Resolver o Simulado VUNESP - Nível Médio

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Português

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Leia o texto para responder à questão.

Da perspectiva do processo de trabalho, o home office apresenta, de fato, uma face muito sedutora. Afinal, vivendo em uma cidade como São Paulo, por exemplo, quem não gostaria de trabalhar em casa, evitando o trânsito e os perigos ligados à circulação nos espaços públicos, como assaltos e acidentes, por exemplo? Além disso, o trabalho em home office satisfaz com mais frequência a parcela feminina da força de trabalho, que percebe na flexibilização da jornada uma maneira de equilibrar demandas profissionais e exigências domésticas.
No entanto, cabe observar que muitos efeitos nocivos para os profissionais em home office têm sido registrados por sociólogos do trabalho. Na medida em que esse trabalho é regulado economicamente pelo sistema de administração por metas, e considerando que as empresas tendem a endurecer permanentemente seus objetivos, verifica-se certa implosão das barreiras entre tempo livre e tempo de trabalho. Ou seja, todo o tempo da vida de quem está em home office transforma-se em trabalho.

(Ruy Braga. Dilemas do teletrabalho. Revista E. mai. 2019. Adaptado)

A expressão destacada na oração “No entanto, cabe observar que muitos efeitos nocivos para os profissionais em home office têm sido registrados…” estabelece, em relação às informações do parágrafo anterior, uma

  • A causa.
  • B restrição.
  • C condição.
  • D explicação.
  • E conclusão.
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Leia o texto para responder à questão.

Da perspectiva do processo de trabalho, o home office apresenta, de fato, uma face muito sedutora. Afinal, vivendo em uma cidade como São Paulo, por exemplo, quem não gostaria de trabalhar em casa, evitando o trânsito e os perigos ligados à circulação nos espaços públicos, como assaltos e acidentes, por exemplo? Além disso, o trabalho em home office satisfaz com mais frequência a parcela feminina da força de trabalho, que percebe na flexibilização da jornada uma maneira de equilibrar demandas profissionais e exigências domésticas.
No entanto, cabe observar que muitos efeitos nocivos para os profissionais em home office têm sido registrados por sociólogos do trabalho. Na medida em que esse trabalho é regulado economicamente pelo sistema de administração por metas, e considerando que as empresas tendem a endurecer permanentemente seus objetivos, verifica-se certa implosão das barreiras entre tempo livre e tempo de trabalho. Ou seja, todo o tempo da vida de quem está em home office transforma-se em trabalho.

(Ruy Braga. Dilemas do teletrabalho. Revista E. mai. 2019. Adaptado)

Mesmo trabalhando em casa, quase sempre_________ regras que_________ a produção a ser realizada. Na verdade, o empregador acaba sendo________ já que deixa de arcar com os custos_________ para a manutenção do espaço destinado à realização das atividades.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

  • A existem … determina … os maiores beneficiados … necessário.
  • B há … determinam … o maior beneficiado … necessários
  • C há … determina … o maior beneficiado … necessários
  • D existem … determina … os maiores beneficiados … necessário
  • E existe … determinam … o maior beneficiado … necessário
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Leia o texto para responder à questão.

Da perspectiva do processo de trabalho, o home office apresenta, de fato, uma face muito sedutora. Afinal, vivendo em uma cidade como São Paulo, por exemplo, quem não gostaria de trabalhar em casa, evitando o trânsito e os perigos ligados à circulação nos espaços públicos, como assaltos e acidentes, por exemplo? Além disso, o trabalho em home office satisfaz com mais frequência a parcela feminina da força de trabalho, que percebe na flexibilização da jornada uma maneira de equilibrar demandas profissionais e exigências domésticas.
No entanto, cabe observar que muitos efeitos nocivos para os profissionais em home office têm sido registrados por sociólogos do trabalho. Na medida em que esse trabalho é regulado economicamente pelo sistema de administração por metas, e considerando que as empresas tendem a endurecer permanentemente seus objetivos, verifica-se certa implosão das barreiras entre tempo livre e tempo de trabalho. Ou seja, todo o tempo da vida de quem está em home office transforma-se em trabalho.

