Resolver o Simulado Nível Superior

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Fisioterapia

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Sobre questões éticas ligadas a crianças, o Código de Ética profissional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, aprovado pela resolução COFFITO – 424, de 8 de julho de 2013 prevê que

  • A o atendimento realizado em crianças e adolescentes deve ser realizado na presença de um acompanhante do paciente.
  • B o atendimento realizado em crianças deve ser realizado na presença de um acompanhante do paciente, mas adolescentes podem ser atendidos sozinhos.
  • C a presença ou não de acompanhantes durante o atendimento realizado em crianças e adolescentes é inespecífica no código de ética.
  • D a presença ou não de acompanhantes durante o atendimento realizado em crianças e adolescentes é especificada no Capítulo V – Das responsabilidades no exercício da fisioterapia do código de ética.
  • E a presença ou não de acompanhantes durante o atendimento realizado em crianças e adolescentes é especificada no Capítulo II – Das responsabilidades fundamentais.
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Sobre educação postural em crianças, é correto afirmar:

  • A Preconiza-se a utilização de estratégias que promovem experiências práticas em programas de educação postural, uma vez que estes facilitam o aprendizado e memorização dos hábitos posturais corretos, quando comparados a outras estratégias de ensino.
  • B A utilização de estratégias que aplicam histórias em quadrinhos em programas de educação postural facilitam o aprendizado e memorização dos hábitos posturais corretos, quando comparados a outras estratégias de ensino.
  • C A estratégia de experiências práticas e histórias em quadrinhos mostram-se ineficientes para o aprendizado e memorização dos hábitos posturais corretos.
  • D A estratégia de experiências práticas e histórias em quadrinhos mostram-se eficientes para o aprendizado e memorização dos hábitos posturais corretos.
  • E Programas de back school mostram-se mais eficientes que experiências práticas e histórias em quadrinhos para o aprendizado e memorização dos hábitos posturais corretos.
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Em crianças sob cuidados paliativos para tratamento de câncer, que apresentam dor, pode-se realizar terapia manual, anesioterapia

  • A eletroterapia e termoterapia, pois estes recursos podem modular a dor, que é o objetivo principal nesta fase do tratamento. A crioterapia deve ser evitada por dificultar o tratamento medicamentoso
  • B eletroterapia e crioterapia, pois estes recursos podem modular a dor, que é o objetivo principal nesta fase do tratamento, sem efeito sobre o crescimento tumoral. A termoterapia deve ser evitada por promover aceleração no metabolismo celular.
  • C eletroterapia, crioterapia e termoterapia, pois estes recursos podem modular a dor, que é o objetivo principal nesta fase do tratamento, independente do fato de que alguns deles podem ter efeitos indesejáveis sobre o crescimento tumoral.
  • D pois estes recursos podem modular a dor, que é o objetivo principal nesta fase do tratamento, sem efeitos deletérios sobre o tumor. Eletroterapia, crioterapia e termoterapia devem ser evitados pois podem ter efeitos indesejáveis sobre o crescimento tumoral.
  • E crioterapia, pois estes recursos podem modular a dor, que é o objetivo principal nesta fase do tratamento, sem efeitos deletérios sobre o tumor. Eletroterapia e termoterapia devem ser evitados pois podem ter efeitos indesejáveis sobre o crescimento tumoral.
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A técnica de aumento do fluxo expiratório em recém nascidos é aplicada para ..I.. e é realizada por meio de ..II.. .


Preenchem as lacunas I e II da frase acima, correta e respectivamente:

  • A I - mobilizar, deslocar e eliminar as secreções traqueobrônquicas
    II - preensão bi manual, com uma mão nas costelas inferiores e a outra utilizando a borda cubital na linha supramamária com compressão suave do tórax do RN durante a inspiração.
  • B I - reexpandir o pulmão
    II - preensão bi manual, com as mãos nas costelas inferiores, com compressão suave do tórax do RN durante a expiração.
  • C I - reexpandir o pulmão
    II - preensão bi manual, com as mãos nas costelas inferiores, com compressão suave do tórax do RN durante a inspiração.
  • D I - mobilizar, deslocar e eliminar as secreções traqueobrônquicas
    II - preensão bi manual, com uma mão nas costelas inferiores e a outra utilizando a borda cubital na linha supramamária com compressão suave do tórax do RN durante a expiração.
  • E I - eliminar as secreções traqueobrônquicas
    II - tapotagem.
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Solicitou-se ao ergonomista projetar um vaso sanitário para crianças em uma escola de ensino fundamental I. Realizou-se o levantamento antropométrico das crianças da escola. Para a altura do vaso sanitário, o percentil que fornecerá a medida para confecção de um vaso com altura adequada para as crianças é

