Resolver o Simulado IBAM - Nível Médio

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Noções de Informática

1

Você está trabalhando em um arquivo do Word 2007 e precisa copiar a formatação de uma forma retangular, de bordas vermelhas e com texto em itálico, para aplicar em outra forma. Para isto você usa o comando:

  • A CTRL+SHIFT+C
  • B CTRL+C
  • C CTRL+F
  • D CTRL+SHIFT+F
2

No seu Outlook 2007 foram associadas duas pastas de e-mails: a sua pasta atual (Caixa de entrada) e uma segunda, contendo o histórico de mensagens antigas do funcionário que desempenhava a função antes de você (Pasta do Hélio). Você deseja renomear a “Pasta do Hélio” para “Histórico”. Qual alternativa aponta o procedimento correto?

  • A No Painel de Navegação, clicar com o botão direito do mouse em Pastas Particulares, e em Propriedades de Pastas Particulares no menu de atalho. Clicar em Avançado. Na caixa de texto “Nome” , apagar o nome e clicar Ok nesta janela, e na janela seguinte.
  • B No Painel de Navegação, clicar com o botão direito do mouse em Caixas de Entrada, e em Propriedades de Pastas Particulares no menu de atalho. Clicar em Avançado. Na caixa de texto “Nome” , digitar HISTÓRICO e clicar Ok nesta janela, e na janela seguinte.
  • C No Painel de Navegação, clicar com o botão direito do mouse em Pastas Particulares, e em Propriedades de Pastas Particulares no menu de atalho. Clicar em Renomear. Na caixa de texto “Nome” , digitar HISTÓRICO e clicar Ok nesta janela, e na janela seguinte.
  • D No Painel de Navegação, clicar com o botão direito do mouse em Pastas Particulares, e em Propriedades de Pastas Particulares no menu de atalho. Clicar em Avançado. Na caixa de texto “Nome” , digitar HISTÓRICO e clicar Ok nesta janela, e na janela seguinte.
3

Você inseriu uma imagem num arquivo do Excel 2007 e notou que o tamanho do arquivo aumentou muito, tornando impossível enviar por email. Você não pode remover a imagem, pois ela é necessária ao conteúdo do arquivo. Para solucionar o problema do aumento de tamanho você:

  • A seleciona a imagem, remove-a do Excel e envia como um arquivo separado no email, pois não há como tratar imagens no Excel 2007.
  • B seleciona a imagem. Em Ferramentas de Imagem, na guia Formatar, no grupo Ajustar, clica em Compactar Imagens.
  • C seleciona a imagem. Em Ferramentas de Imagem, na guia Inserir, no grupo Ajustar, clica em Tratar Imagens.
  • D seleciona a imagem. Em Ferramentas de Ima­ gem, na guia Formatar, no grupo Configurar, clica em Compactar Imagens.
4

Não é considerado um operador de compara­ ção no Excel 2007:

  • A <>
  • B &
  • C <=
  • D >=
5

Você abriu um arquivo do Word 2007 e ele foi exibido no formato Tela Inteira. Você prefere o formato Layout de Impressão. Para isto você:

  • A reconfigura a página.
  • B clica na tecla ESC.
  • C altera o layout da página
  • D divide a tela em duas janelas.
6

No Excel 2007, a presença do acento circunflexo (^) em uma fórmula eqüivale a:

  • A exponenciação.
  • B aninhamento.
  • C alinhamento.
  • D exclusão.
7

Você está navegando em uma página já há algum tempo, e deseja retornar à HOME. Qual o atalho de teclado correspondente a esta ação no Internet Explorer 7?

  • A ALT + TAB
  • B ALT + HOME
  • C HOME + Fn
  • D CTRL + HOME
8

Você deseja alinhar à direita um parágrafo selecionado no Word 2007. Para isto usa o atalho:

  • A CTRL+D
  • B CTRL+E
  • C CTRL+G
  • D CTRL+F
9

O Internet Explorer 7 que você está utilizando não exibe a barra de menus, e você precisa usá-la. Para isto você:

  • A clica em FERRAMENTAS, e em seguida em Opções.
  • B clica em OPÇÕES, e em seguida em Barra de Menus.
  • C clica em FERRAMENTAS, e em seguida em Barra de Menus.
  • D clica em FAVORITOS, e em seguida em Barra de Menus.
10

Assinale abaixo o comando do Excel 2007 para aplicar formato de porcentagem sem casas decimais a um número.

