem judaica, refugiados da Segunda Guerra Mundial 4. Durante a Guerra do Contestado, com medo da violência, muitos proprietários abandonaram a região. 5. A construção da Estrada de Ferro São Paulo Rio Grande (do Sul) foi fator importante para o início do povoamento do Município. 6. Alemães e Italianos estão entre os pioneiros no povoamento de nossa cidade.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

  • A São corretas apenas as afirmativas 4 e 5.
  • B São corretas apenas as afirmativas 3, 5 e 6.
  • C São corretas apenas as afirmativas 2, 4, 5 e 6.
  • D São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 4, 5 e 6.
  • E São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4, 5 e 6.
10

O PIB é uma medida dos bens e serviços que um país, uma região, um Estado produz em um determinado período. Segundo a Prefeitura de Rio das Antas, com base no IBGE (2015) o PIB anual do Município é:

  • A Inferior a R$ 29 milhões.
  • B Cerca de R$ 55 milhões.
  • C Cerca de R$ 145 milhões.
  • D Cerca de R$ 245 milhões.
  • E Cerca de R$ 390 milhões.

Noções de Informática

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Utilizando o AutoCAD como ferramenta de desenho, é correto afirmar que:

  • A O comando boundary cria uma área limitada por arcos, linhas e outros elementos formando uma spline ou uma região.
  • B No array evidencia, se as distâncias entre as linhas e entre faixas forem negativas, o arranjo será ascendente na lateral e para a esquerda.
  • C O comando Redrawall conclui, isto é, prepara a imagem da viewport ativa, habilitando as auxiliares (blips) da área de desenho. Existe também o comando Redraw que atua em todas as viewports abertas na área de desenho.
  • D A função Object Snap dá acesso aos Object Snap Modes, os quais sentem uma atração automática por pontos dos elementos do desenho (pontos notáveis).
  • E Os comandos Dtext e Mtext permitem introduzir caracteres novos no comando filet. Esses caracteres especiais são representados por códigos de controle precedidos por sinais de porcentagem (%%). O código “%%c” desenha o símbolo de grau (°) e o código “%%d” desenha o símbolo de diâmetro (∅).
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Sobre o modo de exibição protegido do MS Word para Office 365 em português, assinale a alternativa correta.

  • A É um modo protegido por senha, que deve ser informada para habilitar a leitura e também a edição de um documento, de forma a proteger seu conteúdo de acesso não autorizado.
  • B É um modo protegido por senha, que deve ser informada para habilitar a edição de um documento. Permite, contudo, a visualização do arquivo (somente leitura).
  • C É um modo somente leitura no qual a maioria das funções de edição está desabilitada, de modo a reduzir possíveis riscos provenientes da abertura de arquivos não confiáveis.
  • D É um modo de exibição que desconsidera edições do documento realizadas por terceiros, de modo a exibi-lo com o conteúdo original do autor do documento.
  • E É um modo somente leitura que não permite a edição do documento sob nenhuma hipótese. Para sair do modo de exibição protegido deve ser informada uma senha de administrador do computador.
13

O MS Powerpoint Professional Plus 2013 possibilita inserir uma série de elementos a um slide de apresentação.
Quais elementos são disponibilizados pelo PowerPoint através da guia Inserir?
1. WordArt 2. Equações 3. Gráficos 4. Fórmulas 5. Hiperlinks
Assinale a alternativa que indica todos os itens corretos.

  • A São corretos apenas os itens 1, 3 e 4.
  • B São corretos apenas os itens 2, 4 e 5.
  • C São corretos apenas os itens 1, 2, 3 e 5.
  • D São corretos apenas os itens 1, 3, 4 e 5.
  • E São corretos os itens 1, 2, 3, 4 e 5.
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Sobre o MS PowerPoint 2010 em português, considere as seguintes afirmativas.
1. Pode-se adicionar um vídeo inserido a uma apresentação, porém isso irá aumentar o tamanho do arquivo de apresentação. 2. Podem ser adicionados vídeos vinculados, o que mantém o tamanho da apresentação menor. Recomenda-se armazenar os vídeos vinculados e a apresentação na mesma pasta. 3. Pode-se inserir um vídeo através de uma referência explícita a uma URL http; o vídeo será executado automaticamente pela apresentação quando no modo apresentação de slides.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

  • A É correta apenas a afirmativa 3.
  • B São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
  • C São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
  • D São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
  • E São corretas as afirmativas 1, 2 e 3.
15

Considere as células do MS Excel A1 a A5 com os valores A1:5 A2:15: A3:25 A4:35 A5:45.
Assinale a alternativa que contém o resultado da fórmula =SOMA(A1:ESCOLHER(3;A2;A3;A4;A5))

  • A 25
  • B 35
  • C 45
  • D 80
  • E 125

Português

16

Ética para quê?


Essa é uma boa pergunta para quem pensa que está apenas resolvendo um projeto de engenharia, conformando uma solução arquitetônica ou urdindo um plano agronômico. Nisso que chamamos ato de ofício tecnológico aplicamos conhecimento científico, modus operandi, criatividade, observância das normas técnicas e das exigências legais. E onde entra a tal da ética?

Em geral, os dicionários definem “ética” como um sistema de julgamento de condutas humanas, apreciáveis segundo valores, notadamente os classificáveis em bem e mal. O Dicionário Houaiss traz estes conceitos:


[…] estudo das finalidades últimas, ideais e em alguns casos, transcendentes, que orientam a ação humana para o máximo de harmonia, universalidade, excelência ou perfectibilidade, o que implica a superação de paixões e desejos irrefletidos. Estudo dos fatores concretos (afetivos, sociais etc.) que determinam a conduta humana em geral, estando tal investigação voltada para a consecução de objetivos pragmáticos e utilitários, no interesse do indivíduo e da sociedade.