(Ruy Braga. Dilemas do teletrabalho. Revista E. mai. 2019. Adaptado)

De acordo com as informações do texto, o trabalho em home office

  • A divide a opinião de especialistas quanto a ser uma alternativa viável para se evitarem os perigos das grandes cidades.
  • B é apontado como responsável pelo receio exacerbado desenvolvido por algumas pessoas de circular em espaços públicos.
  • C pode deixar de ser vantajoso nos casos em que empregadores estabeleçam metas de produção a serem alcançadas pelos trabalhadores.
  • D tem sido questionado especialmente pelo público feminino, ante à dificuldade para conciliar trabalho e atividades domésticas.
  • E traz ganhos ao empregado ainda que não estejam claramente definidos os limites entre o tempo livre e o que deve ser destinado ao trabalho.
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Leia o texto para responder à questão.

Da perspectiva do processo de trabalho, o home office apresenta, de fato, uma face muito sedutora. Afinal, vivendo em uma cidade como São Paulo, por exemplo, quem não gostaria de trabalhar em casa, evitando o trânsito e os perigos ligados à circulação nos espaços públicos, como assaltos e acidentes, por exemplo? Além disso, o trabalho em home office satisfaz com mais frequência a parcela feminina da força de trabalho, que percebe na flexibilização da jornada uma maneira de equilibrar demandas profissionais e exigências domésticas.
No entanto, cabe observar que muitos efeitos nocivos para os profissionais em home office têm sido registrados por sociólogos do trabalho. Na medida em que esse trabalho é regulado economicamente pelo sistema de administração por metas, e considerando que as empresas tendem a endurecer permanentemente seus objetivos, verifica-se certa implosão das barreiras entre tempo livre e tempo de trabalho. Ou seja, todo o tempo da vida de quem está em home office transforma-se em trabalho.

(Ruy Braga. Dilemas do teletrabalho. Revista E. mai. 2019. Adaptado)

Os termos “flexibilização” e “nocivos”, em destaque no texto, têm como sinônimos adequados ao contexto, respectivamente:

  • A menor rigidez; prejudiciais.
  • B desconcentração; benéficos.
  • C maior liberdade; complexos.
  • D menor tempo; duradouros.
  • E delimitação; incompreensíveis.
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Leia o texto para responder à questão.

Dieta salvadora

O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica-os também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek, um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras lhe entregam, ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. Passam a ser bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 31.05.2019. Adaptado)

Considere as seguintes passagens do texto:
• O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo… • … descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho… • … as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
As expressões em destaque estão corretamente substituídas por pronomes em:

  • A … dividi-lo… / … descobriram-no em duas ilhas… / … aprendem a geri-lo
  • B … dividi-lo… / … descobriram-lhe em duas ilhas… / … aprendem a geri-lo
  • C … dividi-lo… / … descobriram-no em duas ilhas… / … aprendem a gerir-lhe
  • D … dividir-lhe… / … descobriram-lhe em duas ilhas… / … aprendem a geri-lo
  • E … dividi-lhe… / … descobriram-no em duas ilhas… / … aprendem a geri-lhe
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Leia o texto para responder à questão.

Dieta salvadora

O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica-os também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek, um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras lhe entregam, ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. Passam a ser bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 31.05.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho do texto traz uma comparação.

  • A O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo…
  • B Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto…
  • C … uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos.
  • D É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
  • E Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.
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Leia o texto para responder à questão.

Dieta salvadora

O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica-os também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek, um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras lhe entregam, ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. Passam a ser bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 31.05.2019. Adaptado)

O sentido de finalidade expresso pelo termo destacado na frase “… ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões.” também pode ser corretamente identificado em

  • A Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz.
  • B … que se encaminha inevitavelmente para o mar.
  • C Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal…
  • D … no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham…
  • Epara que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo.
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Leia o texto para responder à questão.

Dieta salvadora

O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica-os também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek, um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras lhe entregam, ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. Passam a ser bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 31.05.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o sentido expresso pelo termo ou expressão em destaque está corretamente identificado entre parênteses.