  • A CTRL+SHIFT+ ^
  • B CTRL+SHIFT+%
  • C CTRL+SHIFT+% ^
  • D CTRL+SHIFT+%*
11

Além do comando CTRL+N, que outro comando do Excel 2007 retira ou aplica formatação em negrito?

  • A CTRL+ !
  • B CTRL+$
  • C CTRL+2
  • D CTRL+3
12

No Word 2007, para selecionar todo o texto do documento de uma só vez você usa o coman­do:

  • A CTRL+S
  • B CTRL+T
  • C CTRL+Q
  • D CTRL+A
13

Você está trabalhando no Word 2007 e clicou em uma imagem à qual deseja aplicar um efeito. As guias FERRAMENTAS DE IMAGEM ou FORMATO não apareceram. Isto significa que:

  • A você está usando a versão beta do Word.
  • B você precisa selecionar mais algumas linhas.
  • C o objeto em que você clicou não é uma ima­gem
  • D o Word não foi licenciado.
14

Ao abrir um arquivo no Word 2007, você obser­va a informação MODO DE COMPATIBILIDADE na barra de título. Isto significa que você abriu no Word 2007 um documento criado em:

  • A modo de segurança do computador.
  • B outro tipo de aplicativo diferente do Word.
  • C uma versão não licenciada do Word.
  • D uma versão anterior do Word.
15

No Excel 2007, qual o atalho de teclado equiva­lente ao comando COLAR ESPECIAL?

  • A CTRL+ALT+V
  • B CTRL+SHIFT+V
  • C CTRL+V
  • D CTRL+SHIFT+S
16

Você está visualizando uma página no Internet Explorer 7, e deseja aumentar o zoom, de modo a poder observar alguns detalhes. Para isto, usa o atalho:

  • A CTRL + sinal de +
  • B CTRL + sinal de -
  • C CTRL + F
  • D F11
17

Você entrou no Outlook 2007 (que é uma das ferramentas do Office 2007) e notou que todas as barras de ferramentas estão exibidas na tela. Você só utiliza duas, e gostaria de ocultar as demais. Para isto você:

  • A dá um duplo-clique do mouse na barra de ferramentas e desmarca a caixa de seleção ao lado do nome da barra de ferramentas que você deseja ocultar.
  • B lica com o botão direito do mouse na barra de ferramentas e deleta a barra de ferra­mentas que você deseja ocultar.
  • C clica com o botão direito do mouse na barra de ferramentas e desmarca a caixa de seleção ao lado do nome da barra de ferramentas que você deseja ocultar.
  • D clica com o botão direito do mouse no botão do Windows e desmarca a caixa de seleção ao lado do nome da barra de ferramentas que você deseja ocultar.
18

Você está trabalhando em uma lista de nomes no Excel 2007 e deseja saber quais os sobreno­mes que aparecem, desprezando repetições. Para isto usa a função:

  • A CONT SE
  • B SOMA
  • C FREQUENCIA
  • D CORRESP
19

Qual operação é realizada pela expressão abai­xo?

=CONVERTER(A2,"gal", "l")

  • A Conversão de moedas, de galé para libra.
  • B Conversão de datas, de gregoriano para latino.
  • C Conversão de medidas, de galões para lé­guas.
  • D Conversão de medidas, de galões para litros.

Português

20

A concordância realizou-se adequadamente em qual alternativa?

  • A Os Estados Unidos é considerado, hoje, a maior potência econômica do planeta, mas há quem aposte que a China, em breve, o ultrapassará.
  • B Em razão das fortes chuvas haverão muitos candidatos que chegarão atrasados, tenho certeza disso.
  • C Naquela barraca vendem-se tapiocas fresqui­nhas, pode comê-las sem receio!
  • D A multidão gritaram quando a cantora apare­ceu na janela do hotel!
21

0 trecho abaixo será utilizado na resolução das questões 12 e 13. “ ...

".... quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado” .

Exige o mesmo complemento que o verbo acima destacado, o empregado em qual alter­nativa?

  • A "... para que a sociedade colabore com seus projetos".
  • B “Empresas que geram resultados".
  • C “Não e papel das empresas”
  • D “... mais dependerão do governo
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I. Por que gostamos tanto de tomar sorvete?
II. Ele não tinha feito nada errado nem sofrido um crime.
III. Uma frase que li em uma loja na China.
IV. Tomar decisões assim é fácil.

Ainda com base nas orações apresentadas na questão anterior, as palavras sublinhadas em I, II, III e IV classificam-se, respectivamente, como:

  • A I. advérbio; II. advérbio; III. artigo indefinido; IV. adjetivo.
  • B I. advérbio; II. adjetivo; III. artigo indefinido; IV. adjetivo.
  • C I. adjetivo; II. pronome; III. numeral; IV. prono­me.
  • D I. preposição; II. advérbio; III. numeral; IV. advérbio.
23
CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

Analise as considerações seguintes.

I. Não é papel do Estado, que é incapaz de fornecer educação, prestar serviços sem remuneração - essa funçao cabe às empresas.

II. Destinar resultados de lucros excedentes à filantropia é um prêmio à incompetência.

III. Empresas que não têm fins lucrativos devem ser credenciadas a captar recursos, pois isso é essencial para o crescimento de qualquer atividade.

São inferências possíveis a partir da leitura do texto o apresentado em:

  • A I e II, apenas.
  • B I e III, apenas.
  • C II e III, apenas.
  • D nenhuma das proposições.
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CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

A distorção a que o autor faz mencão no tercei­ro parágrafo refere-se:

  • A ao descaso das famílias mais abastadas frente às necessidades dos desafortunados.
  • B à hipocrisia das instituições que se declaram sem fins lucrativos, mas auferem grandes receitas ao adquirir produtos isentos de custos.
  • C ao fato de ele avaliar que a função do lucro não é assistencialista.
  • D ás empresas que fornecem produtos gratuita­mente às famílias menos favorecidas, incenti­vando a cultura do desperdício
25

Analise a concordância verbal realizada nas sentenças a seguir.

I. A maior parte dos recursos destinados às vítimas das enchentes se esgotaram antes do término das chuvas torrenciais.

II. Minas Gerais possuem as maiores jazidas de ferro e ouro do país.

III. Mais de um candidato apresentou recurso contra a questão considerada polêmica.

Obedece(m) ao disposto pela norma culta o(s) período(s) representado(s) em:

  • A I, apenas.
  • B I e II apenas.
  • C I e III, apenas.
  • D I,II e III
26

Observe as sentenças abaixo.

I. Esta é a professora de cuja aula todos os alunos gostam.

II. Aquela é a garota com cuja atitude discordei - tornamo-nos inimigas desde aquele episódio.

III. A criança cuja a família não compareceu ficou inconsolável.

O pronome ‘cuja’ foi empregado de acordo com a norma culta da língua portuguesa em:

  • A apenas uma das sentenças
  • B apenas duas das sentenças.
  • C nenhuma das sentenças.
  • D todas as sentenças.
27

0 trecho abaixo será utilizado na resolução das questões 12 e 13. “ ...

".... quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado” .

A transposição da sentença para a voz passiva resultará na forma verbal:

  • A foi produzido
  • B tenha sido produzido
  • C seriam produzidos.
  • D são produzidos.
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CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

O trecho abaixo será utilizado para a resolução das questões de 3 a 7. “

Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem-sucedidos para assistir os desafor­tunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade"

O termo “ como” , no contexto em que está inserido:

  • A confere à oração o valor circunstancial de tempo
  • B remete a uma condição hipotética.
  • C liga orações do mesmo nível sintático, relacionando-as por adição.
  • D expressa comparação, da mesma forma que: “gosto de você assim como você gosta de mim".
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CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

O trecho abaixo será utilizado para a resolução das questões de 3 a 7. “

Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem-sucedidos para assistir os desafor­tunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade"