Quaisquer que sejam as formas de pensar, ....... preocupação é com a conduta dirigida ........ execução de algo que seja considerado como bom ou mau. É ....... ação produzindo resultados. Resultados sujeitos ....... juízo de valores. Somos dotados de uma capacidade racional de optar, de escolher, de seguir esta ou aquela via. Temos o livre-arbítrio. Somos juízes prévios de nós mesmos.

Vejamos rapidamente uma metáfora para ....... melhor compreensão deste diferencial de consciência existente entre dois agentes de transformação do meio: a minhoca e o homem. É indubitável que as minhocas agem sobre o meio transformando-o. Reconhecem solos, fazem túneis, condicionam o ar de seus ninhos, constroem abrigos para seus ovos, preveem tempestades e sismos, convertem matéria orgânica em alimento e adubam o caminho por onde passam. São dispositivos sensores sofisticados e admiráveis máquinas de cavar. Tudo isso também é possível de realização pelo homem tecnológico. Fazemos abrigos, meios de transporte, manejamos o solo, produzimos alimento, modelamos matéria e energia, prospectamos e controlamos as coisas ao nosso redor. A diferença é que a minhoca faz isso por instinto e nós profissionais o fazemos por vontade, por arbítrio. A minhoca tem em sua natureza o impulso de agir assim. Nós outros, humanos, o fazemos para acrescentar algo de melhor em nossa condição. A minhoca é um ser natural. Nós somos seres éticos. Para as minhocas não há nem bem nem mal. Apenas seguem seu curso natural. Então, para que ética? Para fazermos exatamente aquilo que fazemos, porém bem feito e para o bem de alguém. Isso não é o bastante, mas já é um bom começo. Um pouco também para nos diferenciarmos das minhocas na nossa faina comum de mudar o mundo.

PUSCH. J. Ética e cultura profissional do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro agrônomo. Disponível em:<http://www.crea-pr.org.br/ws/wp-content/uploads/2016/12/caderno08.pdf[Adaptado]

Considere as afirmativas a seguir, em relação ao texto.


1. A sequência seguinte completa corretamente, nessa ordem, os espaços deixados no texto: a – à – a – à – a.

2. Em cada uma das frases “Ética para quê?” (título) e “Então, para que ética?” (último parágrafo), o acento circunflexo no vocábulo “que” é opcional, de acordo com as regras de acentuação gráfica do português.

3. Todas as palavras seguintes seguem a mesma regra de acentuação gráfica: arquitetônica, agronômico, tecnológico, científico, ética, últimas.

4. O sinal de dois-pontos (na primeira frase do último parágrafo) é usado para anunciar um detalhamento de uma informação precedente.

5. Em “Nós somos seres éticos” (último parágrafo), o predicado é nominal e “seres éticos” é predicativo do sujeito “nós”.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

  • A São corretas apenas as afirmativas 1 e 5.
  • B São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
  • C São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
  • D São corretas apenas as afirmativas 2, 4 e 5.
  • E São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5.
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Ética para quê?


Essa é uma boa pergunta para quem pensa que está apenas resolvendo um projeto de engenharia, conformando uma solução arquitetônica ou urdindo um plano agronômico. Nisso que chamamos ato de ofício tecnológico aplicamos conhecimento científico, modus operandi, criatividade, observância das normas técnicas e das exigências legais. E onde entra a tal da ética?

Em geral, os dicionários definem “ética” como um sistema de julgamento de condutas humanas, apreciáveis segundo valores, notadamente os classificáveis em bem e mal. O Dicionário Houaiss traz estes conceitos:


[…] estudo das finalidades últimas, ideais e em alguns casos, transcendentes, que orientam a ação humana para o máximo de harmonia, universalidade, excelência ou perfectibilidade, o que implica a superação de paixões e desejos irrefletidos. Estudo dos fatores concretos (afetivos, sociais etc.) que determinam a conduta humana em geral, estando tal investigação voltada para a consecução de objetivos pragmáticos e utilitários, no interesse do indivíduo e da sociedade.


Quaisquer que sejam as formas de pensar, ....... preocupação é com a conduta dirigida ........ execução de algo que seja considerado como bom ou mau. É ....... ação produzindo resultados. Resultados sujeitos ....... juízo de valores. Somos dotados de uma capacidade racional de optar, de escolher, de seguir esta ou aquela via. Temos o livre-arbítrio. Somos juízes prévios de nós mesmos.

Vejamos rapidamente uma metáfora para ....... melhor compreensão deste diferencial de consciência existente entre dois agentes de transformação do meio: a minhoca e o homem. É indubitável que as minhocas agem sobre o meio transformando-o. Reconhecem solos, fazem túneis, condicionam o ar de seus ninhos, constroem abrigos para seus ovos, preveem tempestades e sismos, convertem matéria orgânica em alimento e adubam o caminho por onde passam. São dispositivos sensores sofisticados e admiráveis máquinas de cavar. Tudo isso também é possível de realização pelo homem tecnológico. Fazemos abrigos, meios de transporte, manejamos o solo, produzimos alimento, modelamos matéria e energia, prospectamos e controlamos as coisas ao nosso redor. A diferença é que a minhoca faz isso por instinto e nós profissionais o fazemos por vontade, por arbítrio. A minhoca tem em sua natureza o impulso de agir assim. Nós outros, humanos, o fazemos para acrescentar algo de melhor em nossa condição. A minhoca é um ser natural. Nós somos seres éticos. Para as minhocas não há nem bem nem mal. Apenas seguem seu curso natural. Então, para que ética? Para fazermos exatamente aquilo que fazemos, porém bem feito e para o bem de alguém. Isso não é o bastante, mas já é um bom começo. Um pouco também para nos diferenciarmos das minhocas na nossa faina comum de mudar o mundo.

PUSCH. J. Ética e cultura profissional do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro agrônomo. Disponível em:<http://www.crea-pr.org.br/ws/wp-content/uploads/2016/12/caderno08.pdf[Adaptado]

Analise as frases abaixo, retiradas do último parágrafo do texto:


1. [As minhocas] convertem matéria orgânica em alimento e adubam o caminho por onde passam.