  • A Intoxica-os também com garrafas plásticas… (intensidade)
  • B … pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. (dúvida)
  • C … que se encaminha inevitavelmente para o mar. (modo)
  • D De repente, uma boa notícia. (afirmação)
  • E Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios… (intensidade)
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Leia o texto para responder à questão.

Dieta salvadora

O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica-os também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek, um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras lhe entregam, ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. Passam a ser bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 31.05.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão destacada é empregada em sentido figurado.

  • A E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas…
  • B O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo…
  • C O resultado está nas ilhas de lixo que se formam
  • Ddescobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho…
  • E Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal…
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Leia o texto para responder à questão.

Dieta salvadora

O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica-os também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek, um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras lhe entregam, ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. Passam a ser bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 31.05.2019. Adaptado)

Conforme o texto,

  • A uma possível solução para o problema do descarte inadequado do lixo seria a proibição do uso de garrafas plásticas.
  • B a poluição de rios e mares teria como principal causa a baixa durabilidade de objetos como computadores e automóveis.
  • C países como a China e os Emirados Árabes estão conseguindo reverter o quadro de poluição de suas águas com relativo sucesso.
  • D uma espécie desconhecida de micróbio marinho encontrada em ilhas gregas surge como resultado da decomposição de objetos plásticos.
  • E cientistas acreditam ter encontrado em uma espécie de micróbio marinho uma possível solução para o lixo acumulado nas águas.
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Leia o texto para responder à questão.

Dieta salvadora

O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica-os também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek, um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras lhe entregam, ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. Passam a ser bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 31.05.2019. Adaptado)

De acordo com o texto, um grupo de cientistas de diferentes países

  • A descobriu que uma espécie de micróbios marinhos está sendo dizimada pelo carbono dos plásticos lançados ao mar.
  • B vê com muita preocupação o rápido aumento da população dos micróbios recentemente descobertos em ilhas gregas.
  • C está criando espécies similares à dos micróbios descobertos para aumentar a capacidade de decomposição do plástico nas águas.
  • D está investigando se os micróbios recém-descobertos representam algum perigo para a saúde da população das ilhas gregas.
  • E vem tentando reproduzir, em outros locais, as condições encontradas apenas nas ilhas gregas, ideais para reprodução dos micróbios.
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Leia o texto para responder à questão.

Dieta salvadora

O ser humano revelou-se capaz de dividir o átomo, derrotar o câncer e produzir um “Dom Quixote”. Só não consegue dar um destino razoável ao lixo que produz. E não se contenta em brindar os mares, rios e lagoas com seus próprios dejetos. Intoxica-os também com garrafas plásticas, pneus, computadores, sofás e até carcaças de automóveis. Tudo que perde o uso é atirado num curso d’água, subterrâneo ou a céu aberto, que se encaminha inevitavelmente para o mar. O resultado está nas ilhas de lixo que se formam, da Guanabara ao Pacífico.
De repente, uma boa notícia. Cientistas da Grécia, Suíça, Itália, China e dos Emirados Árabes descobriram em duas ilhas gregas um micróbio marinho que se alimenta do carbono contido no plástico jogado ao mar. Parece que, depois de algum tempo ao sol e atacado pelo sal, o plástico, seja mole, como o das sacolas, ou duro, como o das embalagens, fica quebradiço – no ponto para que os micróbios, de guardanapo ao pescoço, o decomponham e façam a festa. Os cientistas estão agora criando réplicas desses micróbios, para que eles ajudem os micróbios nativos a devorar o lixo. Haja estômago.
Em “A Guerra das Salamandras”, romance de 1936 do tcheco Karel Čapek, um explorador descobre na costa de Sumatra uma raça de lagartos gigantes, hábeis em colher pérolas e construir diques submarinos. Em troca das pérolas que as salamandras lhe entregam, ele lhes fornece facas para se defenderem dos tubarões. O resto, você adivinhou: as salamandras se reproduzem, tornam-se milhões, ocupam os litorais, aprendem a falar e inundam os continentes. Passam a ser bilhões e tomam o mundo.
Não quero dizer que os micróbios comedores de lixo podem se tornar as salamandras de Čapek. É que, no livro, as salamandras aprendem a gerir o mundo melhor do que nós.
Com os micróbios no comando, nossos mares, pelo menos, estarão a salvo.

