Resolver o Simulado FCC

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Farmácia

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Descrição correta de um termo relacionado às atividades praticadas em farmácia:

  • A Representante Legal é a pessoa física designada em estatuto, contrato social ou ata, incumbida de representar, ativa e passivamente, nos atos judiciais e extrajudiciais, o agente regulado pessoa jurídica.
  • B Responsável Legal é a pessoa física designada em estatuto, contrato social ou ata, incumbida de representar, ativa e passivamente, nos atos judiciais e extrajudiciais, o agente regulado pessoa jurídica.
  • C Responsável Técnico é pessoa física ou jurídica investida de poderes legais para praticar atos em nome do agente regulado, preposta de gerir ou administrar seus negócios no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária − ANVISA.
  • D Responsável Técnico é a pessoa física ou jurídica investida de poderes legais para praticar atos em nome do agente regulado, preposta de gerir ou administrar seus negócios no âmbito do Ministério da Saúde.
  • E Responsável Técnico é a pessoa física designada em estatuto, contrato social ou ata, incumbida de representar, ativa e passivamente, nos atos judiciais e extrajudiciais, o agente regulado pessoa jurídica.
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Uma nova molécula com potencial terapêutico contra leishmaniose, segundo resultados de estudos in vitro, está sendo experimentada em animais de laboratório. Um farmacêutico foi convidado a participar da pesquisa na determinação da duração do efeito terapêutico. Neste caso, este profissional

  • A não pode participar se o projeto já foi iniciado e aprovado pelo Conselho Nacional de Ética em Pesquisa − CONEP.
  • B pode participar independente da aprovação por Comitê de Ética no Uso de Animais, pois trata-se ainda de fase pré-clínica de um estudo.
  • C não pode participar da fase pré-clínica de estudos com animais de experimentação.
  • D tem habilitação para tal atividade e pode participar independente da aprovação por Comitê de Ética no Uso de Animais, pois os efeitos já foram comprovados in vitro.
  • E tem habilitação para tal atividade e pode participar desde que o estudo tenha sido aprovado por Comitê de Ética no Uso de Animais.
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Uma indústria farmacêutica está implantando um sistema de qualidade e a padronização de procedimentos é um quesito importante para atingir esse objetivo. Desta forma, é correto afirmar:

  • A A padronização de procedimentos limita-se à preparação dos medicamentos, não se aplicando aos fluxos administrativos de compras de insumos.
  • B O Manual da Qualidade deve conter a descrição de todos os procedimentos padronizados das técnicas de fabricação de todos os medicamentos.
  • C Um procedimento pode fazer referência a um documento que descreva um método de ensaio.
  • D O procedimento padronizado do preparo de soluções e reagentes deve ser elaborado pelo gerente da área, diretor geral da empresa ou seu representante legal.
  • E Os procedimentos são documentos com validade máxima de um ano, sendo, então obrigada sua revisão e atualização.
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Uma empresa distribuidora de insumos farmacêuticos não conseguiu atender com frota própria todas as regiões do país, devido ao alto custo da manutenção, e demandou contratação de transportadores e armazenadoras. Para esta situação é correto afirmar que

  • A as armazenadoras são operadores logísticos da cadeia de tais insumos e, por isso, não prescindem da presença de farmacêutico responsável técnico.
  • B a presença do farmacêutico responsável técnico é requerida por lei, somente em empresas que armazenam esses produtos em regiões de fronteira.
  • C o farmacêutico não atua em todas as etapas componentes desse sistema integrado de transporte.
  • D as armazenadoras não realizam operações mercantis e, portanto, não requerem atuação de farmacêutico.
  • E são atividades burocráticas a cargo do Departamento de Compras não havendo a participação do farmacêutico.
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A indústria farmacêutica tem mostrado grande crescimento no setor de medicamentos biológicos, tendo esses um papel relevante, atualmente, na prevenção e tratamento de doenças. Considerando que biossimilares são produtos biológicos desenvolvidos pela via da comparabilidade, é correto afirmar que

  • A as análises de biossimilares não têm como base apenas estudos de farmacocinética, mas são necessários estudos clínicos de eficácia e segurança em pacientes.
  • B pelas suas qualidades dos biossimilares, pedidos de registro para estes medicamentos não precisam ser acompanhados de um plano de farmacovigilância.
  • C os biossimilares, em termos de processo de aprovação regulatória, são considerados medicamentos genéricos.
  • D para a aprovação na Agência Nacional de Vigilância Sanitária − ANVISA de um biossimilar são suficientes testes de biodisponibilidade, em que são analisadas concentrações do medicamento no sangue de voluntários sadios.
  • E por exigência legal, os biossimilares não podem ter variações entre as moléculas da substância ativa.
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Um lote de vacina meningocócica fabricada na América Central não foi aprovado no controle de qualidade ao chegar ao Brasil, pela alteração térmica de suas proteínas. A empresa importadora informou que a cadeia de frio foi interrompida durante o voo e, portanto, não poderia ser envolvida no processo de investigação do ocorrido. A empresa importadora está