2. A diferença é que a minhoca faz isso por instinto e nós profissionais o fazemos por vontade, por arbítrio.

3. Para fazermos exatamente aquilo que fazemos, porém bem feito e para o bem de alguém.


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação às frases.


( ) Em 1, “em alimento” funciona como objeto indireto do verbo converter.

( ) Em 1, “por onde” pode ser substituído por “pelo qual” sem prejuízo de significado e sem desvio da norma culta da língua escrita.

( ) Em 1 e 2, a conjunção “e” liga orações sintaticamente coordenadas e, em ambos os casos, o valor semântico é de contraste de informações.

( ) Em 3, a palavra “bem” funciona como adjunto adverbial de modo nas duas ocorrências.

( ) Em 3, “que fazemos” é uma oração subordinada adjetiva explicativa.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

  • A V • V • F • F • F
  • B V • F • V • V • F
  • C V • F • F • V • V
  • D F • V • V • F • F
  • E F • V • F • F • V
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Ética para quê?


Essa é uma boa pergunta para quem pensa que está apenas resolvendo um projeto de engenharia, conformando uma solução arquitetônica ou urdindo um plano agronômico. Nisso que chamamos ato de ofício tecnológico aplicamos conhecimento científico, modus operandi, criatividade, observância das normas técnicas e das exigências legais. E onde entra a tal da ética?

Em geral, os dicionários definem “ética” como um sistema de julgamento de condutas humanas, apreciáveis segundo valores, notadamente os classificáveis em bem e mal. O Dicionário Houaiss traz estes conceitos:


[…] estudo das finalidades últimas, ideais e em alguns casos, transcendentes, que orientam a ação humana para o máximo de harmonia, universalidade, excelência ou perfectibilidade, o que implica a superação de paixões e desejos irrefletidos. Estudo dos fatores concretos (afetivos, sociais etc.) que determinam a conduta humana em geral, estando tal investigação voltada para a consecução de objetivos pragmáticos e utilitários, no interesse do indivíduo e da sociedade.


Quaisquer que sejam as formas de pensar, ....... preocupação é com a conduta dirigida ........ execução de algo que seja considerado como bom ou mau. É ....... ação produzindo resultados. Resultados sujeitos ....... juízo de valores. Somos dotados de uma capacidade racional de optar, de escolher, de seguir esta ou aquela via. Temos o livre-arbítrio. Somos juízes prévios de nós mesmos.

Vejamos rapidamente uma metáfora para ....... melhor compreensão deste diferencial de consciência existente entre dois agentes de transformação do meio: a minhoca e o homem. É indubitável que as minhocas agem sobre o meio transformando-o. Reconhecem solos, fazem túneis, condicionam o ar de seus ninhos, constroem abrigos para seus ovos, preveem tempestades e sismos, convertem matéria orgânica em alimento e adubam o caminho por onde passam. São dispositivos sensores sofisticados e admiráveis máquinas de cavar. Tudo isso também é possível de realização pelo homem tecnológico. Fazemos abrigos, meios de transporte, manejamos o solo, produzimos alimento, modelamos matéria e energia, prospectamos e controlamos as coisas ao nosso redor. A diferença é que a minhoca faz isso por instinto e nós profissionais o fazemos por vontade, por arbítrio. A minhoca tem em sua natureza o impulso de agir assim. Nós outros, humanos, o fazemos para acrescentar algo de melhor em nossa condição. A minhoca é um ser natural. Nós somos seres éticos. Para as minhocas não há nem bem nem mal. Apenas seguem seu curso natural. Então, para que ética? Para fazermos exatamente aquilo que fazemos, porém bem feito e para o bem de alguém. Isso não é o bastante, mas já é um bom começo. Um pouco também para nos diferenciarmos das minhocas na nossa faina comum de mudar o mundo.

PUSCH. J. Ética e cultura profissional do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro agrônomo. Disponível em:<http://www.crea-pr.org.br/ws/wp-content/uploads/2016/12/caderno08.pdf[Adaptado]

Analise as frases abaixo, retiradas do último parágrafo do texto:


1. É indubitável que as minhocas agem sobre o meio transformando-o.

2. A diferença é que a minhoca faz isso por instinto e nós profissionais o fazemos por vontade, por arbítrio.


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação às frases.


( ) Em 1, a palavra “indubitável” pode ser substituída por “incontestável”, sem prejuízo de significado no texto.

( ) Em 1 e 2, o pronome oblíquo “o” funciona como objeto direto e refere-se a “o meio” e “isso”, respectivamente.

( ) Em 1 e 2, a conjunção “que” introduz oração subordinada substantiva predicativa.

( ) Em 2, o pronome oblíquo “o” pode ser posposto ao verbo na forma “fazemo-lo”, sem desvio da norma culta da língua escrita.

( ) Em 2, a palavra “arbítrio” pode ser substituída por “coação”, sem prejuízo de significado no texto.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

  • A V • V • V • F • V
  • B V • V • F • V • F
  • C V • F • V • V • F
  • D F • V • V • F • V
  • E F • F • F • V • F
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Ética para quê?


Essa é uma boa pergunta para quem pensa que está apenas resolvendo um projeto de engenharia, conformando uma solução arquitetônica ou urdindo um plano agronômico. Nisso que chamamos ato de ofício tecnológico aplicamos conhecimento científico, modus operandi, criatividade, observância das normas técnicas e das exigências legais. E onde entra a tal da ética?