Sobre o verbo sublinhado no excerto é válido asseverar que:

  • A foi conjugado no futuro do modo subjuntivo e expressa casualidade ou incerteza.
  • B indica probabilidade e foi conjugado no preté­rito imperfeito do subjuntivo
  • C aponta a continuidade de um acontecimento em relação a outro ocorrido ao mesmo tempo no passado e foi conjugado no pretérito imper­ feito do modo indicativo.
  • D o pretérito perfeito do indicativo foi o tempo verbal em que foi conjugado e relata evento ocorrido e concluído em determinado momen­to do passado.
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CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

O trecho abaixo será utilizado para a resolução das questões de 3 a 7. “

Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem-sucedidos para assistir os desafor­tunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade"

Sobre o vocábulo distribuído, afirmou-se que:

I. uma das justificativas plausíveis para sua acentuação é o fato de ser uma proparo­ xítona aparente.

II. também pode ser explicada sua acentua­ ção por se tratar de paroxítona terminada com a vogal “ o” .

III. é acentuado de acordo com a mesma norma gramatical do termo destacado em - “ assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras".

Está correto o que se afirmou em:

  • A I, apenas.
  • B I e II, apenas.
  • C II e III, apenas
  • D nenhuma das proposições
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Leia as transcrições a seguir.

I. Por que gostamos tanto de tomar sorvete?
II. Ele não tinha feito nada errado nem sofrido um crime.
III. Uma frase que li em uma loja na China.
IV. Tomar decisões assim é fácil.

Transmitem ideia de ações que ocorrem no tempo presente as apresentadas em:

  • A I, apenas
  • B II e III, apenas.
  • C I e IV, apenas.
  • D I, II e IV, apenas.
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CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

Da leitura dos dois primeiros parágrafos inferi­mos que:

  • A o principal objetivo das instituições sem fins lucrativos é obter isenção de impostos.
  • B as instituições sem fins lucrativos, via de regra, atuam nas lacunas deixadas pelo Poder Público.
  • C instituições sem fins lucrativos são, indefectivelmente, oportunistas, e sua motivação pri­mordial é o assistencialismo.
  • D é dever da sociedade colaborar de forma não remunerada com projetos sociais, a fim de que sejam alcançadas as causas não atendidas pelo Poder Público.
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CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

0 circulo perigosamente vicioso a que Gustavo Cerbasi faz alusão consiste na situação des­crita em qual alternativa?

  • A Quanto maiores os recursos empregados em proll do assitencialismo, maior o número de famílias que poupam para o futuro.
  • B Famílias que abrem mão.de poupar, em nome de um assistencialismo sem futuro, acabam por assumir também o custeio das despesas do governo.
  • C Quanto mais se abdica de uma economia para o futuro, em nome do assistencialismo, mais se cria uma dependência do governo.
  • D A dependência que famílias carentes desen­volvem quando abrem mão de poupar para o futuro, é diretamente proporcional ao aumento do custeio dos programas assistencialistas do governo.
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Avalie as proposições abaixo.

I. “ Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos" - para aproveitá-los.

II. “ Empresas que geram resultados" - que os geram.

III. “O papel das empresas é prestar bons serviços" - é prestá-los.

IV. “ sem corroer a capacidade produtiva da sociedade" - sem corroer-lhe.

A substituição do termo sublinhado pelo correspondente pronome oblíquo foi realizada respeitando-se os ditames da norma culta em:

  • A apenas uma das proposições.
  • B apenas duas das proposições.
  • C apenas três das proposições.
  • D todas as proposições
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CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

Podemos afirmar que há um vocábulo que teve sua grafia alterada, tendo por base as modifi­cações introduzidas pela Reforma Ortográfica da Língua Portuguesa firmada em 1990 - oficializada no Brasil em 2008 com o período de transição ampliado até 31 de dezembro de 2015 cm qual alternativa?

  • A “mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia” .
  • B “É um círculo perigosamente vicioso” .
  • C “Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale”
  • D “não deve credenciar ninguem a ser incompetente na captação de recursos".
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CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

O trecho abaixo será utilizado para a resolução das questões de 3 a 7. “

Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem-sucedidos para assistir os desafor­tunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade"

Observe as sentenças seguintes.