  • A 99%.
  • B 1%
  • C 5%
  • D 50%
  • E 95%
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Uma lesão muscular que provoca um dano maior ao músculo, com evidente perda de função (habilidade para contrair), onde é possível palpar-se um pequeno defeito muscular, ou gap, no sítio da lesão, e ocorre a formação de um discreto hematoma local, com eventual ecmose dentro de dois a três dias, é classificada como de grau

  • A V.
  • B II.
  • C I.
  • D IV.
  • E III.
7

Uma criança sofreu uma lesão nos músculos intercostais após praticar remo. As consequências de uma lesão nessa região podem ser dor

  • A entre as costelas, que pioram com o movimento, inspiração profunda ou tosse e sensibilidade à palpação nos músculos.
  • B entre as costelas, que pioram com o movimento, inspiração, expiração ou tosse e sensibilidade nos músculos em repouso.
  • C entre as costelas e na inspiração profunda ou tosse e sensibilidade nos músculos em repouso.
  • D no esterno, que pioram com o movimento, inspiração profunda ou tosse e sensibilidade à palpação nos músculos.
  • E no esterno, que pioram com o movimento, inspiração profunda ou tosse e sensibilidade nos músculos em repouso.
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Foi solicitado á uma criança que se submetesse ao teste de Thomas para avaliação de encurtamento muscular. Esse teste avalia o encurtamento dos músculos

  • A extensores de joelho.
  • B flexores plantares.
  • C flexores de quadril.
  • D abdutores de ombro.
  • E extensores de quadril.
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Sobre o exercício isométrico é correto afirmar que auxilia na estabilidade postural ou articular, o uso de contrações repetidas, mantidas por 6 a 10 segundos cada,

  • A diminui câimbras musculares e aumenta sua efetividade, deve ser utilizado para prevenir ou minimizar a atrofia muscular quando o movimento articular é possível, não é tão efetivo para o desenvolvimento muscular quanto o dinâmico.
  • B diminui câimbras musculares e aumenta sua efetividade, deve ser utilizado para prevenir ou minimizar a atrofia muscular quando o movimento articular não é possível; não é tão efetivo para o desenvolvimento muscular quanto o dinâmico.
  • C diminui câimbras musculares e aumenta sua efetividade, pode ser utilizado para prevenir ou minimizar a atrofia muscular quando o movimento articular pode ou não ser executado; é tão efetivo para o desenvolvimento muscular quanto o dinâmico.
  • D aumenta câimbras musculares e diminuiu sua efetividade, deve ser utilizado para prevenir ou minimizar a atrofia muscular quando o movimento articular pode ser executado, é tão efetivo para o desenvolvimento muscular quanto o dinâmico.
  • E aumenta câimbras musculares e diminuiu sua efetividade, deve ser utilizado para ganhar resistência muscular e quando o movimento articular não pode ser executado; é tão efetivo para o desenvolvimento muscular quanto o dinâmico.
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Uma criança apresenta torcicolo congênito e foi submetida à fisioterapia pós-operatória. Os procedimentos de educação do paciente e do cuidador, manutenção de amplitude passiva de movimento, maximização da força funcional dos músculos cervicais, desenvolvimento de conscientização/controle de alinhamento na linha média, desenvolvimento de reações ativas de endireitamento da cabeça e de consciência proprioceptiva, cuidados com os halos cervicais, são procedimentos da fisioterapia pós operatória, que acontecem entre

  • A o primeiro e o segundo dias.
  • B o terceiro dia e a oitava semana.
  • C a oitava e a vigésima quarta semana.
  • D a vigésima quarta e a vigésima oitava semana.
  • E a vigésima oitava e a trigésima segunda semana.

Português

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Marque a opção em que a palavra NÃO apresenta dígrafo.
  • A Campo.
  • B Cachorro.
  • C Quero.
  • D Quase.
  • E Nascer.
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Analise as afirmativas a seguir e marque em qual das opções a palavra melhor funciona como advérbio.
  • A Conheço isso melhor que você.
  • B Ela é muito melhor que vocês.
  • C Não há nada melhor que um dia após o outro.
  • D Viva em paz que você terá vida melhor.
  • E Esse auditório é melhor que o outro.
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Leia as afirmativas a seguir e marque a opção CORRETA em que o verbo é pronominal.
  • A Eu me cortei.
  • B Ele se dá ares de importância.
  • C Banhou-se nas águas do rio.
  • D Marília vestiu-se com capricho.
  • E Eu me arrependi do que fiz.
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Em qual das opções a seguir temos um sujeito oracional?
  • A Havia poucos ingressos à venda.
  • B Era primavera.
  • C Roubaram minha carteira.
  • D Cumpre trabalharmos bastante.
  • E Mande-as entrar.
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                              Conversa sobre o liberalismo


      O liberalismo promoveu uma ideia curiosa: para fazer a felicidade de todos (ou, ao menos, da maioria), não seria necessário decidir qual é o bem comum e, logo, impor aos cidadãos que se esforçassem para realizá-lo. Seria suficiente que cada um se preocupasse com seus interesses e seu bem-estar. Essa atitude espontânea garantiria o melhor mundo possível para todos. Afinal, nenhum malandro seria tolo a ponto de perseguir seu interesse particular de maneira excessiva, pois isso comprometeria o bem-estar dos outros e produziria conflitos que reverteriam contra o suposto malandro.