Em geral, os dicionários definem “ética” como um sistema de julgamento de condutas humanas, apreciáveis segundo valores, notadamente os classificáveis em bem e mal. O Dicionário Houaiss traz estes conceitos:


[…] estudo das finalidades últimas, ideais e em alguns casos, transcendentes, que orientam a ação humana para o máximo de harmonia, universalidade, excelência ou perfectibilidade, o que implica a superação de paixões e desejos irrefletidos. Estudo dos fatores concretos (afetivos, sociais etc.) que determinam a conduta humana em geral, estando tal investigação voltada para a consecução de objetivos pragmáticos e utilitários, no interesse do indivíduo e da sociedade.


Quaisquer que sejam as formas de pensar, ....... preocupação é com a conduta dirigida ........ execução de algo que seja considerado como bom ou mau. É ....... ação produzindo resultados. Resultados sujeitos ....... juízo de valores. Somos dotados de uma capacidade racional de optar, de escolher, de seguir esta ou aquela via. Temos o livre-arbítrio. Somos juízes prévios de nós mesmos.

Vejamos rapidamente uma metáfora para ....... melhor compreensão deste diferencial de consciência existente entre dois agentes de transformação do meio: a minhoca e o homem. É indubitável que as minhocas agem sobre o meio transformando-o. Reconhecem solos, fazem túneis, condicionam o ar de seus ninhos, constroem abrigos para seus ovos, preveem tempestades e sismos, convertem matéria orgânica em alimento e adubam o caminho por onde passam. São dispositivos sensores sofisticados e admiráveis máquinas de cavar. Tudo isso também é possível de realização pelo homem tecnológico. Fazemos abrigos, meios de transporte, manejamos o solo, produzimos alimento, modelamos matéria e energia, prospectamos e controlamos as coisas ao nosso redor. A diferença é que a minhoca faz isso por instinto e nós profissionais o fazemos por vontade, por arbítrio. A minhoca tem em sua natureza o impulso de agir assim. Nós outros, humanos, o fazemos para acrescentar algo de melhor em nossa condição. A minhoca é um ser natural. Nós somos seres éticos. Para as minhocas não há nem bem nem mal. Apenas seguem seu curso natural. Então, para que ética? Para fazermos exatamente aquilo que fazemos, porém bem feito e para o bem de alguém. Isso não é o bastante, mas já é um bom começo. Um pouco também para nos diferenciarmos das minhocas na nossa faina comum de mudar o mundo.

PUSCH. J. Ética e cultura profissional do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro agrônomo. Disponível em:<http://www.crea-pr.org.br/ws/wp-content/uploads/2016/12/caderno08.pdf[Adaptado]

Considere as frases abaixo, em seu contexto:


1. Somos juízes prévios de nós mesmos. (penúltimo parágrafo)

2. Apenas seguem seu curso natural. (último parágrafo)

3. Para fazermos exatamente aquilo que fazemos, porém bem feito e para o bem de alguém. (último parágrafo)

4. Isso não é o bastante, mas já é um bom começo. (último parágrafo)


Assinale a alternativa correta em relação às frases

  • A A frase 1, se colocada no singular, seria reescrita como “Sou juíz prévio de eu mesmo”, sem desvio da norma culta da língua escrita.
  • B Em 2, o pronome “seu” refere-se a “curso”, podendo a frase ser reescrita como “Apenas seguem o curso natural dele”, sem prejuízo de significado no texto.
  • C Em 3, a oração introduzida por “porém” contradiz a informação contida no segmento que precede a conjunção.
  • D Em 3 e 4, as conjunções “porém” e “mas” podem ser intercambiáveis entre si, sem prejuízo de significado no texto e sem alterar a classificação sintática das respectivas orações.
  • E Em 4, “Isso” é o sujeito da primeira oração e “já” é o sujeito da segunda oração.
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Ética para quê?


Essa é uma boa pergunta para quem pensa que está apenas resolvendo um projeto de engenharia, conformando uma solução arquitetônica ou urdindo um plano agronômico. Nisso que chamamos ato de ofício tecnológico aplicamos conhecimento científico, modus operandi, criatividade, observância das normas técnicas e das exigências legais. E onde entra a tal da ética?

Em geral, os dicionários definem “ética” como um sistema de julgamento de condutas humanas, apreciáveis segundo valores, notadamente os classificáveis em bem e mal. O Dicionário Houaiss traz estes conceitos:


[…] estudo das finalidades últimas, ideais e em alguns casos, transcendentes, que orientam a ação humana para o máximo de harmonia, universalidade, excelência ou perfectibilidade, o que implica a superação de paixões e desejos irrefletidos. Estudo dos fatores concretos (afetivos, sociais etc.) que determinam a conduta humana em geral, estando tal investigação voltada para a consecução de objetivos pragmáticos e utilitários, no interesse do indivíduo e da sociedade.


Quaisquer que sejam as formas de pensar, ....... preocupação é com a conduta dirigida ........ execução de algo que seja considerado como bom ou mau. É ....... ação produzindo resultados. Resultados sujeitos ....... juízo de valores. Somos dotados de uma capacidade racional de optar, de escolher, de seguir esta ou aquela via. Temos o livre-arbítrio. Somos juízes prévios de nós mesmos.

Vejamos rapidamente uma metáfora para ....... melhor compreensão deste diferencial de consciência existente entre dois agentes de transformação do meio: a minhoca e o homem. É indubitável que as minhocas agem sobre o meio transformando-o. Reconhecem solos, fazem túneis, condicionam o ar de seus ninhos, constroem abrigos para seus ovos, preveem tempestades e sismos, convertem matéria orgânica em alimento e adubam o caminho por onde passam. São dispositivos sensores sofisticados e admiráveis máquinas de cavar. Tudo isso também é possível de realização pelo homem tecnológico. Fazemos abrigos, meios de transporte, manejamos o solo, produzimos alimento, modelamos matéria e energia, prospectamos e controlamos as coisas ao nosso redor. A diferença é que a minhoca faz isso por instinto e nós profissionais o fazemos por vontade, por arbítrio. A minhoca tem em sua natureza o impulso de agir assim. Nós outros, humanos, o fazemos para acrescentar algo de melhor em nossa condição. A minhoca é um ser natural. Nós somos seres éticos. Para as minhocas não há nem bem nem mal. Apenas seguem seu curso natural. Então, para que ética? Para fazermos exatamente aquilo que fazemos, porém bem feito e para o bem de alguém. Isso não é o bastante, mas já é um bom começo. Um pouco também para nos diferenciarmos das minhocas na nossa faina comum de mudar o mundo.