  • A certa, o transporte aéreo de um produto biológico não apresenta condições de ser monitorado continuamente, durante o processo de importação.
  • B certa, dado que a cadeia de frio sob sua responsabilidade tem início quando o produto ingressa nas suas instalações até o usuário final.
  • C certa, pois a legislação brasileira ainda não exige que a empresa importadora, apresente a validação da cadeia de transporte.
  • D errada, pois as condições de armazenamento e transporte devem ser especificadas na Licença de Importação e garantidas como tal.
  • E certa, pois os registros contínuos de temperatura da cadeia de transporte são de responsabilidade da empresa fabricante.
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Um indivíduo apresentou perda de consciência e hipotensão arterial com necessidade de reposição volêmica, após duas horas da doação de sangue em um hospital público. O quadro pode ter correlação com a doação?

  • A Não, pois a reação adversa à doação de sangue se limita à dor no local da venopunção.
  • B Sim, a correlação poderá ser confirmada como reação adversa à doação.
  • C Sim, mas a correlação definitiva será impossibilitada por falta de vínculo temporal.
  • D Não, pois as reações adversas ocorrem dentro do prazo de 30 minutos pós-doação.
  • E Não, pois as investigações de tal correlação são sempre inconclusivas.
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Sobre a hemovigilância é correto afirmar que

  • A se limita a monitorar as reações adversas transfusionais que ocorrem após transfusão sanguínea.
  • B inclui as fase pré-transfusionais, mas não a pós-transfusional.
  • C inclui o ato transfusional, mas não o pós-transfusional.
  • D inclui todo o ciclo do sangue, desde a captação até a fase pós-transfusional.
  • E não inclui as etapas de captação, seleção e qualificação do doador de sangue.
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Em um hospital, o farmacêutico detectou que um médico prescrevia, rotineiramento, um medicamento para uma indicação distinta daquela aprovada no registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária − ANVISA. Ainda que os pacientes apresentassem melhora clínica com esse medicamento, quadros de gastrite foram identificados nesse grupo. O farmacêutico decidiu notificar esse efeito adverso. É correto afirmar que

  • A o farmacêutico prejudicou o tratamento dos pacientes pois deveria notificar apenas se houvesse inefetividade terapêutica.
  • B a prescrição de um fármaco de maneira distinta à aprovada pela agência reguladora não requer ação de farmacovigilância.
  • C até que a ocorrência de gastrite seja comprovada como uma reação adversa do medicamento, a notificação não pode ser feita.
  • D o farmacêutico agiu de modo adequado, pois se trata de uma prática ilegal dos prescritores médicos.
  • E a ação do farmacêutico foi correta dentro das ações de farmacovigilância e está prevista em lei.
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A falta de um medicamento no estoque da Secretaria da Saúde gerou o não atendimento à demanda de pacientes de câncer do Sistema Único de Saúde no ano passado. Este medicamento é de alto custo e fabricado por única empresa nos Estados Unidos. Um motivo plausível dessa ocorrência é

  • A a classificação de medicamentos de alto custo pela análise XYZ que é uma ferramenta de gestão exclusiva para medicamentos de criticidade baixa.
  • B a falha na compra no ponto de ressuprimento, que é a quantidade-reserva para garantir a continuidade do atendimento.
  • C o aumento da demanda e atraso no suprimento, problemas que podem ser contornados pelo estoque de segurança.
  • D o emprego de curva ABC para medicamentos de alto custo, pois é um método de classificação estatística de materiais que não considera o valor de cada item.
  • E a alocação de tais medicamentos na classe A (Curva ABC), com os quais deve-se trabalhar com maiores prazos de abastecimentos e manter grandes estoques de reserva.

Português

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As questão abaixo refere-se ao texto seguinte − parte do prefácio de um livro de sociologia em que o autor se dedicou ao estudo da cultura popular.


[Linguagens e culturas]


    Este livro estuda as modificações que se deram na cultura das classes populares ao longo das últimas décadas, de modo especial aquelas que podem ser atribuídas à influência das publicações de massa. Creio que obteríamos resultados muito semelhantes caso tomássemos como exemplos algumas outras formas de comunicação, como o cinema, o rádio ou a televisão.

    Penso que tenho sempre tentado dirigir-me principalmente ao “leitor comum” sério ou “leigo inteligente” de qualquer classe social. Não significa isto que eu tenha tentado adotar qualquer tom de voz específico, ou que tenha evitado o uso de quaisquer termos técnicos, para só empregar expressões banais. Escrevi tão claramente quanto o permitiu a minha compreensão do assunto, e apenas usei termos técnicos quando me pareceram susceptíveis de se tornarem úteis e sugestivos.