      Ora, o liberalismo, aparentemente, pegou pra valer. Não paro de encontrar pessoas convencidas de que, cuidando só de seus interesses, elas, no mínimo, não fazem mal a ninguém. O caso seguinte ilustra o que digo.

      Converso com o moço que dirige o táxi. Falamos de perspectivas políticas. Ele está indignado com a corrupção das altas e das baixas esferas da política, convencido de que, não fossem os ladrões, o país avançaria e resolveríamos todos os nossos problemas. Concordo, mas aponto que, mesmo calculando generosamente, o dinheiro que some na corrupção não seria suficiente para mudar o Brasil. Sem dúvida, deve ser bem inferior ao dinheiro que o governo deixa de arrecadar por causa da sonegação banal: rendas não declaradas, notas fiscais que só aparecem sob pedido e por aí vai. Pergunto-lhe então quanto ele paga de Imposto de Renda. Ganho a famosa resposta: “Não adianta pagar, porque nada volta para a gente.” Alego que não adianta esperar que algo volte se a gente não paga.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Terra de ninguém. São Paulo: Publifolha, 2004, p. 252-253)

Há ocorrência de forma verbal na voz passiva e pleno atendimento às normas de concordância na frase:

  • A Costuma ocorrer com frequência, conforme a argumentação do autor do texto, distorções graves quanto ao que se entende por liberalismo.
  • B Não é dado a ninguém presumir que seus interesses pessoais, em todos os casos, haja de coincidir com os de seus semelhantes.
  • C Por que razão esperar que sejamos aquinhoados de um conjunto de benefícios que nada fizemos por merecer?
  • D Os impostos de renda dos sonegadores não poderão reverter em investimentos capazes de gerar benefícios públicos.
  • E O motorista de táxi acabou por fornecer ao autor argumentos que o deixou convencido da justeza de sua teoria sobre os liberais de ocasião.
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo, do escritor e crítico profissional de literatura e teatro Décio de Almeida Prado.


                                         Vocação de escritor


      Os escritores, como os oficiais das forças armadas, são promovidos, seja por merecimento, seja por antiguidade. Alguns impõem-se ao público e aos seus pares em poucos golpes de audácia e talento. São os escritores natos, de vocação imperiosa e irresistível. Outros - e talvez seja este o meu caso - crescem na estima da classe intelectual graças à continuidade de um trabalho de muitos e muitos anos. Escrevem por força do ofício, mas é possível que preferissem permanecer como leitores inveterados.

      Quando vejo e revejo a minha vida, que já vai longa, passam-me pela memória várias imagens, as mais antigas às vezes, mais nítidas que as recentes. Verifico então, não sem surpresa, que fiz muitas coisas com as quais não contava e deixei de fazer outras tantas que planejara, é verdade que no plano superficial da vontade, não das forças mais profundas da personalidade.

      Na minha meninice, sonhei muito em ser poeta. Depois, já na adolescência, na hora difícil de optar por uma profissão, desejei ser médico, como meu pai, casando, de certo modo, clínica e literatura. Já no fim dos estudos superiores, na falta de melhor, tentei ser professor de filosofia, matéria que, apesar de não ter “a cabeça metafísica”, ensinei por bastante tempo em colégios estaduais, sem qualquer proveito para Aristóteles e Kant, mas com imenso prazer pessoal e alguma aquiescência dos alunos. Não podia imaginar que, levado, certa vez, a escrever uma crítica de teatro, estava definindo, para sempre, o meu futuro. Confesso que tenho orgulho em haver contribuído, na medida das minhas forças, para que o teatro saísse da posição humilhante de primo pobre que ocupava entre as artes literárias brasileiras.

(Adaptado de: PRADO, Décio de Almeida. Seres, coisas, lugares. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, 181-182)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado em:

  • A Não (faltar) ao autor, a despeito de suas vocações aparentes, bastante ânimo para reerguer o prestígio do teatro nacional.
  • B Quando a alguém não (ocorrer) atender seus impulsos primeiros, é possível que venha a atender sua vocação essencial.
  • C Diante das condições que (atravessar), naqueles anos, o teatro nacional, não hesitou o autor em buscar redimi-lo.
  • D Seria preciso que o (recomendar) amigos para a função de crítico teatral para que o autor efetivamente se consagrasse nesse trabalho.
  • E Aos alunos de colégio (brindar) o professor com suas aulas sobre Kant e Aristóteles, de modo modesto, segundo ele mesmo confessa.
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       Brasil fabricará medicamentos a partir da biodiversidade do país


      Para desenvolver a indústria farmacêutica do Brasil, nada melhor do que trabalhar com aquilo que temos de melhor: dono da maior fauna e flora do planeta, o país ainda tem milhares de espécies vegetais não catalogadas e que podem contribuir para a fabricação de medicamentos responsáveis pelo tratamento de diferentes enfermidades.