(Ruy Castro. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/. 31.05.2019. Adaptado)

A frase do final do segundo parágrafo – Haja estômago. – indica que

  • A os micróbios marinhos descobertos têm uma aparência desagradável.
  • B o processo de decomposição dos plásticos produz um cheiro insuportável.
  • C os micróbios marinhos têm uma grande capacidade de devorar plásticos.
  • D é grande a quantidade de lixo descartado inadequadamente nas águas.
  • E é insignificante a quantidade de plástico que cada micróbio decompõe.
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Leia o texto para responder à questão.

O Marajá

A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita de alguém ilustre. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou – ai, ai, ai – uma almofada fora do sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios.
Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão por limpeza. Ela não podia entrar em sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava. E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, esse fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta.

(Luis Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o acento indicativo da crase está empregado em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.

  • A À visita de alguém ilustre parecia ser sempre aguardada por Dona Morgadinha.
  • B À qualquer sinal de mancha nos vidros e cristais, punha-se a reclamar baixinho.
  • C À vista do menor sinal de poeira, a mulher percorria a casa com uma flanela na mão.
  • D À busca constante por limpeza e organização era o objetivo diário de dona de casa.
  • E À devoção de Dona Morgadinha pelo marido esbarrava nos maus hábitos do homem.
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Leia o texto para responder à questão.

O Marajá

A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita de alguém ilustre. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou – ai, ai, ai – uma almofada fora do sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios.
Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão por limpeza. Ela não podia entrar em sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava. E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, esse fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta.

(Luis Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há emprego de palavra ou expressão em sentido figurado.

  • A Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar...
  • B Dona Morgadinha era uma alma simples.
  • C ... achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos.
  • D Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava.
  • E Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada...
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Leia o texto para responder à questão.

O Marajá

A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita de alguém ilustre. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou – ai, ai, ai – uma almofada fora do sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios.
Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão por limpeza. Ela não podia entrar em sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava. E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, esse fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta.

(Luis Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. Adaptado)

A concordância das palavras está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa em:

  • A A dona de casa não suportava ver sujo ou desorganizado seus móveis, vidros e cristais.
  • B Costumava ser constante a insatisfação da dona de casa com os maus hábitos do marido.
  • C As almofadas do sofá da sala fora de seu lugar de origem tirava a senhora do sério.
  • D A dona de casa não gostava de jornais por achar que suas folhas continha fungos e outras sujeiras.
  • E Para desespero da mulher, os pés do marido estavam frequentemente colocado em cima dos móveis.
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Leia o texto para responder à questão.

O Marajá

A família toda ria de dona Morgadinha e dizia que ela estava sempre esperando a visita de alguém ilustre. Dona Morgadinha não podia ver uma coisa fora do lugar, uma ponta de poeira em seus móveis ou uma mancha em seus vidros e cristais. Gemia baixinho quando alguém esquecia um sapato no corredor, uma toalha no quarto ou – ai, ai, ai – uma almofada fora do sofá da sala. Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão, o olho vivo contra qualquer incursão do pó, da cinza, do inimigo nos seus domínios.
Dona Morgadinha era uma alma simples. Não lia jornal, não lia nada. Achava que jornal sujava os dedos e livro juntava mofo e bichos. O marido de dona Morgadinha, que ela amava com devoção apesar do seu hábito de limpar a orelha com uma tampa de caneta Bic, estabelecera um limite para sua compulsão por limpeza. Ela não podia entrar em sua biblioteca. Sua jurisdição acabava na porta. Ali dentro só ele podia limpar, e nunca limpava. E, nas raras vezes em que dona Morgadinha chegava à porta do escritório proibido para falar com o marido, esse fazia questão de desafiá-la. Botava os pés em cima dos móveis. Atirava os sapatos longe. Uma vez chegara a tirar uma meia e jogar em cima da lâmpada só para ver a cara da mulher. Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo. Dona Morgadinha então fechava os olhos e, incapaz de se controlar, lustrava com a sua flanela o trinco da porta.