    O “leigo inteligente” é uma figura vaga, e a popularização uma tarefa perigosa; mas parece-me que aqueles de nós que consideram uma urgente necessidade escrever para ele devem continuar a tentá-lo. Porque um dos mais nefastos aspectos da nossa condição cultural é a divisão entre a linguagem dos peritos e o nível extraordinariamente baixo daquela utilizada nos órgãos de comunicação de massa.

(Adaptado de: HOGGART, Richard. As utilizações da cultura. Trad. de Maria do Carmo Cary. Lisboa: Editorial Presença, 1973.)

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:

  • A As modificações da cultura popular (constituir) o centro da preocupação desse livro de Richard Hoggart.
  • B O autor do livro deseja que a linguagem de seus estudos (propiciar) aos seus leitores revelações sobre a cultura das classes populares.
  • C A popularização preocupa o autor porque muitos estudos se tornam simplórios devido à simplificação excessiva a que se (submeter).
  • D O pesquisador acredita que um dos mais negativos aspectos da nossa civilização está no abismo que (permear) as linguagens.
  • E Quem estuda os diferentes níveis de manifestações culturais propõe-se a reconhecer os distintos valores com os quais se (instituir) uma cultura complexa.
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                                Mobilidade urbana


      Ao longo dos últimos anos a expressão mobilidade urbana – soma das condições e dos critérios oferecidos para a livre circulação das pessoas numa cidade − tem sido empregada para identificar um dos desafios dos grandes centros urbanos. Trata-se de um conceito mais complexo do que parece: não se reduz a uma simples questão de trânsito, diz respeito ao modo e à qualidade de vida das pessoas, à dinâmica instituída em seu cotidiano. Trata-se, enfim, de considerar uma política pública para qualificar os espaços em que os indivíduos se movimentam.

      O desafio está, sobretudo, em escolher os usos do território urbano, em privilegiar este ou aquele meio de transporte, em administrar os rumos e as concentrações de passageiros. Essa escolha não se faz sem pressupostos: o que, de fato, se pretende instituir? A livre circulação dos automóveis? O favorecimento do transporte coletivo? A velocidade máxima em canais de uso regulamentado? Faixas para ciclistas? Calçadões para pedestres? Espaços ambientais interligados? Linhas subterrâneas? A política implicada nesta ou naquela escolha diz muito das convicções de quem administra o espaço das grandes cidades. Como este é fatalmente limitado, e tende a receber um número sempre crescente de usuários, há que se encontrar medidas que otimizem seu uso e favoreçam a mobilidade de quem se considere seu usuário preferencial. Não é à toa que medidas tomadas para a implementação prática da mobilidade urbana provocam polêmicas ácidas, quando não conflitos mais graves, entre setores da população.

      Como regra geral, o poder público deve se envolver sobretudo com o que seja coletivo, o que atenda à parte maior da população, visando criar condições dignas para sua mobilidade. O transporte de massas não pode ser sacrificado em nome do transporte individual. A primazia do automóvel tem infligido enormes custos à qualidade de vida da maioria dos que habitam as grandes cidades.

                                                                              (Argemiro Diaféria, inédito

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:

  • A Se não se (considerar) os efeitos práticos desse novo planejamento urbano, a cidade tornar-se-á um caos em que todos estaremos mergulhados.
  • B A administração de algumas pequenas cidades, de modo bisonho, (simular) problemas de mobilidade urbana para encontrar soluções desnecessárias.
  • C É preciso que se (cobrar) do poder público medidas gerenciais que garantam uma aceitável qualidade de vida para a maioria da população.
  • D Transitar em espaços ambientais ou amplos calçadões não (constituir) privilégios, mas condições dignas de mobilidade urbana.
  • Eresoluções que não (caber) ao poder público tomar sem antes averiguar quais sejam os reais interesses da maior parte dos cidadãos.
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Na morte de Carlos Heitor Cony, lamentei nunca ...... que mudara de opinião sobre um escritor que ele admirava e eu, de graça, sempre desprezara: Humberto de Campos. Ao finalmente ......, em 2017, enxerguei muito de Humberto de Campos na coragem e na franqueza de Cony. Há dias, recebi uma caixa da viúva de Cony. Antes mesmo de ......, já adivinhava o conteúdo: os livros de Humberto de Campos que Cony tanto lera e amara.

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. Op.cit.)


Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:

  • A lhe ter dito − lê-lo − abri-la
  • B ter-lhe dito − ler-lhe − abri-la
  • C tê-lo dito − lê-lo − abrir-lhe
  • D tê-lo dito − lhe ler − a abrir
  • E ter-lhe dito − lê-lo − abrir-lhe
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      Foi em 1964. Vinícius de Moraes esperava pelo jornalista e compositor Antônio Maria num chalezinho em Barão de Mauá, onde tinham combinado passar alguns dias. Eram mais que amigos − irmãos. De repente, foram dar a Vinícius a notícia de que Antônio Maria morrera na véspera, de infarto. Vinícius sentiu o que chamou de “coice da morte” e se deixou ficar, arrasado, na varanda do chalé. Naquele momento, um passarinho entrou pela varanda e começou a fazer evoluções à sua volta. Era um passarinho gordo, como Maria. O poeta escreveu depois: “Tenho certeza que aquele passarinho gordo era você, meu Maria, fazendo palhaçada para me tirar da fossa”.

      Vinícius tinha prática nesses assuntos. Em 1955, morrera-lhe outro amigo querido, Jayme Ovalle. Dias depois, Vinícius escreveu a Manuel Bandeira: “Ele [Ovalle] não tem me largado um instante. Agora mesmo que estou te escrevendo, está sentado na poltrona em frente” − e descreveu uma longa cena do amigo morto que o visitava. Ovalle morrera no Rio e Vinícius estava em Paris, detalhe insignificante no além.

      Quando se perde um amigo, vêm o vazio e a sensação de que, por mais que se falassem, os dois não disseram tudo.

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. Disponível em: folha.uol.com.br. Acessado em: 30/3/18) 

Está correta a redação da seguinte frase:

  • A Vinícius contou a Manuel Bandeira a cerca da cena a qual via, sentado na poltrona a frente de um amigo que já havia morrido.
  • B Na crônica, relata-se que Vinícius e Antônio Maria havia combinado de se encontrar em Barão de Mauá.
  • C Era gordo como Maria, o passarinho que: fazendo movimentos harmoniosos ao seu redor entrou pela varanda.
  • D Vinícius estava à espera de Antonio Maria, por quem nutria grande amizade, quando recebeu a triste notícia de que ele havia morrido na véspera.
  • E A perda de um amigo traz a sensação de que, ainda haveriam muitas coisas que poderiam ser ditas entre eles.
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      Foi em 1964. Vinícius de Moraes esperava pelo jornalista e compositor Antônio Maria num chalezinho em Barão de Mauá, onde tinham combinado passar alguns dias. Eram mais que amigos − irmãos. De repente, foram dar a Vinícius a notícia de que Antônio Maria morrera na véspera, de infarto. Vinícius sentiu o que chamou de “coice da morte” e se deixou ficar, arrasado, na varanda do chalé. Naquele momento, um passarinho entrou pela varanda e começou a fazer evoluções à sua volta. Era um passarinho gordo, como Maria. O poeta escreveu depois: “Tenho certeza que aquele passarinho gordo era você, meu Maria, fazendo palhaçada para me tirar da fossa”.

      Vinícius tinha prática nesses assuntos. Em 1955, morrera-lhe outro amigo querido, Jayme Ovalle. Dias depois, Vinícius escreveu a Manuel Bandeira: “Ele [Ovalle] não tem me largado um instante. Agora mesmo que estou te escrevendo, está sentado na poltrona em frente” − e descreveu uma longa cena do amigo morto que o visitava. Ovalle morrera no Rio e Vinícius estava em Paris, detalhe insignificante no além.

      Quando se perde um amigo, vêm o vazio e a sensação de que, por mais que se falassem, os dois não disseram tudo.

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. Disponível em: folha.uol.com.br. Acessado em: 30/3/18) 

O verbo que, no contexto, pode ser corretamente flexionado no singular, sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, está sublinhado em:

  • A De repente, foram dar a Vinícius a notícia de que... (1° parágrafo)
  • B ... por mais que se falassem... (último parágrafo)
  • C Eram mais que amigos − irmãos. (1° parágrafo)
  • D ... os dois não disseram tudo. (último parágrafo)
  • E Quando se perde um amigo, vêm o vazio e a sensação de que... (último parágrafo)
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      Foi em 1964. Vinícius de Moraes esperava pelo jornalista e compositor Antônio Maria num chalezinho em Barão de Mauá, onde tinham combinado passar alguns dias. Eram mais que amigos − irmãos. De repente, foram dar a Vinícius a notícia de que Antônio Maria morrera na véspera, de infarto. Vinícius sentiu o que chamou de “coice da morte” e se deixou ficar, arrasado, na varanda do chalé. Naquele momento, um passarinho entrou pela varanda e começou a fazer evoluções à sua volta. Era um passarinho gordo, como Maria. O poeta escreveu depois: “Tenho certeza que aquele passarinho gordo era você, meu Maria, fazendo palhaçada para me tirar da fossa”.