      Em uma parceria inédita, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) somou esforços com o Aché Laboratórios e a empresa Phytobios para encontrar moléculas de plantas que podem contribuir para remédios destinados às áreas de oncologia e dermatologia. O acordo foi assinado na última segunda-feira (11 de dezembro), durante um evento no auditório do CNPEM, em Campinas.

      Com investimento planejado de R$ 10 milhões, as primeiras expedições comandadas pela Phytobios já reuniram exemplares de diferentes espécies vegetais que serão analisados no Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), que faz parte do CNPEM. “A expedição em busca das espécies é algo bastante complexo: temos de ter um cuidado enorme para não danificar o meio ambiente durante as coletas, além de preservar o material vegetal encontrado”, afirma Cristina Ropke, CEO da Phytobios. “Temos de coletar plantas na época em que elas estão floridas ou frutificadas para que um botânico especialista naquela família as identifique de maneira apropriada.”

      À frente de projetos como o Sirius — maior projeto científico e tecnológico em desenvolvimento no Brasil —o CNPEM conta com equipamentos capazes de realizar a análise das moléculas e mapear suas potencialidades para o tratamento de enfermidades como o combate a diferentes tipos de câncer.

(Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/12/brasil-fabricara-medicamentos-partir-da-biodiversidade-do-pais. html.)

O uso do acento grave em “À frente de projetos como o Sirius — maior projeto científico e tecnológico em desenvolvimento no Brasil [...]” (4º§) é de uso obrigatório. Indique, a seguir, o fragmento em que o acento grave foi empregado INCORRETAMENTE.
  • A “Primeiro smartphone com leitor de digitais integrado à tela vai ser chinês.”
  • B “Florianópolis vive hoje o temor de que 2017 termine com notícias semelhantes às que estrearam o ano.”
  • C “Uma garota de 9 anos teve o cabelo cortado à força por duas tias e duas primas no último fim de semana.”
  • D “Todo o atendimento ao público será realizado de segunda à domingo conforme determinado anteriormente.”
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O liberalismo é uma importante teoria política e econômica que exprime os anseios da burguesia. Surge em oposição ao absolutismo dos reis e à teoria econômica do mercantilismo, defendendo os direitos da iniciativa privada e restringindo o mais possível as atribuições do Estado. Locke foi o primeiro teórico liberal.

Presenciou na Inglaterra as lutas pela deposição dos Stuarts, tendo se refugiado na Holanda por razões políticas. De lá regressa quando, vitoriosa a Revolução de 1688, Guilherme de Orange é chamado para consolidar a nova monarquia parlamentar inglesa. (Maria Lúcia de Arruda Aranha in História da Educação).

As expressões “defendendo” e “restringindo”, utilizadas no texto, referem-se a(o):

  • A gerúndio.
  • B imperativo.
  • C pretérito perfeito.
  • D subjuntivo.
  • E futuro do pretérito.
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Aldrovando Cantagalo veio ao mundo em virtude dum erro de gramática. Durante sessenta anos de vida terrena pererecou como um peru em cima da gramática. E morreu, afinal, vítima dum novo erro de gramática. Mártir da gramática, fique este documento da sua vida como pedra angular para uma futura e bem merecida canonização.

Havia em Itaoca um pobre moço que definhava de tédio no fundo de um cartório.

Escrevente. Vinte e três anos. Magro. Ar um tanto palerma. Ledor de versos lacrimogêneos e pai duns acrósticos dados à luz no “Itaoquense”, com bastante sucesso.

Vivia em paz com as suas certidões quando o frechou venenosa seta de Cupido. Objeto amado: a filha mais moça do coronel Triburtino, o qual tinha duas, essa Laurinha, do escrevente, então nos dezessete, e a do Carmo, encalhe da família, vesga, madurota, histérica, manca da perna esquerda e um tanto aluada.

Triburtino não era homem de brincadeira. Esguelara um vereador oposicionista em plena sessão da câmara e desd’aí se transformou no tutu da terra. Toda gente lhe tinha um vago medo; mas o amor, que é mais forte que a morte, não receia sobrecenhos enfarruscados nem tufos de cabelos no nariz.

Ousou o escrevente namorar-lhe a filha, apesar da distância hierárquica que os separava. Namoro à moda velha, já se vê, pois que nesse tempo não existia a gostosura dos cinemas. Encontros na igreja, à missa, troca de olhares, diálogos de flores – o que havia de inocente e puro. Depois, roupa nova, ponta de lenço de seda a entremostrar-se no bolsinho de cima e medição de passos na rua d’Ela, nos dias de folga. Depois, a serenata fatal à esquina, com o

Acorda, donzela...