I. Precisamos assistir esse espetáculo, dizem que é maravilhoso!

II. Desde muito jovem habituou-se a assistir os mais necessitados, fornecendo remé­ dios e mantimentos.

III. Não assistimos o jogo porque seria televisionado muito tarde da noite e precisáva­ mos acordar cedo no dia seguinte.

O uso do verbo assistir deu-se em consonância com a norma padrão, tal qual no trecho posto para análise, na(s) sentença(s) presente(s) em:

  • A II, apenas.
  • B I e II, apenas.
  • C II e III, apenas.
  • D I. II e III.
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CHEGA DE PRECONCEITO CONTRA O LUCRO

Instituições sem fins lucrativos são criadas para aproveitar oportunidades de captação de recursos ou isenções de impostos, geralmente para alcançar uma causa social não atendida pelo Poder Público.

A causa ê nobre, seja ela o assistencialismo, a educação ou os serviços a comunidades carentes. Com o crescimento desse setor, aumentam as solicitações para que a sociedade colabore com seus projetos de forma não remunerada, pois “não há fins lucrativos”

Há uma grave distorção nessa expectativa. Entidades sem fins lucrativos esperam que empresas forneçam seus produtos sem custo, assim como esperam que famílias sem dificuldades financeiras deixem de cuidar de seu futuro para amparar os fragilizados. Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem- sucedidos para assistir os desafortunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade.

Empresas que geram resultados não deveriam dividi-los com os incapazes de erguer um negócio. Isso premia a incompetência. Somente quando os negócios produzem retornos maiores que o esperado (fruto do nvestimento em qualidade e tecnologia), os lucros excedentes podem virar filantropia.

Não é papel das empresas prestar serviços sem remuneração. O papel das empresas é prestar bons serviços, lucrar e investir seus lucros para que esses serviços sejam melhorados, mais empregos sejam gerados e mais impostos sejam pagos - essa é a ideia. Se o Estado é incapaz de fornecer a educação que ensine a pescar, cabe a ele usar sua arrecadação para sanar os problemas.

Quanto mais as famílias abrem mão de poupar para o futuro e praticam o assistencialismo, mais dependerão do governo para custear seu futuro. É um círculo perigosamente vicioso.

Quando me pedem para prestar um serviço sem fins lucrativos, subentendo que querem que eu trabalhe sem remuneração. Não faz sentido. Tenho fins lucrativos, com orgulho. Se meu trabalho cria valor, paguem o que ele vale. Quem não tem fins lucrativos é a instituição que contrata o serviço, não quem o presta.

Não ter fins lucrativos não deve credenciar ninguém a ser incompetente na captação de recursos. Prestar serviços para uma empresa sem fins lucrativos não deve ser uma caridade forçada. Lucrar, ou produzir resultados excedentes, é essencial para o crescimento de qualquer atividade. Devemos esperar das instituições competência técnica e gerencial para levantar fundos, administrar custos e pagar suas atividades sem corroer a capacidade produtiva da sociedade. Elas deveriam gerar resultados e reinvesti-los para que o atendimento a sua causa possa crescer. É tempo de lutar por mais profissionalismo nas causas sociais.

Gustavo Cerbasi, Publicado originalmente na Revista Época em 13/04/2013 disponível no site [maisdinheiro.com.br], consultado em 12/8/2013

O trecho abaixo será utilizado para a resolução das questões de 3 a 7. “

Estamos criando uma insustentável cultura de tirar dos bem-sucedidos para assistir os desafor­tunados, como se o papel do lucro fosse ser distribuído à sociedade"

Sobre o vocábulo “ insustentável” , é válido asseverar que:

  • A sofreu processo de substaníivação, no caso, uma vez que precedido do artigo indefinido “uma”.
  • B restringe a aquisição cultural aos bem-sucedi­dos, excluindo desse processo os desafortu­ nados.
  • C confere ao substantivo cultura o atributo da precariedade,
  • D pode ser substituído pelo termo irrelevante, com o qual apresenta sinonímia, sem que haja alteração do contexto
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