      Vinícius tinha prática nesses assuntos. Em 1955, morrera-lhe outro amigo querido, Jayme Ovalle. Dias depois, Vinícius escreveu a Manuel Bandeira: “Ele [Ovalle] não tem me largado um instante. Agora mesmo que estou te escrevendo, está sentado na poltrona em frente” − e descreveu uma longa cena do amigo morto que o visitava. Ovalle morrera no Rio e Vinícius estava em Paris, detalhe insignificante no além.

      Quando se perde um amigo, vêm o vazio e a sensação de que, por mais que se falassem, os dois não disseram tudo.

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. Disponível em: folha.uol.com.br. Acessado em: 30/3/18) 

A formulação correta que dá continuidade à frase Ao ver um passarinho gordo, Vinícius afirmou... está em:

  • A que estaria certo que tratava-se de uma palhaçada de Maria, para tirá-lo da fossa.
  • B que tinha certeza tratar-se de Maria, fazendo palhaçada para lhe tirar da fossa.
  • C ter certeza de que se tratava de Maria, fazendo palhaçada para tirá-lo da fossa.
  • D estar certo de que se tratara de Maria, a fazer palhaçadas a fim de tirar-lhe da fossa.
  • E ter certeza de que tratava-se das palhaçadas de Maria a fim de tirar-lhe da fossa.
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      Foi em 1964. Vinícius de Moraes esperava pelo jornalista e compositor Antônio Maria num chalezinho em Barão de Mauá, onde tinham combinado passar alguns dias. Eram mais que amigos − irmãos. De repente, foram dar a Vinícius a notícia de que Antônio Maria morrera na véspera, de infarto. Vinícius sentiu o que chamou de “coice da morte” e se deixou ficar, arrasado, na varanda do chalé. Naquele momento, um passarinho entrou pela varanda e começou a fazer evoluções à sua volta. Era um passarinho gordo, como Maria. O poeta escreveu depois: “Tenho certeza que aquele passarinho gordo era você, meu Maria, fazendo palhaçada para me tirar da fossa”.

      Vinícius tinha prática nesses assuntos. Em 1955, morrera-lhe outro amigo querido, Jayme Ovalle. Dias depois, Vinícius escreveu a Manuel Bandeira: “Ele [Ovalle] não tem me largado um instante. Agora mesmo que estou te escrevendo, está sentado na poltrona em frente” − e descreveu uma longa cena do amigo morto que o visitava. Ovalle morrera no Rio e Vinícius estava em Paris, detalhe insignificante no além.

      Quando se perde um amigo, vêm o vazio e a sensação de que, por mais que se falassem, os dois não disseram tudo.

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. Disponível em: folha.uol.com.br. Acessado em: 30/3/18) 

Considere as afirmações abaixo a respeito da crônica de Ruy Castro.


I. Em Vinícius de Moraes esperava pelo jornalista e compositor Antônio Maria num chalezinho em Barão de Mauá, onde tinham combinado passar alguns dias (1° parágrafo), os tempos verbais indicam, respectivamente, uma ação que estava se processando e outra anterior a ela.

II. A partir da afirmação de que Vinícius tinha prática nesses assuntos (2°parágrafo), depreende-se que ele já havia escrito poemas sobre tais questões, de modo que pôde enfrentar a perda de Maria com serenidade.

III. Com o comentário detalhe insignificante (2° parágrafo), o autor refere-se, com humor, à grande distância entre o Rio e Paris.


Está correto o que se afirma APENAS em

  • A II e III.
  • B I e II
  • C I e III.
  • D III.
  • E I.
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Está correta a redação do comentário que se encontra em:

  • A É inevitável que se deixe convencer pelos argumentos do filósofo aqueles que os admira, uma vez que são expostos por meio de raciocínio consistente,
  • B A filosofia ocidental, à qual nasce na Grécia, no século VII a.C., momento concomitante a formação da pólis, a cidade-estado.
  • C Nem todos os filósofos gregos da época em que surgia a filosofia integrava-se completamente na pólis, a cidade-estado grega.
  • D Os discípulos de Pitágoras, criaram uma verdadeira escola filosófica, onde foi possível perceber que os estudiosos se dedicavam como a uma verdadeira seita.
  • E Foi a partir do século XIII que os filósofos se vincularam às universidades, fortalecendo, assim, o debate de ideias e fomentando o espanto pela existência do mundo.
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.


