(2019) Questão 34

Para responder a essa questão, leia o trecho da reportagem que segue, intitulada “Quênia proíbe produção, venda e uso de sacolas plásticas” de 01/09/2017:
“O que era para ser um objeto prático e útil do dia-a-dia, tornou-se um dos maiores problemas ambientais da humanidade: a sacola plástica. A produção e o descarte em quantidades irracionais fizeram com que este resíduo não só entulhasse lixões e aterros sanitários, levando centenas de anos para se decompor, mas o pior de tudo, poluindo os oceanos do planeta, matando animais, pois o Quênia, na África, decidiu tomar uma decisão radical para combater esta situação: proibiu a produção, comercialização e o uso de sacolas plásticas. Quem desrespeitar a nova lei poderá pagar multa de até 38 mil dólares ou ainda prisão de quatro anos. Para conseguir aprovar a rígida legislação, foram necessários dez anos de muitas negociações. Foram três tentativas – frustradas – para colocar a norma em vigor, mas a partir de hoje, não há mais discussão.”
Texto adaptado. Disponível em: <https://catracalivre.com. br/cidadania/quenia-proibe-producao-venda-e-uso-desacolas-plasticas/>. Acessado em 26/07/2018
Sobre o problema relatado pela reportagem e a solução proposta pelo Quênia, analise as afirmações que seguem e marque a única verdadeira:

  • A O plástico é considerado um dos materiais menos perigosos para o descarte na natureza, devido ao seu curto tempo de decomposição e a sua característica biodegradável.
  • B Apenas países considerados desenvolvidos apresentaram iniciativas no sentido de reduzir o consumo de plástico, isso explica porque o Brasil ainda não apresentou avanços nesse sentido.
  • C Atualmente, boa parte do lixo de países considerados subdesenvolvidos, como o Quênia, tem origem orgânica, logo, a proibição aplicada pelo governo daquele país não possui efeito prático algum.
  • D Apenas o plástico diretamente descartado nos oceanos é considerado perigoso para a natureza, pois a água salgada tende a ampliar o tempo de decomposição desse material.
  • E A iniciativa do Quênia ocorre num momento em que o mundo assiste chocado à descoberta cada vez mais frequente de “lixões” e “ilhas” de plástico nos oceanos, com graves prejuízos à vida marinha.

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