PUSCH. J. Ética e cultura profissional do engenheiro, do arquiteto e do engenheiro agrônomo. Disponível em:<http://www.crea-pr.org.br/ws/wp-content/uploads/2016/12/caderno08.pdf[Adaptado]

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

  • A De acordo com o Dicionário Houaiss, infere-se que a ética é determinada pela universalidade da conduta humana na busca incessante pelo bem individual.
  • B O homem é dotado de livre-arbítrio e, sendo um ser ético, tem a capacidade racional de agir de modo não só a fazer seu trabalho bem feito, mas também em benefício de alguém.
  • C A globalização é responsável pela imposição de um modelo de mercado em permanente mutação que rege a conduta dos profissionais na busca automática por resultados econômicos cada vez melhores.
  • D O homem tecnológico e a minhoca são seres essencialmente naturais, por isso compartilham geneticamente a habilidade instintiva de agir sobre o meio, transformando-o por vontade própria.
  • E Há um descompasso entre a rapidez no avanço do conhecimento científico e tecnológico e a lentidão na absorção desses conhecimentos por profissionais de engenharia, arquitetura e agronomia.
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Analise as afirmativas abaixo:
1. Na frase: “Ele foi, logo eu fiquei”, se colocarmos a vírgula depois da palavra “logo”, a frase mudará de sentido. 2. Solecismo é um vício de linguagem e esse vício está presente em: “Chegou ao final, naquele campeonato mundial, seleções que não estavam bem cotadas pela análise técnica. 3. Está de acordo com a norma culta a seguinte frase: “Hão de haver ainda outros campeonatos mundiais e o Brasil conseguirá a vitória”. 4. Na frase “Tua vida são essas ilusões”, a concordância verbal está correta. 5. Observe as frases: “Deverá fazer invernos rigorosos” e “Farão invernos rigorosos”. É possível afirmar que as duas frases se equivalem e ambas estão escritas corretamente quando à concordância.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

  • A São corretas apenas as afirmativas 3 e 5.
  • B São corretas apenas as afirmativas 4 e 5.
  • C São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
  • D São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
  • E São corretas apenas as afirmativas 3, 4 e 5.
22
Leia o texto.

Por que suamos ao sentir calor?

Para refrescar o organismo. Quando o corpo sente calor durante ou depois de alguma atividade física, ou quando estamos com febre, pequenas glândulas na pele produzem o suor. Ele é um líquido levemente salgado, composto por 99% de água. Essa água evapora e ajuda a absorver o calor da pele, deixando o corpo mais fresco. Mas se o lugar é quente e úmido, a água não evapora e o suor acaba não refrescando.

Marcelo Duarte. O guia dos curiosos.

Avalie a veracidade das afirmativas abaixo com base no texto.
1. Podemos afirmar que a primeira linha do texto já responde à pergunta do título. As explicações subsequentes aprofundam a resposta dada. 2. A resposta dada à pergunta do texto é uma oração subordinada adverbial final reduzida de infinitivo. 3. No segundo período, o termo sublinhado é o sujeito da oração principal. 4. O último período do texto apresenta uma ideia em adição ao que foi exposto anteriormente e esse sentido, coerentemente, foi introduzido pela conjunção adversativa “mas”. 5. A expressão “durante ou depois de alguma atividade física” é um complemento da palavra “calor”, por isso é um complemento nominal.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

  • A São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
  • B São corretas apenas as afirmativas 4 e 5.
  • C São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 3.
  • D São corretas apenas as afirmativas 1, 4 e 5.
  • E São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 4.
23
Leia o texto.

Por que suamos ao sentir calor?

Para refrescar o organismo. Quando o corpo sente calor durante ou depois de alguma atividade física, ou quando estamos com febre, pequenas glândulas na pele produzem o suor. Ele é um líquido levemente salgado, composto por 99% de água. Essa água evapora e ajuda a absorver o calor da pele, deixando o corpo mais fresco. Mas se o lugar é quente e úmido, a água não evapora e o suor acaba não refrescando.

Marcelo Duarte. O guia dos curiosos.

Assinale a alternativa correta.

  • A Em “produzem o suor”, o termo sublinhado é objeto indireto do verbo que o precede.
  • B Na frase “o lugar é quente e úmido” temos um predicativo do sujeito representado por dois adjetivos.
  • C A expressão sublinhada no terceiro período do texto resgata a pergunta feita no título e a palavra “líquido” é um predicativo do objeto, antecedido por um adjunto nominal.
  • D Se fosse necessário apor um pronome nominal na expressão sublinhada no último período do texto, necessariamente a próclise seria obrigatória e a expressão teria a seguinte redação: “a água não evapora-se."
  • E Em “Mas se o lugar é quente e úmido”, as palavras sublinhadas são adjuntos adnominais.
24
Leia o texto.

Dança da chuva

Você acredita na dança da chuva? Em 1998, o estado de Roraima teve quase ¼ de seu território queimado por causa de uma seca que já durava três meses. Depois de frustradas tentativa de apagar o fogo, o governo decidiu recorrer à crendice popular. Dois índios caipós, Kucrit e Mantii, foram levados do Mato Grosso até Boa Vista para executar a dança da chuva. As passagens e o hotel foram pagos pela Funai. Os pajés dançaram durante quarenta minutos, às margens do rio Curupira, pedindo chuva ao espírito de um antepassado. Para surpresa geral, a chuva veio e apagou a maior parte dos focos de incêndio.