O filósofo sempre foi considerado um personagem bizarro, estranho, capaz de cair num poço quando se embrenha em suas reflexões − é o que contam a respeito de Tales (cerca de 625-547 a.C.). O primeiro filósofo, segundo a tradição grega, combina enorme senso prático para os negócios com uma capacidade de abstração que o retira do mundo. Por isso é visto como indivíduo dotado de um saber especial, admirado porque manipula ideias abstratas, importantes e divinas. No fundo não está prefigurando as oposições que desenharão o perfil do homem do Ocidente? O divino Platão e o portentoso Aristóteles fizeram desse estranhamento o autêntico espanto diante das coisas, o empuxo para a reflexão filosófica.

Nos dias de hoje essa imagem está em plena decadência; o filósofo se apresenta como um profissional competindo com tantos outros. Ninguém se importa com as promessas já inscritas no nome de sua profissão: a prometida amizade pelo saber somente se cumpre se a investigação for levada até seu limite, cair no abismo onde se perdem suas raízes. A palavra grega filosofia significa “amigo da sabedoria”, por conseguinte recusa da adesão a um saber já feito e compromisso com a busca do correto.

Em contrapartida, o filósofo contemporâneo participa do mercado de trabalho. Torna-se mais seguro conforme aumenta a venda de seus livros, embora aparente desprezar os campeões de venda. Às vezes participa do jogo da mídia. Graças a esse comércio transforma seu saber em capital, e as novidades que encontra na leitura de textos, em moeda de troca. Ao tratar as ideias filosóficas como se fossem meras opiniões, isoladas de seus pressupostos ligados ao mundo, pode ser seduzido pela rigidez de ideias sem molejo, convertendo-se assim num militante doutrinário. Outras vezes, cai nas frivolidades da vida mundana. Não vejo na prática da filosofia contemporânea nenhum estímulo para que o estudioso se comprometa com uma prática moral e política mais consciente de si mesma, venha a ser mais tolerante às opiniões alheias.

Num mundo em que as coisas e as pessoas são descartáveis, a filosofia e o filósofo também se tornam dispensáveis, sempre havendo uma doutrina ou um profissional capaz de enaltecer uma trama de interesses privados. A constante exposição à mídia acaba levando o filósofo a dizer o que o grande público espera dele e, assim, também pode usufruir de seus quinze minutos de celebridade. Diante do perigo de ser engolfado pela teia de condutas que inverte o sentido original de suas práticas, o filósofo, principalmente o iniciante, se pretende ser amante de um saber autêntico, precisa não perder de vista que assumiu o compromisso de afastar-se das ideias feitas − ressecadas pela falta da seiva da reflexão − e de desconfiar das novidades espalhafatosas. Se aceita consagrar-se ao estudo das ideias, que reflita sobre o sentido de seu comportamento.

(Adaptado de: GIANNOTTI, José Arthur. Lições de filosofia primeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, edição digital)

... que reflita sobre o sentido de seu comportamento.


O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo do sublinhado acima está na frase:

  • A ... que o retira do mundo.
  • B ... venha a ser mais tolerante às opiniões alheias...
  • C ... como se fossem meras opiniões, isoladas de seus pressupostos...
  • D ... que inverte o sentido original de suas práticas...
  • E A palavra grega filosofia significa “amigo da sabedoria”...
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão.


O filósofo sempre foi considerado um personagem bizarro, estranho, capaz de cair num poço quando se embrenha em suas reflexões − é o que contam a respeito de Tales (cerca de 625-547 a.C.). O primeiro filósofo, segundo a tradição grega, combina enorme senso prático para os negócios com uma capacidade de abstração que o retira do mundo. Por isso é visto como indivíduo dotado de um saber especial, admirado porque manipula ideias abstratas, importantes e divinas. No fundo não está prefigurando as oposições que desenharão o perfil do homem do Ocidente? O divino Platão e o portentoso Aristóteles fizeram desse estranhamento o autêntico espanto diante das coisas, o empuxo para a reflexão filosófica.

Nos dias de hoje essa imagem está em plena decadência; o filósofo se apresenta como um profissional competindo com tantos outros. Ninguém se importa com as promessas já inscritas no nome de sua profissão: a prometida amizade pelo saber somente se cumpre se a investigação for levada até seu limite, cair no abismo onde se perdem suas raízes. A palavra grega filosofia significa “amigo da sabedoria”, por conseguinte recusa da adesão a um saber já feito e compromisso com a busca do correto.

Em contrapartida, o filósofo contemporâneo participa do mercado de trabalho. Torna-se mais seguro conforme aumenta a venda de seus livros, embora aparente desprezar os campeões de venda. Às vezes participa do jogo da mídia. Graças a esse comércio transforma seu saber em capital, e as novidades que encontra na leitura de textos, em moeda de troca. Ao tratar as ideias filosóficas como se fossem meras opiniões, isoladas de seus pressupostos ligados ao mundo, pode ser seduzido pela rigidez de ideias sem molejo, convertendo-se assim num militante doutrinário. Outras vezes, cai nas frivolidades da vida mundana. Não vejo na prática da filosofia contemporânea nenhum estímulo para que o estudioso se comprometa com uma prática moral e política mais consciente de si mesma, venha a ser mais tolerante às opiniões alheias.

