Questão 57 do Concurso Advocacia Geral da União (AGU) - Técnico - Comunicação Social (2019)

Nem só de release “vive uma assessoria de imprensa”, diz Maffei (2008, p. 79), pois o excesso de textos enviados aos jornalistas pode gerar sentimentos negativos contra os assessores. Portanto, tem-se que o melhor caminho para uma prática eficiente de assessoria de imprensa está na construção de relacionamentos éticos e sólidos com os jornalistas. Em relação às atividades que permeiam um relacionamento sadio entre assessores e jornalistas (redatores de veículos de comunicação), é correto afirmar que

  • A uma das atitudes mais importantes e fundamentais do assessor de imprensa é enviar releases constantes às redações. Por isso, ir às redações pode não ser uma atitude de estabelecimento de relações com os jornalistas. O bom assessor de imprensa sabe das constantes alterações que ocorrem em redações; por isso, o contato pessoal é sempre melhor que por telefone.
  • B não existe a necessidade de o jornalista conhecer pessoalmente os assessores com quem mantêm relações profissionais. Por meio telefônico as pessoas vão saber quem ele é.
  • C o relacionamento com jornalistas fora do trabalho não agrega valor ao assessor. O bom assessor de imprensa é aquele que tem “conhecidos na redação”. Não convém, ao assessor, adicionar os jornalistas em sua rede social.
  • D é importante o assessor buscar conhecer as pessoas que estão em cada editoria para saber o nome delas quando ligar. Deve-se lembrar que os diretores dos veículos são os que possuem poderes de decisão e por isso o contato com eles poderá gerar um retorno mais rápido e eficiente.
  • E se deve realizar a divulgação do release a todos os veículos de comunicação de forma coerente e que vão ao encontro dos editoriais que norteiam a publicação, pois o mínimo de coerência na hora de escolher a quem divulgar determinados assuntos proporcionará o follow-up positivo.