Sapecado a medo num velho pinho de empréstimo. Depois, bilhetinho perfumado.

Aqui se estrepou...

Escrevera nesse bilhetinho, entretanto, apenas quatro palavras, afora pontos exclamativos e reticências:

Anjo adorado!

Amo-lhe!

Para abrir o jogo bastava esse movimento de peão. Ora, aconteceu que o pai do anjo apanhou o bilhetinho celestial e, depois de três dias de sobrecenho carregado, mandou chamá-lo à sua presença, com disfarce de pretexto – para umas certidõesinhas, explicou.

Apesar disso, o moço veio um tanto ressabiado, com a pulga atrás da orelha. Não lhe erravam os pressentimentos. Mas o pilhou portas aquém, o coronel trancou o escritório, fechou a carranca e disse:

- A família Triburtino de Mendonça é a mais honrada desta terra, e eu, seu chefe natural, não permitirei nunca – nunca, ouviu? – que contra ela se cometa o menor deslize.

Parou. Abriu uma gaveta. Tirou de dentro o bilhetinho cor-de-rosa, desdobrou-o.

- É sua esta peça de flagrante delito?

O escrevente, a tremer, balbuciou medrosa confirmação.

- Muito bem! Continuou o coronel em tom mais sereno. Ama, então, minha filha e tem a audácia de o declarar... Pois agora…

O escrevente, por instinto, ergueu o braço para defender a cabeça e relanceou os olhos para a rua, sondando uma retirada estratégica.

- ... é casar! Concluiu de improviso o vingativo pai.

O escrevente ressuscitou. Abriu os olhos e a boca, num pasmo. Depois, tornando a si, comoveu-se e, com lágrimas nos olhos disse, gaguejante:

- Beijo-lhe as mãos, coronel! Nunca imaginei tanta generosidade em peito humano! Agora vejo com que injustiça o julgam aí fora!…

Velhacamente o velho cortou-lhe o fio das expansões.

- Nada de frases, moço, vamos ao que serve: declaro-o solenemente noivo de minha filha!

E voltando-se para dentro, gritou:

- Do Carmo! Venha abraçar o teu noivo!

O escrevente piscou seis vezes e, enchendo-se de coragem, corrigiu o erro.

- Laurinha, quer o coronel dizer…

O velho fechou de novo a carranca.

- Sei onde trago o nariz, moço. Vassuncê mandou este bilhete à Laurinha dizendo que ama- “lhe”. Se amasse a ela deveria dizer amo-“te”. Dizendo “amo-lhe” declara que ama a uma terceira pessoa, a qual não pode ser senão a Maria do Carmo. Salvo se declara amor à minha mulher (…).


(LOBATO, Monteiro. O Colocador de Pronomes. In: PINTO, Edith Pimentel (org.). O Português do Brasil: textos críticos e teóricos II - 1920-1945 – Fontes para a teoria e a história. São Paulo: Edusp, [1924] 1981, p. 51-79.)

Assinale a opção que corresponde à descrição temporal do verbo sublinhado em “Esguelara um vereador oposicionista em plena sessão da câmara...”.

  • A O tempo verbal expressa um fato ocorrido num momento anterior ao atual, mas que não foi completamente terminado.
  • B O tempo verbal manifesta ação pretérita concluída antes de outra ação do passado ter se iniciado.
  • C A locução verbal destacada é formada pela terceira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo, eliminando-se a terminação – AM e adicionando o sufixo adequado.
  • D O verbo neste tempo deve formar-se com o verbo auxiliar “ter” (ou “haver” na linguagem formal) no pretérito imperfeito, seguido do particípio passado do verbo principal.
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As regras de concordância estão respeitadas na frase:

  • A Entender a língua e eliminar o preconceito linguístico pode ser visto como um dos objetivos centrais do Atlas linguístico do Amapá.
  • B Em um atlas linguístico registra-se as diversas formas de falar do povo de uma região geograficamente definida.
  • C A diversidade de variantes linguísticas justificam-se pelas diferentes formas de colonização no território brasileiro.
  • D São possíveis que muitas maneiras diferentes de se comunicar sejam registradas em uma única região do Brasil.
  • E O “Atlas Linguístico do Brasil” fez com que fosse lançado uma série de publicações de atlas regionais e estaduais por todo o país.
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Assinale a alternativa em que as palavras estão grafadas e acentuadas segundo o padrão ortográfico.