Num mundo em que as coisas e as pessoas são descartáveis, a filosofia e o filósofo também se tornam dispensáveis, sempre havendo uma doutrina ou um profissional capaz de enaltecer uma trama de interesses privados. A constante exposição à mídia acaba levando o filósofo a dizer o que o grande público espera dele e, assim, também pode usufruir de seus quinze minutos de celebridade. Diante do perigo de ser engolfado pela teia de condutas que inverte o sentido original de suas práticas, o filósofo, principalmente o iniciante, se pretende ser amante de um saber autêntico, precisa não perder de vista que assumiu o compromisso de afastar-se das ideias feitas − ressecadas pela falta da seiva da reflexão − e de desconfiar das novidades espalhafatosas. Se aceita consagrar-se ao estudo das ideias, que reflita sobre o sentido de seu comportamento.

(Adaptado de: GIANNOTTI, José Arthur. Lições de filosofia primeira. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, edição digital)

...cair no abismo onde se perdem suas raízes (2° parágrafo)


O segmento sublinhado acima possui a mesma função sintática do que se encontra também sublinhado em:

  • A ... que inverte o sentido original de suas práticas (último parágrafo)
  • B ... o filósofo, principalmente o iniciante, [...] precisa não perder de vista que... (último parágrafo)
  • C Se aceita consagrar-se ao estudo das ideias... (último parágrafo
  • D ... para que o estudioso se comprometa com uma prática moral e política mais consciente de si mesma... (3° parágrafo)
  • E Às vezes participa do jogo da mídia (3° parágrafo)

Biomedicina - Análises Clínicas

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A análise microbiológica de água de abastecimento emprega metodologias para identificação de coliformes totais e Escherichia coli. Sobre o método comercial Colilert®, é correto afirmar que

  • A é colorimétrico, em que coliformes totais metabolizam o indicador o-nitrofenil-β-D-galactopiranosídeo (ONPG), resultando em coloração amarela na amostra.
  • B é turbidimétrico, em que o aparecimento de cor amarela na amostra indica presença de Escherichia coli.
  • C é colorimétrico, em que coliformes totais metabolizam o indicador 4-metil-umbeliferil-β-D-glucuronato (MUG) resultando em cor vermelha na amostra.
  • D coliformes totais metabolizam o indicador 4-metil-umbeliferil-β-D-glucuronato (MUG) tornando a amostra de água fluorescente, quando exposta à luz ultravioleta.
  • E tem limite de detecção de 100 UFC/100 mL, dentro de 24 a 28h de incubação da amostra.
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O controle de qualidade de análise microbiológica de amostras de solo para avaliação de indicadores microbianos deve ser realizado para obtenção de um laudo com resultados confiáveis. A associação correta é:

  • A introdução de amostra-cepa negativa para coliformes totais para avaliar sensibilidade do ensaio.
  • B incubação de meio de cultura sem inoculação de amostra para controle de crescimento de coliformes totais.
  • C ensaio em duplicata para avaliar rastreabilidade do resultado.
  • D introdução de amostra-cega positiva para coliformes totais para avaliar especificidade do ensaio.
  • E uso de cepa-padrão de Escherichia coli no teste de coliformes termotolerantes.
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De acordo com a Portaria nº 2.914 de 2011 (Ministério da Saúde), o padrão de potabilidade da água para consumo humano nos parâmetros químicos deve incluir

  • A substâncias orgânicas, com exceção de agrotóxicos.
  • B apenas metais pesados e agrotóxicos.
  • C substâncias orgânicas e não químicas inorgânicas.
  • D substâncias químicas orgânicas, inorgânicas, agrotóxicos, desinfetantes e produtos secundários da desinfecção.
  • E substâncias químicas orgânicas, inorgânicas, agrotóxicos, desinfetantes, mas não seus produtos secundários.
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Um resultado de análise microbiológica de água para consumo humano indicou presença de 2 Unidades Formadoras de Colônias − UFC de coliformes totais e 1 UFC de Escherichia coli em 100 mL de amostra. A interpretação correta desse dado é que

  • A não há contaminação fecal, pois a contagem de Escherichia coli está abaixo do valor máximo permitido.
  • B o tratamento da água está eficiente pois a contagem de Escherichia coli está abaixo do valor máximo permitido.
  • C esses níveis de contaminação são aceitáveis, para amostras coletadas na saída do tratamento.
  • D há problemas na integridade do sistema de distribuição de água no ponto coletado, pois houve crescimento de coliformes.
  • E o tratamento da água está eficiente, pois a contagem de coliformes totais está abaixo do valor máximo permitido.
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Uma análise da água de sistemas de abastecimento de água para consumo ter um plano mínimo de amostragem que contemple