(Luis Fernando Veríssimo. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. Adaptado)

Considere as frases:
• ... estava sempre esperando a visita de alguém ilustre. • Baixinha, resoluta, percorria a casa com uma flanela na mão... • Sacudia a ponta do charuto sobre um cinzeiro cheio e errava deliberadamente o alvo.
Os termos em destaque nas frases têm como sinônimos adequados ao contexto, correta e respectivamente:

  • A notável; determinada; propositalmente.
  • B imponente; hábil; impensadamente.
  • C sentencioso; indolente; manifestamente.
  • D observador; servil; insistentemente.
  • E crítico; obstinada; indiscriminadamente.
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Leia o texto para responder à questão.

O futuro do trabalho

Foi lançado nesse mês, em meio às celebrações do centenário da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o relatório da comissão global sobre o futuro do trabalho, que tive a honra de integrar. O que o texto revela é uma visão centrada em políticas públicas para enfrentar desafios que o século trouxe para a humanidade.
Frente à chamada revolução industrial 4.0, ao envelhecimento da população e à mudança climática, a resposta aparece na forma de programas para evitar o crescimento da desigualdade e melhorar a preparação das gerações futuras e o conceito de uma sociedade ativa ao longo da vida.
É importante lembrar que, segundo pesquisadores, haverá em poucos anos a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações, diante da automação e da robotização aceleradas. Outras serão criadas, demandando, porém, competências distintas das que estavam em alta até pouco tempo. O cenário exige grande investimento nas pessoas. Por isso, o relatório clama por uma agenda econômica centrada em seres humanos, especialmente uma ampliação em suas capacidades.
Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências basilares, necessárias para promover autonomia para que todos possam aprender a aprender.
Afinal, numa vida em que tarefas vão sendo extintas e assumidas por máquinas, teremos que nos reinventar continuamente, passando a desempenhar atividades que demandam capacidade de resolução criativa e colaborativa de problemas complexos, reflexão crítica e maior profundidade de análise.
Teremos também que contar com um ecossistema educacional que inclua modalidades ágeis de cursos para capacitação, recapacitação e requalificação. A certificação de conhecimentos previamente adquiridos ganha força e sentido de urgência, além de um investimento maior em escolas técnicas e profissionais que fomentem a aquisição das competências necessárias não só para exercer uma profissão específica, mas também para obter outra rapidamente, se necessário.
(Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 25.01.2019. Adaptado)



Substituindo-se os termos destacados na frase “Por isso, o relatório clama por uma agenda econômica centrada em seres humanos...” a redação permanecerá em conformidade com a norma-padrão de regência em:

  • A Por isso, o relatório impõe por uma agenda econômica focada com seres humanos...
  • B Por isso, o relatório reivindica uma agenda econômica ajustada para seres humanos...
  • C Por isso, o relatório reclama de uma agenda econômica dirigida de seres humanos...
  • D Por isso, o relatório postula com uma agenda econômica aplicada por seres humanos...
  • E Por isso, o relatório requer de uma agenda econômica destinada a seres humanos...
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Leia o texto para responder à questão.

O futuro do trabalho

Foi lançado nesse mês, em meio às celebrações do centenário da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o relatório da comissão global sobre o futuro do trabalho, que tive a honra de integrar. O que o texto revela é uma visão centrada em políticas públicas para enfrentar desafios que o século trouxe para a humanidade.
Frente à chamada revolução industrial 4.0, ao envelhecimento da população e à mudança climática, a resposta aparece na forma de programas para evitar o crescimento da desigualdade e melhorar a preparação das gerações futuras e o conceito de uma sociedade ativa ao longo da vida.
É importante lembrar que, segundo pesquisadores, haverá em poucos anos a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações, diante da automação e da robotização aceleradas. Outras serão criadas, demandando, porém, competências distintas das que estavam em alta até pouco tempo. O cenário exige grande investimento nas pessoas. Por isso, o relatório clama por uma agenda econômica centrada em seres humanos, especialmente uma ampliação em suas capacidades.
Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências basilares, necessárias para promover autonomia para que todos possam aprender a aprender.
Afinal, numa vida em que tarefas vão sendo extintas e assumidas por máquinas, teremos que nos reinventar continuamente, passando a desempenhar atividades que demandam capacidade de resolução criativa e colaborativa de problemas complexos, reflexão crítica e maior profundidade de análise.
Teremos também que contar com um ecossistema educacional que inclua modalidades ágeis de cursos para capacitação, recapacitação e requalificação. A certificação de conhecimentos previamente adquiridos ganha força e sentido de urgência, além de um investimento maior em escolas técnicas e profissionais que fomentem a aquisição das competências necessárias não só para exercer uma profissão específica, mas também para obter outra rapidamente, se necessário.
(Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 25.01.2019. Adaptado)