Marcelo Duarte. O guia dos curiosos.

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o texto.
( ) O texto corrobora a crendice popular. ( ) A pergunta que inicia o texto é um período simples e o verbo é transitivo direto, já que o termo “dança” não está antecedido de preposição.
( ) Em “recorrer à crendice popular”, o verbo é transitivo indireto o que justifica a presença da crase diante do substantivo feminino. ( ) O termo “às margens do rio” equivale, em sentido, a “nas margens do rio” e a crase está correta. ( ) A última frase do texto apresenta um adjunto adverbial deslocado e essa estrutura frasal justifica a existência da vírgula ali posta. ( ) A regência do verbo “implicar” na frase: “Dança da chuva implica destruição de focos de incêndio na mata”, está correta.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

  • A V • V • V • V • V • F
  • B V • V • F • V • F • V
  • C V • F • V • V • V • V
  • D F • F • V • F • V • F
  • E F • F • F • V • V • V
25
Leia o texto.

Dança da chuva

Você acredita na dança da chuva? Em 1998, o estado de Roraima teve quase ¼ de seu território queimado por causa de uma seca que já durava três meses. Depois de frustradas tentativa de apagar o fogo, o governo decidiu recorrer à crendice popular. Dois índios caipós, Kucrit e Mantii, foram levados do Mato Grosso até Boa Vista para executar a dança da chuva. As passagens e o hotel foram pagos pela Funai. Os pajés dançaram durante quarenta minutos, às margens do rio Curupira, pedindo chuva ao espírito de um antepassado. Para surpresa geral, a chuva veio e apagou a maior parte dos focos de incêndio.

Marcelo Duarte. O guia dos curiosos.

Assinale a alternativa correta.

  • A Os nomes dos índios no texto estão entre vírgulas porque caracterizam um vocativo.
  • B As palavras “território” e “espírito” são acentuadas pela mesma regra ortográfica vigente.
  • C O período sublinhado, na última frase do texto, é composto por subordinação e a segunda oração tem o sujeito subentendido, mas expresso na primeira.
  • D Em “Os pajés dançaram durante quarenta minutos” temos uma construção frasal em que o verbo, por ter como complemento “durante quarenta minutos”, é classificado com transitivo direto.
  • E Na frase sublinhada no texto:”… que já durava três meses”, a palavra “que” é um pronome relativo, um dos fatores sintáticos para classificar a oração como subordinada adjetiva.
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Infolatria tecnofágica: a era do smartphone


A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva: a forma como vivemos, nos comportamos, nos sentimos, nos compreendemos e a própria realidade ao nosso redor.


Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora, mas, ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania; e que muito menos a tecnologia, por si, seja sinal seguro de mais esclarecimento, humanidade, erudição e desenvolvimento cultural. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.


Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. O que é – diga-se – uma balela. Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está. Mesmo porque vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas e assim molda a realidade factual, consuma o presente e vai plasmando também o próprio futuro.

Ipso facto, podemos afirmar que a cibercultura e o ciberespaço seguem as mesmas leis, operam no mesmo meio societal, sob o mesmo regime econômico, e, por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas. E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas. Em pouquíssimas palavras, a pessoa paga uma verdadeira fortuna para comprar o aparelho, e ainda adquire um custo fixo considerável para o fornecimento de um serviço – frise-se – que é executado, em sua maioria, por máquinas e sequências algorítmicas. Sim, pois mais uma linha telefônica conectada à rede de qualquer operadora significa, na prática, apenas um comando de computador.

QUARESMA, Alexandre.

<http://sociologiacienciaevida.com.br/infolatria-tecnofagicaera-do-smartphone/> Acesso em 27/março/2018.[Adaptado]

Apenas uma das passagens abaixo não apresenta marca(s) de pessoalidade ou de comentários avaliativos do autor. Assinale-a.

  • A “O que é – diga-se – uma balela.” (3° parágrafo)
  • B “Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão…” (3° parágrafo)
  • C “Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro.” (3° parágrafo)
  • D “mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.” (2° parágrafo)
  • E “ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado”. (2° parágrafo)
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Infolatria tecnofágica: a era do smartphone


A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva: a forma como vivemos, nos comportamos, nos sentimos, nos compreendemos e a própria realidade ao nosso redor.


Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora, mas, ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania; e que muito menos a tecnologia, por si, seja sinal seguro de mais esclarecimento, humanidade, erudição e desenvolvimento cultural. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.


Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. O que é – diga-se – uma balela. Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está. Mesmo porque vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas e assim molda a realidade factual, consuma o presente e vai plasmando também o próprio futuro.

Ipso facto, podemos afirmar que a cibercultura e o ciberespaço seguem as mesmas leis, operam no mesmo meio societal, sob o mesmo regime econômico, e, por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas. E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas. Em pouquíssimas palavras, a pessoa paga uma verdadeira fortuna para comprar o aparelho, e ainda adquire um custo fixo considerável para o fornecimento de um serviço – frise-se – que é executado, em sua maioria, por máquinas e sequências algorítmicas. Sim, pois mais uma linha telefônica conectada à rede de qualquer operadora significa, na prática, apenas um comando de computador.

QUARESMA, Alexandre.

<http://sociologiacienciaevida.com.br/infolatria-tecnofagicaera-do-smartphone/> Acesso em 27/março/2018.[Adaptado]

Assinale a alternativa correta, considerando o texto.

  • A No terceiro parágrafo, o duplo travessão é usado para isolar aposto explicativo, nas três ocorrências.
  • B A expressão “Ipso fato” (4° parágrafo) é um vício de linguagem, pois seu uso vai de encontro às normas gramaticais da língua escrita.
  • C Em “Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda” (2° parágrafo) e “significa, na prática, apenas um comando de computador” (4° parágrafo), as expressões intercaladas por vírgula indicam o modo como as ações se realizaram.
  • D Em “vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas” (3° parágrafo), o pronome relativo sublinhado pode ser substituído por “que a”, sem desvio gramatical de regência.
  • E Os pares de palavras “útil/improvável”, e “altruísmo/aí” acentuam-se pela mesma regra, respectivamente: paroxítona terminada em –l, e “i” tônico, em hiato, formando sílaba sozinho ou com -s.
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Infolatria tecnofágica: a era do smartphone


A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva: a forma como vivemos, nos comportamos, nos sentimos, nos compreendemos e a própria realidade ao nosso redor.


Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora, mas, ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania; e que muito menos a tecnologia, por si, seja sinal seguro de mais esclarecimento, humanidade, erudição e desenvolvimento cultural. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.


Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. O que é – diga-se – uma balela. Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está. Mesmo porque vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas e assim molda a realidade factual, consuma o presente e vai plasmando também o próprio futuro.

Ipso facto, podemos afirmar que a cibercultura e o ciberespaço seguem as mesmas leis, operam no mesmo meio societal, sob o mesmo regime econômico, e, por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas. E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas. Em pouquíssimas palavras, a pessoa paga uma verdadeira fortuna para comprar o aparelho, e ainda adquire um custo fixo considerável para o fornecimento de um serviço – frise-se – que é executado, em sua maioria, por máquinas e sequências algorítmicas. Sim, pois mais uma linha telefônica conectada à rede de qualquer operadora significa, na prática, apenas um comando de computador.

QUARESMA, Alexandre.

<http://sociologiacienciaevida.com.br/infolatria-tecnofagicaera-do-smartphone/> Acesso em 27/março/2018.[Adaptado]

Assinale a alternativa correta, com base no texto.

  • A Em “Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está.” (3° parágrafo), as quatro ocorrências de “que” introduzem oração subordinada adjetiva restritiva.
  • B Em “A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva” (1° parágrafo) e “Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora” (2° parágrafo), os dois predicados são nominais e os verbos estar e ser são de ligação.
  • C Em “mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania” (2° parágrafo), a forma verbal sublinhada pode ser substituída por “significam”, sem desvio da norma culta escrita, pois se trata de um caso de concordância verbal facultativa.
  • D Em “por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas” (4°parágrafo) e “os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas […]” (3° parágrafo), os pronomes oblíquos sublinhados podem ser pospostos aos respectivos verbos, com os necessários ajustes gráficos, sem desvio da norma culta escrita.
  • E Em “por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas”, “por meio das tecnologias e da própria cultura” e “por máquinas e sequências algorítmicas” (4°parágrafo), a preposição “por” introduz adjunto adverbial de causa, de lugar e de instrumento, respectivamente.
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Infolatria tecnofágica: a era do smartphone


A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva: a forma como vivemos, nos comportamos, nos sentimos, nos compreendemos e a própria realidade ao nosso redor.


Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora, mas, ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania; e que muito menos a tecnologia, por si, seja sinal seguro de mais esclarecimento, humanidade, erudição e desenvolvimento cultural. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.


Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. O que é – diga-se – uma balela. Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está. Mesmo porque vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas e assim molda a realidade factual, consuma o presente e vai plasmando também o próprio futuro.

Ipso facto, podemos afirmar que a cibercultura e o ciberespaço seguem as mesmas leis, operam no mesmo meio societal, sob o mesmo regime econômico, e, por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas. E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas. Em pouquíssimas palavras, a pessoa paga uma verdadeira fortuna para comprar o aparelho, e ainda adquire um custo fixo considerável para o fornecimento de um serviço – frise-se – que é executado, em sua maioria, por máquinas e sequências algorítmicas. Sim, pois mais uma linha telefônica conectada à rede de qualquer operadora significa, na prática, apenas um comando de computador.

QUARESMA, Alexandre.

<http://sociologiacienciaevida.com.br/infolatria-tecnofagicaera-do-smartphone/> Acesso em 27/março/2018.[Adaptado]

Considere os trechos abaixo em seu contexto:


1. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual. (2° parágrafo)

2. Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. (3° parágrafo)

3. […] chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. (3° parágrafo)


Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).

( ) Em 1, “vale dizer” e “por si só” podem ser substituídos, respectivamente, por “decorre” e “apenas”, sem prejuízo de significado no texto.

( ) Em 1, “cognitiva e intelectual” e em 3, “hegemônicos” funcionam como adjuntos adnominais.

( ) Em 2, “mito” e “tecnologia” funcionam como núcleo de sujeitos simples.

( ) Em 2, “às coletividades humanas” funciona como objeto indireto.

( ) Em 3, “de que” introduz uma oração subordinada substantiva completiva nominal.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

  • A V • V • V • F • V
  • B V • F • V • F • F
  • C F • V • V • F • V
  • D F • V • F • V • V
  • E F • F • F • V • F
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Infolatria tecnofágica: a era do smartphone


A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva: a forma como vivemos, nos comportamos, nos sentimos, nos compreendemos e a própria realidade ao nosso redor.


Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora, mas, ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania; e que muito menos a tecnologia, por si, seja sinal seguro de mais esclarecimento, humanidade, erudição e desenvolvimento cultural. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.


Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. O que é – diga-se – uma balela. Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está. Mesmo porque vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas e assim molda a realidade factual, consuma o presente e vai plasmando também o próprio futuro.

Ipso facto, podemos afirmar que a cibercultura e o ciberespaço seguem as mesmas leis, operam no mesmo meio societal, sob o mesmo regime econômico, e, por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas. E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas. Em pouquíssimas palavras, a pessoa paga uma verdadeira fortuna para comprar o aparelho, e ainda adquire um custo fixo considerável para o fornecimento de um serviço – frise-se – que é executado, em sua maioria, por máquinas e sequências algorítmicas. Sim, pois mais uma linha telefônica conectada à rede de qualquer operadora significa, na prática, apenas um comando de computador.

QUARESMA, Alexandre.