  • A Para afastar a má-fé, é preciso suscitar os aspectos que possam caracterizá-la, evitando que pretensões se digladiem e que omissões suscitem privilégios.
  • B Deve-se atentar para que o exercício do poder discricionário evite o oprobrio, a caracterização de favorecimento ou de tendenciosidade do agente ao po-lo em prática.
  • C O defensor do direito não deve enxergar obstaculos à persecussão de suas metas saneadoras, agindo sempre objetivamente para afastar empecilhos.
  • D O verdadeiro experto em qualquer área está sempre em ascenção, não hesitando em buscar subsídios que o apoiem na defesa de suas teses.
  • E O direito à dissenção assiste a todos, e não há mau nenhum em defender as próprias convicções, por exêntricas que pareçam, sem condescender.
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Os intelectuais e a escrita


    Poderia uma função social para os intelectuais − quer dizer, poderiam os próprios intelectuais − ter existido antes da invenção da escrita? Dificilmente. Sempre houve uma função social para xamãs, sacerdotes, magos e outros servos e senhores de ritos, e é de supor que também para aqueles que hoje chamaríamos de artistas. Mas como existir intelectuais antes da invenção de um sistema de escrita e de números que precisava ser manipulado, compreendido, interpretado, aprendido e preservado? Entretanto, com o advento desses modernos instrumentos de comunicação, cálculo e, acima de tudo, memória, as exíguas minorias que dominavam essas habilidades provavelmente exerceram mais poder social durante uma época do que os intelectuais jamais voltaram a exercer.
    Os que dominavam a escrita, como nas primeiras cidades das primeiras economias agrárias da Mesopotâmia, puderam se tornar o primeiro “clero”, classe de governantes sacerdotais. Até os séculos XIX e XX, o monopólio da capacidade de ler e escrever no mundo alfabetizado e a instrução necessária para dominá-la também implicavam um monopólio de poder, protegido da competição pelo conhecimento de línguas escritas especializadas, ritual ou culturalmente prestigiosa.
    De outro lado, a pena jamais teve mais poder do que a espada. Os guerreiros sempre conquistaram os escritores, mas sem estes últimos não poderia ter havido nem Estados, nem grandes economias, nem, menos ainda, os grandes impérios históricos do mundo antigo.

(Adaptado de: HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 226-227)

São exemplos de uma mesma função sintática os elementos sublinhados na frase:

  • A Sempre houve uma função social para xamãs, sacerdotes, magos e outros servos.
  • B Mas como existir intelectuais antes da invenção da escrita?
  • C Os que dominavam a escrita puderam se tornar o primeiro clero.
  • D O monopólio da capacidade de ler e escrever no mundo alfabetizado e a instrução necessária para dominá-lo implicavam um monopólio de poder.
  • E Os guerreiros sempre conquistaram os escritores, mas sem estes últimos jamais poderia ter havido Estados.
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No texto que segue, algumas palavras em destaque foram transcritas sem o necessário acento gráfico.


Medo que seduz


No Brasil, algumas editoras, como a carioca DarkSide, têm se dedicado a relançar classicos[1] do terror. (...) São histórias de fantasmas, busca pela eternidade, sonhos e pesadelos — tudo aquilo que desafia o conforto da razão. A variedade ilustra o que o organizador Alcebíades Diniz, em seu posfacio[2], chama de “expansão do fantástico”, representada no livro não só pelos temas e abordagens, mas tambem[3] pela origem dos textos, escritos originalmente em ingles[4], espanhol, alemão e russo.

DAMASCENO, Renan. Medo que seduz. Estado de Minas. Caderno Pensar, p. 1, 1 jun. 2018. Adaptado.


A justificativa correta para a acentuação de cada palavra numerada encontra-se em

  • A [4] uma oxítona.
  • B [3] uma proparoxítona.
  • C [2] um monossílabo tônico.
  • D [1] uma paroxítona terminada em hiato.
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Atenção: Leia abaixo o Capítulo I do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder à questão.

Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei num trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu. Cumprimentou-me, sentou-se ao pé de mim, falou da lua e dos ministros, e acabou recitando-me versos. A viagem era curta, e os versos pode ser que não fossem inteiramente maus. Sucedeu, porém, que como eu estava cansado, fechei os olhos três ou quatro vezes; tanto bastou para que ele interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso.

– Continue, disse eu acordando.

– Já acabei, murmurou ele.

– São muito bonitos.

Vi-lhe fazer um gesto para tirá-los outra vez do bolso, mas não passou do gesto; estava amuado. No dia seguinte entrou a dizer de mim nomes feios, e acabou alcunhando-me Dom Casmurro. Os vizinhos, que não gostam dos meus hábitos reclusos e calados, deram curso à alcunha, que afinal pegou. Nem por isso me zanguei. Contei a anedota aos amigos da cidade, e eles, por graça, chamam-me assim, alguns em bilhetes: “Dom Casmurro, domingo vou jantar com você.” – “Vou para Petrópolis, dom Casmurro; a casa é a mesma da Renânia; vê se deixas essa caverna do Engenho Novo, e vai lá passar uns quinze dias comigo.” – “Meu caro dom Casmurro, não cuide que o dispenso do teatro amanhã; venha e dormirá aqui na cidade; dou-lhe camarote, dou-lhe chá, dou-lhe cama; só não lhe dou moça.