Assinale a alternativa em que, após a inserção das vírgulas, a frase do texto estará em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.

  • A ... uma visão centrada, em políticas públicas, para enfrentar desafios que o século trouxe para a humanidade.
  • B ... programas para evitar, o crescimento da desigualdade, e melhorar a preparação das gerações futuras...
  • C ... haverá, em poucos anos, a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações...
  • D Teremos também que contar, com um ecossistema educacional, que inclua modalidades ágeis de cursos para capacitação...
  • E A certificação de, conhecimentos previamente adquiridos, ganha força e sentido de urgência...
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Leia o texto para responder à questão.

O futuro do trabalho

Foi lançado nesse mês, em meio às celebrações do centenário da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o relatório da comissão global sobre o futuro do trabalho, que tive a honra de integrar. O que o texto revela é uma visão centrada em políticas públicas para enfrentar desafios que o século trouxe para a humanidade.
Frente à chamada revolução industrial 4.0, ao envelhecimento da população e à mudança climática, a resposta aparece na forma de programas para evitar o crescimento da desigualdade e melhorar a preparação das gerações futuras e o conceito de uma sociedade ativa ao longo da vida.
É importante lembrar que, segundo pesquisadores, haverá em poucos anos a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações, diante da automação e da robotização aceleradas. Outras serão criadas, demandando, porém, competências distintas das que estavam em alta até pouco tempo. O cenário exige grande investimento nas pessoas. Por isso, o relatório clama por uma agenda econômica centrada em seres humanos, especialmente uma ampliação em suas capacidades.
Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências basilares, necessárias para promover autonomia para que todos possam aprender a aprender.
Afinal, numa vida em que tarefas vão sendo extintas e assumidas por máquinas, teremos que nos reinventar continuamente, passando a desempenhar atividades que demandam capacidade de resolução criativa e colaborativa de problemas complexos, reflexão crítica e maior profundidade de análise.
Teremos também que contar com um ecossistema educacional que inclua modalidades ágeis de cursos para capacitação, recapacitação e requalificação. A certificação de conhecimentos previamente adquiridos ganha força e sentido de urgência, além de um investimento maior em escolas técnicas e profissionais que fomentem a aquisição das competências necessárias não só para exercer uma profissão específica, mas também para obter outra rapidamente, se necessário.
(Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 25.01.2019. Adaptado)



O sentido expresso pelo termo destacado em “... a resposta aparece na forma de programas para evitar o crescimento da desigualdade...” também pode ser corretamente identificado na expressão destacada em:

  • A ... em meio às celebrações do centenário da Organização Internacional do Trabalho.
  • B ... a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações, diante da automação e da robotização aceleradas.
  • C ... trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências..
  • D Por isso, o relatório clama por uma agenda econômica centrada em seres humanos...
  • E É importante lembrar que, segundo pesquisadores, haverá em poucos anos a extinção de profissões...
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Leia o texto para responder à questão.