  • A pontos de coleta em áreas com pouca interrupção de abastecimento, para melhor representatividade da amostra.
  • B combinação de critérios de abrangência espacial e pontos estratégicos, para maior representatividade da amostra.
  • C amostras de pontos da rede e reservatórios em locais com pequena circulação de pessoas, de modo, a minimizar eventual contaminação cruzada.
  • D coleta em pontos domiciliares evitando hospitais, creches e asilos, pela possibilidade de contaminação da amostra favorecendo resultados falso-positivos.
  • E amostras semestrais e resultados eventuais com valores acima do máximo permitido, nos parâmetros de potabilidade, devem ser analisados em conjunto com o histórico do controle de qualidade da água.

Técnicas em Laboratório

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Sobre cabines de segurança biológica, é correto afirmar que

  • A as de Classe II são construídas de maneira que o trabalhador esteja protegido, mas o risco de contaminação do produto e contaminação cruzada é alto.
  • B as de Classe I têm abertura frontal através da qual o operador pode realizar manipulações dentro da cabine e esteja protegido; o escape da contaminação das partículas suspensas no ar geradas é controlado através de um fluxo de ar na direção do interior da cabine e filtragem da exaustão.
  • C as de Classe III têm abertura frontal através da qual o trabalhador pode realizar manipulações e a exaustão é tratada para impedir a liberação de micro-organismos.
  • D o insuflamento de ar para as cabinas de segurança biológica Classe III deve ser tirado de dentro da sala através de um filtro HEPA e a cabina deve ser operada em pressão positiva.
  • E um sistema dedicado de não-circulação para o laboratório contendo cabine Classe I é obrigatório, pois é considerado laboratório de contenção

Biomedicina - Análises Clínicas

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Um manancial subterrâneo apresentou contaminação por Escherichia coli. Neste caso, no controle do processo de desinfecção da água, deve ser observando:

  • A valor de cloro livre na saída do tanque de contato, independente do desinfetante utilizado.
  • B valor do produto de concentração residual de desinfetante na saída do tanque de contato.
  • C contaminação por essa bactéria mediante coleta semestral de amostra do manancial subterrâneo.
  • D contaminação por essa bactéria no manancial subterrâneo mediante coleta em ponto posterior ao da desinfecção.
  • E cloro residual livre e calculada a temperatura média anual da água.
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Sobre calibração, manutenção preventiva e corretiva de equipamentos de laboratório de análises ambientais, é correto afirmar que

  • A os registros de cada item do equipamento, colocado fora de uso devem ser descartados imediatamente para prevenir sua utilização.
  • B os funcionários que operam os equipamentos devem ser os responsáveis pela calibração, pois os mesmos não podem sair do controle do laboratório.
  • C os documentos de manutenção devem ser emitidos por pessoal interno para garantir a confidencialidade das informações.
  • D a gerência do laboratório deve estabelecer e implementar programas com esses objetivos.
  • E registros de manutenção corretiva tem que estar transcritos em papel, não podendo ser em mídia eletrônica.
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O sistema de gestão da qualidade em laboratórios de acordo com a ABNT NBR ISO/EC 17025 inclue

  • A manual da qualidade que evidencia o comprometimento da direção do laboratório em conformidade com a norma ABNT NBR ISO/EC 17025.
  • B manual da qualidade cujo conteúdo é do conhecimento exclusivo do(s) gerente(s) da qualidade e gerentes do laboratório.
  • C manual da qualidade que descreve somente a estrutura de documentação usada no sistema
  • D documentos emitidos e analisados pelo pessoal do laboratório cuja aprovação, antes de sua emissão, é sempre por pessoal de laboratório de referência.
  • E documentos re-analisados, periodicamente, e revisados se necessário, mas sem necessidade de nova aprovação.
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Uma empresa de imunobiológicos realizou o seu Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde − PGRSS, descrevendo o tratamento e destino final do RSS. Depois de um ano o responsável técnico do estabelecimento substituiu-o por outro PGRSS. Esta ação é, legalmente

  • A correta, pois cada PGRSS é único e adequado para cada situação do estabelecimento.
  • B incorreta, pois apenas poucas alterações no PGRSS podem ocorrer, mas sem substituição do plano inicial.
  • C incorreta, pois quem formula e autoriza mudanças no PGRSS é um dos órgãos ambientais oficiais definidos na Resolução CONAMA no 358 de 29 de abril de 2005.
  • D incorreta, pois o a forma do destino final do RSS é definido pelo CONAMA, Ministério do Meio Ambiente.
  • E correta, apenas se não for alterado o destino final do RSS.
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