Questões de Fisioterapia neurológica (Fisioterapia) Página 23

Na facilitação neuromuscular proprioceptiva, são consideradas TÉCNICAS
  • A iniciação rítmica, combinação de isotônicas, reversão dinâmica e reversão de estabilizações.
  • B iniciação rítmica, combinação de isotônicas, mobilização de reservas e reversão de isotônicas.
  • C iniciação rítmica, combinação dinâmica, reversão de reservas e reversão de estabilizações.
  • D iniciação rítmica, combinação de isocinéticas, reversão dinâmica e reversão de mobilização.
  • E iniciação rítmica, combinação de contração, reversão estática e reversão isotônica.
Em relação às características disfuncionais relacionadas à Paralisia de Bell, considere os seguintes itens:
I Neuropatia do Nervo Facial II Neuropatia do Nervo Trigêmeo III Enfraquecimento de metade da face e hiperacusia ipsilateral à neuropatia IV Perda da sensibilidade facial e do reflexo corneano V Na sua abordagem terapêutica podem ser empregadas as técnicas de Kabat e crioestimulação
Estão CORRETOS os itens
  • A I, II e III.
  • B I, III e IV.
  • C I, III e V.
  • D II, III, e IV.
  • E III, IV e V.

Em relação às características do paciente com acidente vascular encefálico e a abordagem fisioterapêutica adequada à fase crônica da doença, é CORRETO afirmar o seguinte:

  • A Trata-se de lesão do neurônio motor superior, com espasticidade dos músculos antigravitacionais, em cujo tratamento se preconiza o treino de ponte para controle dos extensores de quadril e treino de marcha com inibição do padrão ceifante.
  • B Trata-se de lesão do neurônio motor superior, com espasticidade dos músculos antigravitacionais, em cujo tratamento se preconiza o treino de ponte para controle dos flexores de quadril e treino de marcha com inibição do padrão ceifante.
  • C Trata-se de lesão do neurônio motor superior, com flacidez dos músculos antigravitacionais, em cujo tratamento se preconiza o treino de ponte para controle dos extensores de quadril e treino de marcha com facilitação do padrão ceifante.
  • D Trata-se de lesão do neurônio motor inferior, com flacidez dos músculos antigravitacionais, em cujo tratamento se preconiza o treino de ponte para controle dos flexores de quadril e treino de marcha com inibição do padrão ceifante.
  • E Trata-se de lesão do neurônio motor inferior, com espasticidade dos músculos antigravitacionais, em cujo tratamento se preconiza o treino de ponte para controle dos extensores de quadril e treino de marcha com facilitação do padrão ceifante.
Na avaliação dos déficits da marcha do paciente que sofreu acidente vascular encefálico, é CORRETO afirmar que, na fase crônica,
  • A o sinal de Trendelenburg indica fraqueza do músculo glúteo máximo contralateral ao sinal de queda da pelve.
  • B o sinal de Trendelenburg indica fraqueza do músculo glúteo médio homolateral ao sinal de queda da pelve.
  • C o sinal de Trendelenburg indica fraqueza do músculo quadrado lombar contralateral ao sinal de queda da pelve.
  • D o sinal de Trendelenburg indica fraqueza do músculo glúteo médio contralateral ao sinal de queda da pelve.
  • E o sinal de Trendelenburg indica fraqueza do músculo glúteo mínimo homolateral ao sinal de queda da pelve.
Adriano, aos 45 anos, apresenta um quadro de paraparesia espástica tropical associada ao vírus linfotrópico de células T humana tipo 1 com alteração de tônus abaixo do nível da lesão, déficit de equilíbrio e distúrbios na mobilidade. A fim de avaliar tais perdas funcionais, o fisioterapeuta pode aplicar, respectivamente, os seguintes testes:
  • A Escala de Tinnet, Time Up and Go e Escala de Berg.
  • B Escala de Tinnet, Escala de Berg e Escala de Ashworth.
  • C Escala de Ashworth, Escala de Tinnet e Time Up and Go
  • D Escala de Ashworth, Escala de Tinnet e Estesiometria.
  • E Escala de Ashworth, Escala de Tinnet e Baropodometria.