O futuro do trabalho

Foi lançado nesse mês, em meio às celebrações do centenário da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o relatório da comissão global sobre o futuro do trabalho, que tive a honra de integrar. O que o texto revela é uma visão centrada em políticas públicas para enfrentar desafios que o século trouxe para a humanidade.
Frente à chamada revolução industrial 4.0, ao envelhecimento da população e à mudança climática, a resposta aparece na forma de programas para evitar o crescimento da desigualdade e melhorar a preparação das gerações futuras e o conceito de uma sociedade ativa ao longo da vida.
É importante lembrar que, segundo pesquisadores, haverá em poucos anos a extinção de profissões e de tarefas dentro de várias ocupações, diante da automação e da robotização aceleradas. Outras serão criadas, demandando, porém, competências distintas das que estavam em alta até pouco tempo. O cenário exige grande investimento nas pessoas. Por isso, o relatório clama por uma agenda econômica centrada em seres humanos, especialmente uma ampliação em suas capacidades.
Isso envolve trabalhar com o conceito de aprendizagem ao longo da vida, ou seja, desde a primeira infância, a fim de desenvolver competências basilares, necessárias para promover autonomia para que todos possam aprender a aprender.
Afinal, numa vida em que tarefas vão sendo extintas e assumidas por máquinas, teremos que nos reinventar continuamente, passando a desempenhar atividades que demandam capacidade de resolução criativa e colaborativa de problemas complexos, reflexão crítica e maior profundidade de análise.
Teremos também que contar com um ecossistema educacional que inclua modalidades ágeis de cursos para capacitação, recapacitação e requalificação. A certificação de conhecimentos previamente adquiridos ganha força e sentido de urgência, além de um investimento maior em escolas técnicas e profissionais que fomentem a aquisição das competências necessárias não só para exercer uma profissão específica, mas também para obter outra rapidamente, se necessário.
(Claudia Costin. Folha de S.Paulo, 25.01.2019. Adaptado)



Considere as passagens:
• Outras serão criadas, demandando, porém, competências distintas das que estavam em alta até pouco tempo. (3o parágrafo) • ... que fomentem a aquisição das competências necessárias não só para exercer uma profissão específica, mas também para obter outra rapidamente, se necessário. (último parágrafo)
Os termos em destaque nas passagens expressam noções, respectivamente, de

  • A contraste e de condição, e podem ser corretamente substituídos por “entretanto” e “caso”, nessa ordem.
  • B ressalva e de tempo, e podem ser corretamente substituídos por “contudo” e “desde que”, nessa ordem.
  • C conclusão e de comparação, e podem ser corretamente substituídos por “portanto” e “como”, nessa ordem
  • D explicação e de tempo, e podem ser corretamente substituídos por “pois” e “quando”, nessa ordem.
  • E conclusão e de concessão, e podem ser corretamente substituídos por “assim” e “mesmo que”, nessa ordem.

Noções de Informática

21

No MS-Excel 2010, em sua configuração padrão, o número de células que serão somadas ao usar a fórmula =SOMA(A1;B2:B4) será:

  • A 1.
  • B 3.
  • C 4.
  • D 6.
  • E 8.
22

Uma das formas recorrentes de Phishing durante a navegação na Internet é o envio de e-mails em nome de instituições financeiras, que levam o usuário para uma página falsa, onde são solicitados e roubados os seus dados pessoais e financeiros. Como um dos passos para prevenção desse golpe, o usuário pode verificar se a página acessada utiliza um protocolo de conexão segura. Para tal, ele deve certificar-se de que a URL da página

  • A começa com “http://”.
  • B começa com “https://”.
  • C termina com “.com”.
  • D termina com “.html”.
  • E termina com “.php”.
23

Considere os softwares em sua configuração padrão para responder a questão.

Considere que um usuário configurou o MS-Outlook 2010 para exibir as mensagens da Caixa de Entrada como Conversas, ordenadas por Data, com a mais recente na parte superior. Nessa configuração, serão agrupadas em Conversas as mensagens que contêm:

  • A sempre os mesmos remetentes.
  • B sempre os mesmos destinatários.
  • C sempre os mesmos remetentes e destinatários.
  • D a mesma data de envio.
  • E a mesma linha de assunto.
24

Um usuário do MS-Word 2010 está editando um texto de uma página que contém dois parágrafos. Em um determinado momento, ele decide dividir o texto em duas páginas, colocando um parágrafo em cada página. Para tal, ele pode marcar o ponto em que uma página termina e a outra página começa utilizando um recurso do grupo “Configurar Página”, da guia “Layout da Página”, chamado

  • A Marca D’água.
  • B Referência Cruzada.
  • C Marcar Entrada.
  • D Quebra de Página.
  • E Orientação da Página.
25

Considere os softwares em sua configuração padrão para responder a questão.