<http://sociologiacienciaevida.com.br/infolatria-tecnofagicaera-do-smartphone/> Acesso em 27/março/2018.[Adaptado]

Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

  • A A tecnologia, a cibercultura e o ciberespaço são regidos por normas econômicas e sociais distintas, pois enquanto a primeira serve às elites, as demais destinam-se à sociedade em geral.
  • B O título do texto remete à ideia expressa na seguinte passagem: “E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias” (4° parágrafo).
  • C Na sociedade atual, há uma relação determinística entre o grau de cultura cibernético-informacional e de avanço tecnológico e o grau de desenvolvimento cultural, intelectual e humanístico.
  • D No caso do smartphone, o trabalho executado por máquinas e sequências algorítmicas demanda, de especialistas, tempo na análise de qualidade do produto, o que justifica o alto valor agregado ao aparelho e seus serviços.
  • E O acesso à cultura cibernético-informacional e às novas tecnologias tem impacto negativo na formação da cidadania do brasileiro, pois submete-o à influência nefasta da lógica capitalista.

Matemática

31

Durante a programação diária de um canal de televisão, os intervalos são preenchidos com 6 comerciais diferentes. A cada intervalo, os seis comerciais são apresentados, mas sempre em ordem diferente e uma ordem não é repetida até que todas as outras possíveis ordens tenham sido apresentadas.


Após quantos intervalos, no mínimo, todas as possíveis ordens dos comerciais terão sido apresentadas?

  • A Mais do que 800
  • B Mais do que 750 e menos que 800
  • C Mais do que 700 e menos que 750
  • D Mais do que 650 e menos que 700
  • E Menos do que 650
32

Colocamos em uma sacola três bolas marcadas com o número 3, quatro bolas marcadas com o número 4 e cinco bolas marcadas com o número 5.


Então, se retiramos ao acaso duas dessas bolas, com reposição (isto é, antes de retirar a segunda bola repomos a primeira bola retirada à sacola), a probabilidade de ambas as bolas retiradas serem marcadas com o número 5 é:

  • A Maior que 15,1%.
  • B Maior que 10,1% e menor que 15,1%.
  • C Maior que 5,1% e menor que 10,1%.
  • D Maior que 1,1% e menor que 5,1%.
  • E Menor que 1,1%.
33

Em um grupo de 10 funcionários de uma empresa, três falam inglês fluentemente e os outros não sabem inglês.


De quantos modos diferentes pode-se formar uma equipe com 4 destes funcionários, de maneira que ao menos um dos escolhidos saiba falar inglês fluentemente?

  • A Menos do que 300
  • B Mais do que 300 e menos que 350
  • C Mais do que 350 e menos que 400
  • D Mais do que 400 e menos que 450
  • E Mais do que 450
34

Um país utiliza placas com 3 algarismos e 2 letras para identificar as motos em circulação. Devido ao esgotamento das possíveis placas distintas, o país decide substituir um dos algarismos por letras, sendo que as placas passam a contar com 2 algarismos e 3 letras. Assim, todas as placas antigas, com 3 algarismos e 2 letras são recolhidas.


Considerando que as letras são escolhidas em um alfabeto com 23 letras, quantas placas a mais ficarão disponíveis com a mudança de 3 algarismos e 2 letras para 2 algarismos e 3 letras?

  • A Mais que 685.000
  • B Mais que 670.000 e menos que 685.000
  • C Mais que 655.000 e menos que 670.000
  • D Mais que 640.000 e menos que 655.000
  • E Menos que 640.000
35

Observe a expressão numérica abaixo:



Assinale a alternativa que indica o valor correto para a expressão.

  • A 4/5
  • B 4/10
  • C 6/12
  • D 21/35
  • E 25/27
36

Assinale a alternativa que expressa de quantas formas distintas uma pessoa pode ter R$ 15,00 em cédulas.

  • A 2
  • B 3
  • C 4
  • D 5
  • E 6
37

Considere as duas figuras planas abaixo:


◾ um triângulo no qual um lado mede 8 cm e a altura relativa a esse lado mede 4 cm.

◾ um quadrado cuja área tem mesma medida que a área do triângulo descrito acima.


Com respeito ao triângulo e ao quadrado descritos acima, é correto afirmar que:

  • A O perímetro do triângulo mede 16 cm.
  • B O perímetro do quadrado mede 32 cm.
  • C O triângulo possui um perímetro maior que o perímetro do quadrado.
  • D O quadrado possui um perímetro maior que o perímetro do triângulo.
  • E O triângulo e o quadrado possuem perímetros de iguais medidas.
38

Em uma linha de montagem, 32 pessoas produzem 120 unidades do produto “A” a cada 6 dias. Logo, quantas pessoas são necessárias para produzir 320 unidades do produto “A” a cada 2 dias?

  • A Menos do que 260.
  • B Mais do que 260 e menos que 290.
  • C Mais do que 290 e menos que 330.
  • D Mais do que 330 e menos que 370.
  • E Mais do que 370.
39

Uma empresa irá dividir um bônus de R$ 100.000 entre três funcionários, de maneira diretamente proporcional a sua idade.


Sabendo que as idades dos funcionários são 30, 28 e 22, podemos afirmar que a menor quantia que um funcionário receberá é:

  • A Menor que 20.000.
  • B Maior que 20.000 e menor que 25.000.
  • C Maior que 25.000 e menor que 30.000.
  • D Maior que 30.000 e menor que 35.000.
  • E Maior que 35.000.
40

Em uma localidade o número de unidades consumidoras com ligação irregular de eletricidade supera o número de unidades com ligação regular em 20%.


Se o número total de unidades consumidoras nesta localidade é de 495, então o número de unidades com ligação irregular é:

  • A Maior que 280.
  • B Maior que 260 e menor que 280.
  • C Maior que 240 e menor que 260.
  • D Maior que 220 e menor que 240.
  • E Menor que 220.
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