Não consultes dicionários. Casmurro não está aqui no sentido que eles lhe dão, mas no que lhe pôs o vulgo de homem calado e metido consigo. Dom veio por ironia, para atribuir-me fumos de fidalgo. Tudo por estar cochilando! Também não achei melhor título para a minha narração; se não tiver outro daqui até ao fim do livro, vai este mesmo. O meu poeta do trem ficará sabendo que não lhe guardo rancor. E com pequeno esforço, sendo o título seu, poderá cuidar que a obra é sua. Há livros que apenas terão isso dos seus autores; alguns nem tanto.

(ASSIS, Machado de. Dom Casmurro. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 79-80.)

...como eu estava cansado, fechei os olhos três ou quatro vezes... (1° parágrafo)


Em relação à oração que a sucede, a oração destacada expressa sentido de

  • A causa.
  • B comparação.
  • C consequência.
  • D proporção.
  • E conclusão.
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O dicionário Houaiss lista um conjunto de valores mais frequentes da preposição em: tempo, lugar, maneira de ser, estado, modo, distribuição, forma como se pratica uma ação, finalidade, conformidade, equivalência e valor.


Assinale a frase em que essa preposição tem seu valor corretamente identificado.

  • A “Comecei uma dieta, cortei a bebida e alguns pratos e, em catorze dias, perdi duas semanas.” / distribuição.
  • B “Se você insiste em emagrecer meu conselho é: coma o quanto quiser. Apenas não engula.” / maneira de ser.
  • C “Difícil coisa é, cidadãos, entrar em discussão com a barriga vazia.” / estado.
  • D “Tomei comprimidos, mas desisti de me matar por esse método. Gasta-se uma fortuna em clínicas de desintoxicação.” / finalidade.
  • E “A família é um conjunto de pessoas que se defendem em bloco e se atacam em particular.” / modo.
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Em todas as frases a seguir foram sublinhados o adjetivo e o termo substantivo a que ele se refere e com que concorda; assinale a frase em que essa referência está indicada corretamente.

  • A “Ser marido é um trabalho de tempo integral.”
  • B “A cachaça de Minas é das mais saborosas do país.”
  • C “Os maridos das mulheres de que gostamos são sempre uns imbecis.”
  • D “É preciso realmente que um homem morra para que outros possam apurar o seu justo valor.”
  • E “Há quem esteja disposto a morrer para fazer com que morram os seus inimigos.”
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A frase abaixo em que os dois vocábulos sublinhados pertencem à mesma classe gramatical é:

  • A “Com o bom sou bom, mas mesmo com quem não é bom, sou bom, pois boa é a virtude.”
  • B “Mais vale um cachorro amigo que um amigo cachorro.”
  • C “O muito torna-se pouco quando se deseja um pouco mais.”
  • D “Conheceríamos muito melhor muitas coisas se não quiséssemos identificá-las com melhor precisão.”
  • E “O mal menor é aquele que te faz menos mal.”
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Assinale a opção que indica a frase em que a locução sublinhada foi corretamente substituída.

  • A “Só conhece realmente uma pessoa quem a ama sem esperança.” / inesperadamente.
  • B “Não se pode deixar de esforçar-se, entregando-se ao destino; quem consegue obter óleo das sementes sem esforço?” / esforçadamente.
  • C “Não há alegria sem vinho.” / sobriamente.
  • D “A beleza, inclusive na arte, não pode ser examinada sem pudor.” / pudicamente.
  • E “Quando somos belas, ficamos ainda mais belas sem adornos.” / desnudas.
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Assinale a frase em que a forma sublinhada está corretamente grafada.

  • A “Sabe-se lá por quê, quando faço a barba no banho, se tento cantarolar um motivo breve e atual, me corto.”
  • B “Marido e mulher amavam os hóspedes, porquê sem eles acabavam brigando.”
  • CPor que amou muito, Madalena teve seus pecados perdoados.”
  • D “Eis os crimes porque os homens devem ser punidos por Deus.”
  • E “Às vezes somos castigados sem saber porquê.”
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“O homem nunca poderá ser igual a um animal: ou se eleva e torna-se melhor, ou se precipita e torna-se muito pior”.
Sobre as ocorrências do vocábulo se nesse pensamento, assinale a afirmativa correta.

  • A A primeira ocorrência mostra valor diferente da terceira.
  • B Todas as ocorrências possuem valor diferente.
  • C Todas as ocorrências exemplificam reciprocidade.
  • D Todas as ocorrências mostram valor de reflexividade.
  • E A segunda ocorrência tem valor diferente das demais.