Um usuário está editando um slide no MS-PowerPoint 2010 que contém as regras de segurança para a utilização de um equipamento. O texto com tais regras foi inserido em uma única Caixa de Texto e cada regra ocupa um parágrafo. Agora, ele precisa que as regras apareçam uma por vez ao iniciar a exibição do slide. Para tal, ele pode selecionar a Caixa de Texto onde estão as regras, clicar na opção “Aparecer”, do grupo “Animação”, que pertence à guia “Animações” e, em seguida, clicar na opção

  • A Com o anterior, do item Iniciar.
  • B que define um intervalo de Duração.
  • C que define um intervalo de Atraso.
  • D Por Parágrafo, do item Opções de Efeito.
  • E Mover Antes, do item Reordenar Animação.
26

Um usuário, por meio do MS-Outlook 2010, em sua configuração padrão, usando a conta email1@pref.gov.br, deseja enviar um e-mail para um destinatário de conta email2@pref.gov.br e, para isso, adiciona tal e-mail no campo Para. Além disso, ele deseja que outras pessoas também recebam o e-mail e que todas elas saibam quais pessoas também receberam esse e-mail.


Assinale a alternativa que apresenta o campo de e-mail do MS-Outlook 2010 que deve ser usado para o preenchimento das contas de e-mail conforme o enunciado.

  • A Anexo.
  • B Assunto.
  • C Cc.
  • D Cco.
  • E De.
27

Um auxiliar técnico legislativo localizou informações em um site da internet por meio do Internet Explorer 11, em sua configuração padrão, e deseja imprimir o conteúdo da página para entregar a um cidadão que solicitou informações. O atalho por teclado que permite imprimir é:

  • A Alt + F
  • B Alt + P
  • C Ctrl + A
  • D Ctrl + F
  • E Ctrl + P
28

Foi solicitado a um usuário do MS-PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, que fizesse a verificação ortográfica de uma apresentação.


Assinale a alternativa que apresenta respectivamente, a guia e o grupo em que se localiza o ícone Verificar Ortografia.

  • A Revisão; Revisão de Texto.
  • B Revisão; Ortografia e Gramática.
  • C Página Inicial; Revisão de Texto.
  • D Página Inicial; Ortografia e Gramática.
  • E Design; Revisão.
29

Para criar uma nova pasta por meio do Windows Explorer do MS-Windows 7, em sua configuração padrão, de modo a organizar os arquivos recebidos como anexos via e-mail, um usuário pode dar um clique com o botão _______________ do mouse dentro da pasta onde desejar criar a nova pasta e,_______________, escolher a opção Nova, seguida da opção Pasta.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do enunciado.

  • A principal ... no Menu de Contexto
  • B principal ... na janela aberta
  • C principal ... na área de trabalho
  • D secundário ... na janela aberta
  • E secundário ... no Menu de Contexto
30

Em sua rotina de atendimentos telefônicos aos gabinetes, um auxiliar técnico legislativo recebe demandas frequentemente, de modo que está sempre anotando recados, além de outras atividades que desenvolve para atender tais demandas.


Assinale a alternativa que apresenta o aplicativo acessório do MS-Windows 7, em sua configuração padrão, muito útil para anotar recados na forma de lembretes que ficam na área de trabalho, como se fossem pequenos papéis colados na tela.

  • A Notas Autoadesivas.
  • B Bloco de Notas.
  • C WordPad.
  • D Caixa de Texto.
  • E Ferramenta de Captura.

Matemática

31

“Com temperaturas que ultrapassam os 30 ºC, a Prefeitura de Tietê, a 150 km de São Paulo, encontrou uma forma criativa de reduzir o número nos termômetros: usar a cor azul ciano em pinturas urbanas. Os termômetros constataram a eficiência da técnica: temperaturas passaram de 53,1 para 45,8 graus nos asfaltos pintados da cidade.” (https://noticias.r7.com. Adaptado)
Segundo os dados da notícia, a cor azul utilizada no asfalto diminui a temperatura em, aproximadamente,

  • A 7,3%.
  • B 11,8%.
  • C 12,7%.
  • D 13,7%.
  • E 15,9%.
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