Saúde Pública

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Com o objetivo prioritário de garantir o acesso de toda a população a uma atenção à saúde de qualidade, o Ministério da Saúde publicou, em 2011, a Portaria Interministerial nº 2.087, que instituiu o Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica, que tem como objetivo de:
  • A Aumentar o número de profissionais médicos, dentistas e enfermeiros para trabalharem em serviços de atenção básica e na estratégia saúde da família em todos os municípios brasileiros.
  • B Aumentar o número de profissionais médicos no atendimento a todos os usuários da atenção básica e na Estratégia Saúde da Família através de melhorias na remuneração e aumento da qualificação.
  • C Aumentar o número de agentes comunitários de saúde para maior cobertura populacional dos serviços da atenção básica e, na Estratégia Saúde da Família, através da melhoria da remuneração e das condições de trabalho.
  • D Interiorização de profissionais médicos, dentistas e enfermeiros para trabalharem em serviços de atenção básica e na Estratégia Saúde da Família de municípios considerados área de difícil acesso e provimento ou de populações de maior vulnerabilidade.
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Em relação à participação dos serviços privados de assistência à saúde, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) É vedada a participação direta ou indireta de empresas estrangeiras na assistência à saúde. ( ) As instituições privadas podem prestar assistência à saúde no âmbito do SUS através do instrumento contrato ou convênio, mediante interesse do gestor municipal ou estadual, a fim de melhorar a prestação de serviços de saúde à população, mesmo havendo a disponibilidade suficiente dos serviços contratados ou conveniados na rede pública de saúde de uma determinada área. ( ) Os serviços privados que prestam assistência à saúde no âmbito do SUS devem submeter-se às normas técnicas e administrativas do SUS. ( ) As entidades sem fins lucrativos e as filantrópicas têm preferência para participar do Sistema Único de Saúde (SUS) de maneira complementar. A sequência está correta em
  • A V, V, V, F.
  • B V, V, F, F.
  • C F, F, V, V.
  • D F, F, F, V.
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“Processo instituído no âmbito do SUS ‘onde, em consonância com o processo de planejamento, são definidas e quantificadas as ações de saúde para a população residente em cada território, bem como efetuados os pactos intergestores para garantia de acesso da população aos serviços de saúde’.” (Ministério da Saúde, 2006.) A afirmativa anterior se refere à(ao):
  • A Pacto pela Saúde.
  • B Programação Local de Saúde.
  • C Programação Pactuada Integrada de Vigilância em Saúde.
  • D Programação Pactuada e Integrada da Assistência em Saúde.
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Pode-se compreender o sistema de saúde com base em distintas lógicas organizacionais. O modelo de organização dos serviços de saúde apresentado na figura representa um modelo que foi utilizado na estruturação do SUS. O princípio da descentralização político-administrativa foi concebido baseado neste modelo e enfatiza
  • A acesso universal às ações e serviços de saúde.
  • B a hierarquização e a regionalização da rede de serviços de saúde.
  • C igualdade na assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie.
  • D integralidade da assistência às ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos.
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A modalidade de gestão dos recursos, criada por lei, com a finalidade de ser receptora única de todos os recursos destinados à saúde pública no Brasil, em cada esfera de governo, denomina-se:
  • A Fundo de Saúde.
  • B Conselho de Saúde.
  • C Secretaria de Finanças da Saúde.
  • D Comissão de Intergestores Tripartite.
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Considerando o modelo apresentado, é correto afirmar que o(s) nível(is) de atenção com a maior capacidade de resolução dos problemas de saúde da população corresponde(m):
  • A Ao nível primário.
  • B Ao nível terciário.
  • C Ao nível secundário.
  • D Aos níveis secundário e terciário.
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Os serviços de saúde podem ser organizados em baixa, média e alta complexidade e, dentro do modelo apresentado, correspondem, respectivamente, aos níveis de atenção primário, secundário e terciário. Os principais elementos que são considerados para a organização dos serviços em níveis de complexidade são, EXCETO:
  • A Perfil de morbidade.
  • B Capacitação de pessoal.
  • C Abrangência populacional.
  • D Tecnologia material disponível
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Assinale, a seguir, um estudo intervencionista.
  • A Coorte.
  • B Ecológico.
  • C Ensaio clínico.
  • D Caso-controle.
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São características de estudos epidemiológicos do tipo coorte, EXCETO:
  • A É vulnerável a perdas.
  • B Podem analisar várias doenças.
  • C Estimam os riscos, mas não os definem.
  • D É ruim para análise de doenças crônicas e raras.
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São objetivos do Plano Diretor de Regionalização de Minas Gerais, EXCETO:

  • A Implementar e fortalecer a centralização da assistência.
  • B Subsidiar a organização das redes de atenção à saúde.
  • C Identificar e propor novos padrões espaciais de oferta de serviços, de produção, de necessidades, de fluxos, conforme modelo de atenção esperado.
  • D Subsidiar a construção da equidade e da integralidade.
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